Clicky

Selecione a cidade
4020-9734

Notícias


Educação Física Adaptada: um espaço para a inclusão

Conheça a subárea da Educação Física que pode mudar vidas
Por: Henrique Nascimento 29/08/2017 - 00:00 - Atualizado em: 30/08/2017 - 09:12
 CC0 Public Domain
A Educação Física Adaptada pode ser um dos primeiros contatos da pessoa com deficiência e o esporte

Em 1994, durante a Conferência Mundial sobre Educação Especial em Salamanca na Espanha, foi elaborado o documento que ficou conhecido como Declaração de Salamanca. Esse texto veio para consolidar mundialmente a educação inclusiva. Através dele foi ampliado o conceito de educação especial, passando não só a tratar das crianças que possuem algum tipo de deficiência, mas também aquelas que repetem com frequência os anos escolares, vivem nas ruas ou são obrigadas a trabalhar.

No entanto, a sociedade não deixou de possuir uma dívida histórica com as pessoas com deficiência. De acordo com o professor de Educação Física Adaptada e Educação Inclusiva da UNG, Jorge Marcos, especialista no atendimento de pessoas com deficiência, “os deficientes por muitos anos foram mantidos por seus familiares longe do convívio social, o que caracterizou como sendo de responsabilidade exclusiva da família”.

É justamente a partir de 1994 que se “passou a olhar para esse deficiente em uma perspectiva mais inclusiva, construindo novas reflexões em relação a esse público e principalmente o desenvolvimento de ações mais efetivas”. As aulas de Educação Física constituem um dos espaços para inclusão educacional. Entenda como funciona a integração de pessoas com deficiência através da atividade física!

O que é Educação Física Adaptada

O profissional de Educação Física pode atuar profissionalmente de várias formas. O trabalho de inclusão de pessoas com deficiência nas aulas de Educação Física é feito através da aplicação da Educação Física Adaptada. Essa subárea foi implantada pelo Conselho Federal de Educação na formação profissional a partir de 1987. Ela consiste em manter os mesmos conteúdos trabalhados entre os alunos, modificando os meios de acesso à prática pelas pessoas com deficiência. As aulas são ministradas em um espaço educacional regular.

A prática da Educação Física Adaptada, conforme Jorge Marcos, ainda não é aplicada por alguns profissionais que temem não estar preparados para isso. No entanto, ele destaca que “estamos caminhando em relação a uma prática inclusiva mais consistente, porém se faz necessário uma maior conscientização da sociedade em relação ao potencial das pessoas com deficiência”.

Educação Física traz múltiplos benefícios

Em alguns casos, é possível que as aulas de Educação Física cooperem para o tratamento e recuperação da pessoa com deficiência. Além disso, esse também é um espaço para que sejam estabelecidos vínculos afetivos entre alunos que apresentem ou não deficiência, desconstruindo a ideia de incapacidade das pessoas com deficiência.

“O professor de Educação Física tem papel fundamental nesse processo, pois temos a oportunidade nas nossas aulas de promovermos o desenvolvimento global desse aluno com deficiência e ainda trabalharmos a diferença, pois cada ser é único e o seu desenvolvimento depende em especial das oportunidades que lhes são oferecidas”, ressalta o professor.

Paralimpíadas

O Brasil foi destaque nas Paralimpíadas que ocorreram no Rio de Janeiro em 2016. Isso não se deu só por ser o país sede, mas por ter sido o ano em que as equipes e atletas brasileiros de modalidades adaptadas subiram mais vezes ao pódio. No total foram 72 medalhas, 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze, fazendo com que o Brasil ocupasse o 8º lugar no ranking da competição.

Jorge Marcos ministra a disciplina de Esportes Paralímpicos e já chegou a levar atletas da Seleção Brasileira Paralímpica de Atletismo para dar palestra em uma de suas aulas. Ele coloca que o movimento paralímpico é o ponto mais alto que um atleta com deficiência pode alcançar. “Contudo, esse caminho só será alcançado com a iniciação desportiva que ocorrerá na educação física adaptada”. Jorge pontua que esse modelo de atividade física corresponde ao primeiro contato da pessoa com deficiência e o esporte. “É de fundamental importância que o professor tenha conhecimento em relação à deficiência apresentada, mas, acima de tudo, das reais possibilidades que esse aluno apresenta”.

Inscreva-se no vestibular do curso de Educação Física da UNG!

Comentários

Notícias


Você sabe o que é trabalhabilidade?

O novo conceito atende a um mercado que necessita de profissionais criativos e talentosos
Por: Paula Brasileiro 25/08/2017 - 10:21 - Atualizado em: 01/09/2017 - 10:35
Conheça melhor a nova tendência do mercado de trabalho
Conheça melhor a nova tendência do mercado de trabalho

No fim do século XX, os profissionais corriam atrás de aprimorar sua empregabilidade para estarem sempre inseridos no mercado. O conceito ditava que um bom profissional seria aquele capaz de adaptar-se às diversas realidades de trabalho a ele colocadas. O século virou e, com ele, as necessidades do mercado tornaram-se outras. Agora, o importante é ter e focar na trabalhabilidade.

Este novo conceito versa sobre o talento, criatividade e capacidade de gerar trabalho que uma pessoa dispõe. A trabalhabilidade coloca o indivíduo além do emprego, mostrando que esse pode ser, mais que empregado e atuar, também, como consultor e empreendedor. O objetivo é gerar renda através dos próprios conhecimentos e habilidades sócio emocionais e criativas.

Vantagens

As vantagens dessa maneira de trabalhar podem ser várias. Além de ganhar mais autonomia e entendimento de noções de liderança, o profissional passa a ter a possibilidade de produzir economicamente desempenhando múltiplas formas de trabalho.

 

Tendência

O profissional que investir em sua trabalhabilidade estará melhor preparado para lidar com as mudanças do mercado, sem maiores surpresas, tendo como se adequar à possíveis reduções de empregos, tendência imediata ao avanço da tecnologia e automação de inúmeros processos de produção de bens e serviços.  

 

E você, já conhecia a trabalhabilidade? Conta pra gente o que achou desse novo conceito.

 

Comentários

Notícias


As diversas maneiras de cuidar da saúde mental

A psicologia possui diferentes abordagens para tratar as emoções. Conheça melhor três delas
Por: Paula Brasileiro 23/08/2017 - 15:59 - Atualizado em: 04/09/2017 - 08:30
Conheça algumas abordagens da psicologia
Conheça algumas abordagens da psicologia

Cuidar da saúde mental é fundamental para garantir uma boa qualidade de vida. A terapia pode ser feita por qualquer pessoa, em qualquer momento, e serve como instrumento para que o indivíduo conheça a si mesmo profundamente e possa se desenvolver melhor consigo e com o meio em que vive. A psicologia tem diversas linhas de trabalho e abordagens que buscam por estratégias e soluções para que o indivíduo possa se entender e gerenciar seus pensamentos e comportamentos. Conheça um pouco mais sobre três desses métodos.

 

 

Abordagem psicanalítica

Terapia que através da fala trata os problemas psíquicos. Uma das principais bases desse método é a noção do inconsciente entendendo que este pode pode influenciar e até mesmo gerar eventuais sintomas. O psicanalista vai ajudar o paciente a relembrar e reintegrar materiais inconscientes na busca de uma melhora para a vida atual. A terapia tratará não só as questões reais acerca da vida do sujeito mas, também, suas representações simbólicas.

Abordagem Cognitiva-comportamental (TCC)

A TCC considera a influência de fatores psicológicos, ambientais, biológicos e sociais para o entendimento do comportamento humano. Este comportamento, seja interno ou externo, será o foco desta abordagem. Portanto, a terapia focará nos processos cognitivos e nas formas de pensamento que geram sintomas. O terapeuta buscará auxiliar o paciente a fazer uma avaliação mais realista das situações e treinar habilidades e novos comportamentos através de técnicas direcionadas.

Abordagem existencial-humanista

Esta linha defende que todo ser humano tem a capacidade de crescer e se desenvolver normalmente refutando a ideia de haver a existência de neuroses básicas. O terapeuta, então, criará um ambiente acolhedor e empático para que o sujeito possa se desenvolver na direção em que escolher, sendo quem realmente é. O trabalho estará centrado no paciente, em suas possibilidades de escolha e no seu poder de decisão, enfatizando suas potencialidades.

 

Interessante, não é? Que tal conhecer melhor o curso de Psicologia da UNG? Clique aqui e saiba mais.

 

Comentários

Notícias


Patrimônios históricos são fundamentais para as cidades e o turismo

Eles estão no cotidiano dos moradores mas, também, nos roteiros turísticos destinados aos visitantes
Por: Paula Brasileiro 23/08/2017 - 08:11 - Atualizado em: 23/08/2017 - 14:06
A Estação da Luz é um dos Patrimônios Históricos de São Paulo
A Estação da Luz é um dos Patrimônios Históricos de São Paulo

Estação da Luz; Igreja da Ordem Terceira do Carmo; Teatro Municipal; Conjunto arquitetônico do Sesc Pompéia; esses são alguns dos 23 patrimônios culturais situados na capital paulista. Todos eles tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan. São lugares que contam a história da cidade, sendo parte de sua identidade e preservando sua memória.  

 

Esses pontos históricos estão no roteiro cotidiano dos moradores da metrópole mas, também, nos roteiros turísticos destinados aos visitantes. Os turismólogos é que são os responsáveis por planejar e criar essas rotas de maneira a mostrar ao turista o melhor de cada lugar, sempre de forma hospitaleira. "O profissional do turismo tem a responsabilidade de criar produtos turísticos que retratem a cultura, o folclore, a sociedade e a história do local, através dos passeios a museus, centros e eixos históricos, gastronomia, atrativo culturais e naturais. Tão importante quanto o  passeio é o turista poder levar as melhores lembranças do destino", explica a coordenadora do curso de Turismo da UNG, Claudia Parra.

 

Além disso, o turismólogo vai identificar o potencial turístico de cada um desses lugares e elaborar a melhor estratégia para sua exploração, fazendo uma análise do impacto do turismo naquele ambiente e cultura local. O objetivo desse procedimento minucioso é estimular a preservação dos locais e o desenvolvimento sustentável de sua atividade."Consideramos que um bom turismo é feito quando conseguimos trocar experiências com o destino e os patrimônios culturais é parte fundamental para essa vivência", resume Claudia.  

 


Teatro Municipal de São Paulo

Durante a graduação, os futuros profissionais já aprendem como lidar com estes pontos turísticos. A professora Claudia conta como isso acontece: "Temos uma disciplina que trabalha especificamente esse assunto, que se chama Turismo e Patrimônio Cultural. A intenção é que ela seja trabalhada da maneira mais prática possível, visitando e identificando os atrativos com essas características. Buscamos otimizar nossas aulas e levar nossos alunos para além dos muros da instituição, pois consideramos fundamental a vivência em atividades que envolvem o turismo".

 

Você conhece todos os Patrimônios Históricos de São Paulo? Conta pra gente qual deles viocê mais gosta.

 

Comentários

Notícias


5 patrimônios históricos que você não pode deixar de visitar

Compreender a cultura local pode ser extremamente prazeroso
Por: Henrique Nascimento 17/08/2017 - 13:14 - Atualizado em: 17/08/2017 - 13:14
Pinacoteca de São Paulo/Divulgação

Toda cidade tem uma história para contar. Fora dos livros, é possível compreender o passado de um local através de sua cultura, do contato com moradores e com sua arquitetura. Para preservar as heranças de uma trajetória já feita existem os patrimônios históricos que são tombados e conservados.

O Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) é um dos órgãos responsáveis por essa preservação. É por conta da data de nascimento do primeiro presidente do Instituto, Rodrigo Mello Franco de Andrade, que no dia 17 de agosto é comemorado o Dia do Patrimônio Histórico Nacional.

Esses patrimônios não possuem apenas fins didáticos. Na verdade, representam também uma ótima escolha para momentos de lazer e turismo. Veja cinco desses lugares que você precisa conhecer!



Goiânia - Museu Zoroastro Artiaga
Tombado como patrimônio arquitetônico e histórico, o Museu Zoroastro Artiaga abriga exposições de arte popular e sacra. Também é possível encontrar em seu acervo rochas e minerais característicos de Goiás, além de mais de mil discos em 78 rotações, precursor dos LPs, que deixaram de ser produzidos na década de 60 do século passado. O espaço encontra-se em atividade desde o ano de 1946.

Rio de Janeiro - Paço Imperial
O Paço Imperial foi cenário de vários momentos históricos do país. Primeira residência da Família Imperial no Brasil, o casarão, mesmo depois da saída da nobre família, continuou como sede do governo. Depois da Independência do Brasil foi lugar onde a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que, em tese, aboliu a escravatura. O espaço desde 1985 é destinado para atividades culturais, como exposições de arte gratuitas.

Paço Imperial/Divulgação

 

São Paulo - Pinacoteca do Estado
O prédio da Pinacoteca do Estado de São Paulo é tombado pela CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico). O acervo histórico reúne obras de renomados pintores paulistas e de outras muito conhecidos como Candido Portinari, Tarsila do Amaral e Anita Malfatti.

 

Fachada da Pinacoteca do Estado/Divulgação

Guarulhos - Santuário de Nossa Senhora de Bonsucesso
O que seria de uma cidade sem as suas tradições? Uma das igrejas mais antigas construídas em Guarulhos é o Santuário de Nossa Senhora de Bonsucesso. A igreja é local para a Festa de Carpição, celebração popular mais antiga da região comemorada no início do mês de agosto. Há mais de 200 anos a população festeja a devoção a padroeira do Bonsucesso e busca bênçãos para suas terras. Visitar a cidade durante o festejo pode ser o momento ideal para se conectar com a cultura local.

Cuiabá - Centro Histórico de Cuiabá
O Centro Histórico de Cuiabá é reconhecido pelo Iphan como Patrimônio Histórico. O local é formado pelas primeiras localidades urbanas da cidade. As construções possuem estilo colonial e são intercaladas por outros estilos que foram acrescentados aos espaços com o passar do tempo. Entre os prédios restaurados para visitação está o Palácio da Instrução que funciona como museu e biblioteca e o Mercado de Peixes, que funciona como o Museu do Rio de Cuiabá.

Além desses Patrimônios incríveis, em cada uma dessas cidades existe uma UNG / UNIVERITAS. Confira nossos cursos!

Comentários

Notícias


É possível aprender a ser criativo na faculdade?

Profissionais que usam essa habilidade como ferramenta de trabalho falam sobre o tema
Por: Paula Brasileiro 16/08/2017 - 12:00 - Atualizado em: 16/08/2017 - 12:00
Criatividade é dom, ou dá para se aprender?
Criatividade é dom, ou dá para se aprender?

Criatividade - do latim 'creare', que significa criar. Esta é uma habilidade que pode (e deve) ser aplicada nas mais diversas áreas da vida. Criar novas ideias, projetos, situações e, até mesmo, soluções para os problemas, pode tornar o cotidiano mais fácil. O potencial criativo de cada um pode se manifestar de maneiras distintas e em diversos segmentos. Mas, será possível aprender a ser criativo? Ou este é um dom que o ser humano simplesmente tem ou não? Conversamos com alguns profissionais que usam a criatividade como ferramenta de trabalho, como designers, publicitários e ilustradores, para entender como isso funciona. Confira.  

Victor Cayke, 24 anos, Publicitário e Designer


(Foto: Arquivo pessoal)

Todo mundo nasce criativo, uns com maior aptidão do que outros e essa variação se dá através de vivências e experiências pessoais, referências através de livros, filmes, música, dentre outros. Por isso, existem técnicas que estimulam a criatividade, muitas delas podem ser desenvolvidas na fase adulta, mas é importante estimular desde a infância, assim esse cidadão fica apto a utilizar sua criatividade em qualquer meio, seja para si ou no seu trabalho.

Bernardo Wictor, 28 anos, jornalista e ilustrador


(Foto: Arquivo pessoal)

O cérebro é um músculo. Claro que é possível ensinar, exercitar, estimular... Dons não existem. Existem predisposições.

Giselle Rosa, 29 anos, ilustradora


(Foto: Pri Santos)

Criatividade é um exercício constante. A pessoa pode ter mais facilidade para trabalhar certos temas criativos - eu por exemplo, tenho facilidade para lidar com desenho desde que me lembro, mas meu aprimoramento é essencial para que hoje eu consiga chegar a um resultado satisfatório nos meus jobs. A gente, que é ilustrador, precisa ser criativo praticamente o tempo todo; dependemos não só da criatividade em si, mas de todo um estudo e dedicação de anos. Algo que eu consiga resolver criativamente em 30 minutos só acontece porque estou investindo nisso praticamente a minha vida toda. Então, essa história romantizada da pessoa que nasce com um "dom" foi algo que eu sempre ouvi as pessoas me falarem, mas tenho desconstruído com tempo porque não é bem assim, é preciso aprender sim.

Sérgio Ramos, 31 anos, Designer Gráfico


(Foto: Arquivo pessoal)
 

Você nasce criativo. Quando criança, temos uma mente imensamente criativa que se for desenvolvida da maneira correta tende a fazer com que nos apaixonemos cada vez mais pelo poder de criar e mudar tudo aquilo ao nosso redor. Muita gente fala que não se acha criativo e isso está errado. A criatividade está dentro de cada um de nós e cabe a você desenvolvê-la novamente ou simplesmente aprimorá-la. Aos que perderam essa essência, corre, que sempre haverá tempo e um mundo lá fora esperando pelas suas ideias. Criatividade é saber ver além do óbvio.

E você, o que pensa sobre a criatividade? Compartilha sua opinião com a gente!

Comentários

Notícias


Conheça o rosa millennial e harmonize sua decoração interiores

A cor mais pop, não está só nas roupas, mas também na decoração. Confira!
Por: Henrique Nascimento 15/08/2017 - 08:53 - Atualizado em: 30/10/2017 - 15:38
Saiba como usar o rosa no design de interiores/Pantone divulgação
Saiba como usar o rosa no design de interiores

O rosa millennial, inspirado na cor rosa quartz escolhida como uma das cores do ano de 2016 pela Pantone, tem tido espaço crescente na moda, nos cosméticos, utensílios e decorações. Talvez nunca se tenha visto tanto a cor em tantos lugares. Esse tom de rosa desbotado não foi selecionado por acaso pela Pantone e traz com eles alguns significados. Saiba quais são e como funciona a harmonização de cores em designs de interiores.

Inscreva-se no vestibular!

Psicologia das cores
As cores atuam nas percepções sensoriais humanas. Em ambientes interiores,existem cores que quando usadas dão a impressão de que o espaço é maior ou menor. Além disso, cores suscitam sensações diferentes. No entanto, essa relação das cores com as sensações depende do contexto cultural em que a pessoa se encontra, uma vez que em diferentes culturas  as cores podem ter diferentes significados. O preto em culturas ocidentais está relacionado ao luto, já na China está atribuído a confiança e alta qualidade. Ao rosa millennial no ocidente é atribuído o sentimento de nostalgia e o conceito de genderless (agênero).

Escolha de cores do ano Pantone
Desde 1999 a empresa Pantone, especialista em cores, escolhe quais serão as cores do ano seguinte. A escolha não é aleatória, são levados em consideração aspectos do contexto global e social para pensar cores que refletem esses aspectos. A cor escolhida do ano é aderida no design de várias marcas ao redor do mundo. O que não é diferente no design de interiores.

Rose quartz e serenity, cores escolhidas pela Pantone para o ano de 2016/Divulgação

Genderless: repensando o rosa
Com mulheres e homens da geração millennial vestindo o tom rosa millennial, cor comumente relacionada unicamente ao feminino, faz-se uma ligação da cor com a ideia do genderless ou agênero. A cor passa a se representante de uma moda que pode ser usada por qualquer pessoa. De acordo com a Worth Global Style Network, um dos principais indicadores de tendências mundiais de moda, houve um crescimento de 40% de peças em cor rosa dos tamanhos considerados masculinos.

No design de interiores ela também está muito presente. Um destaque recente foi para o restaurante Pietro Nolita, localizado em Nova York, que virou notícia na sua inauguração por ser todo decorado com tons harmônicos de rosa.

Por que harmonizar as cores?
O Institute of Color Research nos Estados Unidos afirma que 62% a 90% das opiniões do nosso subconsciente são baseadas apenas pelas cores. Portanto, ter produtividade, harmonia ou tranquilidade em um ambiente é algo que está ligado diretamente as cores do local em que se está. Uma harmonização de cores bem planejada provocará no indivíduo o que ele realmente precisa sentir ao entrar naquele ambiente de trabalho, que pode ser a produtividade, e em casa pode ser o conforto.

Um designer, assim como um publicitário, precisa saber bem o que cada cor transmite. No curso de Design de Interiores da UNG os alunos participam da disciplina “Psicologia das cores: fatores que influem nas escolhas das cores”. Durante os estudos são abordados temas relacionados a questão mais físicas das propriedades das cores até a relação delas com a comunicação e a memória.

Como harmonizar cores nos ambientes?
É preciso pensar a coloração das paredes para em seguida pensar a cor dos móveis e depois dos objetos, por exemplo. Para os quartos que devem transmitir conforto e calma são indicados tons claros e neutros. Já nas cozinhas a prioridade é para o branco, cor que passa a sensação de higiene. Na sala é possível investir em cores que trazem personalidade para o espaço.

A indicação mais comum é pensar em tons neutros como base para as paredes, deixando os tons de destaque para móveis e objetos de decoração específicos. O rosa millennial é mais indicado para dar cor a quartos e salas. Além de nostalgia, a cor também pode trazer a sensação de tranquilidade e conforto, estando associada a objetos e decorações minimalistas. A harmonização pode ser feita com cinza e tons terrosos. Podendo ser utilizada tanto em objetos menores como almofadas quanto em uma parede completa do espaço.

Deseja ser bem sucedido profissionalmente decorando ambientes? Inscreva-se no vestibular do curso de Design de Interiores da UNG!

Comentários

Notícias


Vida de estagiário: o que esperar e qual importância da Lei do Estágio

No Dia do Estagiário, descubra todas as verdades sobre o assunto e confira as principais normas da Lei do Estágio
Por: Camilla de Assis 09/08/2017 - 16:50 - Atualizado em: 18/08/2017 - 08:31
No dia 18 de agosto é comemorado o Dia do Estagiário
No dia 18 de agosto é comemorado o Dia do Estagiário

Estagiar é o desejo de muitos estudantes que passam por uma graduação. A primeira vontade do discente é, justamente, ir logo aplicar na prática o que aprende em sala de aula. Muito mais do que algo estritamente profissional, o estágio também é o momento em que o aluno adquire sua bagagem de vida e aprendizado de mundo.

Nesta sexta-feira (18), é comemorado o Dia do Estagiário. Por isso, só trouxemos verdades sobre o que é estagiar. Não se desespere, você vai se identificar com tudo isso assim que conseguir uma oportunidade no mercado de trabalho.

1 - Você não é melhor que ninguém porque está estagiando

Muitas vezes, o estágio pode engrandecer o ego do estudante, principalmente em relação aos outros colegas de curso que ainda não conseguiram a oportunidade de inserção no mercado de trabalho. Porém, estar à frente nesse quesito não significa que o estagiário é melhor que os outros alunos só porque já vivencia a prática do seu curso. É preciso humildade.

2 - Não, a culpa não é sempre sua

Há o mito que o estagiário é sempre culpado de tudo. Bom, muitas vezes ele pode ser, sim, culpado por algo que tenha acontecido de errado na empresa, principalmente por estar em fase de aprendizado, mas nem sempre é assim. Procure fazer um trabalho íntegro e assumir as responsabilidades. Além disso, lembre-se que o(a) responsável por seu aprendizado na empresa é do(a) seu(a) supervisor(a).

3- Você não vai só pegar café

Você até pode ser o convocado da vez para pegar um cafézinho para os colegas de trabalho, mas não é pra isso que o estagiário serve. É importante estar sempre atento e disposto para aprender e exercer funções que integrarão seu aprendizado na área.

4 - Nem ser o “faz tudo”

É importante, sim, que você seja um estagiário versátil e pronto para ajudar e cumprir suas funções. Mas isso não significa que vai ser o faz tudo. Os aprendizes geralmente são incentivados a atuar profundamente nas áreas que estudam.

5 - Expressões como “escraviário” não têm nada a ver

O estágio é o momento de aprendizado, então a delegação de algumas funções ao estudante não significa que ele exerce demais. Além disso, comparar o sistema de estágio com o escravagista - que vitimou milhares de pessoas no Brasil - é, no mínimo, racista. Apenas parem. Já trouxemos conteúdo sobre preconceito linguístico. Relembre.

6 - Você vai viver para o estágio e graduação

Sim, verdade, correto, com certeza. Sua vida vai ser 90% voltada para estagiar e estudar. Se você gosta do que faz, o tempo quase não vai passar. Aproveite, essa correria é passageira e, quando acabar, você vai sentir falta.

7 - Nem sempre a bolsa vai ser o que você espera, mas não se desespere

Os estágios que oferecem bolsa como pagamento nem sempre cobrem suas expectativas de remuneração. Mas não se desespere, assim como a correria do dia a dia de estudante e estagiário, isso é passageiro. O importante é ter aquele conhecimento e você não vai obtê-lo da melhor maneira que não seja aliando os conhecimentos da sala de aula com a prática do estágio

8 - O que é comer bem mesmo?

Assim como na faculdade você só vai ter dinheiro para xerox e coxinha, o estágio vai ser mais um momento em que você vai viver na correria e não vai conseguir se alimentar. Comidas rápidas, feitas na tia do lanche, vão ser a base da sua alimentação. Acostume-se.

 

Lei do Estágio

Instituída em 25 de setembro de 2008, a Lei nº 11.788, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, trouxe inúmeros benefícios e garantias aos estudantes que buscam experiência no mercado de trabalho. A primeira coisa a salientar, é que o estágio pode fazer parte do projeto pedagógico do curso em que o aluno está matriculado. Ou seja, o esse plano pedagógico da instituição pode requerer estágio obrigatório para os alunos, ou apenas instituí-lo como recomendação de complemento às práticas obtidas em sala de aula.

Confira abaixo alguns termos da Lei que são de fundamental conhecimento. Aproveite e veja também a cartilha que o Ministério do Trabalho criou para a esclarecer sobre a Lei do Estágio.

1 - As horas

Você pode permanecer até seis horas diárias ou 30 horas semanais exercendo suas funções de estágio. Também só é permitido que o estudante estagie nos períodos de segunda-feira a sábado.

2 - Até dois anos na empresa

Dois anos, ou seja, 24 meses, é o tempo limite que o estagiário poderá passar na corporação. O prazo pode ser estendido no caso de pessoas portadoras de deficiência.

3 - “Recompensa” pelo estágio

No caso de estágios não obrigatórios, se torna compulsório o recebimento de bolsa ou de contraprestação aos estudantes. Além disso, a empresa também é obrigada a fornecer o auxílio-transporte.

4 - Pelo menos um ano

O estagiário tem o direito assegurado de passar pelo menos um ano em uma empresa, com período de recesso remunerado de 30 dias. O tempo de férias deverá ser proporcional caso o estudante fique menos tempo no exercício das funções. Além disso, o descanso pode ser retirado preferencialmente na época de férias escolares.

 

Comentários

Notícias


Fotografia analógica: charme e saudosismo em 36 clicks

Em meio a um mundo digital, a técnica de fotografar com filme mantém-se viva nos cursos de fotografia e no interesse dos apaixonados por esta arte
Por: Paula Brasileiro 07/08/2017 - 12:00 - Atualizado em: 07/08/2017 - 02:00
A fotografia analógica continua arrebatando apaixonados pela técnica
A fotografia analógica continua arrebatando apaixonados pela técnica

Segundo   pesquisa   realizada   pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), o Brasil conta, hoje, com 198 milhões de smartphones. Até o fim de 2017, este número poderá subir para 208 milhões. É cada vez mais comum vermos pessoas munidas de   seus  celulares  em  todos   os   lugares, fazendo   uso  das câmeras fotográficas, neles embutidas. O fácil acesso a estes equipamentos,   de  tecnologia   e   qualidade   cada  vez   mais   avançadas, popularizou a fotografia e está levando as pessoas a uma mudança de comportamento no que diz respeito à experiência de registrar a vida. O aumento na produção de imagens, em fotos e vídeos que pipocam pelas redes sociais a todo instante, está transformando nosso modo de ver o mundo e também de dialogar com nosso cotidiano e lembranças.  

Mas, ainda há aqueles que prezam pelo modo "clássico" de fotografar. Os apaixonados por fotografia analógica - aquela feita com filmes que precisavam ser protegidos da luz e revelados após o término das 'poses' - fazem questão de mantê-la viva. Para ajudar nesse esforço, e mostrar às novas gerações como se fotografava no passado, os cursos de fotografia oferecem uma cadeira que ensina as técnicas de fotografar com filme e como trabalhar em laboratório de revelação.

Analógico X Digital

Hoje em dia, com um cartão de memória espaçoso é possível clicar quantas vezes quiser. As imagens produzidas podem ser guardadas em HD's e, de preferência, compartilhadas pelas redes sociais. Na época do analógico, era preciso pensar muito antes de apertar o disparador da câmera. O filme com maior número de exposições oferecia 36 oportunidades de produzir o mesmo número de fotos. Por isso, cada fotografia exigia a escolha do momento certo para que não houvesse desperdício.

Os filmes precisavam ser rebobinados, ao final das 'poses', e bem guardados. Se expostos à luz indevidamente, queimavam e perdia-se todo o material. Estes filmes também precisavam ser delicadamente escolhidos, cada um trazia especificidades de cores, sensibilidade e formato que acabavam por interferir no resultado final da foto. Tantos detalhes acabava por dar ao ato de fotografar um cuidado e preciosismo talvez não mais vistos atualmente. Alguns entusiastas deste tipo de fotografia mantém a prática, ainda que com dificuldades de encontrar equipamentos e filmes fotográficos disponíveis. As fotos analógicas acabaram ganhando charme próprio e tom diferenciado.

No laboratório

Para ver a fotografia analógica pronta é necessário um processo que demanda o uso de produtos químicos e um lugar escuro, num misto de alquimia e mágica. O filme fotográfico é submetido a diversos produtos que reagem com seus elementos até que a imagem capturada se revele.

É um processo que demanda cuidado e um certo tempo, o que acaba dando à técnica um toque de ‘faça você mesmo’. A fotografia passa, literalmente, pelas mãos do fotógrafo, que, através dos químicos, vê a imagem se formar no papel fotográfico diante de seus olhos.

 


Com o crescimento da tecnologia digital e a facilidade de acesso a ela, é grande o número de pessoas que preferem esta maneira mais moderna de fotografar. Porém, a fotografia analógica resiste a passagem do tempo e mantém-se viva graças a paixão de inúmeros fotógrafos, profissionais e amadores. A técnica acabou ganhando status de arte e agrada aos amantes da fotografia pelo seu charme e saudosismo.

Você gosta de fotografia? Conta pra gente qual sua maneira preferida de fotografar. 

Comentários

Notícias


Coach: saiba como escolher o certo para você

Confira 5 dicas que te ajudarão no processo de escolha
Por: 07/08/2017 - 11:33 - Atualizado em: 07/08/2017 - 11:35
Cinco dicas para te ajudar na escolha de um coach
Cinco dicas para te ajudar na escolha de um coach

*Por Henrique Nascimento

 

Mesmo possuindo potencial para se destacar no mercado ou na vida pessoal, existem pessoas que não conseguem identificá-lo e fazer bom uso de suas capacidades. Para ajudar no processo de autoconhecimento e desenvolvimento existe o coach, especialista em trabalhar para que o cliente seja a melhor versão de si mesmo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Coaching, 84% das empresas de grande porte no Brasil utilizam o processo de coaching. Mundialmente a quantidade de profissionais da área tem apresentado aumento, a última pesquisa realizada em 2011 já apresentava um total de  mais de 47 mil coaches no mundo.

Não sabe como entre tantos profissionais escolher o ideal para você? Não se preocupe, temos algumas dicas que podem te ajudar. Confira!

O coach ideal tem que ter ligação com a sua área

 

Existem muitos coaches com experiências em áreas diferentes: life coaching, executive coaching, coaching de carreira, entre outros já apresentados aqui. Essa áreas ainda se desdobram em outras mais específicas relacionadas a formação do coach na graduação ou outro tipo capacitação que possua. Apesar de não ser regra, a afinidade entre as áreas do coach e seu cliente é algo que pode tornar o processo de coaching muito mais positivo.

 

Não tenha medo de fazer perguntas

Assim como você precisa fazer perguntas em entrevistas de emprego, não tenha medo de questionar e realmente entrevistar seu possível coach. Aproveite essa oportunidade para saber dados como o tempo de experiências e os casos de sucesso que ele possui. Procure também deixar claro questões relacionadas a valores, duração de cada sessão e quantidade de sessões. Verifique a qualificação do coach , ele precisa ter participado de um processo de formação de no mínimo 80 horas. Faça isso com ao menos três profissionais.

 

Faça um teste

Dê preferência a coaches que disponibilizem uma sessão experimental inicial. Parte do funcionamento da orientação dada por esse profissional depende da empatia entre o coach e o coachee (cliente). Em uma sessão experimental é possível avaliar se é possível construir esse tipo de sentimento e comprovar o que foi apresentado anteriormente em entrevista faz jus ao profissional.

 

Converse com antigos clientes

Pessoas que foram bem atendidas e alcançaram bons resultados com seus respectivos coaches podem gostar de falar sobre a experiência que tiveram e até mesmo indicar para outras pessoas. Dê uma pesquisada na internet, veja se tem alguém que já tenha sido atendido pelo profissional em que está interessado e busque conversar com ela sobre.

 

Tenha atenção às questões contratuais

Todo o processo de coaching deve ser contratado com tudo muito bem especificado. Não compre pacotes de sessão fechados, a quantidade de sessões deve ser personalizada de acordo com o objetivos do cliente. O mesmo vale para horários e intervalo de tempo entre uma sessão e outra. O preço de possíveis sessões extras deve ser acordado antes do início do processo também. Caso o coach tenha sido indicado pela empresa em que trabalha, saiba que não é ético que o mesmo profissional atenda o chefe e seu subordinado, se isso vir a ser proposto, não adquira o serviço.

 

E aí, aprendeu o que faz um coach? Deixe suas dúvidas aqui nos comentários!

 

Comentários

Páginas