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3 fatos sobre o Mestrado Profissional em Ortodontia

Por: Henrique Nascimento 03/10/2017 - 12:38 - Atualizado em: 03/10/2017 - 12:38
3 fatos sobre o Mestrado Profissional em Ortodontia

Assim como na Medicina, a área de Odontologia possui suas diversas especializações, uma delas é em Ortodontia. “Muitas vezes, as pessoas apresentam desvios de oclusão, ou seja, alterações de mordida, que precisam ser tratadas. Por isso, a Ortodontia, uma especialidade da Odontologia, é a ciência que estuda estes desvios (as más oclusões) e como tratá-los”, explica Murilo Feres, coordenador do curso de Odontologia da UNG. Para trabalhar na área é preciso ter cursado a graduação em Odontologia e ter especialização em Ortodontia.

Um dos cursos de pós-graduação que podem ser feitos é o Mestrado Profissional em Ortodontia. Nele é possível seguir diferentes linhas de pesquisas que contribuirão para o sucesso profissional. Confira três fatos sobre o curso!

1 Mestrado profissional: dupla atuação

Entre os tipos de pós-graduação, o Mestrado Profissional é diferente do Mestrado Acadêmico. O acadêmico está voltado para o desenvolvimento de produção científica, já “o Mestrado Profissional (que é o caso do nosso Programa) [...] também visa a habilitação do estudante para as práticas clínicas, ou seja, para o atendimento especializado em Ortodontia. Em suma, o nosso Programa de Mestrado Profissional objetiva formar um clínico ortodontista com apurado senso crítico”, explicita Murilo. Sendo assim, o profissional especializado tanto terá seu conhecimento na área de pesquisa quanto na área da prática profissional.

2 Grade curricular atualizada

O curso possui 17 disciplinas obrigatórias e sete optativas. Entre os conteúdos trabalhados está a Biomecânica, o diagnóstico, a docência e outros relacionados a clínica de Ortodontia. Murilo ainda destaca que “além de abordarmos as mais recentes inovações da Ortodontia, dedicamos intensa carga-horária ao atendimento clínico de pacientes ortodônticos, especialmente casos complexos”.

O estudante poderá optar por duas linhas de pesquisa. A primeira é em Diagnóstico e terapia em Ortodontia e Ortopedia Facial, ou seja, diagnóstico e tratamento de más oclusões (mordidas incorretas). A segunda é  a de Biomateriais associados à Ortodontia e Ortopedia Facial, nela serão estudados as propriedades físicas e mecânicas de biomateriais ortodônticos e avaliação de efeitos resultantes de terapias ortodônticas .

3 Corpo docente e cooperações científicas: um diferencial

O curso de especialização ainda possui vínculo de cooperação com instituições internacionais e nacionais. Entre elas encontra-se o Forsyth Institute (Boston, EUA), University of Alberta (Edmonton, Canadá) e a Aarhus University (Aarhus, Dinamarca).  Murilo ainda destaca a competência do corpo docente que possui grande experiência com Ortodontia.

Como se tornar um mestre profissional em Odontologia?

Para cursar o Mestrado Profissional em Odontologia é preciso ter a graduação em Odontologia concluída e passar pelo processo seletivo composto por prova de escrita, prova de conhecimento do idioma estrangeiro, análise do currículo e entrevista. Mais informações sobre o processo de ingresso estão disponíveis no site da UNG.

Quer conhecer mais sobre o Mestrado Profissional em Odontologia? Veja outras informações.

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A importância da voz no jornalismo

Veja como exercícios vocais ajudam a melhorar o desempenho de comunicadores
Por: Katarina Bandeira 03/10/2017 - 11:26 - Atualizado em: 11/10/2017 - 18:12
Exercícios ajudam a melhorar o desempenho de comunicadores. Foto: Freepik
Exercícios ajudam a melhorar o desempenho de comunicadores. Foto: Freepik

Para os profissionais de comunicação alcançar a sonoridade correta ao passar determinada informação é muito importante, principalmente na veiculação de notícias em canais como o rádio ou a televisão. Isso porque a voz é um instrumento poderoso de interação. É por ela que conseguimos expressar muitas de nossas emoções, direta ou indiretamente, através do tom, do ritmo e de outras nuances vocais. Para alçar o máximo de aproveitamento vocal, além de tomar os cuidados necessários para a saúde da voz, os comunicadores têm, cada vez mais, procurado o auxílio especializado e focado em exercícios que são essenciais para a atividade.

 

Exercitar é preciso

Formada em jornalismo, a professora Juliana Sampaio, defende a importância de buscar ajuda, principalmente para quem quer focar nas áreas de áudio e audiovisual. Na época em que ainda era estudante de comunicação ela procurou serviços de fonoaudiologia para melhorar a forma de projetar a voz. “Lá, trabalhamos a respiração com o diafragma e a postura, além de exercícios para destravar a língua”, conta.

Os exercícios aprendidos na época da graduação são, hoje, utilizados pela professora em sala de aula.  “Ministro a matéria de telejornalismo e como ela é prática, antes de gravar eu oriento os alunos sobre a importância de fazer os exercícios para destravar a língua. Na hora de gravar é preciso tomar cuidado para não estar com nada na boca, como chiclete ou bombons. Fazer uma simulação de mastigação exagerada, o exercício besourinho e caretas, também ajuda a melhorar a fala”, explica a professora.

 

A voz da imaginação

Antes da invenção da televisão as pessoas tinham acesso às notícias apenas por meios impressos e pelo rádio. O interlocutor não era visto pelo público e isso dava asas a imaginação do ouvinte, que criava uma imagem mental de como seria, fisicamente, o dono da voz. Nos dias de hoje, esse lado lúdico do rádio ainda continua, por isso, muitos profissionais tendem a trabalhar maneiras de dar particularidades a narração, criando até mesmo uma fidelização com quem ouve a locução.

“As pessoas projetam quase uma imagem de quem está do outro lado, dependendo da voz. Quando não conhece o radialista ou a pessoa que está falando ali, na rádio, o ouvinte imagina-o de um jeito muito particular. A voz vai caracterizar o locutor e vai virar um vínculo com quem o escuta. Às vezes, o público nem conhece o radialista, mas gosta daquela voz, daquela entonação e cria um vínculo sem precisar do visual”, reforça Juliana.

 

Cuidados com as cordas vocais

Tanto para profissionais que atuam no rádio quanto os que atuam no meio televisivo devem tomar alguns cuidados para manter a voz firme. Beber bastante água, servida em temperatura ambiente, evitar pigarros, cigarros e café são alguns dos cuidados que quem trabalhava com a voz tem que ter. "Também é bom comer maçã, que é adstringente, ou seja, limpa a garganta", aconselha a professora.

 

 

E você, já pensou em estudar comunicação? Conta para a gente, nos comentários, quais os cuidados com a  voz que você tem!

 

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Objeto de pesquisa: aprenda a definir o seu

Essa costuma ser uma das principais dúvidas dos graduandos
Por: Henrique Nascimento 28/09/2017 - 11:49 - Atualizado em: 28/09/2017 - 11:53
Objeto de pesquisa: aprenda a definir o seu

Construir um projeto de pesquisa será com certeza essencial para quem está no Ensino Superior. O projeto é base para desenvolvimento de artigos acadêmicos, trabalhos de conclusão de curso e para concorrer a vagas de pós-graduação, como mestrado ou doutorado, por exemplo.

Uma das partes fundamentais no desenvolvimento do projeto de pesquisa é a escolha do objeto que será estudado. O objeto precisa ser relevante não só para o pesquisador, mas para a comunidade acadêmica e a sociedade. Alanna Maltez, professora de Publicidade, observa que a principal dificuldade dos alunos na elaboração do projeto é na escolha do objeto. Uma vez que os alunos, segundo ela, têm noção do tema que desejam abordar, mas não sabem exatamente o que devem tratar.

Para que você não tenha dúvidas na hora de elaborar seu projeto de pesquisa, trazemos algumas dicas que te ajudarão na escolha. Confira!

O tema é diferente do objeto

Definir o objeto de estudo é algo que pode ser pensado em etapas. Primeiro vem a escolha do tema, para que depois seja escolhido o objeto. Para entender a diferença entre as duas etapas, é possível pensar no tema enquanto um “universo temático” a respeito de algo e objeto como uma particularidade que permite entender esse universo. Um exemplo dado por Alanna relativo a projetos de Publicidade é o seguinte: um dos assuntos que está em alta nos trabalho da área é a combinação de publicidade com entretenimento, então essa seria a temática. Dentro dela, o objeto seriam as ações publicitárias de uma determinada marca de refrigerantes que apresentassem publicidade combinada com o entretenimento, por exemplo.

É preciso delimitar o objeto

Não existe um padrão para a forma de delimitação do objeto. “Isso é uma questão pessoal do pesquisador e de entender quais são os objetos dentro daquele universo que são mais relevantes”, explica Alanna. Exemplificando, no projeto que trata da combinação de publicidade com entretenimento, é preciso se perguntar: “quais são as ações publicitárias mais importantes para entender a temática?”. As respostas podem ser: as que são feitas por grandes marcas, as de grande repercussão ou as que foram bem sucedidas. Cabe ao pesquisador analisar quais das três abordagens é mais relevante para o que pretende fazer.

Quanto mais específico melhor

O segredo é: quanto mais específico e compreensível for o seu objeto, melhor ele é. Uma vez que, se for muito amplo, pode dar margem para que você se desvie do que procura entender com a sua pesquisa. Além disso, é necessário fazer recortes de acordo com o objetivo da pesquisa. Por exemplo, supondo que aluno de publicidade queira adotar um critério temporal para estudar as campanhas da marca fictícia Refrigerantes Gourmet que relacionam publicidade e entretenimento, o objeto seria: as campanhas da marca Refrigerantes Gourmet veiculadas durante janeiro e fevereiro de 2017.

Você não precisa estudar algo inédito ou "grandioso"

Alanna Maltez ressalta a necessidade de compreender a graduação com início da carreira em pesquisa acadêmica. “Na graduação a gente não necessariamente precisa estar trabalhando com objetos inéditos. Isso tende a ser mais exigido quando a gente vai para outras etapas da vida de pesquisador. Sobretudo no doutorado essa questão de ineditismo é mais exigida”.

Contudo, isso não significa que objetos inéditos não possam aparecer. Alanna na sua vivência enquanto orientadora de projetos e TCCs, percebe que os alunos tendem a estudar o que está em alta. Por isso, pode ser que o trabalho seja sobre algo ainda não escrito. Ainda assim, esse objeto pertence a um campo temático que provavelmente já foi estudado anteriormente por outros pesquisadores.

Objetos iguais podem resultar em trabalhos diferentes

Existem alguns objetos que já foram muito pesquisados. No entanto, isso não significa que os resultados finais sejam iguais. Um projeto de pesquisa é composto por justificativa, objetivos, referencial teórico e metodologia. Esses itens costumam variar em trabalhos de pesquisadores distintos. Por isso, pesquisar sobre o mesmo objeto não significa pesquisar a mesma coisa. Além do fato de que ter trabalhos já realizados a respeito do que deseja tratar ajuda a construir o embasamento teórico do projeto.

Apesar de ser tão importante, o objeto da pesquisa não deve ser motivo de preocupação extrema. Tenha em mente as dicas dadas e quando não tiver dúvidas sobre exatamente o que ele é e sua relevância, você terá feito a escolha certa.

Vai iniciar o TCC? Saiba como se preparar financeiramente para enfrentá-lo.

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Aprenda a usar os principais tipos de Referências Bibliográficas

É preciso ter atenção redobrada na hora de montar a lista de fontes consultadas e citadas em trabalhos acadêmicos
Por: Katarina Bandeira 27/09/2017 - 08:00 - Atualizado em: 27/09/2017 - 08:24
Referências Bibliográficas são parte importante do trabalho de pesquisa
Referências Bibliográficas são parte importante do trabalho de pesquisa

Ao escrever um trabalho acadêmico você provavelmente citará diversos autores para dar maior credibilidade a sua linha de pesquisa. Porém, não basta separar aquela frase que se encaixa perfeitamente no seu texto. É preciso creditá-la corretamente para que outras pessoas possam consultar as obras, conhecer quem as escreveu, além de estabelecer uma linha de confiança na sua argumentação, mostrando que suas opiniões são sustentadas pelas fontes consultadas.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é quem regulamenta a normalização técnicas no Brasil, exige uma série de formatações para cada tipo específico de referência textual e nós separamos as principais para você não fazer feio na hora de produzir seus trabalhos acadêmicos.

Referências x Referências Bibliográficas

De acordo com as regras da ABNT, publicadas em 2017, as duas formas estão corretas. Ambas se referem a várias fontes de pesquisa, como livros, artigos, teses, porém a primeira contempla também matérias online, como o conteúdo em portais de notícias, por exemplo. Mesmo que você utilize fontes de diferentes plataformas, o termo pode ser usado das duas maneiras.

Exemplos das principais referências:

Obras com apenas um autor/ autor pessoal

Quando a obra consultada é um livro que possui apenas um autor, deve-se fazer da seguinte maneira: último sobrenome, todo em letras maiúsculas, seguido do restante do nome, que pode ter partes abreviadas ou não. Lembre-se que, seja qual for a fórmula que você escolher ela deverá ser repetida em todas as outras referências.

Exemplo:

SOBRENOME, Nome com sobrenome (se houver). Título do livro. Número da Edição, volume (se houver). Cidade: Nome da editora, Ano do livro.

SILVA, M. ABNT sem pesadelo. 1ª Edição. Recife: Editora Bárbara, 2017.

Obras com dois autores

A ordem continua a mesma, mas os autores são inseridos em ordem alfabética.

Exemplo: SILVA, M.; TAVARES, A. ABNT sem pesadelo. 1ª Edição. Recife: Editora Bárbara, 2017

Obras com três autores ou mais

Para o caso de mais de três autores dividindo a mesma obra você deve usar a expressão em latim et al., que significa "e outros".

 

Exemplo: SILVA, M. et al. ABNT sem pesadelo. 1ª Edição. Recife: Editora Bárbara, 2017

Mesmo autor, obras diferentes

Se você citar várias obras de um mesmo autor deve colocar um traço. Ele irá indicar que o nome se repete.

Exemplo:

SILVA, M. ABNT sem pesadelo. 1ª Edição. Recife: Editora Bárbara, 2017.

_______. Regras para serem acessadas. 2ª Edição. Recife: Editora Bárbara, 2017.

Artigos da internet

Aqui a diferença está apenas no final da citação. Ao final da referência você deve colocar a palavra Disponível em, seguida do dia, mês e ano em que a matéria foi consultada, além de Acessado em: seguido do link para a obra consultada. É importante colocar os símbolos de < e > antes e depois do site.

Exemplo: SILVA, M. ABNT sem pesadelo. [S.I]: Livro Virtual, 2017. Disponível em: <www.aquelesitedahora.com.br> Acessado em> 05/09/2017.

Monografias, teses, dissertações e artigos

No caso de citações que vieram de trabalhos acadêmicos as referências devem começar pelo sobrenome do autor (caso haja mais de um, colocar em ordem alfabética), título, ano e total de folhas.

Exemplo:

SILVA, M. ABNT sem pesadelo. 2016. 95 f. Trabalho de conclusão de curso (monografia) - Curso de Secretariado, Universidade Brasileira, Recife, Pernambuco, 2017.

Revista

Aqui a diferença é um tanto menor. Além do nome do autor coloca-se o título do artigo, da revista, a cidade, editora, volume, número, mês e ano.

Exemplo:

SILVA, M. ABNT sem pesadelo. Acadêmicos Magazine, Recife, Editora, Ano 6, n. 5, Jun/Jul., 2017.

Dicionário

Para o caso de consultas ao dicionário as especificações são ainda menores.

Exemplo:

BANDEIRA, C. Dicionário de Língua Portuguesa. 21. ed. São Paulo: Editora, 2017.


 

Deixe nos comentários se você ainda tem dúvidas sobre tipos de Referências Bibliográficas e aproveita e conta para gente qual curso acadêmico você está pensando em fazer!

 

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Pequeno manual da monografia

Escolheu fazer uma monografia para o seu TCC? Confira essas dicas para elaborar o seu trabalho sem dor de cabeça
Por: Paula Brasileiro 25/09/2017 - 12:00 - Atualizado em: 25/09/2017 - 12:00
Dicas para você arrasar na sua monografia
Dicas para você arrasar na sua monografia

Se você precisa começar a escrever sua monografia mas não tem nem ideia de por onde deve começar, não se desespere. As normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) podem parecer assustadoras, mas, a gente preparou um pequeno manual para te mostrar que o processo pode ser simples e indolor. Confira nossas dicas mas lembre-se de sempre consultar o seu orientador, é ele quem vai te guiar nessa empreitada final da graduação e resolver todos os eventuais problemas e dúvidas que possam surgir.  

Estrutura

O trabalho é dividido em três partes: elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais.

Elementos pré-textuais

Capa

Deve trazer o nome do autor; título do trabalho e subtítulo, se houver; local; ano da entrega - o nome da instituição também pode ser colocado na capa, mas é opcional.

Folha de rosto

Contém as mesmas informações da capa mas, aqui, é preciso colocar o nome do orientador.

Dedicatória, agradecimento e epígrafe

Esses itens são bem auto-explicativos. O último é opcional e é onde você pode colocar alguma citação que goste.

Resumo e abstract

Uma explicação resumida sobre o que se trata o trabalho. O abstract traz o mesmo texto do resumo mas traduzido para o inglês.

Sumário

O sumário mapeia a monografia e ajuda o leitor a encontrar aquilo que ele precisa mais rapidamente.

Elementos textuais

Aqui estará o trabalho propriamente dito. É a parte em que você discorrerá sobre sua tese, mas isso será feito em algumas divisões como introdução, desenvolvimento, metodologia, análise e interpretação de dados e a conclusão.

 

Elementos pós-textuais

Para finalizar, você vai precisar apresentar a bibliografia e alguns itens opcionais como glossário, apêndice e anexos, se houver.

Formatação

Essa parte costuma aterrorizar os concluintes. Mas você pode deixar o documento pré-formatado nesses moldes e, ao longo do processo, ir adaptando o que for preciso.

Tipo de Fonte: Arial ou Times New Roman
Tamanho da fonte: 12
Espaçamento entre as linhas: 1,5
Alinhamento do texto: Justificado
Recuo do início do Parágrafo: 1,25 cm
Tamanho da fonte em textos especiais (citações diretas, notas de rodapé, título de ilustrações): 10

Margens da página

Margem superior: 3 cm
Margem esquerda: 3 cm
Margem direita: 2 cm
Margem inferior: 2 cm
Tamanho da página: Formato A4

Viu como é simples? Conta pra gente qual é a sua maior dificuldade na hora de escrever a monografia.

 

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Contador: o verdadeiro camaleão dos números

Profissão abraça diversos setores de atuação e lida de cálculos a decisões importantes
Por: Katarina Bandeira 22/09/2017 - 09:09 - Atualizado em: 22/09/2017 - 09:14
Profissional também ajuda pode ajudar na tomada de decisões relacionadas aos negócios. Foto: Freepik
Profissional também ajuda pode ajudar na tomada de decisões relacionadas aos negócios. Foto: Freepik

Se você pretende abrir uma empresa, de pequeno ou médio porte, tem que levar em consideração ao menos uma contratação essencial para o seu quadro de funcionários: o contador. Muito mais do que calcular impostos o contabilista, como também é conhecido o profissional formado em contabilidade, aparece como o melhor amigo do pequeno empreendedor. Isso porque, além de cuidar de toda a burocracia financeira, ele também pode ajudar na tomada de decisões relacionadas aos negócios.

 

Mas o que exatamente é um contador?

De acordo com o professor de contabilidade aplicada da UNIVERITAS, Hermenegildo de Souza Neto, o contador é o profissional que exerce as funções contábeis, com formação superior do ensino Contábil. “Ele tem como função principal atender as exigências fiscais e prestar consultorias nas áreas administrativa e financeira, além de produzir informações úteis para tomada de decisões”, explica. O docente também reforça que quem escolhe o curso de contabilidade tem a oportunidade de trabalhar em diversos setores, principalmente pela obrigatoriedade das questões fiscais. “É uma das áreas que mais proporcionam oportunidades para o profissional", afirma.

1,2,3 e contando…

Não é balela quando ouvimos a afirmação que o contabilista é o braço direito de uma pequena empresa. Por tratar de questões que envolvem burocracias financeiras, problemas que acometem qualquer companhia, eles podem trabalhar nos mais diversos setores, exercendo atividades como por exemplo:

Contabilidade Financeira: É a contabilidade geral, necessária a todas as empresas. É ela que fornece as informações básicas e é obrigatória para fins fiscais. Pode variar de nome de acordo com a área que se aplica, por exemplo Agrícola, das Instituições Financeiras (aplicadas aos bancos), Comercial, Hospitalar, Industrial, Imobiliária, Pastoril, Pública, de Seguros, entre outras.

Contabilidade de Custos: Mais voltada para os serviços prestados pela empresa. Ela se utiliza do cálculo e da interpretação dos custos dos bens fabricados ou comercializados.

Contabilidade Gerencial: Aplicada para fins internos, procura fornecer um número maior de informações, com foco na tomada de decisões. Quem cuida desse tipo de contabilidade gerencial também é conhecido como controller.

Áreas de atuação múltiplas

Se você ainda não tem tanta certeza sobre as multifaces de um verdadeiro contador, saiba que o profissional pode prestar serviços tanto para pessoas físicas e pessoas jurídicas. O contabilista pode trabalhar em funções como auditor (interno ou independente), analista financeiro, perito contábil, consultor, professor de contabilidade, pesquisador ou em cargos públicos ou administrativos.

 

Já pensou em ser contador ou precisou dos serviços de algum? Conta para a gente o que você acha dessa profissão tão importante!

 

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Conheça os principais tipos de TCC

Entenda como executar o trabalho de conclusão
Por: Henrique Nascimento 22/09/2017 - 08:39
Conheça os 3 tipos mais comuns de TCC
O trabalho de conclusão de curso é uma etapa fundamental da graduação

O final do Curso Superior é marcado pelo famoso trabalho de conclusão de curso. O TCC, como é conhecido, pode ser realizado de várias formas dependendo da área estudada. Algumas graduações, inclusive, não exigem a realização do TCC. As que exigem utilizam esse trabalho como forma de certificar, caso o trabalho seja aprovado, o estudante como graduado.

Entre as formas possíveis de realização encontram-se as três mais comuns: a monografia, produção de artigo acadêmico e publicação em revista científica. Entenda o que é cada uma delas e veja que não há motivos para ter medo do trabalho de conclusão de curso.

Monografia

A monografia é um tipo de TCC que transcende a graduação e também pode ser feita em cursos de pós-graduação. O objetivo da monografia é colocar o aluno em contato com a área de pesquisa acadêmica. O termo deriva etimologicamente do grego, mónos significa “um só”, e grapheim, “escrever”. No Ensino Superior brasileiro compreende-se o conceito de monografia não como aquilo que é escrito por um só, mas aquilo que é escrito sobre um só tema bem delimitado.

A construção desse tipo de TCC é feita a partir do cumprimento de algumas etapas relativas à pesquisa científica. São elas: construção de um pré-projeto e um projeto; execução da pesquisa; redação da monografia. Na primeira etapa são delineados, com auxílio do orientador, qual será o tema tratado e o recorte, quando mais específico melhor. Também é preciso identificar um problema relativo ao objeto e suas possíveis hipóteses de conclusão da pesquisa. Na segunda, o trabalho de pesquisa é mais exaustivo e possui um método de execução específico, de acordo com o que está sendo estudado. O processo de desenvolvimento e os resultados, por fim, serão relatados no última etapa, a monografia.

Produção de artigo acadêmico

A produção de um artigo acadêmico assemelha-se metodologicamente a construção de uma monografia. Será necessário um trabalho de pesquisa científica que resulte posteriormente no artigo. O artigo apresentará de maneira sucinta os resultados da pesquisa.

Diferente da monografia, o artigo costuma apresentar uma extensão mais curta, entre dez e vinte páginas. Estruturalmente é composto por um resumo, introdução, embasamento teórico, desenvolvimento, análise do objeto e considerações finais. Os artigos podem ser apresentados em congressos ou publicados em revistas científicas.

Publicação em revista científica

Publicar em uma revista científica é algo que necessita também de uma pesquisa científica, assemelhando metodologicamente ao processo de construção das demais modalidades aqui já citadas. O diferencial encontra-se no formato. Geralmente são publicados artigos científicos. No entanto, cada revista científica pode ter sua forma específica de construção do material final que será publicado. Podendo variar na estrutura, na formatação e nas opções de temas que podem ser tratados.

Algumas universidades possuem suas próprias revistas científicas, visando a participação dos alunos. Nessa modalidade de TCC o texto deve ser desenvolvido a partir do formato de material aceito pela revista científica em que se planeja publicar.

Outras modalidades

Além dessas formas de TCC que costumam ser as mais comuns, determinados cursos apresentam outras possibilidades de trabalhos. Como os cursos de comunicação. No curso de jornalismo, por exemplo,pode ser feita uma reportagem em formato de livro, vídeo ou áudio, assim como um documentário. Outros cursos também contemplam atividades práticas como trabalho de conclusão de curso.

Vai desenvolver seu TCC, saiba como se preparar financeiramente para isso!

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Cinco dicas para nunca mais errar no figurino da faculdade

Não existem regras para se vestir na faculdade, mas algumas dicas podem te ajudar a montar um look bacana para a ocasião. Confira
Por: Paula Brasileiro 20/09/2017 - 12:00 - Atualizado em: 20/09/2017 - 12:00
Dúvidas na hora de montar o look da 'facul'? Se liga nessas dicas
Dúvidas na hora de montar o look da 'facul'? Se liga nessas dicas

Todo mundo sabe que não existem regras no que diz respeito ao vestuário para frequentar a faculdade. A desobrigação do uso de uniformes e a inexistência de um 'dresscode' dá aos alunos toda a liberdade para que eles frequentem as aulas vestidos da maneira que desejarem. Porém, é preciso tomar alguns cuidados na hora de escolher o look para a hora de estudar e, assim, evitar um eventual constrangimento ou desconforto. Confira essas dicas.

Priorize o conforto

Esta poderia ser a palavra de ordem na hora de pensar o figurino da faculdade. O aluno passa diversas horas sentado, assistindo às aulas, ou se deslocando de uma sala para a outra, roupas e sapatos muito apertados, quentes, ou que deixem alguma parte do corpo à mostra, podem atrapalhar e quebrar a concentração. Procure usar peças de acordo com a estação do ano e adequadas ao seu tipo de corpo para não passar, literalmente, aperto ou ficar desconfortável.  

Pense na praticidade

A faculdade é o lugar onde se vai em busca de conhecimento e preparação para a vida profissional e não um evento de moda, certo? Certo! Por isso, não se preocupe em impressionar os colegas ou chamar atenção pelo que está vestindo. Roupas práticas acabam te ajudando a focar no que interessa quando é hora de estudar, pois não necessitam de muito tempo de elaboração e atenção na hora de compor o look.

Menos é mais

Essa é uma dica importante para várias situações da vida e essa é mais uma delas. Cuidado com os exageros no look da faculdade. Muita maquiagem, muita bijuteria, muito decote, muita roupa curta, muita regata, muita transparência, muito salto alto, muito muito não costuma ser legal. Você pode, sim, se vestir do jeito que gosta, mas é interessante maneirar nas produções para evitar desconforto e, até mesmo, um eventual constrangimento.

Apele para o bom senso

Essa está atrelada à anterior. Quando abrir o guarda-roupa para escolher o vestuário para mais um dia de aula, use o bom senso. Imagine se vai ficar bem dentro daquela camisa, ou daquele short ou se são peças que te deixarão confortável. Se as respostas forem afirmativas para todas as perguntas, se joga no look.

Seja fiel ao seu estilo

Todos nós temos um estilo próprio e é incrível quando ele é respeitado. O que vestimos também funciona como uma mensagem a respeito de quem somos. Vista-se de acordo com o que você gosta, usando aquilo que te faz bem e, certamente, você estará sempre bem vestido.

Dica extra

Alguns cursos, em específico, costumam ter algumas 'regrinhas' quanto ao vestuário. Direito pode exigir roupas mais formais, Educação Física, peças mais esportivas e, os cursos de saúde pedem roupas brancas. Nesses casos, também valem as dicas lá de cima, mas, talvez, com alguns ajustes. Na dúvida, converse com os professores ou colegas mais experientes para te ajudar na missão de escolher o figurino certo.

Gostou das dicas? Diz pra gente como você costuma se vestir para ir às aulas.

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Cinco coisas que o engenheiro químico faz e você não sabia

Profissional é responsável por transformar matérias-primas em objetos úteis
Por: Katarina Bandeira 18/09/2017 - 10:34 - Atualizado em: 20/09/2017 - 13:58
Objetos só chegam às prateleiras após passar pelo engenheiro químico
Objetos só chegam às prateleiras após passar pelo engenheiro químico

O trabalho do profissional de Engenharia Química é de extrema importância para que tenhamos a maioria dos produtos que compõem o nosso dia a dia. Objetos corriqueiros, como baldes, esmaltes, entre outros, só chegam às prateleiras dos supermercados após passar pelo desenvolvimento e pela supervisão do engenheiro químico, que também é responsável por sugerir processos que causem o menor impacto ambiental possível. Mas você sabe quais são esses campos de atuação e o que pode ser produzido em cada um deles? Confira:

 

 

Combustíveis

A indústria do petróleo é uma das que mais procura engenheiros químicos para seu quadro de funcionários, principalmente por ainda haver uma grande demanda de combustíveis derivados do petróleo para serem produzidos.

 

O que o engenheiro vai ajudar a produzir: Gasolina, óleo diesel, álcool

 

 

Alimentos

Uma das funções do engenheiro químico é supervisionar processos, trabalhando em parceria com a equipe de operação para garantir a produção de materiais dentro das especificações.

 

O que o engenheiro vai ajudar a produzir: Conservação, cozimento, envasamento

 

 

Fibras sintéticas

A pesquisa também faz parte das áreas que podem ser seguidas pelos profissionais de engenharia. A intenção aqui é encontrar novas aplicações para produtos que já existem, causando o mínimo impacto ambiental.

 

O  que o engenheiro vai ajudar a produzir: Tecidos, lã

 

 

Plásticos

Além da produção, toda indústria precisa de um profissional especializado para realizar perícias,vistorias e avaliações para a emissão de laudos técnicos, além de definir, por exemplo, as normas e as técnicas de manipulação e descarte de produtos químicos.

 

O que o engenheiro vai ajudar a produzir:  Canetas, brinquedos, embalagens

 

 

Doméstico

Por ter especialidade também na área química o engenheiro pode trabalhar no tratamento de resíduos, além de desenvolver equipamentos que servem para realizar processos físico-químicos de transformação de matérias-prima.

 

O que o engenheiro vai ajudar a produzir: Produtos de limpeza, ceras, detergentes

 

 

Você já pensou em ser um engenheiro químico? Existem muitos outros campos que um engenheiro químico pode trabalhar. Conta para a gente se você sabe quais são!

 

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Vai começar a estagiar? Saiba o que é dever e o que é direito do estagiário

Atividade é uma forma de colocar em prática a teoria aprendida pelos estudantes
Por: Katarina Bandeira 15/09/2017 - 12:27
Estagiário deve ficar atento para não cair em armadilhas
Estagiário deve ficar atento para não cair em armadilhas

Ingressar em um estágio é uma experiência importante para quem cursa uma graduação. É a oportunidade de testar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, além de ser um período de descoberta, quando há liberdade para acertar, errar e aprender mais sobre a profissão que deseja seguir. Porém, quem vira estagiário deve ficar atento para não cair em algumas armadilhas.

 

A nova Lei do Estágio:

Instaurada em 25 de setembro de 2008, a Lei nº11788 veio substituir a Lei nº6494, de 1977, e instituiu novos direitos e deveres para estagiários. É ela que rege tanto as Instituições de Ensino, quanto os empregadores, garantindo condições favoráveis ao aprendizado, além de direitos conquistados como o recesso anual de trinta dias e o limite de seis horas diárias de trabalho para os estudantes.

 

Obrigatório x Não obrigatório

Existem dois tipos de estágios que podem ser praticados durante a graduação. O obrigatório, que entra na grade curricular como disciplina e, como o próprio nome sugere, é indispensável para a obtenção do diploma. Ele não precisa oferecer bolsa ou auxílio transporte ao estagiário por estar previsto na matriz curricular do curso. E o estágio não obrigatório, que é optativo e deve sempre oferecer bolsa e auxílio transporte para o estudante.

 

Direitos do estagiário

  • É direito de todo estagiário ter um recesso de 30 dias sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a  um ano;

  • Caso a atividade seja remunerada as férias também deverão ser;

  • A diminuição da jornada de trabalho pela metade, em época de provas;

  • Em casos de estágio não obrigatório o estagiário também deve receber bolsa e auxílio transporte.

 

Deveres do estagiário

  • O estudante deve ter matrícula e frequência regular em seu curso;

  • Também deve apresentar à instituição de ensino, um relatório das atividades executadas no estágio, sempre que completar seis meses de atividade;

  • Cumprir os horários e atividades estabelecidas no estágio.


 

Você já é estagiário? Conta para a gente nos comentários como é o estágio que você conseguiu.

 

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