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Saiba o que fazer para prestar primeiros socorros em animais

No Dia do Veterinário aprenda dicas para cuidar dos bichinhos em situações emergenciais
Por: Katarina Bandeira 27/09/2018 - 09:14 - Atualizado em: 27/09/2018 - 09:15
Apesar das dicas serem importantes é crucial levar o pet ao veterinário o mais rápido possível. Foto: Freepik
Apesar das dicas serem importantes é crucial levar o pet ao veterinário o mais rápido possível. Foto: Freepik

Se preocupar com o bem-estar de seu animal de estimação é a premissa básica de quem tem pets. Gasta-se dinheiro com rações super-premium, banho, vacinas, passeios e todo o tipo de objetos que eles possam arranhar ou mastigar. Porém, apesar do zelo ser uma constante, muitas vezes os tutores podem ser surpreendidos por situações como brigas, engasgos e quedas que põe em risco a vida dos animaizinhos. Conversamos com o veterinário Vitor Pereira Rolim, que nos deu algumas sugestões de primeiros socorros, para esses casos.

“As pessoas tendem a querer fazer tudo antes de levar à clínica. Esperar para ver. Isso não é bom. Muitas vezes a recuperação do pet poderia ser muito mais rápida se o dono tivesse levado antes ao profissional. Às vezes a pessoa até fez coisas que foram boas para o animal, mas não é o tratamento correto”, afirma Vitor. O especialista alerta que, apesar das dicas serem importantes, elas só devem ser seguidas caso o tutor não consiga consultar o profissional rapidamente. Por isso, para ajudar você a se preparar para imprevistos de saúde do seu bichinho, conheça quais primeiros cuidados você deve tomar!

Engasgo

Primeiro abra a boca do animal e tente retirar o objeto com a mão, mas sem empurrar - pois isso pode machucá-lo ou fazer com se engasgue ainda mais. “Cuidado ao puxar o objeto para não machucar, mesmo que não seja pontiagudo ele pode cortar alguma coisa durante o trajeto”, afirma. Se cão ou gato tentar morder ou cerrar os dentes dê um tapa nas costas ou entre as omoplatas. Em caso de animais de pequeno e médio porte você pode também tentar virá-los de cabeça para baixo e sacudi-los. A força da gravidade pode ajudar a desengasgar.

Briga

Não adianta tentar entrar no meio de uma briga entre animais ou você pode sair seriamente lesionado. Se os encrenqueiros forem cães (versus cães ou gatos) jogue água para esfriar os ânimos, literalmente. Se for entre gatos basta fazer muito barulho para acalmar os bichanos. “Se você estiver em casa, pode usar um objeto como travesseiros mas cuidado para o animal não se voltar contra você, use travesseiros longos para passar entre os animais”, aconselha o veterinário.

Queda

Quem mora em apartamento ou casa com mais de um andar deve sempre atentar para as janelas. Porém, mesmo que o espaço esteja todo envolvido com telas de proteção, acidentes como quedas podem ocorrer. Caso isso ocorra, Vitor aconselha imobilizar o animal. “Não faça o animal andar, mesmo que o animal tenha (visivelmente) apenas uma fratura, ele pode acabar se apoiando aquela parte  e machucar mais, tente carregá-lo (mesmo sendo grande porte)”.

Também não é indicado mudar o bicho de posição. “No caso de queda muito cuidado quando for pegar o animal, tente pegá-lo sem alterar muito a posição que ele se encontra. Se estiver com muito sangramento, pressione o local para conter a hemorragia e corra para o veterinário”, sugere.

Convulsão

“Para convulsão, o ideal é manter o animal no colo ou no chão e segurá-lo com cuidado para que ele não bata a cabeça ou outra parte do corpo ou até mesmo caia de um local, por exemplo, o sofá”, aconselha. O veterinário explica que muitas vezes a convulsão pode ser reflexo de envenenamento/trauma /choque (hipovolemia, hipoglicemia e etc...), por isso é preciso levar o pet para o profissional o mais rápido possível. “Lá, relate tudo o que você sabe sobre os dias que se passaram antes do quadro”, diz.

Veneno

Nessa situação o ideal é a ida rápida ao veterinário, uma vez que o veneno pode atingir a corrente sanguínea em menos de meia hora. Mas se você quiser agir rapidamente, tente fazer o animal vomitar. Se você tiver certeza do envenenamento coloque água oxigenada em uma seringa e ponha na boca do animal, mas faça isso o mínimo de vezes possível. Se você não tiver certeza do tempo em que o pet ingeriu o veneno também é aconselhado misturar carvão ativado (que não é o mineral) na água mineral, até formar uma pasta e dar para o bicho.

 

Quer saber mais sobre cuidados com animais? Faça nosso curso de Medicina Veterinária!

 

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Aperte o play: conheça o mundo dos games designers

Se você é daqueles que não perde uma novidade no mundo dos jogos, não pode deixar de conhecer quem fica por trás dessa construção
Rebeca Ângelis Por: 21/09/2018 - 09:37 - Atualizado em: 21/09/2018 - 16:51

Ação, aventura, estratégia, RPG, tabuleiro eletrônico, jogos on-line, casuais, simuladores, corrida ou até esportes. Se você aceitou entrar no jogo, certamente, teve interesse em desvendar como ele se caracteriza e quais suas estratégias. Tudo no intuito de superar os obstáculos que as regras irão te propor. No mundo games, essas são ferramentas cruciais, pois definem se o jogador irá considerar ou não tal opção como atrativa para seu entretenimento.

Cada vez mais dinâmico, divertido e criativo, essas composições se interligam no intuito de propor a quem vai jogar o desejo que querer permanecer ali e se concentrar em seu objetivo: vencer! Mas você já parou para pensar em quem fica por trás de toda essa estrutura que te faz mergulhar e até acreditar em um outro mundo?

Se você é daqueles que não perde uma novidade no mundo dos jogos, não pode deixar de conhecer quem fica por trás dessa construção. Para  te ajudar a entender sobre o assunto, “aperte o play” e entenda.

Conheça o jogo

Ser projetista de jogos ou game designer implica diretamente na coordenação e planejamento de construção de um jogo. O termo, normalmente, se refere a uma pessoa que projeta jogos para computador, video games ou até jogos convencionais.

No início da história dos  jogos, os designers de games eram muitas vezes o programador principal ou o único programador para um jogo. Mais tarde, à medida que essa interação tornou-se mais complexa, os programadores viram a necessidade de um criador de design específico para os jogos. Foi então que a nova função passou a se firmar no mercado.

Apesar de ter seu lugar separado das demais funções, a área, por sua vez, também integra a multidisciplinaridade. Uma vez que a construção de jogos requer subsídios de diversas áreas como game art (responsável por toda criação de arte, design e efeitos visuais), game sound (responsável pela criação de sons e efeitos sonoros) e game programming (responsável pela implementação do jogos, das regras, da jogabilidade).

Regra principal

Para entender sobre esta área, é preciso se atentar a um regra crucial: um profissional game designer é diferente de um gerente/ líder de uma equipe de desenvolvimento de jogos ou designer gráfico. Muitos confundem quando equipes muito pequenas ou quando o próprio game designer trabalha sozinho como desenvolvedor e também desempenha outras funções na arte e na programação.

O produtor de jogos Danilo Freire, da Gorlami Games, explica que muitos ainda confundem com a função de design. Mas na indústria de jogos, a área específica de game arts é que é direcionada para produção de artes,ilustrações ou coisas mais técnicas visuais.

Como funciona?

Como em um jogo de vários níveis, o profissional de game design atua como jogador e passa por várias etapas, até conseguir desenvolver toda a estrutura do projeto com êxito. O perfil de um game designer, então, é de um profissional que sabe lidar com conhecimentos multidisciplinares, tem boa comunicação com a equipe e também está constantemente estudando formas de aplicar a arte da melhor forma na história de um jogo.

Isso acontece, desde o planejamento em si até a concepção da arte e da programação de suas mecânicas. Danilo salienta que o principal objetivo da profissional é otimizar o jogo.

“Ele tem que fazer tudo que esteja à disposição dele para tornar o jogo excelente, equilibrado e acessível. Tudo no intuito para que o máximo de pessoas se identifiquem e gostem. É, sobretudo, fazer com se torne uma experiência marcante para o jogador”, endossa.

Quem forma os jogadores?

Quando o jogo envolve os games designers, suas maiores vantagens em seguir carreira na área se dá na capacidade de atuar em diversos tipos de profissões e cargos. Um levantamento da Love Mondays também apontou o salário médio para Game Designer é de R$ 3.933/mensal, podendo se estender a R$ 10.100.

Já uma pesquisa, realizada em 2017, pela consultoria Page Personnel, revelou que busca das empresas brasileiras por profissionais do mercado de games teve um aumento de 60%. Tal aumento superou a indústria do cinema de Hollywood, nos Estados Unidos.

Ficou interessado em desenvolver jogos e ainda não sabe como chegar lá? Insira a ficha e aperte o play!

 

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Qual é seu filme nas Ciências Contábeis?

Confira as mais variadas áreas de atuação deste profissional e descubra qual é a sua
Rebeca Ângelis Por: 21/09/2018 - 09:15
Qual é seu filme nas Ciências Contábeis?
Qual é seu filme nas Ciências Contábeis?
Quem escolhe seguir carreira nas Ciências Contábeis pode cumprir funções como a de economista, líder, investigativo e até mesmo de fiscal. O perfil visionário e a capacidade de solucionar questões financeiras torna o papel do contador importante, trazendo para ele atribuições como de fazer registros contábeis, prestar assessoria, planejar tributos e, para a alegria de muitos, declarar imposto de renda.
Se você pretende entrar na área, já estuda o curso ou até já atua no mercado, se liga na nossa lista! Separamos quatro filmes com características (um tanto peculiares) que definem o perfil de cada contador em sua atuação. Não deixe de assistir e contar para a gente com qual você se identifica. Confira!
 
1- Trabalho interno 
Didática, a história  visa abordar o sistema de corrupção gerador de crise econômica, durante 2007 a 2012, nos Estados Unidos.Tirando como exemplo o cenário que arruinou a Islândia, o documentário  reflete sobre o problema a nível global, demonstrando a importância dos profissionais que lidam com setores sensíveis da economia.

O filme é indicado para quem vai trabalhar desempenhando atividades em áreas como finanças, tributos e análise financeira. Seu enredo exibe de perto como funciona rotina de trabalho em uma instituição financeira e o desempenho das atividades.

2-Enron — Os mais espertos da sala

Se você pretende trabalhar na área de perícia contábil, não pode deixar de incluir na sua lista o filme ‘Enron- Os mais espertos da sala’. O documentário faz uma reflexão sobre a importância de um contador ser um profissional honesto e organizado.A narrativa fala sobre um escândalo real que tomou grandes proporções nos EUA. O enredo envolve uma companhia energética do país que declarou números que não batiam com a realidade e demonstrações financeiras. Nesse contexto, o perito contábil atua no intuito de comprovar o desvio ou má utilização de recursos financeiros por empresas ou órgãos públicos.

3-Margin Call — O Dia Antes do Fim

Se você tem o perfil de um auditor contábil, não esquece de arrumar um tempo do seu dia para assistir ‘Margin Call — O Dia Antes do Fim’. Gravado em 2011, o filme é voltado para os contadores que analisam finanças de uma corretora imobiliária (setor mais atingido pela bolha econômica e crise financeira dos Estados Unidos após o crash da bolsa norte-americana em 2008) verificando registros, balancetes e identificar falhas na gestão. A história retrata uma situação real. Nela, é possível ver como alguns profissionais da corretora tiveram que lidar com informações sigilosas e de alto risco — o quanto o contador precisa ser uma pessoa séria e responsável.

4- Até que a sorte nos separe

No longa brasileiro, um casal ganha na loteria e promete um ao outro não deixar que “o dinheiro suba à cabeça”. Com a conta recheada,  porém, eles não conseguem manter uma vida equilibrada e, em pouco tempo, perdem tudo.

Garantindo boas risadas, a nossa última dica é para quem se identifica com a área de analista financeiro. Seu contexto se baseia em levar a importância de saber lidar com o dinheiro e aprender a investí-lo de maneira inteligente e estratégica. Isso porque, os personagens não sabem lidar com as extravagâncias e acabam excedendo na hora dos gastos.

Na prática, um contador financeiro  se destaca nesse desempenho, visando manter o equilíbrio de todo o orçamento, seja ele pessoal ou, na maioria das vezes, de empresa. É imprescindível na hora da  tomada de decisões assertivas em relação a empréstimos, financiamentos bancários e compras de outros negócios.

E aí, qual desses combina mais com seu perfil? Ainda não pertence a área, mas ficou com interesse? Se inscreva no nosso vestibular!

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Cantar ou não cantar, eis a questão

No Dia Nacional do Teatro separamos cinco musicais nacionais que você não pode perder!
Por: Katarina Bandeira 19/09/2018 - 09:03
Teatro musical se tornou um dos gêneros mais queridos entre artistas e público. Foto: Freepik
Teatro musical se tornou um dos gêneros mais queridos entre artistas e público. Foto: Freepik

Música, dança e canções para representar cada mudança na vida dos personagens. Assim é construída a base de um dos gêneros do teatro mais queridos entre artistas e público: o Musical. Nascidas no final do século XIX, na Inglaterra, as peças musicais têm como base uma narrativa apoiada em músicas que podem tanto acompanhar os diálogos em cena, como ser o próprio diálogo, além de integrar dezenas (e, às vezes, inesquecíveis), coreografias.

Apesar de ter aparecido pela primeira vez em terras européias, a popularização do gênero veio ter seu júbilo nos Estados Unidos, no início do século XX. Porém, dessa vez não vamos falar das icônicas peças da Broadway, complexo de teatros considerados de mais alto nível artístico, em Nova York, mas sim de representantes do estilo aqui, no Brasil. Para comemorar o Dia Nacional do Teatro separamos cinco musicais para você curtir. Aproveite!

Zeca Pagodinho, uma história de amor ao Samba

Que Jessé Gomes da Silva Filho, vulgo Zeca Pagodinho, é um dos maiores nomes do samba, ninguém duvida. Para eternizar a história do homem conhecido não apenas por suas canções, mas também por sua simplicidade, o musical busca retratar a vida do cantor desde a juventude, até a fase mais madura. Tudo isso envolto em muita música. O espetáculo fica em cartaz no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, até 29 de outubro.

Gonzaguinha: o eterno

Filho do Rei do Baião, Gonzaguinha foi um célebre cantor e compositor brasileiro que atuou ativamente durante a Ditadura Militar. O musical conta a história do artista, que iniciou sua carreira na década de 1960, com composições em xote, samba, baião, entre outros. No palco, nove artistas entre atores, cantores e instrumentistas, entoam dezesseis músicas do compositor, entre elas “Sangrando”, “O Que é o Que é?”, “Ponto de Interrogação”. O espetáculo fica em cartaz até 23 de setembro, no Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro.

Elza

Dona de uma das vozes mais fortes do Brasil, Elza Soares é uma artista única. Com uma carreira cheia de altos e baixos, a cantora é sinônimo de resistência, luta e reinvenção. Para representá-la sete atrizes dividem diferentes fases de sua vida, marcada por diversas tragédias pessoais como a morte, a violência doméstica e o preconceito. Tudo isso contando de forma alegre a pedido da própria intérprete. A peça está em cartaz até 30 de setembro, no Teatro Riachuelo, Centro do Rio de Janeiro.

Deixa Clarear

Os palcos do Recife também recebem, nos dias 20 e 21 de outubro, um musical sobre um ícone da MPB. Protagonizado pela atriz Clara Santhana, o espetáculo narra a carreira de Clara Nunes, cantora e compositora brasileira, considerada uma das grandes intérpretes da sua geração. No repertório, músicas como O Canto das Três Raças, Na Linha do Mar, Morena de Angola, Um Ser de Luz e O Mar Serenou. Em cartaz no Teatro RioMar, Pina.

O frenético Dancin’ Days

Hora de soltar as asas e as feras, colocar um collant colorido e se jogar no clima frenético do Dancin’ Days. A boate que foi febre nas noites cariocas dos anos de 1970, volta ao Rio de Janeiro para relembrar seus tempos áureos. O musical relembra grandes clássicos da discoteca como ‘You make me feel might real’, ‘We are Family’, ‘Y.M.C.A’ e clássicos das Frenéticas, banda formada na antiga boate. Segue em temporada no Teatro Bradesco Rio, até dia 21 de outubro.

 

E você gosta de musicais? Conta para a gente qual o seu favorito!

 

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Saiba como conquistar a sua turma

Confira 5 dicas para elaborar o seu plano de aula
Por: Katarina Bandeira 11/09/2018 - 12:30 - Atualizado em: 11/09/2018 - 14:07
Para que todos tenham um bom aproveitamento durante a percurso, o docente precisa traçar um plano certeiro. Foto: Freepik
Para que todos tenham um bom aproveitamento durante a percurso, o docente precisa traçar um plano certeiro. Foto: Freepik

Organizar ideias, definir objetivos e lançar-se em meio a estratégias para atingir o alvo. Parecem as diretrizes de um projeto para dominação mundial, mas são, na verdade, as bases de uma boa tática para elaborar um plano de aula. Dentro de uma sala de estudos, o professor é o responsável por passar seus conhecimentos - sobre os tema que leciona - para os alunos. Porém, não basta entrar em uma classe e começar a falar.

Para que todos tenham um bom aproveitamento durante a percurso, o docente precisa traçar um plano certeiro. Um bom planejamento didático exige escolha de temas, objetivos, tipo de metodologia que melhor se encaixe com a turma, além de definição do processo de avaliação, entre outras informações. Para ajudar você a preparar o plano perfeito, separamos cinco dicas infalíveis. Confira!

Saiba quem é o seu aluno

O primeiro passo é identificar quem é seu público alvo. Quem são seus alunos? O que essa turma espera de você? O que você quer passar para ela? Aulas práticas, teóricas, seminários. Lembre-se que cada classe tem especificidades e limitações. É preciso entender esses detalhes para traçar um objetivo concreto e que pode ser alcançado. Pergunte, em um primeiro momento, o que seus estudantes já sabem, para assim definir os conteúdos que serão trabalhados, as habilidades que precisarão ser desenvolvidas e definir quais as melhores estratégias. Com isso em mente, é partir para colocar as ideias no papel.

Tema e Objetivo

Agora que você já identificou seu público é hora de traçar os objetivos. Tenha em mente que, tanto o tema quanto a finalidade do seu conteúdo, têm que ser pensados para aquela aula em específico. Elabore metas a serem alcançadas, atividades que sejam compatíveis com o tempo disponível e temáticas que não deixem dúvidas sobre o que será alcançado ao final da aula. Assim, no próximo encontro você saberá o quanto seus alunos absorveram daquele conteúdo, quais foram as dificuldades e o que precisará ser abordado em seguida.

Trabalhe bem o conteúdo

Após definir os objetivos da aula é preciso organizar o que será ministrado na reunião. O conteúdo é a estrada de tijolos amarelos que leva até a recompensa: o aprendizado. A definição do assunto irá envolver pensar em conceitos, exemplos e informações com as quais o estudante possa se identificar. Ele deve agregar os conceitos de base, os procedimentos e até os comportamentos desenvolvidos ao final.

Defina sua estratégia

Manter a atenção do aluno enquanto ministra o conteúdo é um dos maiores desafios dos professores. Aulas no formato tradicional podem parecer pouco atrativas e entediantes para os que a assistem, por isso definir sua metodologia no início é tão importante. Tente pensar em responder essas perguntas:

  1. Qual é o ambiente onde o encontro acontecerá? Sala de aula ou virtual?

  2. Será uma aula expositiva?

  3. Quais os materiais necessários para desenvolver o conteúdo (texto, vídeos, slides, jogos, etc.)?

  4. Terá exercícios?

  5. Como os alunos serão divididos?

Definir uma estratégia logo no começo é um dos passos mais importantes para o conteúdo ser fixado na cabeça dos estudantes. E não se esqueça de avaliá-los, depois!

Seja flexível

Mesmo seguindo todas as nossas dicas, lembre-se que nem sempre as o plano de aula vai sair como o planejado. Há ocasiões nas quais você terá alunos com mais dificuldades de aprendizagem do que os outros, que entendem por métodos diferentes ou são PCDs (pessoas com deficiências). Por isso que o plano é feito para cada encontro, para que você, enquanto professor, possa não apenas ensinar, mas aprender com os processos de seus estudantes.

 

Gostou das nossas dicas? Deixa nos comentários se você já precisou elaborar um plano de aula e como foi!

 

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Dia do Programador: a participação das mulheres na tecnologia

Um levantamento realizado pela Unesco, em fevereiro deste ano, mostrou que as mulheres ainda são minoria nas graduações relacionadas à ciência e tecnologia e representam apenas 17% do total de programadores
Por: 11/09/2018 - 11:05 - Atualizado em: 13/09/2018 - 09:06
A presença das mulheres em alguns cargos ou áreas ocupados, majoritariamente, por homens vem crescendo timidamente
Foto: Pixabay

* Por Elaine Guimarães

Em um levantamento realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em fevereiro deste ano, mostrou que as mulheres ainda são minoria nas graduações relacionadas à ciência e tecnologia e representam apenas 17% do total de programadores. O fato é controverso quando se faz um levantamento histórico da participação feminina no campo da computação.

Entre as décadas de 1970 e 1980 houve crescimento do sexo feminino tanto entre profissionais da tecnologia, quanto em cursos de ensino superior. Nomes como Ada Lovelace ou Ada Byron, a freira italian Mary Kenneth Keller, Grace Hopper e Hedy Lamarr foram responsáveis pelo desenvolvimento de programas, linguagem e  processamento de dados. No entanto, o cenário foi modificado em meados dos anos 1980, no qual o mercado e a academia começaram a ser dominados por homens. Para entender esta mudança de cenário e traçar um panorama atual, foram ouvidas mulheres que atuam no nicho da tecnologia.

 

“A diversificação é necessária para que as pessoas saiam mais da mesma linha de pensamento”

Formada em Sistema de Informação, a programadora Talita Oliveira presenciou, durante a graduação, a turma diminuindo com passar dos semestres. "As meninas iniciavam o curso por vontade própria e saiam porque não gostavam ou não era aquilo que queriam, provavelmente por não conseguirem acompanhar o ritmo. Teve pouquíssimas mulheres na minha turma e com o passar do tempo foi diminuindo", explica.

A desenvolvedora de sites e sistemas afirma não ter presenciado ou sofrido caso de machismo durante a formação acadêmica. No entanto, Talita pontua que muitas empresas possuem uma postura machista e contratam mulheres para 'bater meta' do gênero em alguns setores da corporação. "Muitos lugares não sabem mantê-las [as mulheres] na empresa. Seja pelo ambiente de trabalho não muito receptivo, com piadinhas, machismo, falta de incentivo para crescimento, falta de reconhecimento (seja em salário ou reconhecimento de algo que ela fez mesmo, capacidade técnica)", ressalta.

Para ela, sanar a baixa participação feminina na tecnologia depende de diferentes vieses. "A diversificação é necessária para que as pessoas saiam mais da mesma linha de pensamento, que haja discussões a respeito de ideias diferentes, para que no desenvolvimento de alguma solução, seja possível abranger diversos cenários. Incentivo para crescimento, que permita a elas [mulheres] e outras pessoas a se manterem atualizadas com as novas tecnologias, treinamentos, novos desafios dentro da empresa, mas que possa condizer com as expectativas dela (no caso, inserir em novos projetos com novas tecnologias, novas abordagens), que permitam o crescimento profissional", exemplifica.

Além disso, Talita Oliveira salienta que a valorização das profissionais deve ir além da questão salarial. "Ambiente seguro e livre de assédio e que esteja disposto a ouvi-la quando ela precisar, e que atitudes sejam tomadas caso necessário e não a ignore", frisa.

Falta de Estímulo e Perspectiva de Mudança

Lecionando há cinco anos no curso de Sistemas da Informação no Ser Educacional, Marcela Oliveira, mestre em Engenharia de Software e doutoranda em Ciências da Computação, faz uma retrospectiva histórica e aponta resquício de uma sociedade patriarcalista. "Desde 1980, o interesse de mulheres por cursos da área da computação vem decaindo a cada ano. Uma das razões apontadas dessa queda é o receio da mulher de não dar conta de conciliar a maternidade e a profissão, além do preconceito, ao ver um ambiente de trabalho formado em sua maioria por homens, que pode se tornar um tanto quanto intimidador. Claro, de maneira implícita. Esse fato pode ser justificado, ainda na infância, quando meninos eram estimulados a desenvolverem seu raciocínio lógico e matemático com Legos e demais jogos educativos, enquanto as garotas eram encorajadas a florescerem suas habilidades maternas, sendo rodeadas por bonecas e jogos de panelinhas desde muito cedo", pontua.

No entanto, a educadora pondera e observa que diante do empoderamento feminino, há sinais de mudança de cenário no tocante ao meio acadêmico. Atualmente a academia tem sido receptiva com as mulheres. Empoderar a mulher em ambientes de TI é essencial para quebrar a resistência de uma ideia ultrapassada e ilógica de que restringi-las às áreas de comunicação, educação ou saúde, como único tipo de ocupação para elas. É importante frisar que o empoderamento feminino é a consciência coletiva, expressada por ações para fortalecer as mulheres e desenvolver a equidade de gênero", ressalta.

Ela também salienta que as empresas possuem um papel importante para a participação feminina em áreas como ciência e tecnologia. "[As empresas] Podem oferecer facilidades que ajudam a mulher a se manter no mundo de TI, como flexibilidade de horário, mais tempo de licença maternidade, mas principalmente, programas de recursos humanos que incentivam e apoiam o desenvolvimento de carreira técnica para mulheres. Afinal a mulher do século XXI é aquela que aprendeu a fazer uso do “jogo de cintura” feminino ao lidar com o cliente, e ao mesmo tempo, possui alta capacitação técnica e facilidade de adaptação, que prova que a mulher é uma colaboradora essencial no processo de desenvolvimento de um novo software ou até mesmo de um novo hardware", conclui.

Se interessou pelo assunto? Faça o nosso vestibular!

 

 

 

 

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Você já ouviu falar em 'Sistema SAP'?

Ferramenta tem objetivo principal em transformar sistemas caseiro em uma gestão empresarial qualificada, saiba como funciona!
Rebeca Ângelis Por: 11/09/2018 - 09:52 - Atualizado em: 11/09/2018 - 09:55
Você já ouviu falar em Sistema SAP?
Você já ouviu falar em Sistema SAP?

Você já ouviu falar em 'Sistema SAP'? Antes que você associe o significado àquela tecla conhecida do controle remoto (Segundo Programa de Áudio)- com função da audição do som original na TV- a gente te explica que o sistema exerce função diferente. Apesar das siglas serem exatamente iguais, o SAP do sistema é uma abreviação em alemão que significa ‘Systeme, Anwendungen und Produkte in der Datenverarbeitung’, que em português se traduz em ‘Sistemas, Aplicativos e Produtos para Processamento de Dados’. Entenda!

O que é SAP?

O SAP consiste em um software de Gestão Empresarial (ERP Enterprise Resources Planning), criado por uma empresa alemã que tem o mesmo nome SAP AG (SAP associação anônima). Trata-se de um software que fornece soluções customizadas para diferentes tipos de indústria e também módulos básicos. Em geral, seu principal intuito é de transformar sistemas caseiros em um Sistema Integrado de Gestão Empresarial.

Como funciona?

O software é composto pelas camadas de front-end, application e database. A camada front end exibe as informações para o usuário em telas. Já a application, é o local onde as operações são processadas — ou seja, é responsável por transferir os dados de front-end. Por fim, a camada database processa os dados e, através da camada application, os armazena.

Dentro desse sistema, existe uma linguagem usual de programação: o ABAP (Advanced Business Application Programming). Desenvolvida pela própria SAP, a linguagem é responsável por controlar a lógica do fluxo de telas e responder aos eventos (como quando o usuário clica em uma tela).

Mas afinal, para que serve o 'Sistema SAP'?

Considerada uma ferramenta customizada, o SAP visa auxiliar na organização como um todo. Isto é, por meio de módulos, o sistema propõe  dividindo-se em módulos cada departamento correspondente, como por exemplo o de vendas, gerenciamento de estoques (verificando se um produto está disponível, etc).

Cada módulo, portanto, é responsável por muitos processos de negócio que são baseados nas práticas de cada empresa. Os métodos de trabalho do sistema são conhecidos por disponibilizar conforto e eficiência, pois relacionam várias áreas da organização em uma só ferramenta.

Vantagens:

  • Se desprender de processos manuais;

  • Eficiência, por meio do fluxo da informação e a qualidade da mesma dentro da organização;

  • Otimização do processo de tomada de decisão;

  • Eliminar a redundância de atividades;

  • Rápida resposta ao mercado;

  • Reduzir as incertezas do Lead Time;

  • Incorporação de melhores práticas (codificadas no ERP) aos processos internos da empresa;

  • Redução do tempo dos processos gerenciais;

  • Redução de estoque;

  • Redução da carga de trabalho, pois atividades repetitivas podem e devem ser automatizadas;

  • Melhor controle das operações da empresa;

Ficou interessado em saber mais sobre este assunto? Conheça também o curso de Empreendedorismo Digital da UNG/Univeritas!

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Saiba como o profissional de Recursos Humanos é importante para o employer branding

Especialista é responsável por ajudar a manter a boa imagem da empresa
Por: 06/09/2018 - 12:00 - Atualizado em: 10/09/2018 - 09:37
É papel do especialista em RH filtrar os aspirantes às vagas, de forma a diminuir a rotatividade da organização. Foto: Freepik
É papel do especialista em RH filtrar os aspirantes às vagas, de forma a diminuir a rotatividade da organização. Foto: Freepik

Por: Katarina Bandeira e Rebeca Ângelis

 

Uma das coisas que torna uma organização reconhecida é a vontade que as pessoas demonstram de trabalhar nela. A reputação de uma empresa é essencial para o seu crescimento e seu reconhecimento dentro do mercado de trabalho. Ter excelentes profissionais em suas áreas de atuação é, por exemplo, um dos fatores que levam a essa gratulação.

Nesse aspecto o trabalho de um profissional de Recursos Humanos é importantíssimo, já que é dele o papel de recrutar funcionários através de processos que incluem mapeamento comportamental, seleção de competências e, um dos termos mais populares atualmente, o employer branding.

Mas afinal, o que é employer branding?

Antes de esclarecer, é preciso entender que todos os funcionários criam opiniões sobre a empresa e sobre a experiência de trabalhar nela. Essa conclusão, por sua vez, é passada a outros  profissionais e talentos do mercado, o que pode despertar (ou não) o desejo de trabalhar em uma companhia.

Dessa forma, o employer branding surge no intuito de gerar uma consciência positiva em prol da reputação da marca empregadora. É um conceito que reúne práticas e técnicas para influenciar no olhar sobre a empresa através de detalhes como: práticas de RH, ambiente organizacional, cultura da empresa, possibilidade de desenvolvimento, crescimento dentro da organização, entre outros aspectos.

Quando a uma empresa investe no próprio colaborador — melhorando a experiência de trabalho dele —, também melhora a sua reputação como marca empregadora. É assim que as técnicas de  employer branding atraem pessoas mais qualificadas e capacitadas, com valores semelhantes aos da sua empresa e mais conectadas aos seus objetivos estratégicos.

O papel do profissional de RH

Apesar do employer branding ser um conjunto de estratégias é do profissional de Recursos Humanos a principal missão relacionada à prática: atrair e identificar os melhores talentos para compor o time. E são vários os fatores que podem tornar uma companhia atrativa. Boa remuneração, plano de carreira, ambiente de trabalho saudável e estimulante e flexibilidade de horário, são alguns dos exemplos que chamam atenção dos candidatos. É papel do especialista em RH filtrar os aspirantes às vagas, de forma a diminuir a rotatividade da organização.

Um funcionário que vira cliente

Com os contratados, a estratégia se baseia na inversão de papéis. A dinâmica é usada na valorização desse colaborador e na oferta de boas experiências agregadas ao seu ambiente de trabalho. Ações como promover um ambiente convidativo, ter um bom clima organizacional, bem como benefícios que vão além de salário (vale transporte e vale refeição) são algumas das iniciativas que trazem bons resultados para esse engajamento da boa imagem empresarial (interna e externamente).

Benefícios diversificados

Ainda tomando como pressuposto que o funcionário precisa ser tratado como um cliente, é importante que sua experiência positiva na empresa lhe forneça bons benefícios, agregando a vontade daquele colaborador de permanecer ali. Oferecer “apenas” salários adequados, vale transporte e alimentação não basta. Praticar employer branding é também proporcionar um bom ambiente de trabalho e benefícios que vão além da remuneração. Essa é uma das primordiais estratégias para reter os melhores talentos na equipe e fortalecer o poder da empresa no mercado.


 

Ficou interessado em saber mais estratégias para empresas? Conheça nosso curso de Gestão de Recursos Humanos!

 

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Confira 5 dicas para se proteger de golpes na internet

Especialista dá dicas para se proteger contra ciladas online
Por: Katarina Bandeira 04/09/2018 - 11:26
Engenheiro da computação e pesquisador Marco Cabral explica o que fazer para evitar os golpes mais comuns. Foto: Freepik
Engenheiro da computação e pesquisador Marco Cabral explica o que fazer para evitar os golpes mais comuns. Foto: Freepik

Desde que a internet passou a fazer parte da rotina dos brasileiros, atividades que antes exigiam horas em longas filas, como pagar contas e até mesmo ir ao supermercado, passaram a serem realizados em ambiente virtual. Atualmente, quase tudo se resolve sem precisar sair de casa, seja via computador remoto ou aplicativos instalados no aparelho celular. Porém, apesar da rede mundial de computadores ter trazido melhorias para o dia-a-dia, ela também trouxe uma gama de golpes incontáveis, envolvendo roubo de dados pessoais ou bancários.

O engenheiro da computação e pesquisador Marco Cabral explica que para evitar os golpes mais comuns é preciso ficar atento e tomar medidas simples. Confira as dicas que ele separou para você se prevenir de possíveis ardis feitos online:

1. Evite acessar contas pessoais de máquinas públicas

A primeira dica vem desde os tempos em que as lan houses começaram a se popularizar, nos anos 2000 e alerta para a utilização de dados pessoais em computadores compartilhados. “É aconselhável que a pessoa evite acessar contas pessoais em máquinas públicas, como e-mail, redes sociais, internet banking. Pode haver keyloggers, que é um software que copia tudo o que foi digitado no computador, fazendo com que quem instalou o software tenha acesso aos seus dados”, alerta, Marco Cabral. Porém, se for inevitável ele aconselha lembrar de desconectar todas as contas ao término da utilização do computador.

2. Desista de colocar aniversário como senha

A tentação é grande. Sempre que uma conta nova pede a criação de uma senha a primeira coisa que pensamos é no nosso aniversário ou de parentes próximos. Outra que geralmente é usada é a sequência de números “123”. Em 2016 a Keeper Security, uma empresa de segurança digital, analisou cerca de 10 milhões de senhas que vieram à tona por conta de violações de dados e observou que uma das 25 mais utilizadas era "123456".

“Para dificultar a ação de criminosos a pessoa deve criar senhas longas, com pelo menos 15 caracteres, misturando letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais como !@#$%. Dar preferência por frases também torna mais fácil decorar a senha e mais difícil a quebra da palavra-chave por força bruta”, aconselha Marco.

3. Tenha um sistema de verificação em duas etapas

Para evitar o roubo de informações pessoais em e-mails, alguns provedores oferecem uma verificação em duas etapas. “Há empresas que fornecem aplicativos geradores de código para serem utilizados no acesso às contas do usuário. Após colocar uma senha de acesso, numa segunda confirmação, ele fornece o código gerado pelo aplicativo, no caso o authenticator (como é chamado o software de token)”, explica o engenheiro.

4. Utilize um cartão virtual

O mercado virtual é um dos que mais tem crescido nos últimos anos. Infelizmente, a necessidade de digitar dados como número do cartão e códigos de segurança faz com que muitos usuários acabem inserindo-os em páginas falsas e, assim, tenham seus cartões clonados. “Sempre que fizer compras online, dê preferência ao cartão virtual. Ele permite cancelar ou bloquear o cartão caso seja clonado e a gera um novo sem a necessidade de se esperar o recebimento de um cartão físico”, conta Marco.

5. Coloque senhas diferentes nos seus aplicativos

Repetir a senha em diferentes plataformas é um hábito de muitas pessoas, principalmente pela facilidade em lembrar delas quando necessário. Porém, o especialista não aconselha a prática. “O ideal é ter uma senha para cada serviço, de forma que, caso haja algum incidente de vazamento de credenciais, a pessoa não precise alterar a senha de todas as contas pessoais. Pode-se usar um programa para gerenciá-las e só será necessário decorar uma palavra-chave”, conta.

Ele também reforça que, no caso dos aparelhos celulares, o cuidado pode ser redobrado. “Em relação aos smartphones é interessante utilizar senha para acessar os aplicativos, ao menos os mensageiros instantâneos como o Whatsapp e Telegram, e os gerenciadores de e-mail”, finaliza.


 

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Nutrição e veganismo

Profissionais da nutrição têm papel fundamental para saúde e bem-estar dos veganos
Assessoria de Comunicação Por: Ruda Braga 31/08/2018 - 10:00 - Atualizado em: 31/08/2018 - 10:17
A preocupação com a qualidade de vida é uma realidade entre os brasileiros. A expressão está em alta no século XXI e vem sendo o mantra daqueles que buscam o bem-estar por meio de hábitos mais saudáveis. A prática de exercícios físicos em academias de musculação, artes marciais e boxes de Crossfit estão cada vez mais populares. Além disso, as pessoas também buscam se desligar do trabalho nos finais de semana, priorizando momentos de lazer com a família e amigos. No meio desse processo, existem aqueles que preferem não comer determinados alimentos e levam uma dieta com restrições alimentares por opção, como veganos e vegetarianos. Independente do grupo, o cuidado com a alimentação vem sendo peça fundamental para quem deseja alcançar metas, sejam elas estéticas ou ideológicas e dentro deste contexto está o trabalho do nutricionista
 
A exclusão de carne e alimentos de origem animal é uma prática do veganismo, uma dieta que está cada vez mais virando tendência entre as pessoas no mundo. No entanto, é importante não confundir gregos e troianos, pois veganos e vegetarianos são duas coisas distintas. Os vegetarianos não se alimentam de carne, mas consomem produtos advindos de animais, como ovo e laticínios.  Além da busca por uma vida mais saudável, os adeptos ao veganismo também optaram por não comprar bolsas, roupas e outros produtos de origem animal. Alguns famosos, como Miley Cyrus, Isabelle Drummond, Anne Hathaway e Stevie Wonder são declaradamente veganos. 
 
Veganos crescem de número no país
 
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), em 2012, revelou que 8% da população brasileira se declarou vegetariana ou vegana, ou seja, mais de 15 milhões de pessoas. A pesquisa reflete no mercado, com o crescimento de produtos destinados ao segmento. Nos dias atuais, é muito comum ver espaços dedicados ao comercio desses alimentos, além do aumento de restaurantes e lojas específicas. 
 
A estudante de Gastronomia, Evelyn Santos, adotou a prática depois de conhecer mais sobre a indústria de alimentos. "Eu tenho dois bichos de estimação e gosto muito de animais no geral, por conta disso, passei a questionar a indústria da carne e comecei a me informar. Depois que descobri como o comercio alimentício explora os animais, passei a ser mais crítica com o que consumo. Como eu posso cuidar dos meus e contribuir para a morte de outros? Para mim não faz sentido", explica. 
 
Depois de adotar o veganismo por um tempo, a estudante decidiu ir em um nutricionista. "Decidi buscar a ajuda do profissional para saber se estava fazendo tudo certo e de fato a nutri mexeu em pouca coisa da minha dieta", afirmou Evelyn. Ainda segundo ela, os benefícios da dieta foram sentidos quase que imediatamente." A mudança no nosso corpo é quase instantânea. Eu me sinto mais disposta, mais leve e com a pele melhor. O meu marido também adotou a dieta e se sente muito bem, ele corre maratona e faz várias atividades físicas", completa.   
 
Todavia, é importante estar atento na hora de cortar alimentos que podem ser fundamentais para o corpo e, para isso, o acompanhamento de um nutricionista é imprescindível. "A dieta vegana necessita de uma atenção especial", afirma o profissional da área, especializado em Nutrição Esportiva, Roberto Filho. 
 
Segundo ele, alguns nutrientes devem estar obrigatoriamente no cardápio dos veganos. "O ferro, a vitamina B12 e algumas proteínas são nutrientes importantes que são limitados nesse tipo de dieta. O profissional de nutrição deve oferecer opções de alimentos e suplementação para esses pacientes", frisa. 
 
 
Além do Veganismo: a importância do nutricionista na qualidade de vida
 
O profissional da nutrição estuda os alimentos e entende de suas características e funcionalidades orgânicas, ele elabora cardápios e auxilia no seu consumo, além de criar receitas que respeitam a fisiologia e necessidade dos pacientes. Os nutricionistas estão presentes nas cozinhas de vários restaurantes, hospitais e empresas do ramo alimentício. Eles também ajudam atletas profissionais e amadores a baterem o peso necessário para competir, auxiliam na alimentação de pessoas doentes e dos idosos. Porém, engana-se quem pensa que os nutricionistas são responsáveis apenas na perda de peso ou controle de taxas. A alimentação saudável é fundamental para a prevenção de doenças e, por isso, o acompanhamento de um nutricionista desde a juventude é muito importante para qualquer pessoa. Apesar disso, muitas pessoas buscam conhecimentos em outras fontes.
Segundo Roberto Filho, o principal desafio do profissional de nutrição é fazer a triagem das informações para repassar para aos pacientes. "Hoje em dia o acesso a informação é muito alto, as pessoas recebem uma verdadeira chuva de conteúdo de todas as partes, nosso trabalho é organizar essas informações e repassar de uma maneira prática e eficaz para todos", afirmou.
 
Busca pela internet
 
Uma pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que 40% dos entrevistados buscam informações sobre alimentação na internet, 24% usam a televisão como fonte e apenas 18% procuram médicos e nutricionistas. O dado revela que os usuários estão buscando conhecimento sozinhos e que os influenciadores digitais ganharam bastante espaço no mercado em geral. 
 
Hoje em dia é muito comum procurar nutricionistas pela internet, por meio das redes sociais. No entanto, os usuários devem ter cuidado onde buscam as informações na internet e pesquisar sobre o perfil que passa informações nas redes sociais. Saber se influenciador é formado e se de fato ele tem autoridade para passar informações. 
  
 
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