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Veja quais os 7 erros mais cometidos por vestibulandos

Aprender com os erros já cometidos é uma ótima forma de saber o que deve ser feito para ingressar com sucesso no Ensino Superior
Por: 24/05/2018 - 16:13
A gente te apresenta os sete deslises mais cometidos pelos candidatos. Foto: Pixabay
A gente te apresenta os sete deslises mais cometidos pelos candidatos. Foto: Pixabay

 

Por: Henrique Nascimento

 

Ingressar no Ensino Superior é o sonho dos vestibulandos. No entanto, no período de preparação e na realização da prova, existem alguns erros muito comuns que podem impedi-los de alcançar o resultado desejado. Se você está planejando fazer o vestibular e quer saber o que deve ser evitado na hora da prova, a gente te apresenta os sete deslises mais cometidos pelos candidatos. Confira!
1. Não ler o edital

Todo processo de ingresso no Ensino Superior possui um edital. É nele que o vestibulando saberá as informações necessárias como os conteúdos que serão cobrados na prova, o tempo para realização das atividades, datas de divulgação de informações e resultados. Apesar de parecer uma leitura cansativa ou até mesmo longa, é preciso ter atenção aos detalhes para que tudo dê certo no processo de preparação e realização da prova.

2. Só estudar o que possui afinidade

É natural que você tenha mais afinidade com determinadas áreas do conhecimento do que com outras. No entanto, é importante dar o mesmo tempo de preparação para todos os conteúdos que serão cobrados no processo de vestibular. Pense da seguinte maneira: se a sua área é saúde, por exemplo, é esperado que os vestibulandos se destaquem nas áreas de Ciências da Natureza, contudo, o diferencial para alcançar notas maiores que seus concorrentes virá das provas das demais áreas.

3. Não adotar um cronograma de estudos

Para pôr em prática uma preparação equilibrada entre os conteúdos é necessário estabelecer um cronograma de estudos. A organização é a chave para ser bem sucedido. Você pode utilizar alguns aplicativos para te auxiliar nessa tarefa. O importante é conferir os assuntos cobrados pelo processo seletivo que você irá se submeter e separar horários todos os dias para se dedicar a eles. Também é necessário ter um local em casa para estudos onde você não seja tomado por distrações.

4. Não realizar simulados

Conhecer as provas anteriores é fundamental para estar bem preparado para o processo de vestibular. Para isso, é possível encontrar na internet as questões de anos anteriores e praticar. Busque fazer isso de maneira simulada, ou seja, em casa ou em outro ambiente propício, tentando responder as questões no tempo que terá para realizá-las no dia da prova. Depois é só conferir os resultados com os gabaritos online. Alguns cursinhos de pré-vestibular e pré-enem também oferecem a realização de simulados.

5. Esquecer de cuidar da saúde

De nada adianta estudar por horas e não ter uma alimentação ou sono regulado. Para alcançar a vaga que deseja no Ensino Superior é preciso estar com o corpo em ordem. Por isso, não durma tarde ou troque o dia pela noite estudando. Respeite as oito horas de sono por dia indicadas pelos profissionais de saúde. Também esteja atento à alimentação, manter uma rotina alimentar saudável ajuda a prevenir doenças. Alguns alimentos comprovadamente auxiliam o funcionamento do cérebro.  

6. Não planejar o trajeto para o local da prova

Mais de 2 milhões de candidatos inscritos não realizaram o Enem em 2017. Parte deles, provavelmente, perdeu o horário. Para evitar esse tipo de problema planeje com antecedência o trajeto que vai fazer para chegar ao local da prova. Depois de planejado, faça o percurso pelo menos uma vez para contabilizar o tempo aproximado que precisará para chegar ao local. Assim você terá a garantia que não será mais um meme dos “atrasados do Enem”.

7. Preencher o cartão de respostas incorretamente

Uma das parte mais importantes do prova de vestibular é o preenchimento do cartão de respostas. Existem relatos de estudantes que por falta de concentração acabaram errando o preenchimento de uma questão e, por consequência, também das demais. É preciso deixar ao menos trinta minutos do tempo de prova para essa atividade. Assim você poderá com paciência e atenção absoluta preencher o gabarito.

 

Gostou das dicas, mas ainda está com dúvidas sobre que curso escolher? Veja as opções do nosso vestibular!

 

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Aulas e funcionamento

Assessoria de Comunicação Por: Silvia Fragoso 24/05/2018 - 08:25

A UNIVERITAS informa que as aulas e funcionamento das instituições estão mantidas. O atendimento administrativo e funcionamento de bibliotecas também estão regulares. Porém, devido às paralisações e à dificuldade que alguns alunos possam vir a ter para chegar à Instituição, informamos que não haverá prejuízo nas atividades acadêmicas.

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Anabolizantes: conheça 5 mitos e verdades

Produtos são usados para aumento muscular, mas você sabe o que mais eles fazem ao corpo?
Por: Katarina Bandeira 23/05/2018 - 10:39
Consumo gera polêmica entre praticantes de atividades físicas. Foto: Freepik
Consumo gera polêmica entre praticantes de atividades físicas. Foto: Freepik

Se você pratica algum esporte ou apenas se interessa pelo tema, já deve ter ouvido falar sobre o uso de anabolizantes. Seja por atletas profissionais ou esportistas amadores o consumo gera polêmica entre praticantes de atividades físicas, uma vez que o produto aparece como uma alternativa rápida de aumentar a musculatura, mas seu uso sem acompanhamento de um profissional pode trazer malefícios à saúde. Mas o que exatamente faz o anabolizante ao corpo? Confira nossos mitos e verdades sobre o tema!

1. Os efeitos colaterais são apenas em mulheres

MITO - O uso de anabolizantes causa efeitos colaterais tanto em homens quanto em mulheres. Enquanto elas adquirem características físicas mais masculinas, como o engrossamento da voz, o aparecimento de pelos, interrupção da menstruação e diminuição dos seios, neles, o excesso de produtos pode causar aumento das mamas e infertilidade. Outras alterações que podem ser comuns a ambos são acnes, queda de cabelo, distúrbios da função do fígado (que pode ocasionar tumores no órgão), retenção de líquido, entre outros.

2. São usados para o tratamento de algumas doenças

VERDADE - Anabolizantes podem sim serem usados clinicamente para ajudar no tratamento de algumas doenças. Como contém testosterona ou GH (hormônio de crescimento, ambos produzidos pelo corpo humano) eles podem ser prescritos para pacientes que não produzem naturalmente essas duas substâncias. Mas nesse caso, geralmente, são prescritas apenas doses mínimas, para regularizar a disfunção.

3. Anabolizantes aumentam a agressividade

VERDADE - O uso de anabolizantes impede a fabricação de serotonina, substância responsável por controlar emoções intensas, além de passar essas informações de um neurônio para outro. Um estudo publicado em 2008, pelo Centro de Criminologia e Justiça Criminal da Florida State University, avaliou cerca de 6.800 jovens entre os anos de 1994 e 2002 e constatou que, homens que tomaram as drogas eram 50% mais violentos quando provocados, do que aqueles que não tomavam o produto.

4. Suplemento alimentar também é anabolizante

MITO - Suplemento alimentar e anabolizantes são coisas completamente diferentes. O primeiro é usado para suprir carências nutricionais, feitos de alimentos e extrato de alimentos e não precisam de receita médica para serem utilizados, podendo fazer parte da rotina de quem quer manter ou melhorar o desempenho físico. Enquanto anabolizantes além de serem sintéticos, são - na verdade - indicados para quem tem algum problema de saúde.

5. Atletas profissionais não podem tomar anabolizantes

VERDADE - Por causar alterações na massa muscular e melhora na performance dos esportistas, o uso de anabolizantes é configurado como dopping e terminantemente proibido nas competições. Qualquer substância que dê alguma vantagem na competição é tida como uma forma de trapaça.

 

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130 anos de abolição: uma troca de correntes

Entenda as atuais consequências da libertação do escravos realizada em 1888 através da Lei Áurea
Por: Henrique Nascimento 18/05/2018 - 12:54
130 anos de abolição: uma troca de correntes/Pixabay
O último dia 14 de maio marcou os 130 anos da abolição da escravatura no Brasil. No entanto, ao invés de uma celebração, o país ainda vive sob os resquícios desse evento que, ao contrário do que mostram alguns livros de história, não promoveu qualidade de vida plena para os negros libertos. Para entender as consequências desta data nos dias de hoje, é preciso compreender o período escravocrata brasileiro.
 

Do escravagismo à abolição

O histórico de subordinação de mulheres e homens negros no Brasil data aproximadamente o ano de 1538, quando os primeiros escravos foram trazidos para a Bahia. Pretos e pretas eram capturados de seu local de origem no continente Africano e trazidos à força em navios com poucas condições de sobrevivência.
 
Os que conseguiam chegar com vida, eram separados dos demais escravos de mesma etnia e comercializados como instrumento para a mão-de-obra da minoria branca populacional.  A justificativa utilizada era a de uma superioridade embasada em ideias religiosas e racistas. Ao longo dos anos posteriores, essas justificativas encontrariam apoio no racismo científico, que em características como o tamanho do cérebro negro alegava a inferioridade do grupo.
 
Os escravos negros eram submetidos a uma rotina com horas intensivas de trabalho e pouca alimentação. Os castigos impostos aos negros que não atendiam ao esperado por seus donos eram desumanos. Vale lembrar que os negros eram tratados como mercadoria, não como indivíduos passíveis de direitos. Por isso, eles eram submetidos desde a palmatória até a serem presos de cabeça para baixo e cobertos de mel para que insetos pudessem atacá-los. Outra prática comum era provocar ferimentos com navalha nos escravos e depois sujeitá-los à salmoura.
 
Durante mais de três séculos essa foi a realidade brasileira. Nesse período, o tráfico negreiro ganhou força e se tornou uma importante atividade econômica. No entanto, a revolução industrial na Europa introduziu um novo modelo de mercado e de produção baseado na mão de obra livre e assalariada. A abolição era uma das medidas para que as relações de comércio entre países se mantessem. A motivação da libertação do escravos no Brasil não tinha um fim ideológico, mas, sobretudo financeiro. Em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel assinou a famosa Lei Áurea que pôs fim à escravidão no Brasil.
 

Quando a libertação é uma troca de correntes

O Brasil foi o último país a abolir a escravidão na América, fazendo com que a prisão, antes física e representada nas correntes, fosse trocada por outra de dimensões subjetivas, sociais e simbólicas. O negro liberto não teve acesso a políticas de reinserção social enquanto cidadão brasileiro. A lei garantia apenas o fim da escravidão, não o direito à terra, fazendo com continuassem vivendo como subordinados. Vale lembrar que durante suas vidas eram tratados apenas como fruto de mão-de-obra para o seu senhor, por isso, não se precisavam apenas de mudanças técnicas para as condições de mercado assalariado pós-abolição, mas de uma mudanças culturais para competir por trabalho e administrar seus ganhos.
 
Além disso, no período próximo ao fim da escravidão e pós-abolição, uma grande quantidade de imigrantes, principalmente europeus, vieram para o Brasil como cidadãos para trabalhar de forma assalariada nas lavouras. Esses trabalhadores já conheciam o modelo econômico e se tornaram concorrentes diretos dos ex-escravos. Isso faz com que os negros recém-libertos se estruturassem à margem da sociedade em todos os quesitos (mercadológicos, culturais, legislativos, educacionais, entre outros), formando uma massa populacional de “vadios” ou subordinados à baixas condições de trabalho e, por consequência, de vida.
 

Racismo institucional: do que negras e negros não foram libertos

O conjunto das problemáticas enfrentadas com o fim da escravidão é refletido no chamado racismo institucional. Ou seja, um racismo que se manifesta de maneira difusa através do funcionamento de instituições ou organizações, sejam elas governamentais, religiosas, de saúde, educação ou qualquer outro tipo. Esse tipo de racismo beneficia uns em relação a outros com base em diferenças raciais, podendo ser visto na diferença de tratamento recebido por pessoas negras e brancas, por exemplo, e na distribuição de benefícios e serviços.
 
Os negros no Brasil, soma dos que se consideram pretos e pardos de acordo com as normas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), representam atualmente a maioria da população (52,9%). Alguns dados apresentados pelo IBGE em 2014 mostram que as condições de vida de negras e negros ainda são inferiores. Entre os pardos a taxa de desemprego era de 6,8%, já entre os pretos representava 7,5% contra os 5,1% dos brancos. Na educação, as diferenças também são visíveis, a taxa de analfabetismo entre negros é de 22,3% contra os 5% dos brancos.
 
As políticas afirmativas de reconhecimento histórico de uma dívida social brasileira com a população negra e sua inserção social pós-abolição só vieram a ser reconhecidas em 2003 com a criação da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR). Foram necessários 115 anos para isso. Entre as medidas, está a inclusão de cotas raciais para ingresso no Ensino Superior. Os benefícios podem ser notados através dos dados, a quantidade de negros e pardos nas Universidade em 2002 segundo o Ipea variava entre 2% e 6%, em 2014 o número passou para uma variante entre 32% e 36%.
 
Entretanto, outras lutas ainda precisam ser travadas. Um exemplo é a violência e assassinato de pessoas negras por policiais. A polícia, entre 2015 e 2016, matou o triplo de negros se comparado aos brancos. Foram registrados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública 963 mortes de brancos contra 3.240 mortes de negros, principalmente homens e jovens. O encarceramento também reflete o racismo institucional, segundo o Infopen, entre os 622.202 presos no Brasil, 61,6% são negros.
 

Um dia de luta, não de celebração

Para os movimentos negros de luta anti-racista, a data que marca a abolição não é motivo de comemoração, mas de pensar a trajetória negra no Brasil e lutar pela conquista de direitos. Como os dados mostram, a população negra nacional ainda vive em condições inferiores, se comparadas aos brancos. Os 130 anos de abolição mostram que a liberdade negra, para ser conquistada de forma plena, vai além da assinatura de um documento pela Princesa Isabel e ainda precisa quebrar várias correntes.

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O que fazer para evitar a poluição hídrica?

Pequenas atitudes ajudam a diminuir a sujeira encontradas em rios, lagos e mares
Por: Katarina Bandeira 16/05/2018 - 15:04 - Atualizado em: 16/05/2018 - 15:05
Para cada mil litros de água utilizada pelo homem, há 10 mil litros impróprios para o consumo. Foto. Unsplash
Para cada mil litros de água utilizada pelo homem, há 10 mil litros impróprios para o consumo. Foto. Unsplash

Quantas vezes observamos potes de iogurte, sacolas plásticas, entre outros objetos, largados em rios, córregos e mares? Há algum tempo, um vídeo de um canudo sendo tirado do nariz de uma tartaruga voltou a viralizar na internet, chamando mais uma vez atenção para a necessidade do descarte correto de lixo doméstico, que não deve ser feito na natureza, e que impacta diretamente na vida de todo um ecossistema. Porém, dar um destino acertado aos resíduos ainda é um problema enfrentado na maioria das cidades brasileiras.

Poluição das águas

Com a falta de investimento em saneamento básico, problemas no tratamento das águas, perda da vegetação nas margens de rios, além do descarte de resíduos feitos por empresas e o consumo exagerado de produtos plásticos, a recuperação das águas ao redor do mundo é um desafio muito maior do que imaginamos. Uma pesquisa feita pela Organização das Nações Unidas, em 2010, apontou que para cada mil litros de água utilizada pelo homem, há 10 mil litros de água que não estão em condições de uso por conta da poluição.

No Brasil, apenas em relação às áreas litorâneas, uma pesquisa feita de janeiro a outubro de 2017, pela Folha de São Paulo, analisou 1.217 praias em 13 Estados para descobrir quais eram impróprias para banho. A análise constatou que, do total de locais, 335 praias eram ruins ou péssimas, sendo 234 delas localizadas em grandes cidades.

Este ano, um estudo publicado na revista científica Marine Policy, revelou que há presença de resíduos de materiais plásticos na Fossa das Marianas, um abismo com mais de 11 quilômetros de profundidade, localizado no Pacífico. Lembrando que uma sacola plástica leva cerca de 450 anos para se decompor.

O que fazer para evitar a poluição das águas

Como boa parte da poluição hídrica acontece por falta de saneamento básico, um passo importante é cobrar dos governos municipais e federais o acesso ao serviço e também à água. Mas há pequenas atitudes que podem ajudar a diminuir a quantidade de resíduos em ambientes naturais como:

1. Não jogar lixo nos rios, lagos e mares;

2. Ter sempre uma sacola, de preferência biodegradável, para recolher resíduos ao frequentar locais como praias, mananciais, etc. E descartá-la no local correto (lixeiras);

3. Nunca descartar óleos diretamente em pias. Coloque-os em garrafas PET e leve-os a um posto de coleta próximo;

4. Não fazer ligações clandestinas em esgotos, eliminando-o em córregos;

5. Não utilizar produtos tóxicos em processos químicos e agropecuários sem os filtros adequados. Caso perceba a eliminação inadequada desses resíduos em locais impróprios, denuncie.

Gestão Ambiental

Para garantir o uso racional de recursos naturais e um controle maior da poluição gerada pela população, incluindo nas águas, entra em ação o gestor ambiental. Trabalhando tanto em áreas rurais quanto urbanas é ele quem faz a análise do impacto das atividades humanas no meio ambiente para enfim propor programas de reciclagem e educação ambiental. A ação do profissional é fundamental para a aplicação de medidas eficazes que ajudem a reduzir os impactos ambientais e preservar a biodiversidade.

 

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Conheça 5 atuações na área de Marketing

Seja Inbound ou Outbound, Marketing de Guerrilha ou Trade Marketing, o marketing é muito importante para garantir boas vendas para as empresas
Por: Camilla de Assis 07/05/2018 - 12:59 - Atualizado em: 08/05/2018 - 09:30
Marketing
Marketing
Toda empresa precisa ter um setor de marketing que saiba lapidar as boas relações da marca com o público e até mesmo com outras empresas. Seja Inbound ou Outbound, Marketing de Guerrilha ou Trade Marketing, é preciso contratar profissionais especializados em cada umas das funções para que o trabalho seja executado com excelência e gere bons resultados para a corporação. Que tal conhecer alguns dos tipos de marketing? Confira abaixo!
 
Marketing Digital
 
Na sociedade conectada em que vivemos, é importante que as empresas estejam sempre atentas aos seus clientes por meio das mídias sociais. E aí é o momento em que o profissional de marketing digital entra para fazer a diferença naquela marca. Este especialista trabalha para que o produto ou serviço comercializado tenha uma boa reputação nas redes sociais e na internet em geral, garantindo, assim, boas vendas. Para isso, é importante entender de gerenciamento de redes sociais e métricas.
 
Inbound Marketing
 
Essa vertente do marketing busca a captação e fidelização de clientes por meio da produção de conteúdo com foco em ações educativas. Neste tipo de marketing, a estratégia é fazer o consumidor chegar até a marca e não o contrário. Neste caso, é o inbound marketing é responsável por “preparar” o freguês para o consumo, já que nestas situações ele está no topo do funil de compra.
 
Outbound Marketing
 
Ao contrário do Inbound Marketing, o Outbound Marketing aje na captação de clientes de forma ostensiva. Ou seja, se no Inbound a atuação é fazer o consumidor morder a isca com produção de conteúdos educativos, no Outbound o prospect é captado por técnicas mais tradicionais, como flyers, propagandas em canais de tv, rádio e internet, links patrocinados, telemarketing, etc.
 
Marketing de Guerrilha
 
Este tipo de marketing é um dos que mais pode causar impacto nos consumidores por ser direto e até mesmo com maior agressividade que os outros tipos de divulgação. Ele foi criado no final dos anos 1970 pelo publicitário americano Jay Conrad Levinson, e nada mais é do que uma forma eficaz e barata e promover o conteúdo de uma empresa. O marketing de guerrilha foi inspirado na Guerra do Vietnã, quando os vietnamitas superaram seus adversários mesmo com poder de fogo bem menor. 
 
Trade Marketing
 
Essa modalidade de marketing funciona na prática B2B, ou seja, de empresa para empresa, e é a forma de uma companhia tratar das relações entre os fabricantes e o setor de vendas. Neste caso, o tipo de marketing utilizado tem a finalidade específica de captar o consumidor de maneira indireta, por meio da recomendação de táticas e estratégias na área; gerenciamento dos canais de venda; avaliação de resultados promocionais; recomendação de preços e descontos; recomendação de análise e performance de vendas; entre outros.
 
E aí, gostou do nosso tema? Conte pra gente nos comentários!

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5 dicas para você gerenciar seu negócio nas redes sociais

Usar a mídias sociais para empreender tem sido uma das principais alternativas de pessoas que têm ou desejam investir em um negócio. Saiba como
Rebeca Ângelis Por: 04/05/2018 - 11:15
5 dicas para você gerenciar seu negócio nas redes sociais
5 dicas para você gerenciar seu negócio nas redes sociais

Atualizar múltiplas plataformas, desenvolver estratégias, publicar conteúdo original, promover engajamento, ser criativo. Usar a mídias sociais para empreender tem sido uma das principais alternativas de pessoas que têm ou desejam investir em um negócio. Para isso, ter autonomia, gastar pouco ou nada tornou-se um dos principais atrativos no mundo tecnológico.

De acordo com uma pesquisa realizada no último ano, da “Paid Social Trends” da iProspect, agência de marketing full performance, várias marcas (incluindo as que circulam no Brasil) optou em investir nas redes sociais e obtiveram um crescimento de 78% em relação a 2016.

No entanto, gerenciar programas ou aplicativos, organizar o tempo e ter um retorno esperado dos clientes requer dedicação e planejamento. Mas calma! No ramo da tecnologia existem várias plataformas que podem auxiliar na distribuição de demandas, sem deixar nada a desejar para o que o cliente espera. Separamos 5 dicas para você, caro empreendedor,  que podem facilitar seu trabalho no gerenciamento das mídias sociais. Confira!

1-A primeira impressão é a que fica

Apresentar uma boa imagem da empresa é uma das tarefas primordiais, principalmente, tratando-se das redes, devido a mensagem e resposta direta ao cliente. Por essa razão, é necessário se atentar ao conteúdo visual do produto que será publicado, cuidando da qualidade, tamanho e tipo de imagem ou mensagem que irá representar o seu negócio.

O Canva é uma ferramenta que pode auxiliar nesse sentido. Suas funções permitem escolher imagens já prontas para variados tipos de postagens como panfleto, logotipo, cartazes, entre outros. Além disso, o programa converte as imagens para o tamanho ideal para as principais plataformas de redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter.  

2- Escolha plataformas específicas

O “pouco” também é muito no mundo do marketing. Dessa forma, torna-se válido escolher apenas algumas redes sociais específicas para se dedicar no trabalho. Fatores como público-alvo, marca e produto que deseja oferecer para venda ou divulgação é que irá definir o uso da plataforma ideal. Atualmente, as mais queridinhas são Instagram, Facebook, Pinterest, Twitter, LinkedIn e Google+.

3- Atente-se a escrita

As novas plataformas exibem conteúdos de consumo rápido e escrita objetiva. Por isso, ao escrever algum texto ou legenda, é importante evitar a linguagem mais formal, sem exagerar demais no coloquialismo. Na era digital a principal lei é usar a criatividade sem muitas delongas.

4- Avalie constantemente o desempenho do seu negócio nas redes

Toda empresa precisa comparar a evolução do retorno de seu público-alvo em relação ao investimento do negócio. Nas redes sociais, esse acompanhamento é primordial para avaliar quais pontos precisam ser aprimorados e a empresa atingir seu objetivo. A coleta de dados para o desenvolvimento de um trabalho, mais conhecida como briefing, é disponibilizada na maioria das plataformas gratuitamente. Em sua maioria, é possível acompanhar o número de interações dos clientes/seguidores, visitas à página, alcances de público, localizações, etc. Outro programa gratuito que também analisa o desempenho é o  Swayy.   Ao compartilhar em Facebook, Twitter e LinkedIn, por exemplo, ele visualiza dados de analytics dentro do próprio app (retuítes, menções, seguidores, compartilhamentos, etc).

5- Otimize seu tempo nas redes

Dividir-se entre as atividades dentro e fora das redes nem sempre é uma tarefa fácil, mas bastante necessária. O tempo de dedicação nas redes nunca é perdido, pois o cliente precisa se sentir acolhido. De acordo com uma pesquisa de 2014 Social Media Marketing Industry Report, da Social Media Examiner, mais de 64% dos profissionais de marketing dedicam-se pelo menos 6 horas por dia as redes e notam crescimento no tráfego, devido a essas horas investidas.

Por isso, é importante fazer um cronograma para atender às mídias, como agendar publicações e apostar em “dias tematizados”,além de acompanhar a audiência e temas que mais repercutem, sem deixar de dar respostas mais rápidas ao público-alvo. Existem algumas ferramentas que auxiliam nesse gerenciamento para empresas médias e pequenas como Hootsuite e Sendible. Já para as de grande porte, a opção é o Oktopost, que monitora páginas e grupos em redes como  LinkedIn.

E você? Como administra seu negócio on-line? Conta para gente! Conheça também o curso semipresencial em Marketing da UNIVERITAS!

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Conheça cinco trabalhos inusitadas ao redor do mundo

Existem carreiras que passam longe dos empregos tradicionais. Você conhece alguma delas?
Por: Katarina Bandeira 30/04/2018 - 18:15
Se você está cansado das profissões tradicionais e quer dar uma inovada na carreira confira nossa lista! Foto: Freepik
Se você está cansado das profissões tradicionais e quer dar uma inovada na carreira confira nossa lista! Foto: Freepik

Já imaginou ganhar dinheiro apenas ficando no lugar de alguém, na fila de uma liquidação? E trabalhar escrevendo a sorte de biscoitos chineses? Parece mentira, mas existem pessoas que realmente são contratadas para fazerem isso. Se você está cansado das profissões tradicionais e quer dar uma inovada na carreira separamos alguns dos empregos mais inusitados do mundo para te inspirar. Confira:

1. Identificador de sexo de pintinhos

É preciso ter um diagnóstico certeiro para se dar bem nessa carreira. Os sexadores determinam o sexo de pintinhos de forma observadora e até intuitiva, analisando formato das penas, cor, anatomia e até a cloaca. Em alguns países, como Japão e Inglaterra, esses profissionais chegam a ganhar cerca de US$ 60 mil por ano. No Brasil, o salário inicial do sexador é de R$ 6 mil, mas a atividade não é tão fácil quanto parece. É preciso cursar dois anos em avicultura e treinar, por até um ano, em uma granja ou incubadora de pintinhos, já que, para se contratado, o profissional tem que ter uma margem de acerto de 98%.

2.Escritor de biscoito da sorte

Criatividade, bom humor e uma dose de conhecimentos sobre auto-ajuda são elementos essenciais para quem quer escrever aquelas frases encontradas dentros dos biscoitos da sorte chineses. Apesar de muitas delas virem realmente de um livro de provérbios asiático a maioria é feita por alguém usando seu conhecimento pessoal.  E o salário até vale a pena. Nos EUA o valor que um escritor de biscoitinhos recebe pode ficar entre US$ 38.150 e US$ 75.060 ao ano. No Brasil, existe uma empresa especializada em fabricá-los, a Hakuna Matata (sim, igual ao lema do filme O Rei Leão), o que já garante o mercado nacional. Ficou animado?

3. Instrutor de surfe para cães

Com um belíssimo litoral e sendo um dos países com o maior número de cachorros do mundo, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o Brasil é o lugar ideal para investir na carreira de instrutor de surfe para cães. O valor varia de acordo com o profissional mas, com certeza, a atividade vai render, no mínimo, boas fotos.

4. Guardador de fila

Além de preços incríveis, grandes liquidações trazem também imensas filas de espera. E para quem quer aproveitar as grandes ofertas, sem perder o dia inteiro parado em frente a algum estabelecimento pode contratar um guardador de fila. O serviço é muito popular em grande metrópoles como Xangai e Hong Kong, conhecidas pela numerosa população e existem até empresas especializadas e os guardadores de fila chegam a ganhar até R$ 6 por hora.

5.Degustador de comida de cachorro

Se você tem um animal de estimação saiba que a comida que coloca no pote dele é testada e aprovada por profissionais capacitados. Isso mesmo. Existem pessoas que são pagas para experimentar e testar a qualidade de rações secas e molhadas, além de biscoitos e outros petiscos feitos feitos para cães e gatos. Assim o sabor e o valor nutricional desses alimentos fica garantido, ajudando a manter a saúde dos pets. Nos Estados Unidos quem trabalha no departamento de controle de qualidade recebe cerca de US$ 30 mil por ano podendo chegar até US$ 75 mil. E aí, vai encarar?

 

Gostou da matéria? Conte nos comentários se você já trabalhou em alguma função diferente!

 

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5 erros que podem ser evitados na faculdade

Seguir a vida acadêmica em busca da tão sonhada qualificação profissional requer comprometimento e dedicação. Saiba como como não errar e ter uma carreira de sucesso
Rebeca Ângelis Por: 30/04/2018 - 09:47
5 erros que podem ser evitados na faculdade
5 erros que podem ser evitados na faculdade

Sair do Ensino Médio e iniciar uma graduação em busca da tão sonhada qualificação profissional é um novo desafio para vários estudantes. Isso porque, embora pareça ser difícil passar pela fase do vestibular, avançar cada semestre e concluir o ensino superior exige mais compromissos e responsabilidades. É, literalmente, uma fase adulta de responsabilidades e maiores requisitos que precisam ser levados a sério. Para evitar cometer erros, durante esta fase, separamos uma lista que vai te ajudar a obter êxito como estudante universitário. Confira!

1-Escolher um curso que não é a sua praia

Escolher qual carreira seguir nem sempre pode ser uma tarefa simples. Optar por uma área vai definir aspectos importantes como rotina, expectativas na vida profissional, estabilidade financeira e até mesmo satisfação em executar as tarefas que competem à área.

É muito comum que os estudantes façam a escolha de um curso e depois se arrependam no meio do caminho, perdendo mais tempo para se consolidar na carreira e até gastando mais dinheiro. Na maioria das vezes, a razão disso ocorrer se deve à pressão dos familiares, que almejam por uma área que você acredita não ser a sua.

A Coordenadora de Recursos Humanos, Mônica Andrada, explica que para evitar que isso aconteça ouvir a opinião de pessoas mais experientes podem ajudar no processo de reflexão de escolha. No entanto, é importante fazer um autoconhecimento (com testes vocacionais ou afins) para saber qual sua real escolha e o que você, independente dos outros, deseja seguir como profissional. Pesquisar sobre o curso e as disciplinas que ele vivencia também podem facilitar a tomada de decisões nesse processo.

2-Trocar a aula por festas

Engana-se quem pensa que a vida acadêmica é sempre como os filmes, cercada de festas e badalação, em que os alunos curtem a vontade e ainda avançam de semestre sem ter que estudar muito. Na vida real isso é bem diferente!

Quem ingressa em uma faculdade tem, sim, bons momentos de diversão e descontração, mas também precisa se dedicar bastante com as responsabilidades impostas de cada disciplina, impostas por seus respectivos professores. Saber equilibrar o período de lazer com as exigências do curso é o melhor caminho para conseguir se dar bem a cada final de semestre, com mais um passo próximo da tão sonhada formação profissional.

3-Faltar com frequência nas aulas

Normalmente, no início de curso, todo mundo começa assíduo e disciplinado. Porém, com o decorrer dos semestres a dispersão e falta de interesse para muitos é mais freqüente, a ponto de subestimar a importância dos conteúdos vivenciados em sala de aula. Esse é um dos mais graves erros que podem até jogar seus planos de uma vida profissional consolidada no abismo. Isso porque o excesso de faltas pode levar o aluno a reprovar o semestre, além de carregar mais disciplinas para a conclusão do curso.

Por mais que, em alguns momentos, pareça uma tortura se ver obrigado a estar presente na sala de aula, sempre é válido lembrar que ingressar em uma faculdade é projeto para que suas conquistas sejam alcançadas. Procurar se motivar com as oportunidades de crescimento profissional e focar nos objetivos é sempre a melhor escolha. Uma outra maneira de manter-se no foco é se aproximar de pessoas motivadas e que lutam com a mesma pretensão de êxito que a sua. Todos se ajudam!

4-Estudar na véspera

Aprendizagem requer uma construção contínua e por essa razão de nada adianta querer absorver todo o conteúdo do semestre às vésperas. Todos os dias tem um novo conteúdo e para ter um bom aproveitamento vale reservar um tempo todos os dias para revisá-lo e frisar tudo. Fazendo isso, assimilar e ter bons resultados na hora da avaliação será uma tarefa bastante simples. Além disso, o saber fica mais consolidado e é mais difícil se esquecer do que se estudou.

5-Não investir na carreira fora da sala de aula

De nada adianta ingressar apenas na faculdade e deixar de se atualizar com o mundo  fora da instituição. No decorrer da graduação, a formação profissional é somada às experiências que você adquire como um todo e investir em cursos e atividades extracurriculares é um dos fatores importantes para ganhar destaque no mercado de trabalho e como profissional que você pretende se tornar. Entre algumas das opções para ampliar o leque de conhecimentos estão os cursos de línguas, afinal este é, um dos principais requisitos em todas as áreas, atualmente; cursos de tecnologia em geral, principalmente relacionado à área que você pretende atuar; além dos cursos livres disponíveis pela própria faculdade.

Procurar estágio dentro da área, já para conhecer que você mais se adequa também é um dos caminhos de atualizar-se e de se qualificar. Já dizia Albert Einstein que “há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade". Sendo assim, lembre-se sempre que as suas escolhas e esforços são quem te guiarão para a realização profissional e pessoal, durante o desenvolver acadêmico e sucesso nos estudos!

E você? Como costuma ter um bom aproveitamento em sala? Deixe sua opinião nos comentários! Confira também 5 ideias para dar um Up na sua carreira

 

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A dança no Brasil faz residência no Theatro

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro tem importância fundamental na história do ensino da dança no Brasil
Por: Henrique Nascimento 27/04/2018 - 12:18 - Atualizado em: 27/04/2018 - 12:19
A dança no Brasil faz residência no Theatro/Reprodução
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro fica localizado no bairro de Cinelândia
Muito mais que habilidade técnicas, a dança é a arte que emerge do corpo. Para celebrar uma das mais antigas manifestações humanas, o Comité Internacional da Dança (CID), em 1982, estabeleceu o 29 de abril como Dia Mundial da Dança. A data não é aleatória, foi nesse nesse dia que Jean-Georges Noverre, importante bailarino, professor e coreógrafo francês, nasceu. 
 
No Brasil, um nome que se destaca historicamente é o da bailarina russa Maria Olenewa, responsável pela criação da primeira escola de dança no país. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, até então, capital do país, foi o berço dessa história. 
 

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Foto: Vania Laranjeira/DilvulgaçãoHá quase 110 anos de história desde a construção do prédio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, localizado na Praça Floriano, bairro de Cinelândia. Inaugurada em 1909 pelo presidente Nilo Peçanha e o prefeito Sousa Aguiar, a estrutura conta com vitrais e mosaicos de renomados artistas da época, como Eliseu Visconti. 
 
O espaço, com capacidade para 2.252 espectadores. foi, inicialmente, casa de passagem de grandes óperas e companhias de dança européias. Só na década de 30, 18 anos após a fundação do Theatro, é que isso iria mudar com as apresentações do Ballet, do Coro e da Orquestra Sinfônica, grupos artísticos da própria casa de espetáculos. Mas, para isso, na história do Corpo de Baile do Municipal, foi preciso que Maria Olenewa, bailarina russa, desenvolvesse seu trabalho no Brasil.
 

A primeira escola de dança brasileira

Maria Olenewa, integrante da Companhia de Bailados de Leonide Massine, já havia lecionado em Buenos Aires quando decidiu mudar-se para o Rio de Janeiro e estabelecer residência. A bailarina dava aulas particulares na cidade maravilhosa quando teve a ideia de ministrá-las no Theatro Municipal. O objetivo era que fossem formados profissionais para criar o corpo de baile local, grupo de bailarinos que dançam juntos em uma companhia.
 
Em 1927, foi fundada a primeira Escola de Dança do Brasil, com aulas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O Corpo de Baile e os alunos da Escola de Dança inicialmente eram um só. A oficialização do Corpo de Baile do Theatro Municipal em 1936 dissociou os dois grupos, sendo esse composto apenas por profissionais. Atualmente, a escola de dança leva o nome de sua criadora, Maria Olenewa, e é espaço para aulas de ballet clássico, ballet contemporâneo e outras vertentes da dança.
 

O Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

O repertório apresentado no palco do Theatro pelo Corpo de Baile é vasto e vai desde os clássicos do ballet até espetáculos contemporâneos. Foi no Municipal que, pela primeira vez  na América do Sul, o Lago dos Cisnes de Tchaikovsky foi montado integralmente, o espetáculo foi coreografado por Eugenia Feodorova, bailarina ucraniana. Os nomes internacionais compõem uma grande lista de colaboradores do Corpo de Baile, entre eles estão: o tcheko Vaslav Veltchek, o americano William Dollar, George Skibine da Rússia e O francês Jean-Yves Lormeau. A direção do Corpo de Baile encontra-se atualmente sob a responsabilidade das primeiras bailarinas Ana Botafogo e Cecília Kerche.
 
A programação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro pode ser encontrada no site da fundação. Quem sabe você não assiste uma apresentação do Corpo de Baile?

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