Clicky

Selecione a cidade
4020-9734

Notícias


10 coisas que provam que agora você já é muito adulto

Pagar boletos, ter documentos no seu nome e ser chamado de tio ou tia por alguém mais novo. Se isso começou a acontecer na sua vida, provavelmente você já é um adulto
Por: Katarina Bandeira 15/01/2018 - 12:55 - Atualizado em: 15/01/2018 - 16:32
Novas responsabilidades provam que a idade uma hora chega para todos. Foto: Freepik
Novas responsabilidades provam que a idade uma hora chega para todos. Foto: Freepik

Você provavelmente deve se lembrar de quando corria com os amigos pelo pátio do colégio, ou quando não perder seu filme favorito na TV e escolher entre biscoitos e bolachas eram as suas maiores (e mais difíceis) preocupações. Um belo dia, como que despertando de um sonho, tudo isso mudou. Chegam os gastos com as xerox da faculdade, algumas correspondências em seu nome (que você logo percebeu que eram boletos e que não iam ser pagos sozinhos) e até mesmo escolher o que comer virou uma difícil tarefa. Mas quando você percebeu que tinha se transformado em um adulto? E, afinal, o que é um adulto?  Simone de Beauvoir diria que é “uma criança inchada pela idade”, mas nós separamos uma lista de coisas que se você já começou a fazer é porque provavelmente está bem crescido.

 

Pagar os próprios boletos

A magia de receber a primeira correspondência em seu nome é um momento esperado por muitos jovens. O que poucos deles sabem é que depois que você recebe o primeiro boleto, dificilmente eles vão parar de chegar e você vai começar a desejar nunca ter recebido nenhum. Pagar a conta de água, luz, internet, streaming, mensalidade da faculdade são apenas algumas das obrigações que aparecem na vida adulta. E com grandes boletos, vêm grandes responsabilidades.

Levar a mãe ou pai ao médico

Eles cuidaram de você durante toda a vida e agora chegou a sua vez de retribuir. Além de marcar seus próprios médicos e explicar sozinho o que você está sentindo, chegou a hora de levar seus pais para consultas. E nem sempre é uma tarefa fácil, já que muitas vezes eles acham que aquela tosse de duas semanas não é nada (enquanto você não podia espirrar que era internado). Mas você sabe que é necessário e não vai deixar de segurar na mão deles na hora de falar com um especialista.

Resolver problemas no banco

Para alguns, a maior prova de ter atingido o máximo da vida adulta é: resolver problemas no banco. Você chega à agência, geralmente lotada, pega um ficha (e confere que tem pelo menos 50 pessoas na sua frente) e enfrenta filas intermináveis, formulários e dificuldade de acessar a internet enquanto espera. Às vezes, a quantidade de moedas no seu bolso também causam um pequeno alvoroço na porta giratória. Pelo menos dá para fazer amizade com alguns idosos e, cinco hora depois, sair com a sensação de dever cumprido.

Ter vários documentos no seu nome

Nada mais adulto do que ter vários documentos com seu nome neles. Contrato de aluguel, da faculdade, nota fiscal, certidões em geral. Você não precisa mais de um responsável para assinar as coisas por você. Parece que o jogo virou, não é mesmo? Agora, você é o responsável.

Pagar o primeiro aluguel

O sonho de alguns e o primeiro pesadelo de outros. Pagar o primeiro aluguel significa duas coisas: que você saiu da casa dos seus pais e que agora você vai entender tudo o que eles reclamavam a respeito das contas. Nem precisa ter uma máquina de lavar, uma geladeira top de linha, ou um super sofá, seja sozinho ou dividindo com amigos, pagar o primeiro aluguel é o primeiro passo de uma jornada de independência e muitas histórias.

Ser chamado de tio ou tia por um adolescente

Esse dia chegou e você realmente não estava preparado. Em um primeiro momento, nem parecia que o jovem estava realmente se dirigindo a você, afinal, será mesmo que você tem cara de ser tio ou tia de alguém daquele tamanho? Mas a verdade é que não dá mais para negar, seja pela barba, pela camiseta de banda que ninguém conhece ou pelo seu ar mais sério, finalmente chegou a sua hora de ter sobrinhos (às vezes até mais altos e mais corpulentos), que não fazem realmente parte da sua família.

Começar a se irritar com o barulho/energia de pessoas mais jovens

Não dá para saber quando esse incômodo começou, mas você não aceita mais o barulho feito por pessoas mais jovens da mesma forma. Pegar o ônibus após o trabalho, estágio ou faculdade, sentar calmamente no coletivo, quase tirando o merecido cochilo do fim do dia, só para ser acordado por adolescentes cheios de energia, falando alto, rindo mais alto ainda, cantando e quase caindo uns em cima dos outros e achar tudo isso um absurdo, é a verdadeira prova que você não é mais o mesmo.

Congelar comida para durar a semana toda

Se você já mora sozinho é bem capaz de ter descoberto, da pior forma, que se não cozinhar, provavelmente não come. Mas preparar uma refeição balanceada, todos os dias, não é uma tarefa fácil. Envolve ingredientes, tempo e disposição, que nem sempre chegam em casa com você ao final do dia. Se alimentar fora também não é uma escolha possível, pois envolve pagar por uma refeição que custa muitas vezes o dobro do que você gastaria se levasse a sua própria. Por isso, cozinhar o almoço da semana toda não é uma decisão tão ruim. Você economiza tempo, dinheiro e ainda pode assistir a vários tutoriais para preparar marmitas gostosas e diversificadas.

Conversar sobre o preço das coisas na feira

Começar a fazer feira é também o primeiro passo para fazer amizades no supermercado. Isso porque o preço dos alimentos tende a variar de um estabelecimento para outro e até semanalmente. Ao começar a frequentar os centros de compra você com certeza vai se pegar discutindo com a moça do caixa e dizendo frases como: “mas semana passada estava metade do preço!”, além de receber a aprovação de muitas pessoas na fila de pagar as compras. Tudo bem, ninguém vai te julgar por causa disso.

Querer de volta todos os potes de comida

Achou que só a sua mãe dava por falta dos potes de comida? Achou errado! Quase um bitcoin de tão valioso, os potes plásticos com tampa, são indispensáveis no mundo adulto e emprestá-los é quase uma prova de amor. Com diversos tamanhos, cores e formatos, eles fazem parte do cotidiano de um adulto e perdê-los é bastante doloroso, afinal onde você guardará as comidas que aprendeu a congelar? Se você pegou algum lembre-se de devolver todos lavados e o mais rápido possível. Ninguém gosta de perder um vasilhame.

 

Gostou da nossa lista? Conta para a gente nos comentários o que aconteceu para você perceber que tinha finalmente ficado muito adulto.

 

Comentários

Notícias


Personagens de série e suas profissões

Conheça o trabalho de alguns personagens de séries famosas
Por: Katarina Bandeira 12/01/2018 - 10:53

Nos dias atuais é difícil encontrar alguém que não seja fã de séries de TV. Seja comédia, mistério, bastidores da política, a verdade é que acabamos nos identificando com dramas e alegrias dos nossos programas favoritos. Mas além de retratar situações cotidianas, os autores também se esforçam para detalhar a vida de cada protagonista e coadjuvante, com detalhes sobre seus passados, família e trabalho. Mas, você sabe quais são as profissões dos personagens das suas séries favoritas? Nós separamos algumas séries em que trabalhar faz parte do cotidiano. Confira!

 

Friends

Uma das séries de televisão mais assistida dos últimos tempos, Friends, mostrava o dia a dia de seis amigos vivendo em Nova York. Mas apesar da maioria das cenas acontecerem entre os apartamentos dos personagens, o enredo também fazia questão de destacar suas profissões. Ross Geller é paleontólogo; Monica Geller (irmã do Ross) é chef de cozinha, profissão que pode ser exercida por graduandos em Gastronomia; Phoebe Buffey trabalha como massoterapeuta, que é também um curso técnico na área de beleza e estética; Rachel Green, que começa a série como uma garota mimada se torna consultora de moda; Joey Tribbiani, ator; e por fim, Chandler, o único a passar por duas áreas distintas ao trabalhar com processamento de dados (que hoje é equivalente à Análise e Desenvolvimento de Sistemas) e, ao fim da 9ª temporada, Publicidade.

Scandal

Criada pela aclamada produtora Shonda Rhimes, a série tem como plano de fundo a Olivia Pope & Associates, uma empresa de gerenciamento de crises, criada pela personagem Olivia Pope. A protagonista é uma ex-funcionária da Casa Branca inspirada na ex-assessora de imprensa do governo de George H. W. Bush, Judy Smith. O trabalho dela consiste em ajudar políticos a saírem de escândalos e situações que possam ter risco a suas carreiras. Apesar de Olivia ser uma ex-advogada, o trabalho de assessoria de imprensa é, geralmente, uma atividade exercida por pessoas formadas em Jornalismo ou Relações Públicas.

Gilmore Girls

Lorelai Gilmore, uma das personagens principais da série é uma mulher independente. Além de criar a filha Rory sozinha, após engravidar na adolescência, ela também trabalha como gerente de um hotel, no início da primeira temporada. Ao longo dos episódios, vemos sutilmente a personagem frequentando aulas em uma universidade para se formar em administração. O curso é o que a faz sentir preparada para abrir o próprio negócio, junto com sua amiga Sookie, a pousada DragonFly Inn.

Parks and Recreation

Ben Wyatt não é o personagem principal da série, mas é bastante amado pelos fãs de Parks and Recreation. Ele é um auditor imobiliário, função que pode ser exercida por formandos de Ciências Contábeis, que tem uma atuação crucial na contabilidade do departamento para tratar dos fundos do município. A série é exibida em formato de documentário e traz Leslie Knope , uma burocrata do Departamento de Parques, que deveria ajudar uma enfermeira a transformar uma construção abandonada em um parque comunitário, mas encontra diversas dificuldades, como imobiliários corruptos, um complicado processo burocrático e até mesmo os vizinhos do local.

Sessão de terapia

Theo Cecatto é um psicoterapeuta de meia-idade, que atende todos os dias um paciente diferente. A série mostra a relação de Theo com seus pacientes e como isso afeta também sua percepção pessoal. Ele também se consulta com Dora Aguiar, psicóloga e orientadora sênior, e mostra seu lado como paciente, discutindo o que realmente pensa sobre as consultas que realiza. Dirigida por Selton Mello, tenta mostrar bem a necessidade da terapia para o autoconhecimento e como ela é importante para o desenvolvimento do ser humano.


 

Quer buscar profissões iguais aos seus personagens favoritos? Inscreva-se no nosso vestibular!

 

Comentários

Notícias


Curriculum vitae: o que é e como fazer o seu

Veja como fazer o seu currículo e se destacar nos processos de seleção
Por: Henrique Nascimento 11/01/2018 - 13:56 - Atualizado em: 12/01/2018 - 09:05
Curriculum vitae: o que é e como fazer o seu/Freepik
Um curriculum vitae precisa ser objetivo para otimizar o tempo de análise do recrutador
A primeira impressão que vai definir o interesse do recrutador no candidato costuma ser determinada através do curriculum vitae. Dependendo de como for desenvolvido, ele pode ser a porta de entrada em um processo seletivo de emprego ou o motivo para uma porta ser fechada. Para que várias caminhos sejam abertos existem algumas coisas que devem e outras que não devem ser feitas no seu currículo. Fique atento as dicas que daremos a seguir e esteja preparado para buscar aquela vaga que tanto almeja. 

Seu currículo precisa conter sua trajetória de vida

O termo curriculum vitae, traduzido como currículo no português brasileiro, vem do latim e significa trajetória de vida. Portanto, assim como em seu sentido inicial, o currículo que você irá preparar para concorrer a vagas de emprego deve apresentar ao recrutador sua trajetória profissional. Esse é objetivo de todo ou qualquer currículo, mostrar para quem irá recebê-lo quem é você e o que já fez na vida.

Nem oito nem oitenta

No entanto, apesar do termo trajetória de vida se referir a algo extenso, é de extrema importância que você construa um currículo objetivo. O recrutador precisa ter as informações essenciais sobre você em um curto período de leitura. Caso ele tenha interesse em saber detalhes a respeito da sua formação ou aspectos da sua personalidade, ele marcará uma entrevista.

Na dúvida, faça o feijão com arroz

Durante a elaboração do curriculum vitae é comum não saber que modelo seguir. Currículos inovadores demais nem sempre significam um resultado positivo. Você precisa pensar no seu perfil, no perfil da empresa que deseja ingressar e no tempo do recrutador para escolher o modelo de currículo adequado. Priorize sempre os que forem de simples compreensão e que tenham a seriedade ou descontração do cargo ou empresa que irá recebê-lo.

Currículos diferentes para vagas distintas

Outro ponto importante é entender que para diferentes vagas são necessários diferentes currículos. Principalmente se você possui experiência e qualificações em diferentes áreas. Por exemplo, por um período da vida você trabalhou com vendas, mas agora está formado em Enfermagem e quer tentar uma vaga na área de saúde. No seu currículo não precisa constar sua experiência como vendedor, uma vez que é irrelevante para o recrutador que deseja um enfermeiro.

O que um curriculum vitae deve ter?

Existem algumas informações que são obrigatórias e outras que só devem ser colocadas caso o processo de seleção peça. Por ordem consecutiva, seu currículo deve conter seus dados pessoais, telefone e outras formas de contato, o seu objetivo, formação e experiências. Caso haja, também é importante citar as formações complementares, prêmios ou experiência adicionais que estejam atreladas a sua área. Lembrando sempre de ter bom senso.

Algumas coisas para NÃO fazer

Tem coisas na vida que não precisam ser compartilhadas no currículo. Nós já falamos aqui de dicas do que não fazer no currículo. Entre os erros mais comuns estão: colocar número de documentos como RG, CPF e reservista; indicar qual o seu estado civil ou quantidade de filhos; enviar o currículo com erros gramaticais. Esses são motivos cruciais de eliminação.
 
Não esqueça de tomar cuidado com a forma de disponibilização do currículo. Caso for imprimir, priorize a folha A4, fonte Arial ou Times New Roman em tamanho 12 com espaçamento entre linhas de 1,5. Para entrega por e-mail siga as instruções anteriores, certificando-se que o documento encontra-se na posição vertical e em formato PDF. O arquivo PDF não pode ser alterado, garantindo a segurança do que está sendo enviado. Envie também uma carta de apresentação junto com o arquivo, que pode estar no próprio corpo do e-mail.

Portfólio pode?

Algumas profissões possibilitam que você produza materiais que podem ser apresentados posteriormente como um portfólio. Você não precisa enviar todas as fotos que fez na vida, caso seja um fotógrafo, mas enviar aquelas que acredita serem as melhores junto com o seu currículo é totalmente válido. Isso se aplica a outras profissões. Se for enviar por e-mail anexe ao enviar um link ou alguns arquivos que possam ser de interesse do recrutador. Atenção, são alguns arquivos e com o link funcionando.
 
Já sabe como vai fazer seu curriculum vitae agora? Tem alguma dúvida? Deixe nos comentários!

Comentários

Notícias


Confira 8 filmes que abordam a inclusão de pessoas com deficiências

Personagens ilustram histórias de amor, respeito e superação
Por: Katarina Bandeira 11/01/2018 - 11:46
Confira 8 filmes que abordam a inclusão de pessoas com deficiências/Freepik
Uma das magias do cinema é conseguir representar diferentes situações para diversos públicos. A representação na tela é importante para que as pessoas consigam enxergar suas realidades, e as de outras pessoas, por outro prisma que não necessariamente o pessoal. Tanto no cinema nacional quanto em produções internacionais podemos encontrar filmes que retratam dramas e conquistas de pessoas com deficiência (PCD). Essas obras ajudam a quebrar tabus sociais ao mostrar que não importa a dificuldade, a inclusão é necessária e fundamental. Para entender mais sobre o tema confira nossa lista de filmes que abordam temáticas de PCDs em suas narrativas:

Extraordinário

Baseado no livro homônimo, o filme conta a história de Auggie Pullman (Jacob Tremblay), um garoto que, aos 10 anos, irá frequentar a escola pela primeira vez. O motivo é que Auggie nasceu com uma deformação facial, consequência da síndrome de Treacher Collings, e durante os primeiros anos de sua infância precisou passar por 27 cirurgias plásticas, o que fez com que sua mãe (Julia Roberts) optasse pela educação em casa. O filme retrata o início da sua convivência com outras crianças, bullying e preconceito de forma leve, mas bastante impactante.
 

A teoria de tudo

Baseado na biografia de Stephen Hawking, importante astrofísico, famoso pelo seu trabalho sobre buracos negros, o filme mostra seus primeiros anos na universidade, as descobertas relacionadas ao seu trabalho e foca em seu primeiro casamento, época que descobriu possuir esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa que enfraquece os músculos do corpo.
 

Intocáveis

Após sofrer um grave acidente o aristocrata Philippe (François Cluzet) fica tetraplégico. Por conta de sua condição motora ele precisa contratar um assistente e a vaga acaba com  Driss (Omar Sy), um jovem sem experiência em cuidar de pessoas com necessidades especiais. Durante o desenrolar do enredo Dris aprende a função, de forma um tanto atrapalhada, e Philippe, por sua vez, se afeiçoa ao rapaz por não ser tratado por ele com pena.
 

Hoje eu quero voltar sozinho

O filme é baseado no curta Eu não quero voltar sozinho (e estrelado pelos mesmos atores), o longa conta a história de Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente com deficiência visual, que tenta levar uma vida comum, apesar de sua mãe superprotetora. Além de tocar em temas como inclusão escolar e social, a obra também aborda a sexualidade na adolescência e a luta pela independência apesar das dificuldades. 
 

 

Simples como amar (trailer em inglês)

Carla Tate (Juliette Lewis) é uma moça de 24 anos, que volta para a casa dos pais após passar anos em uma escola especial. O filme é uma comédia dramática que aborda as relações de superproteção familiar, a necessidade de independência e o romance entre pessoas com limitações intelectuais.
 
The other siter - Simple como amar - Trailler

Colegas

Essa comédia brasileira conta a história de Stallone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pook) e Márcio (Breno Viola), que viviam juntos em um instituto para pessoas com Síndrome de Down. Um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, eles resolvem fugir para realizar o sonho pessoal de cada um. Eles partem do interior de São Paulo rumo a Buenos Aires vivendo aventuras e se metendo em diversas confusões.

 

Uma lição de amor

Sam Dawson (Sean Penn) é um homem com deficiência mental que cria sua filha Lucy (Dakota Fanning) com a ajuda de seus amigos, todos PCDs. A questão do filme é que Sam tem a idade mental equivalente a uma criança de 7 anos e, por conta disso, uma assistente social acredita que ele não pode mais cuidar de Lucy e ela deve ser internada em um orfanato. A partir daí Sam contrata a advogada Rita Harrison (Michelle Pfeiffer) e tenta recuperar a guarda da criança.  
 

 

O filho eterno

Situada nos anos de 1980, o drama conta a história do casal Roberto (Marcos Veras) e Cláudia (Débora Falabella), que aguarda ansiosamente pela chegada de seu primeiro bebê. Porém, a expectativa dá lugar ao medo, negação e insatisfação, esses dois últimos retratados no comportamento paterno, ao descobrirem que o bebê, Fabrício, tem Síndrome de Down. A obra retrata 12 anos da vida da família, sempre contando eventos próximos aos jogos da Copa do Mundo.

 
Gostou da nossa lista? Conta para a gente se você lembra de mais algum filme que promove a inclusão de pessoas com deficiência! 

Comentários

Notícias


Janeiro Branco: entenda porque é importante cuidar da saúde mental

4,4% da população mundial vive com depressão, sendo o Brasil o país com os maiores índices da doença na América Latina
Por: Henrique Nascimento 11/01/2018 - 09:12 - Atualizado em: 11/01/2018 - 09:13
Janeiro Branco: entenda porque é importante cuidar da saúde mental/Freepik
No mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o percentual de afetados pela depressão é de 4,4%, o equivalente a 322 milhões de pessoas. Cerca de 11,5 milhões de brasileiros sofrem com depressão. Isso faz do Brasil o país com o maior índice da doença na América Latina e o segundo maior nas Américas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Apesar de números tão grandes, a atenção à saúde mental ainda não é uma prioridade em nossa sociedade.

Por que Janeiro Branco?

Como uma folha em branco, o mês de janeiro representa a oportunidade de um novo começo, de uma nova história que poderá ser escrita ao longo dos próximos meses. Foi com essa ideia que a campanha Janeiro Branco, idealizada por psicólogos, tomou forma. O objetivo é fazer do cuidado com a saúde mental uma meta e quebrar o tabu em relação à procura de consultas com psicólogos e psiquiatras.
JANEIRO BRANCO BANNER

Por que é necessário cuidar da saúde mental?

Antes de qualquer coisa, é preciso entender que a saúde mental influencia o bem-estar do indivíduo como um todo. A psicóloga Cléia Sales (CRP 02/17018) explica que “muitas pessoas, além de ter esse adoecimento mental que prejudica o comportamento, também têm os órgãos prejudicados”. Sendo assim, cuidar da saúde mental se torna fundamental para ter uma vida equilibrada em sua diversas necessidades e prevenir a manifestação de demais doenças. 

É preciso estar doente para ir ao psicólogo?

Existe um tabu em relação a procura por consulta com um psicólogo, uma vez que o senso comum mantém a seguinte ideia: quem busca cuidar da saúde mental são pessoas tidas como loucas. No entanto, essa é uma perspectiva ultrapassada de uma sociedade que procurava isolar em manicômios aqueles que os incomodavam.
 
Assim como cuidamos das diversas partes do corpo, é preciso dar atenção à saúde da mente. Inclusive, isso pode ser feito de forma preventiva ou buscando o desenvolvimento pessoal. Ou seja, caso você queira crescer profissionalmente, mas está tendo dificuldades no trabalho como timidez e problemas de adaptação, você pode procurar um psicólogo para lhe ajudar a desenvolver sua potencialidades. Essas questões não são de adoecimento, mas do nível emocional que podem ser trabalhadas nas sessões de terapia.

Quais sinais indicam que você precisa procurar uma psicóloga ou psicólogo?

Não há um padrão, os motivos para buscar um psicólogo podem ser vários: conflitos internos, estresse, depressão e a procura por desenvolvimento pessoal, são alguns deles. Em resumo, tudo que estiver te impedindo emocionalmente de viver de forma plena é um motivo para buscar ajuda psicológica.

Como saber se você precisa ir ao psiquiatra?

“É importante que não a pessoa, mas um bom psicólogo identifique se é necessário o só o atendimento psicológico com sessões terapêuticas, semanais ou quinzenais, ou se é necessário a medicação”, afirma Cléia Sales. A partir do momento em que o paciente precisar ser medicado, o psicólogo irá encaminhá-lo para o psiquiatra.

Como participar da campanha do Janeiro Branco?

No site da campanha são disponibilizados materiais como modelos de banners, bottons, cartazes e faixas para serem impressos e ajudar na divulgação. Caso você seja psicóloga ou psicólogo, no site há sugestões de ações que podem ser feitas, como palestras sobre saúde emocional. Além disso, são publicados no site tutoriais sobre a campanha e as formas de desenvolver ações. Também é possível demonstrar apoio à campanha através das redes sociais, aderindo ao tema do Janeiro Branco para o perfil do Facebook ou compartilhando informações a respeito da saúde mental.
 
Outra coisa fundamental é estar atento às pessoas próximas e estender os objetivos dessa campanha durante todo o ano. Cléia Sales endossa que, se você identificar que um amigo ou familiar está apresentando sinais que precisa ir ao psicólogo ou ao psiquiatra, é importante orientar e dar apoio a essa pessoa, ter esse cuidado. Cuidar da mente é cuidar da vida, pensando dessa forma você estará no caminho para alcançar o equilíbrio emocional.
 
O que você achou da iniciativa do Janeiro Branco? Vai participar de alguma forma? Compartilhe conosco nos comentários.

Comentários

Notícias


Contra espíritos e orixás

Intolerância religiosa cresce no país e ataca principalmente espíritas, umbandistas e candomblecistas
Por: Katarina Bandeira 10/01/2018 - 12:09 - Atualizado em: 15/01/2018 - 09:04
Intolerância Religiosa é uma violação dos Direitos Humanos considerada crime inafiançável e imprescritível. Foto: Shutterstock
Intolerância Religiosa é uma violação dos Direitos Humanos considerada crime inafiançável e imprescritível. Foto: Shutterstock

Olorum, Allah, Jeová, Deus. Mesmo com a grafia distinta, utilizadas por pessoas de diferentes religiões, todas as quatro palavras são designadas para nomear a mesma representação: um ser supremo, responsável pela criação do universo em que vivemos. Apesar da maioria das religiões monoteístas da atualidade cultuarem a mesma divindade, muitos religiosos não conseguem aceitar, ou conviver pacificamente, com pessoas que não seguem suas crenças e seus dogmas. O reflexo disso é o aumento expressivo de denúncias relacionadas à intolerância religiosa registradas pelo Disque 100, serviço de proteção aos Direitos Humanos da Presidência da República. O atendimento, que começou com um total de 15 queixas em 2011, registrou 759 ligações em 2016, denunciando manifestações de preconceito religioso, sendo a maioria das vítimas pertencentes a religiões de matriz africana e espírita.

Não se sabe exatamente o que leva ao crescimento dessa onda de agressividade, uma vez que o Brasil já foi considerado um dos países, entre os mais populosos, com menor taxa de hostilidade social por motivações religiosas. Ele desceu da 2ª posição, em 2007, para a 9ª, em 2014, de acordo com o relatório feito pela Pew Foundation. Mas os casos não param. A ferramenta de busca Google lista quase 13 mil notícias sobre o tema, publicadas só no último ano, entre artigos relacionados ao aumento da violência e relatos - em todo o país - de agressões contra a fé.

Mas como são as religiões no Brasil?

A religiosidade em terras tupiniquins é representada tal qual seu povo, diversa, rica e cheia de nuances. O último Censo Demográfico, de 2010, mostrou o crescimento da diversidade dos grupos religiosos no Brasil. Mesmo que o país continue sendo o mais católico do mundo (apesar da quantidade de fiéis cair de 73,6% em 2000, para 64,6%), houve um número expressivo no crescimento da população evangélica, que passou de 15,4% em 2000 para 22,2% em 2010, em diferentes ramificações da crença. A pesquisa também aponta um aumento do total de espíritas (2%) e dos que se declararam sem religião (8%). Já a porcentagem de praticantes da Umbanda e do Candomblé, religiões de matriz africana, permaneceu em 0,3%.

O que esses números não mostram é a quantidade de casos de discriminação aos praticantes dessas religiões. Em 2016, foram registrados, em todo o país, 74 casos de preconceito contra umbandistas, 69 contra candomblecistas e 32 contra espíritas. Para ajudar no combate aos ataques, o Disque 100 também tenta traçar um perfil dos agressores, que são em sua maioria mulheres (totalizando 212 denunciadas, contra 209 homens), de 46 a 50 anos, sendo a maior parte vizinha das vítimas.

E o que é intolerância religiosa?

Destruir imagens, templos, terreiros, invadir celebrações, jogar pedras ou outros objetos, xingar e menosprezar a crença do diferente. Praticar intolerância religiosa é discriminar e tentar cercear as liberdades individuais e coletivas, de uma pessoa ou grupo, seja excluindo, ofendendo e praticando violência simbólica ou física contra seguidores de uma crença ou religião. É preconceito, resultado da falta de informação de pessoas presas à ideias pré-concebidas que, em alguns casos, acabam manifestando atitudes de raiva e hostilidade.  

“Acho que foi Albert Einstein que disse que é mais fácil quebrar um átomo do que o preconceito. A gente sabe que vencer a discriminação é um trabalho persistente. É preciso fazer as pessoas ampliarem os horizontes e fazê-las entender que as religiões são boas. Elas são o departamento de cultura espiritual e não deveriam competir entre si”,  diz Frederico Menezes, que já lançou 14 livros relacionados ao espiritismo e há 14 anos viaja o país para ministrar palestras sobre temáticas da religião. A religião Espírita está entre as três que mais receberam denúncias de intolerância em 2016, atrás da Umbanda e do Candomblé.

A outra face da intolerância: o racismo religioso

Para a Iyalorixá Denise Botelho o problema vai mais além da falta de informação. "O que vem ocorrendo no Brasil não é apenas intolerância religiosa. É um racismo religioso, porque a nossa religião é, em sua maioria, oriunda dos povos negros africanos. E ainda que hoje, a religião agregue segmentos étnicos diferenciados, ela ainda sofre as consequências do racismo”, afirma a mãe de santo.

Ela reforça que isso se dá tanto pelo visual, quanto pela menção das divindades que cultua. “Se eu saio com um turbante na rua, eu vou ser discriminada, se eu saio com minhas guias ou fios de conta eu vou ser discriminada, porque elas são a identidade cultural da minha religião. Sempre que encontro um religioso cristão que diz que Jesus me ama eu acho ótimo porque eu também amo Jesus, mas quando eu digo que Oxalá o ama aí a reação e o acolhimento já não é mais o mesmo”, lamenta.

Isso pode ser observado inclusive nas demonstrações de intolerância contra a religião espírita. “As pessoas que não conhecem o espiritismo associam, muitas vezes, a doutrina aos cultos afro brasileiros. E aqui não vai nenhum demérito à Umbanda ou ao Candomblé, que são segmentos que atendem a uma expressiva comunidade. Mas na verdade essas duas religiões não tem nada a ver com o espiritismo. Os pontos de convergência que elas têm é que adotam a mediunidade e creem na reencarnação”, explica Frederico Menezes. Ele também reforça que muitos ainda associam a doutrina espírita à loucura “Um conhecido meu conversava com uma amiga em comum e disse certa vez sobre mim: ‘Fred, por exemplo, adoro aquele menino, pena que é louco’, só porque eu sou espírita”, lembra.

Disque 100: um canal para a denúncia

É importante lembrar que qualquer pessoa está vulnerável a sofrer ataques preconceituosos contra sua religião e que eles podem e devem ser denunciados. No Brasil, a intolerância religiosa é considerada crime de ódio, classificada como inafiançável e imprescritível, além de ser uma violação dos Direitos Humanos. Em caso de discriminação pode-se dar queixa através do Disque 100, ou levar o caso para a delegacia mais próxima. A pena para quem for condenado por preconceito religioso varia entre 1 a 3 anos de prisão, mais o pagamento de multa, sendo também aplicada em casos de desrespeito contra ateus e agnósticos, de acordo com a lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.  Ela também pode acontecer acompanhada de outros tipos de discriminação identitárias, que devem ser observadas no momento da denúncia. Levar a queixa adiante é preciso principalmente para garantir o respeito e o direito às liberdades individuais.

 

Comentários

Notícias


Você sabe a importância da diversidade nas organizações?

Além de trabalhar o respeito às diferenças, as empresas ganham com maior produtividade, engajamento e resultados positivos
Por: 10/01/2018 - 10:27 - Atualizado em: 10/01/2018 - 10:47
As empresas ganham com maior produtividade, engajamento e resultados positivos/Freepik
As empresas ganham com maior produtividade, engajamento e resultados positivos/Freepik

Por Rafaella Sabino

Você sabe o que é diversidade nas organizações? Embora o termo seja cada vez mais frequente nas empresas, ainda gera muitas dúvidas. Há ainda muita confusão sobre o que é ter uma gestão da diversidade como política e, até mesmo, sobre o conceito de diversidade. Pensando nisso, elaboramos alguns tópicos importantes acerca do tema. Confira!

Mas afinal o que é diversidade nas organizações?

O conceito de diversidade nas organizações não está representado apenas na inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência física. É algo mais rico e amplo, que chegou ao Brasil na década de 1990, junto com o avanço da globalização econômica. Com a diminuição das barreiras no mundo, a preocupação das grandes empresas que começaram a necessitar de profissionais com conhecimentos distintos aumentou. A luta da inclusão foi fortalecida pelos movimentos sociais, como o de igualdade de gênero e o movimento negro.

“Durante muito tempo, as organizações buscavam ter profissionais ‘robôs’, que executavam as tarefas da mesma forma para ter um desempenho igual. Hoje é exatamente o contrário, pensar em gestão da diversidade é reconhecer que na diferença eu tenho potencial”, afirma a psicóloga e mestre em psicologia social Letícia Souto.

Engajamento, produtividade e resultados positivos

Diversidade de histórias, raças, crenças, orientações sexuais, idades, gêneros, regiões e culturas. Cada um traz em sua bagagem conhecimentos únicos que podem ser aplicados no trabalho. Muito mais do que preencher uma tabela de cotas, trata-se da capacidade de interação com o diferente em prol de resultados produtivos. Profissionais de origens diversas têm opiniões distintas sobre cada temática. E isso amplia a visão de mundo da empresa, tornando-a mais competitiva no mercado.

A diversidade promove benefícios, como inovação, criatividade e engajamento. O reconhecimento aos profissionais faz com que se sintam mais motivados a darem o melhor de si. Letícia Souto destaca que atualmente é imprescindível para uma empresa trabalhar essa questão. “Hoje temos mecanismos legais, como as cotas, para incluir as minorias nas organizações, mas uma empresa que quer estar à frente no mercado precisa reconhecer a necessidade da diferença, independe de leis. Ela vai pensar na questão positiva dos resultados que serão gerados”, diz.

Diversidade nas empresas do país

O respeito às diferenças já deveria ser algo implícito ao ser humano, principalmente quando falamos de Brasil, afinal, o país é formado por uma diversidade de raças e culturas. Mas infelizmente não é que a realidade mostra. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ethos, com 500 empresas brasileiras, apenas 2% dos funcionários das organizações nacionais são pessoas com deficiência; as mulheres representam 13,6% das vagas executivas e recebem 30% a menos que os homens. Além desses números, a pesquisa, publicada em maio de 2016 mostra que apenas 4,6% dos negros ocupam cargos executivos; e não existe nenhum executivo indígena nas empresas estudadas.

Cultura de respeito às diferenças

É preciso, antes de tudo, que as empresas criem práticas de desenvolvimento que despertem os talentos e habilidades de todos, conscientizando-se de que a reunião de diferentes tipos de competências e perspectivas pode ser uma maneira valiosa de melhorar o desempenho das equipes.

Curso Livre

Se você tem interesse no tema, a UNINASSAU oferece o curso livre Diversidade nas Organizações. Com três horas de duração, a aula acontece a distância pela internet. O curso apresenta os conceitos de diversidade e ressalta como os preconceitos atrapalham a vida pessoal e profissional dos indivíduos. Tem o objetivo de formar equipes que ultrapassem as barreiras do preconceito para enfrentar os desafios da pluralidade, sendo um multiplicador de conceitos de tolerância. As inscrições podem ser realizadas neste site.

Comentários

Notícias


Confira os cuidados que você tem que ter com seus cabelos no verão

Com o excesso de sol, água do mar e cloro, fios podem sair bastante danificados
Por: Katarina Bandeira 09/01/2018 - 11:52
Muitas lavagens e ao calor podem causar diversos danos ao fio capilar. Foto: Freepik
Muitas lavagens e ao calor podem causar diversos danos ao fio capilar. Foto: Freepik

Ah, o verão! Tempo de ir à praia, piscina ou apenas aproveitar os dias ensolarados. Durante essa época, é preciso redobrar a atenção à alimentação, ao consumo de líquidos e, principalmente, à pele. Porém, além dos cuidados com o corpo, os cabelos também pedem um tratamento especial, pois podem acabar danificados se não estiverem protegidos. A exposição excessiva ao sol, ao sal presente na água do mar, ao cloro da piscina, às muitas lavagens e ao calor podem causar diversos danos ao fio capilar. Entre eles estão alterações na coloração, frizz, ressecamento, pontas duplas e cabelos quebradiços, opacos e sem brilho. Para evitar que isso aconteça, confira nossas dicas para manter os fios saudáveis e bonitos.

Colocando a cara no sol

O primeiro passo é proteger o cabelo do sol. Com a alta das temperaturas, fica quase impossível não ter os fios danificados de alguma forma, seja pela exposição aos raios UV, seja ao calor, que os deixam opacos, quebradiços e sem vida. Vale a pena investir em produtos com proteção UV, como leave in (creme sem enxágue, usado após a rotina de lavagem dos cabelos, ele pode ser usado junto com o creme para pentear, mas apenas nas pontas e no comprimento do cabelo, nunca na raiz), chapéus e outros artifícios que bloqueiem os raios de sol. Se você pretende tomar um banho de mar ou de piscina, outra dica é pesquisar por cremes que tenham silicones. Eles formam uma forte proteção contra o cloro, os raios do sol e o sal do mar,  mantendo tanto a cor, quanto o brilho e devem ser usados antes de sair de casa, em pequenas quantidades.

Cores e outras químicas

Se seu cabelo passou por alguma química, seja colocação, descoloração, progressiva ou outro processo, o cuidado deve ser ainda maior. Isso porque ao contrário dos cabelos tidos como virgens (que não passaram por processos químicos), os quimicamente tratados tiveram sua estrutura modificada e por isso ficam mais sensíveis aos elementos típicos do verão. Para evitar danificá-los de forma ainda mais intensa, use produtos à prova d'água, de longa duração, com filtro solar protegendo os fios da salinidade dos raios UV e do cloro.

No caso de quem possui cabelos loiros, outra preocupação é ficar com um tom esverdeado após um dia inteiro na piscina. Isso ocorre por conta do ressecamento causado pela descoloração. As cutículas do fio ficam abertas, fazendo com o que o sulfato de cobre (presente no cloro da piscina) penetre com mais facilidade. Proteja seus fios mantendo-os sempre hidratados, tomando uma ducha antes e depois de sair da água (para retirar todos os resíduos de cloro) e, ao chegar em casa, lave seus cabelos com shampoo antirresíduos.

Nunca prenda os cabelos molhados

Se você acabou de sair da água, evite prender seus cabelos, caso eles estejam molhados. Deixá-los soltos evitará que se partam com facilidade. Outra dica para evitar o frizz e o embaraço é penteá-lo com um pente e madeira, de dentes largos, entre um mergulho e outro.

Para quem não dispensa o secador, mesmo durante o verão, um alerta: altas temperaturas aumentam o ressecamento dos fios, deixando-os sem brilho, secos e sem movimento. Ao secar os cabelos, o ideal é usar o secador no modo frio, com distância razoável de pelo menos 30 centímetros do couro cabeludo. Alguns modelos do aparelho já vêm com a emissão de íons, o que permite que o cabelo não fique arrepiado.

 

Gostou das nossas dicas? Conta para a gente quais são os cuidados que você tem com seu cabelo!

 

Comentários

Notícias


Você sabe o que é trabalhabilidade? Entenda e conheça exemplos!

Aproveite as férias e comece seu planejamento para praticar a trabalhabilidade
Por: 08/01/2018 - 10:58
Aproveite as férias e comece seu planejamento para praticar a trabalhabilidade/Freepik
Aproveite as férias e comece seu planejamento para praticar a trabalhabilidade/Freepik

Por Rafaella Sabino

Férias é tempo de descansar e jogar as pernas para o ar. Certo? Nem sempre. Muitos aproveitam esse período para fazer cursos, realizar intercâmbios ou ganhar uma renda extra. Os altos índices de pessoas em busca de serviço gerou um novo conceito no mercado de trabalho: o de trabalhabilidade. Trata-se da capacidade de gerar renda a partir de talentos pessoais, independente do vínculo com carteira assinada que este profissional possua. Dessa forma, ele é valorizado por aquilo que faz de melhor, tanto empreendedoramente, quando para empresas.

Até o final do século passado, estava em alta o conceito de empregabilidade, que exigia dos profissionais uma adaptação às regras do mercado, a fim de deixarem o currículo sempre atrativo e, assim, manter-se empregados. No entanto, os tempos atuais abrem portas para o talento.

Faça o que gosta e não terás que trabalhar

Formada em psicologia há dois anos, Ana Paula da Silva é um exemplo de pessoa que exerce a trabalhabilidade. A profissional é analista de carreiras na UNINASSAU, professora de nível técnico da disciplina de Inteligência Emocional e tem um consultório particular. Além disso, realiza palestras sobre motivação em congressos, escolas e eventos. Ela conta que a trabalhabilidade apareceu em sua vida mesmo antes da formação superior. “Mesmo quando tinha outros empregos, fazia freelancer nos finais de semana com atendimento e recepção de eventos”, diz.

Depois que se formou, Ana Paula decidiu trazer o conceito para dentro da sua profissão. “Agregar o que a gente gosta de fazer ao trabalho é muito prazeroso”, ressalta. A psicóloga montou um consultório e, para conquistar pacientes, começou a dar palestras nas antigas empresas que havia trabalhado. Um desses lugares foi um call center. “Sabemos que há pouca atenção para pessoas dessa área, então criei uma palestra sobre os cuidados que se deve ter com a saúde mental dos atendentes de call center. Ao final de cada apresentação, deixava o meu contato com as pessoas”, conta. O retorno foi imediato e ela passou a ser chamada para mais e mais atividades.

Trabalho autônomo

Eliabe Serafim é formado em História, Recursos Humanos e Direito, tem mestrado em Direito do Trabalho e Relações Internacionais, e especialização nas áreas de Gestão de pessoas e Comportamento humano nas organizações. Atualmente, é professor em uma faculdade, faz doutorado em Direito do Trabalho e tem uma consultoria, pela qual realiza palestras e treinamentos empresariais.

Ele passou a investir em trabalhabilidade a partir do momento em que descobriu que a sua expertise estava além da carreira ocupacional. “As atividades que eu desempenhava na empresa enquanto empregado poderiam ser realizadas de forma autônoma e eu seria melhor remunerado”, afirma. Foi quando Eliabe decidiu negociar sua saída da empresa na qual trabalhava. “O mercado de trabalho é muito dinâmico. Se temos habilidades e não nos apresentamos, perdemos grandes chances. É preciso, muitas vezes, seguir a nossa intuição e não dar ouvidos a quem nos diz que não vale a pena tentar”, afirma.

Amor e liberdade

Márcia Carolina Ribeiro, mais conhecida por Marcinha Ribeiro, é formada em administração, com especialização em vendas, mas desde 2012 decidiu mudar a sua vida profissional. “Eu estava bem colocada no mercado e abri mão de um salário fixo para fazer o que sempre quis para minha vida: empreender e ser coaching. Foi quando comecei a investir em trabalhabilidade e me tornei protagonista da minha própria história”, afirma. Ela fundou a marca de cosméticos Kairós Profissional. Além disso, em 2014 se formou em life coaching e já começou a atuar na área. Hoje, Marcinha trabalha como coaching inteligência emocional para líderes.

A profissional conta que a trabalhabilidade influenciou na sua qualidade de vida, pois além de fazer o que gosta, não é obrigada a cumprir horários fixos. “Meu universo cresceu bastante e hoje o meu ganho é muito maior. Antes eu vivia o sonho de outra pessoa. Quando passei a viver o meu sonho, até a minha renda ficou melhor. Isso me trouxe vida na vida, não só sobrevida”, finaliza, satisfeita.

Você pratica a trabalhabilidade? conte-nos nos comentários!

Comentários

Notícias


7 fotógrafos da atualidade que você precisa conhecer

Profissionais em diferentes áreas da fotografia apresentam trabalhos impactantes da moda à guerra
Por: Katarina Bandeira 08/01/2018 - 10:14

Desde que foi criada e aperfeiçoada, a fotografia tem o poder de eternizar momentos, congelar o tempo e mostrar a grandiosidade de cenários e detalhes que, por vezes, passam despercebidos aos nossos olhares. Seja de moda, paisagem, infantil ou documental, a verdade é que o retrato, puro e simples, é um pedaço do olhar do fotógrafo, suas impressões e uma forma de passar uma mensagem sem precisar, necessariamente, utilizar palavras para isso. Grandes influenciadores, como Sebastião Salgado ou Walter Firmo, estão sempre nas listas de aspirantes da fotografia. Mas existe muita gente boa espalhada pelo globo. Se você está pensando em cursar fotografia ou simplesmente se interessa em conhecer os nomes por trás das belas imagens que rodam as publicações especializadas, confira nossa lista com sete fotógrafos da atualidade para você não perder de vista.

Alex Prager

Uma mistura de cinema e fotografia. Essa é uma das formas de entender o trabalho da fotógrafa estadunidense Alex Prager. Ela retrata imagens trabalhadas para contar pequenas histórias, produzidas e pensadas para parecerem cenas de filmes (em sua maioria ambientadas entre os anos 1960/70).Para isso usa atores e figurantes em cenários coloridos e cheios de detalhes.

Annie Leibovitz

Estadunidense, conhecida principalmente por fazer retratos de celebridades, já teve trabalhos divulgados nas revistas Rollings Stones e Vanity Fair. Entre os famosos que já passaram pelas suas lentes estão John Lennon com Yoko Ono (foto feita na manhã em que o astro foi assassinado), Demi Moore, Whoopi Goldberg, as irmãs Kardashian (foto) e Jennifer Hudson, a primeira cantora negra a aparecer na capa da Vogue.

David Lachapelle

Cores, composições, críticas e surrealismo. As fotos de David Lachapelle são um espetáculo para os olhos. Um dos fotógrafos mais queridos das celebridades, o estadunidense já compôs imagens com dezenas de famosos (seu último trabalho foi com a cantora Miley Cyrus), entre publicações para revistas de moda, publicidade e fotografia de videoclipes.

Felipe Dana

Um dos novos nomes do fotojornalismo o carioca, nascido em 1985, começou a fotografar com 15 anos e não parou mais. Com fotos impactantes, já registrou a violência urbana na América Latina, a epidemia do Zika vírus, as consequências de desastres naturais e, o mais recente,  guerra em Mosul, no Iraque. Seu trabalho recebeu vários prêmios, incluindo World Press Photo, POY - Fotos do Ano Internacional e Latam, NPPA, CHIPP - China International Photo Competition, o fotojornalismo de Atlanta, entre outros.

Gabriel Chaim

Também fotojornalista e cinegrafista independente, Gabriel é especializado em áreas de conflito e situações extremas. Desde 2011 ele se dedica a cobrir a guerra na Síria, além de outras zonas de conflito. Suas imagens são retratos crus das consequências do domínio do Estado Islâmico na Ásia e já ilustraram o documentário "Margens de uma guerra - heróis e vítimas em Mossul".

Shirin Neshat (foto de Shirin: Mark Abrahams)

Fotógrafa iraniana, Shirin apresenta seus trabalhos baseados nos contrastes entre o Islã e o Ocidente, o feminino e o masculino, situações da vida pública e a vida privada, entre outras temáticas entrelaçadas com esses assuntos. Suas fotos conseguem marcar o cotidiano e mostram, através de retratos de personagens anônimos, um pouco da alma da cultura oriental.

Victor Dragonetti

O mais jovem fotógrafo dessa lista é um paulistano de 28 anos, mais conhecido como Drago. Ele ficou conhecido internacionalmente por apresentar fotografias que registravam as manifestações ocorridas em São Paulo, em junho de 2013. O trabalho dele ganhou o prêmio Fotografia do Ano, com imagem do policial ferido apontando a arma para os manifestantes na série “Em Processo, 2013”.

 

 

Gostou do trabalho desses fotógrafos? Que tal aproveitar e começar o nosso curso de fotografia?

Comentários

Páginas