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5 fatos sobre trabalhabilidade

Conheça o conceito que é a nova tendência no mercado de trabalho
Por: Henrique Nascimento 12/09/2017 - 09:56 - Atualizado em: 12/09/2017 - 12:00
5 fatos sobre trabalhabilidade/Freepik
Entenda como a trabalhabilidade pode ser o caminho para sua vida profissional

Em períodos de instabilidade econômica manter-se empregado pode ser um desafio. No entanto, através do desenvolvimento da trabalhabilidade, garantir sua fonte de renda é possível. Trabalhabilidade é um conceito que representa o futuro do mercado. A empregabilidade que por muitos anos se manteve em alta, hoje dá lugar à trabalhabilidade que preenche as necessidades socioeconômicas atuais do mercado. Conheça 5 fatos sobre a trabalhabilidade e entenda como você pode ser beneficiado com dela.

Você pode trabalhar com o que gosta

O pilar central da trabalhabilidade é a capacidade de se adaptar para gerar renda a partir de habilidades pessoais. Não se trata de estar empregado, mas da capacidade de gerar receita. Ou seja, é hora de mostrar seus hobbies para o mundo, empreender para obter ganhos a partir deles. Transformando seu conhecimento em produção econômica. Além disso, pode ser o momento de se dedicar a trabalhar em uma área secundária da sua formação ou algo que você possua um curso profissionalizante, por exemplo.

A trabalhabilidade possibilita autonomia

Outro fato sobre a trabalhabilidade é o grau de autonomia que garante a quem a aplica. O profissional que a desenvolve empreende e gera a capacidade de administrar seu próprio ganho. Estabelecendo também quais serão os horários e locais de trabalho que melhor se adequam às necessidades que possui. Um exemplo, se você decide vender lanches feitos em casa, você estará produzindo esses lanches no horário que é mais adequado para sua rotina e na quantidade de vezes na semana que tiver disponibilidade. Escolhendo quando e como fará as coisas, além de decidir onde irá empregar seus lucros.

Mais uma fonte de renda

Para quem está empregado, a trabalhabilidade é a forma perfeita de aumentar os ganhos e garantir aquela grana extra no fim do mês. Por vezes os rendimentos salariais do emprego estão muito comprometidos com os pagamentos mensais ( contas de água, luz, telefonia, plano de saúde). O que for obtido através da trabalhabilidade pode ser destinado ao lazer ou a projetos pessoais que estão guardados na gaveta.

Adaptabilidade: oportunidade de desenvolvimento

Profissionais que têm a capacidade de ter um trabalho além das concepções tradicionais de emprego acabam desenvolvendo a adaptabilidade. Isso é possível porque o trabalho executado, como dito, não terá necessariamente relação com sua área principal de formação. Você pode ser uma engenheira civil e ter habilidades para vendas. A partir disso, pode começar a vender cosméticos por exemplo. Mostrando-se não só adaptável por conta da área diferente, mas também porque estará administrando financeiramente o seu microempreendimento.

Geração de trabalho para você e para outros

A trabalhabilidade não deixa de ser uma forma de empreender que, se feita com a dedicação necessária, dará bons frutos. Por isso, existe a possibilidade de, além de gerar lucro para quem o faz, gerar rendimento para outros através do crescimento do empreendimento. Se você é capacitado para aplicar terapias alternativas como o Reiki, inicialmente pode ter poucos clientes. Mas, conforme a sua cartela de pessoas atendidas for aumentando, você pode precisar de um secretário que agende os horários ou de um colaborador para executar as seções as quais você não possa estar. Assim, estará gerando não só para você, como para os outros.

Pretende empregar o conceito de trabalhabilidade na sua vida? Veja cinco ideias para dar uma turbinada na sua vida profissional!

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Como aproveitar pequenos espaços para estudar

Separamos cinco dicas para você criar o melhor ambiente para seu aprendizado
Por: Katarina Bandeira 12/09/2017 - 08:00 - Atualizado em: 12/09/2017 - 08:00
Pequenos detalhes fazem a diferença na hora de estudar
Pequenos detalhes fazem a diferença na hora de estudar

Um dos desafios encontrados por quem precisa continuar os estudos em casa é que nem sempre é possível dispor de espaços amplos e bem equipados para realizar a atividade. Para te ajudar a superar as dificuldades dos ambientes compactos, e ainda tornar as horas dedicadas ao estudo produtivas, separamos cinco dicas para tornar seu local de aprendizado mais funcional. Confira:

 

Decida onde estudar

O primeiro passo para ter um dia de estudo produtivo é definir onde você vai estudar. A coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNINASSAU, Lenira Melo, aconselha escolher um local da casa que seja tranquilo e silencioso. “Fazer um cantinho separado é o ideal. Fuja de espaços como a sala de jantar ou a cama. Escolha uma mesa e uma cadeira adequadas e, nesse caso, esqueça a estética. Uma cadeira de acrílico, por exemplo, não é indicada, pois se torna desconfortável com o tempo. Ela tem que ser ergonômica”, explica. Também é importante que o local de estudo seja fixo para que o cérebro assimile, com maior facilidade, a atividade àquele ambiente.

 

Deixe o material que vai precisar por perto

Pequenas pausas para pegar aquele livro ou anotação que você esqueceu de deixar à mão podem atrapalhar sua produtividade. Por isso, deixe tudo o que você vai usar por perto. Canetas, blocos de papel, xerox com conteúdo das aulas, livros para consulta, entre outros objetos devem ficar próximos a sua estação de estudo. Porém, nada de espalhar essas coisas em cima da mesa. Prateleiras mais altas e caixas organizacionais são a melhor escolha para os objetos que não estão em uso, mas que podem ser consultados eventualmente.

 

As cores têm poder

Um detalhe que muita gente acaba não dando atenção na hora de pensar na organização de um ambiente são as cores. A escolha do tom pode ajudar ou até atrapalhar na hora de começar as tarefas. “É aconselhável que a parede na frente do estudante seja branca. A cor passa a sensação de clareza e ajuda na hora da concentração”, afirma Lenira. “Cores mais fortes devem estar na parede por trás do lugar que ele ficará sentado. Amarelo ajuda na confiança e autoestima, azul e verde-claro estimulam concentração e criatividade e vermelho e laranja são estimulantes”, exemplifica. Para quem prefere papéis de parede a coordenadora aconselha evitar os exageros. “Prefira cores claras e nada com tantos desenhos. Evite distrações”, completa.

 

E a decoração?

Mesmo que o cantinho escolhido seja apenas para estudo, ele não precisa ser decorado de forma fria ou minimalista. A especialista afirma que não há nada de errado em deixar o local com a sua cara. “Você pode colocar objetos temáticos, não apenas sobre estudo. Mas é bom ter um quadro de avisos para fazer sua organização mensal ou semanal”, afirma. Outra dica é humanizar o espaço com plantas. “As suculentas são ideais. Deixam o ambiente mais agradável”, sugere.

 

Temperatura e iluminação

Depois de escolher o local, arrumar a disposição dos móveis, deixar o campo de visão limpo e os objetos à mão é preciso ficar atento a atmosfera. “O ambiente muito frio ou muito quente pode causar certa dispersão. Quente demais trará irritabilidade e com temperaturas baixas irá tirar a concentração”, explica Lenira. Para a iluminação quanto mais luz natural melhor. “É aconselhável que a mesa de estudos seja colocada recebendo a luz do sol, de frente para a janela ou, caso o estudo seja feito com computador desktop ou notebook, ao lado”, comenta.

Porém, para quem não pode ter o privilégio da luz do sol durante as horas em que realiza as atividades, a dica é apostar em luzes de cor branca. “A luz amarela vai te relaxar e pode causar sono. Outro ponto é a iluminação direta. Se  a luminária fica atrás de você é necessário colocar uma auxiliar, como um abajur, ou ela não vai iluminar seu conteúdo” finaliza a coordenadora.

 

Gostou das nossas dicas? Conta para gente como você organiza o seu espaço de estudo!

 

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Veja 5 museus que você precisa visitar no Rio de Janeiro

Por: Henrique Nascimento 11/09/2017 - 09:34
Museu do Amanhã/Foto: Thales Leite/Divulgação
O Museu do Amanhã é um dos espaços mais novos no Rio de Janeiro que merece destaque

O Rio de Janeiro, conhecido como Cidade Maravilhosa, é procurado por turistas por conta do seu carnaval, suas praias e belezas naturais. No entanto, a cidade também abriga diversos espaços culturais, entre eles, museus que tratam da cultura local e nacional. Um museu não precisa necessariamente tratar de coisas antigas, na verdade são instituições que buscam conservar, estudar e expor objetos que tem valor cultural e histórico. Separamos 5 museus que você não pode deixar de conhecer no Rio de Janeiro. Confira!

MUSAL

Localizado no Campo dos Afonsos, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, está o MUSAL, Museu Aeroespacial, o maior museu de aviação civil e militar do Brasil. O seu acervo conta com uma réplica do 14-bis de Santos Dumont e exposições fixas e temporárias sobre a aeronaútica e sua história. Aos fins de semana e feriados a área externa do museu é disponibilizada para a prática de aeromodelismo, voo de modelos em pequena escala, miniaturas, de aeronaves.

MUSAL/Divulgação

MUSAL/Divulgação

MIS

O Museu da Imagem e do Som (MIS) do Rio de Janeiro abriga mais de 304 mil documentos em diferentes suportes, divididos em discos, fotografias, negativos em vidro, entre outros. Além disso, o MIS também produz desde 1966 seu próprio acervo a partir de depoimentos de pessoas ligadas à cultura colhidos em áudio e vídeo. Entre os depoimentos estão os das cantoras Angela Maria e Alcione, do apresentador Chacrinha e nomes da literatura como Ariano Suassuna. O MIS está localizado na rua Visconde de Maranguape no bairro da Lapa.

Museu do Amanhã

Com a proposta de ser um museu de artes e ciências, o Museu do Amanhã foi inaugurado no ano de 2015. O espaço chama atenção a partir de sua arquitetura sustentável que foi planejada pelo espanhol Santiago Calatrava. Ele também é considerado o primeiro museu de terceira geração do mundo, os de primeira tratam do passado, os de segunda tratam de aspectos do presente e os de terceira buscam propor questionamentos e mudanças para o futuro da humanidade. A exposição está localizada na zona portuária da cidade do Rio de Janeiro e seu acervo busca mostrar de onde viemos, onde estamos e para onde vamos.

Museu do Amanhã/Foto: Thales Leite/Divulgação

Museu do Amanhã/Foto: Thales Leite/Divulgação

Museu da Vida

Se o passeio é educativo ou em família, o Museu da Vida é a escolha certa para você. Criado em 1999 como parte da Casa de Oswaldo Cruz, o museu, que ocupa uma área de 35 mil metros quadrados, procura divulgar conhecimento histórico a respeito da saúde e da biomedicina no Brasil. Ao chegar no Centro de Recepção do museu, o visitante pode pegar o Trenzinho da Ciência e conhecer a Pirâmide, o Borboletário, a Tenda da Ciência Virginia Schall, o Parque da Ciência, o Epidaurinho e o Castelo Mourisco. Todos esses espaços abrigam exposições fixas, contando também com atividades lúdicas e interativas. O espaço está  localizado no bairro de Manguinhos no Rio de Janeiro.

Museu da Vida/Divulgação

Museu da Vida/Divulgação

Museu Seleção Brasileira

O Brasil é o país que mais participou de Copas do Mundo, por conta disso, é possível dimensionar o valor histórico que a Seleção Brasileira de Futebol tem para o país. O Museu Seleção Brasileira proporciona uma experiência interativa ao visitante, expondo as origens do esporte e a história da Seleção. Em seu acervo estão as cinco taças que marcam as vitórias do Brasil na Copa do Mundo de Futebol. O endereço para visita é a sede da CBF que abriga o museu e fica localizada no bairro da Tijuca no Rio de Janeiro.

Gostou desses museus? Conheça também 5 patrimônios históricos que você precisa visitar!

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Aprenda a montar um portfólio atrativo para os recrutadores

Material expõe habilidades do profissional que podem ser decisivas na hora da contratação
Por: 08/09/2017 - 16:58 - Atualizado em: 08/09/2017 - 16:59
Um bom portfólio chama atenção do recrutador
Um bom portfólio chama atenção do recrutador

POR: Katarina Bandeira

 

Geralmente, quando você se candidata a uma vaga de emprego, as preocupações ficam entre montar o currículo da melhor forma e atender às expectativas tanto na entrevista quanto nas dinâmicas de grupo. Porém, algumas funções - principalmente em áreas de atuação que mexem com a criatividade - exigem que o profissional apresente um histórico, com os trabalhos já realizados, antes de preencher a vaga. O ideal nessa situação é ter um portfólio, mas se você não sabe por onde começar a montar o seu, confira nossas dicas:

Todo profissional deve ter um portfólio?

De acordo com Armando Palomino Junior, Gerente de Marketing da UNIVERITAS, apenas áreas específicas exigem o material. “Áreas relacionadas a projetos como Design, Publicidade, Arquitetura e Artes são mais exigentes nesse quesito, mas nada impede que profissionais de qualquer campo o utilize como forma de destaque na hora de conseguir uma vaga. Afinal, um portfólio é mais que um cartão de visitas grampeado a um currículo comum”, explica.

É preciso juntar todos os trabalhos?

Uma dúvida recorrente por quem monta seu portfólio pela primeira vez é o que colocar dentro dele. Para Armando, o histórico de trabalhos tem que ser o mais simples possível, com cerca de 15 projetos, no máximo. “Mais que isso, torna-se maçante já que podem entrar trabalhos que não chamem tanta atenção. Além disso, o interessado pode tirar o foco de suas habilidades específicas e olhar tudo superficialmente”, alerta.

 

Quais são os principais tipos de portfólio?

Há várias formas de agrupar seus projetos  concluídos.  Você pode colocá-los em forma de blog, de álbum (com fotos de seus principais projetos em ordem de relevância) e até com Mockups – modelos 2D e 3D de projetos para agregar valor ao currículo. Escolha aquele que melhor se enquadra ao tipo de trabalho que você desenvolveu (textual, gráfico ou sonoro) e capriche!

 

Impresso ou digital?

Mesmo que você deixe tudo salvo em diferentes plataformas na internet é importante ter seu material de trabalho também offline. É preciso estar preparado para caso o cliente ou a empresa pretendida não tenha como política o uso das plataformas online. Além disso, a instabilidade da rede pode atrapalhar a visualização do material. “Para que não haja imprevistos é importante ter uma versão em papel à mão. Algumas pessoas têm uma melhor percepção e valoração das coisas através do tato, por isso um portfólio impresso e de bom gosto só agrega”, reforça o gerente. Na dúvida tenha sempre as duas opções.

 

Como organizar o meu portfólio?

O primeiro questionamento que você deve fazer a si mesmo é: Quais são os meus melhores trabalhos? Separe os que mais demonstram suas habilidades com as ferramentas exigidas para sua profissão, expondo apenas aqueles que acrescentam algo ao portfólio. Lembre que também é importante agregar algumas informações como contatos profissionais (telefone, e-mail e Skype). Organize de forma fácil e interessante, pensando sempre em quem vai avaliar seu material.

 

Quais são os principais sites para hospedar o meu trabalho?

Apesar de existirem inúmeros locais pensados para diferentes mídias, a dica é pesquisar os mais utilizados por profissionais da sua área, garantindo a visibilidade de forma até espontânea. “Eu considero o Linkedin como uma rede não só de currículos, mas também de portfólios, visto que eu posso dissertar sobre diversos projetos na plataforma, postar imagens e agora até vídeos. Mas, falando especificamente de portfólios, posso citar o Behance, que funciona quase como uma rede social. Isso faz com que seu trabalho possa ser visto e conhecido por pessoas de todo o mundo.  Cito também o Dribbble, que é muito parecido com Behance, porém é exclusivo para Designers”, sugere Armando.

 

Gostou das nossas dicas? Então, conta nos comentários como você organizou o seu portfólio.

 

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Conheça 7 áreas de atuação do administrador

Há uma alta procura pelo curso de Administração, mas onde é que essas pessoas podem trabalhar?
Por: Henrique Nascimento 08/09/2017 - 12:50 - Atualizado em: 09/09/2017 - 09:36
Conheça 7 áreas de atuação do administrador/Freepik
A área de Administração oferece múltiplas oportunidades

O curso de Administração é o segundo mais procurado do Brasil, perdendo apenas para o curso de Direito de acordo com o censo do Ensino Superior no Brasil divulgado no segundo semestre de 2016 pelo MEC. Foram contabilizadas pelo pesquisa do Inep mais de 801 mil matrículas de pessoas que desejam seguir a carreira administrativa.

Um profissional formado no curso de Administração está capacitado para gerir todos os recursos de uma empresa. Entende-se como recursos não só os financeiros ou materiais, mas os humanos também. A grade curricular do curso em seus oito períodos apresenta uma variedade de conteúdos, contemplando as ciências sociais, como sociologia, e as ciências exatas, matemática financeira.

Com tanta gente interessada em seguir por essa área, é importante saber onde os futuros profissionais podem atuar. O mercado de trabalho para quem resolve seguir a carreira administrativa é amplo e se subdivide em vários direcionamentos profissionais diferentes. Separamos 7 áreas de atuação do administrador para que você conheça as possibilidades que curso pode te oferecer. Confira!

1 Gestão financeira

Um bacharel em Administração, grau certificado a pessoa que concluiu a graduação na área, está capacitado para cuidar de toda parte financeira da empresa. Podendo ser responsável pelo planejamento dos gastos, análises de risco e de crédito e coordenação dos recursos financeiros.

2 Administração de Recursos Humanos

Além da gestão financeira, é preciso gerir os demais recursos da empresa. As pessoas, no espectro corporativo, representam os recursos humanos. Por conta disso, é necessário que exista alguém que as gerencie. Na graduação os estudantes de Administração entram em contato com disciplinas relacionadas a área de RH e podem atuar como Gestor de Recursos Humanos. Podendo também cursar uma pós-graduação MBA em Gestão de Pessoas.

3 Planejamento estratégico

A área de planejamento estratégico para a Administração procura fazer com que os administradores da empresa busquem desenvolver e trabalhar metas de forma estratégica, direcionada, visando algo a longo prazo. Ou seja, a administração da empresa possui objetivos determinados que serão alcançados a partir de estratégias bem definidas e coordenadas por um administrador.

4 Consultoria

A definição dessa área de atuação é bem simples. Assim como o termo afirma, o profissional de Administração será consultado por uma empresa na tomada de decisões estratégicas, para que sejam alcançados melhores resultados.

5 Logística

Outra cadeira presente no curso de Administração é a de Logística e Distribuição. Apesar de existir um curso superior em Logística, um administrador também pode atuar na área. No entanto, como administrador, o profissional estará mais capacitado para o gerenciamento da execução da atividade logística, enquanto a pessoa formada em logística será capacitada para o planejamento e execução.

6 Vendas

Esse é um dos setores mais importantes de uma empresa. Vinculado a uma boa estratégia de marketing, item que será tema do próximo tópico, é nas vendas que o objetivo principal da empresa é alcançado. Um administrador de vendas é responsável desde o planejamento ao controle de execução e avaliação dos resultados.

7 Marketing

Durante a graduação em Administração o aluno também entra em contato com a área de Marketing, aprendendo as estratégias de endomarketing, outboundmarketing e inboundmarketing do local onde trabalha. Por conta disso, os profissionais estão capacitados para ocupar cargos de administração e gerenciamento de marketing. Podendo posteriormente também cursar uma pós-graduação em Marketing e Publicidade.

Deseja estar capacitado para essa e tantas outras áreas? Conheça o curso de Administração da UNG!

 

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Conheça os 3 tipos mais comuns de TCC

Saiba como executar o trabalho de conclusão de curso
Por: Henrique Nascimento 06/09/2017 - 12:54 - Atualizado em: 06/09/2017 - 12:57
Conheça os 3 tipos mais comuns de TCC/Freepik
Entenda o que é cada uma das 3 formais mais comuns de TCC

O final do Curso Superior é marcado pelo famoso trabalho de conclusão de curso. O TCC, como é conhecido, pode ser realizado de várias formas dependendo da área estudada. Algumas graduações, inclusive, não exigem a realização do TCC. As que exigem utilizam esse trabalho como forma de certificar, caso o trabalho seja aprovado, o estudante como graduado.

Entre as formas possíveis de realização encontram-se as três mais comuns: a monografia, produção de artigo acadêmico e publicação em revista científica. Entenda o que é cada uma delas e veja que não há motivos para ter medo do trabalho de conclusão de curso.

Monografia

A monografia é um tipo de TCC que transcende a graduação e também pode ser feita em cursos de pós-graduação. O objetivo da monografia é colocar o aluno em contato com a área de pesquisa acadêmica. O termo deriva etimologicamente do grego, mónos significa “um só”, e grapheim, “escrever”. No Ensino Superior brasileiro compreende-se o conceito de monografia não como aquilo que é escrito por um só, mas aquilo que é escrito sobre um só tema bem delimitado.

A construção desse tipo de TCC é feita a partir do cumprimento de algumas etapas relativas à pesquisa científica. São elas: construção de um pré-projeto e um projeto; execução da pesquisa; redação da monografia. Na primeira etapa são delineados, com auxílio do orientador, qual será o tema tratado e o recorte, quando mais específico melhor. Também é preciso identificar um problema relativo ao objeto e suas possíveis hipóteses de conclusão da pesquisa. Na segunda, o trabalho de pesquisa é mais exaustivo e possui um método de execução específico, de acordo com o que está sendo estudado. O processo de desenvolvimento e os resultados, por fim, serão relatados no última etapa, a monografia.

Produção de artigo acadêmico

A produção de um artigo acadêmico assemelha-se metodologicamente a construção de uma monografia. Será necessário um trabalho de pesquisa científica que resulte posteriormente no artigo. O artigo apresentará de maneira sucinta os resultados da pesquisa.

Diferente da monografia, o artigo costuma apresentar uma extensão mais curta, entre dez e vinte páginas. Estruturalmente é composto por um resumo, introdução, embasamento teórico, desenvolvimento, análise do objeto e considerações finais. Os artigos podem ser apresentados em congressos ou publicados em revistas científicas.

Publicação em revista científica

Publicar em uma revista científica é algo que necessita também de uma pesquisa científica, assemelhando metodologicamente ao processo de construção das demais modalidades aqui já citadas. O diferencial encontra-se no formato. Geralmente são publicados artigos científicos. No entanto, cada revista científica pode ter sua forma específica de construção do material final que será publicado. Podendo variar na estrutura, na formatação e nas opções de temas que podem ser tratados.

Algumas universidades possuem suas próprias revistas científicas, visando a participação dos alunos. Nessa modalidade de TCC o texto deve ser desenvolvido a partir do formato de material aceito pela revista científica em que se planeja publicar.

Outras modalidades

Além dessas formas de TCC que costumam ser as mais comuns, determinados cursos apresentam outras possibilidades de trabalhos. Como os cursos de comunicação. No curso de jornalismo, por exemplo,pode ser feita uma reportagem em formato de livro, vídeo ou áudio, assim como um documentário. Outros cursos também contemplam atividades práticas como trabalho de conclusão de curso.

Vai desenvolver seu TCC, saiba como se preparar financeiramente para isso!

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5 museus para visitar em 2017

Conheça a história desses 5 inusitados museus brasileiros
Por: Henrique Nascimento 05/09/2017 - 11:35 - Atualizado em: 06/09/2017 - 08:00
5 museus para visitar em 2017/Divulgação
O Museu do Futebol é um desses espaços que você não pode deixar de visitar

Qual a primeira coisa que lhe vem à cabeça quando escuta a palavra “museu”? Se você pensou em um espaço cheio de coisas antigas, saiba que esse não é o único tipo de museu que existe. A palavra “museu” se refere a instituições que buscam conservar, estudar e expor objetos que tem valor cultural e histórico. Esse objetos não necessariamente precisam ser muito antigos, existem até museus virtuais. Veja cinco exemplos de museus que fogem do padrão seja nos seus temas ou nos objetos que compõem o acervo!

Museu da Lâmpada

As lâmpadas são tão comuns no cotidiano que podem até parecer que elas sempre existiram. Quando, na verdade, a criação da lâmpada que funciona com energia elétrica é algo relativamente recente e antes dela várias coisas aconteceram. Para mostrar a importância das lâmpadas e todas as fases desde o fogo até a lâmpada de LED, existe em São Paulo o Museu da Lâmpada. Desde 2012 visitante podem ter contato com a linha do tempo que traça a história de uma das invenções mais significantes da humanidade.

Museu da Lâmpada

Museu da Lâmpada/Divulgação

Museu da Pessoa

Você já se imaginou como parte do acervo de um museu? Isso é totalmente possível caso você tenha acesso ao Museu da Pessoa com sede em São Paulo. Considerado um museu virtual, ele se destina a valorizar a diversidade cultural e a história de cada pessoa. Fundado em 1991, é marcado justamente por ser um museu colaborativo, lá o visitante pode dar seu depoimento contando a sua história. O material coletado, a maioria registrado em vídeo, integrará o acervo. Já são mais de 250 projetos de memória com 17.000 histórias de brasileiras e brasileiros do século XX e XXI. A novidade é que agora você também pode mandar sua história pelo site do museu.

Museu da Pessoa/Divulgação

Museu da Pessoa/Divulgação

Museu do Café

Localizado no prédio da antiga Bolsa Oficial de Café em São Paulo, local em que realizavam as negociações das cotações diárias das sacas de café, está o Museu do Café. O local foi instituído como museu desde 1998, 12 anos após o fechamento oficial da bolsa pelo Governo de São Paulo. Após a reforma o museu conta com objetos, documentos e recursos audiovisuais que visam preservar e divulgar a história do café no Brasil e no mundo. Hoje, ocorre uma exposição de longa duração, além de mostras temporárias.

Museu do Café/Divulgação

Museu do Café/Divulgação

Museu da Diversidade Sexual

Esse é o primeiro equipamento cultural da América Latina com foco no tema diversidade sexual. Inaugurado em 2012 no bairro da República na cidade de São Paulo, o museu procura pesquisar e divulgar o histórico cultural LGBT. As exposições apresentam temáticas que mostram a importância da comunidade LGBT nas transformações culturais nacionais e exibem obras de artistas que fazem parte desse grupo. Além das exposições são realizadas mostras de filmes LGBTs.

Museu da Diversidade Sexual/Divulgação

Museu da Diversidade Sexual/Divulgação

Museu do Futebol

Considerado a paixão nacional, o futebol está presente em todo o território nacional. Para referenciar o esporte como forma de expressão cultural do Brasil foi criado o Museu do Futebol no estádio do Pacaembu. A exposição principal é composta por 15 salas temáticas que retratam como a modalidade esportiva chegou ao país e hoje integra a cultura local. Com cerca de 6 mil metros quadrados a mostra sobre futebol funciona de maneira acessível para todos públicos de maneira interativa.

Museu do Futebol/Divulgação

Museu do Futebol/Divulgação

Gostou desses museus? Conheça também 5 patrimônios históricos que você precisa visitar!

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Como fazer citações acadêmicas diretas

Explicamos direitinho como usar a formatação de acordo com as normas da ABNT
Por: 05/09/2017 - 10:49 - Atualizado em: 29/09/2017 - 08:27
Dicas para fazer citações diretas
Dicas para fazer citações diretas

*Por: Katarina Bandeira

Ao longo da vida acadêmica é provável que você produza diversos trabalhos, entre papers, resumos, artigos, resenhas, entre outros. Porém, em caso de peças científicas feitas com um intuito de serem publicadas em congressos, ou que contam como avaliação final de alguma disciplina, é necessário formatar o texto nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Entre as formatações exigidas está a citação, que consiste na reprodução de trechos de obras e que é dividida em três tipos específicos: direta, indireta e citação da citação. Dessa vez, vamos falar do primeiro deles:

Citação direta

Imagine que você está lendo algum livro e encontra uma frase que ficaria ótima para corroborar com sua pesquisa. Ao transcrever o trecho, na íntegra e de forma forma fiel ao original, você estará fazendo uma citação direta. Essa transcrição tem que ser feita entre aspas duplas (“), e pode acontecer de duas formas:

Crédito no final da citação

Como o nome sugere é feita quando o crédito do autor fica ao final da passagem. É preciso colocá-lo entre parênteses ( ), com o sobrenome do escritor em letras maiúsculas, seguido do ano em que a obra original foi publicada e do número da página onde o texto aparece.

Exemplo:

"Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam de feminino" (BEAUVOIR, 1967, p. 09).

Crédito no início da citação:

Ao começar uma citação pelo autor, a ABNT determina que o sobrenome dele deva estar apenas com a letra inicial em maiúscula, enquanto o restante é escrito em minúsculas. Em seguida, devem constar o ano e página (ambos entre parênteses) da obra onde o texto foi retirado.

Exemplo:

De acordo com Beauvoir (1967, p. 09) “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam de feminino.”

Grifos

Se o texto original apresentar trechos em itálico, sublinhado ou negrito, ele precisa ser fielmente reproduzido em seu trabalho, seguido da expressão “grifo do autor”. Se a passagem tiver sido grifada por você, para dar mais ênfase a sua argumentação de pesquisa, a citação deverá ser seguida da expressão “grifo nosso”.

Exemplo:

"Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam de feminino" (BEAUVOIR, 1967, p. 09, grifo nosso).

Citações extensas

Por fim, caso a citação escolhida seja muito extensa e apenas uma parte dela sirva ao conteúdo apresentado, a  ABNT recomenda a supressão de parte da citação utilizando um sinal de colchetes com reticências […].

Exemplo:

“O prazer de comer é a sensação de satisfazer uma necessidade que temos em comum com os animais. Comer, o instinto que mais cedo desperta [...]. Fome é a carência biológica alimento que se manifesta em ciclos regulares” (FRANCO, 2001, p. 17).

 

Essas dicas foram úteis para você? Conta para a gente qual graduação você faz ou está pensando em fazer aqui nos comentários.

 

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Ensino a Distância: futuro da educação

Ambiente virtual de ensino a distância permite ao aluno criar sua própria dinâmica de estudo
Por: Taísa Silveira 04/09/2017 - 00:00 - Atualizado em: 04/09/2017 - 08:33
EAD torna-se alternativa para quem precisa de horários flexíveis
EAD torna-se alternativa para quem precisa de horários flexíveis

*Por Katarina Bandeira

Conciliar trabalho e estudo nem sempre é uma tarefa fácil. Muitas vezes as atividades do dia a dia impedem quem procura uma especialização ou graduação de ingressar em um curso presencial. Com o intuito de suprir as necessidades de quem precisa de horários flexíveis para estudar, muitas faculdades investem em um sistema de ensino que vem ganhando cada vez mais seguidores, a Educação a Distância (EAD).

O que exatamente é o EAD?

O EAD é uma modalidade educacional com horários e turnos que podem ser ajustados à necessidade do interessado. O estudante tem acesso às aulas e ao conteúdo ministrado no curso escolhido, geralmente, através um ambiente virtual de aprendizado (AVA). Essa plataforma é responsável por criar uma sala de aula online, permitindo o acesso ao conteúdo a ser estudado, trabalhos, exercícios e provas, além do contato direto com professores e tutores.

“No ambiente virtual as dúvidas solicitadas são respondidas em até 24 horas. Além disso, o estudante pode fazer qualquer uma das atividades em qualquer horário, em casa ou pelo celular. Basta ter um ponto de acesso à internet”, afirma Dayanne Ximenes, gerente do EAD do Grupo Ser Educacional. Ela também explica que, uma vez que o conteúdo é trabalhado em módulos e totalmente disponibilizado na plataforma online, fica mais fácil para o aluno definir seu próprio método de aprendizado.

O que é preciso para cursar EAD?

A parte principal é ter um computador com acesso à internet. Depois desenvolver uma linha de organização e se dedicar aos estudos. Apesar de parecer mais simples do que a opção presencial é preciso ter muita disciplina para conseguir levar o curso de forma adequada. A falta de foco pode fazer você perder o controle do conteúdo, fazendo com que a motivação também se perca.

Como o curso se organiza?

Os cursos de modalidade EAD, organizam-se a partir de módulos em que os conteúdos são apresentados gradualmente aos alunos. A média de módulos varia entre semestre e curso, mas a dinâmica entre eles é parecida. Ao final de cada conteúdo o estudante realiza as provas como se estivesse em uma disciplina presencial. Também são disponibilizados exercícios para ajudar no preparo, que podem ser feitos em qualquer parte do aprendizado. “O aluno pode escolher ler todo o livro virtual primeiro e assistir todas as videoaulas, antes de começar os exercícios e vice-versa”, afirma a gerente.

Aulas presenciais

Apesar da proposta ser criar um ambiente virtual para o aprendizado, alguns cursos exigem que uma parte de seu conteúdo se dê de forma prática, com aulas presenciais. Gastronomia e graduações na área de saúde são exemplo de que o estudante terá que dedicar uma parte do seu tempo para ter a experiência em ambiente físico. Porém, mais uma vez a flexibilidade aparece como diferencial para quem opta por esse tipo de formação, uma vez que é possível encontrar horários  convenientes para cada aluno.

E você, já pensou em fazer um curso EAD? Conheça os cursos EAD da UNIVERITAS e comenta qual deles você gostaria de fazer conosco. 

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Conheça a nutrição que cabe no seu bolso

Seja saudável sem gastar muito
Por: Henrique Nascimento 30/08/2017 - 09:20 - Atualizado em: 30/08/2017 - 13:00
Conheça a nutrição que cabe no seu bolso/Freepik
Ser saudável sem grandes custos é possível

A busca por uma alimentação saudável tem aumentado. De acordo com uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada em 2016, mais da metade (56%) dos proprietários de bares, restaurantes, lanchonetes e padarias consultados afirmam que perceberam que a procura por refeições saudáveis aumentou entre seus clientes. 63% dos entrevistados notaram um aumento na busca por verduras e legumes e 65% certificam uma maior procura de sucos naturais.

Os que desejam mudar os hábitos alimentares podem buscar um nutricionista para ter uma indicação de dieta adequada. No entanto, existe uma preocupação com o preço dos alimentos que compõem a dieta. Por conta disso, saiba o que você deve deixar claro durante a consulta para ter a dieta que cabe no seu bolso.

Atendimento humanizado

Na área de saúde um dos aspectos que vem sendo cada vez mais difundido é o de atendimento humanizado. Esse tipo de atendimento visa compreender o paciente como um todo, considerando seu estado psicológico e físico, e não o tratando apenas como um cliente. Profissionais que adotam esse modelo de serviço procuram entender não só o problema do paciente, mas como aquilo o afeta em todas as áreas.

A área de Nutrição, segundo Renata Adrielli, nutricionista, sempre foi uma das área mais humanizadas da Saúde. “Para fazer uma dieta, um plano alimentar para o paciente é preciso saber muito da rotina dele. [...] Até porque, a alimentação não é só o fato de comer. Eu estou com várias coisas ali relacionadas. Então, a antropologia e sociologia também entram muito na nutrição”, afirma Renata.

O habitual, portanto, é que em toda consulta o nutricionista respeite os fatores culturais, econômicos e sociais. Para ajudar, o paciente também pode deixar claro ao profissional alguns aspectos que podem contribuir na construção da dieta. Confira!

Dieta que cabe no seu bolso

Durante a consulta é preciso que o nutricionista procure entender, como dito anteriormente, qual a situação econômica do paciente para indicar alimentos que ele possa comprar. “Eu posso ter aquele paciente que tem acesso ao arroz e o feijão clássico e a gente tem que de alguma forma elaborar esse plano para que se adeque a realidade financeira dele”, aponta a nutricionista.

Você não precisa levar o contracheque para mostrar ao profissional de Nutrição, mas pode durante a conversa deixar claro que não possui tanto dinheiro para investir em sua alimentação no momento. Isso não é vergonha, na verdade, é um auxílio tanto para o nutricionista quanto para suas despesas.

“Não adianta eu pedir para ele comprar um módulo proteico se ele não tem condições para aquilo. Eu tenho que arranjar um outro alimento para que ele possa substituir. Por exemplo o ovo que é um alimento barato que tem um conteúdo proteico de qualidade elevada”, exemplifica Renata.

Nutrição consciente

Segundo a nutricionista é preciso também considerar os hábitos alimentares do paciente antes da consulta para elaborar o plano alimentar. Nesse sentido alimentos que o paciente não consome podem sair do plano.  Atenção! Isso não é desculpa para só comer o que gosta e não experimentar as novas sugestões do profissional de saúde. O nutricionista tem o dever de respeitar os alimentos que não são consumidos por questões culturais e religiosas, não os que você simplesmente não provou e não quer provar.

Lembre-se: o profissional de nutrição te indica aquilo que fará bem para sua saúde. O esforço para mudar e experimentar coisas novas precisa ser feito. Existe uma corresponsabilidade entre o nutricionista e o paciente na elaboração e execução do plano alimentar.

Sua rotina, regras adaptadas

O profissional de saúde deve adaptar a dieta ao horário do paciente. Renata Adrielle destaca que “de fato, a gente [os nutricionistas] precisa saber disso para depois montar algumas estratégias para manter isso dentro de um hábito que ele [o paciente] já tem”. Nem todas as pessoas conseguem fazer seis refeições ao dia a cada três horas. Então, o nutricionista precisa programar as refeições para o período que melhor se encaixe na sua rotina, seja de trabalho ou estudos. Inclusive, já falamos aqui como você pode ter uma boa alimentação no ambiente de trabalho.

Tem alguma dúvida a respeito da consulta com o profissional de nutrição? Deixe nos comentários.

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