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Empreendedorismo digital, um caminho flexível para o próprio negócio

Startups estão entre os modelos de negócios digitais que podem gerar bons resultados
Marcele Lima Por: 12/11/2018 - 17:20 - Atualizado em: 12/11/2018 - 18:20
Empreendedorismo digital, um caminho flexível para quem quer abrir o próprio negócio/Pixabay
Empreendedorismo digital, um caminho flexível para quem quer abrir o próprio negócio/Pixabay

O sonho de abrir o próprio negócio atrai muitas pessoas ao redor do mundo. As constantes crises financeiras e até mesmo a vontade de ter mais tempo para si, para família e a possibilidade de flexibilidade de horários despertam o desejo de ser empreendedor. E para iniciar no universo dos negócios, uma possibilidade de baixo investimento pode ser o empreendedorismo digital.

Modelos de negócios digitais que se tornaram alternativas viáveis no mercado são as startups. Elas têm potencial de crescimento e agem em busca da resolução de problemas, tendo como característica a comercialização de um produto repetível, ou seja, o mesmo tipo de serviço pode ser oferecido da mesma forma aqui ou no Japão. Grandes exemplos disso são a NetFlix e o Uber.

“Startup é feita por pessoas que se veem como resolvedores de problema. A inquietude e a proatividade de agir e buscar solução para problemas relevantes para muitas pessoas são os principais ativos de qualquer startups, mais que tecnologia, estamos falando de pessoas que se tornam capazes de resolver tais problemas, mudando a percepção do mercado. Identifique mais pessoas inquietas, com habilidades e conhecimentos complementares para testar caminhos que levem a soluções relevantes e rentáveis”. Esse é o conselho do Luiz Gomes, head do Overdrives, centro de inovação localizado no coração do Recife, que tem como objetivo atrair startups e empresas para resolver problemas em seus negócios. O Overdrives ainda dá suporte metodológico, conecta essas empresas com o mercado e em casos específicos investe financeiramente para aumentar as chances de crescimento. 

Como começar?

É importante saber se há uma necessidade no mercado para o tipo de trabalho que se deseja oferecer e se o público alvo acessa a internet de forma ativa, ou seja, se faz compras, contrata serviços e faz negócios online. De acordo com Bruno Fernandes, empreendedor digital e Coordenador de Pós-Graduação em Gestão Empresarial da Uninabuco Recife, qualquer pessoa pode ser um empreendedor digital, desde que saiba o que está fazendo.

“Pesquise sobre seus potenciais concorrentes na área, como eles expõem seus produtos e serviços, que preços praticam, quais seus diferenciais competitivos. Diante dessas informações você entende como funciona o mercado e monta quais seriam suas estratégias para brigar pelos mesmos clientes que seus concorrentes”, explica Fernandes.

Para se manter no negócio visando crescimento e fidelização dos clientes, as empresas precisam ter as mesmas responsabilidades que qualquer outra. “A credibilidade no ambiente digital é importantíssima, pois os usuários que têm experiência negativa conseguem impactar muito na imagem da empresa. Existem as que se dão muito bem no ambiente digital, pois focam em produtos com muita demanda, investem em marketing e buscam gerar soluções rápidas para os usuários”, afirma Bruno Fernandes.

Ele ainda ressalta a importância de os empreendedores não atuarem na informalidade e de buscarem conhecimento mínimo sobre e-commerce. O coordenador conclui dizendo o que é preciso para obter o sucesso: “Estude e planeje! Tenha em mente que quando você possui poucos recursos financeiros, obter um plano de negócios é sua principal ferramenta para convencer investidores a aplicar dinheiro na sua ideia. Acredite nela. Crie uma identidade para sua empresa e foque na solução. Desenvolva um site e aplicativo que seja interativo e acessível. Saiba a importância de investir em um mercado que cresce exponencialmente”.

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No Dia da Gentileza, o maior desafio é enxergar o outro

Em meio ao caos e imediatismo, esta ação diária parece um exercício que foge a realidade de muitos
Por: 12/11/2018 - 09:46 - Atualizado em: 13/11/2018 - 09:39

*por Elaine Guimarães

Nesta terça-feira (13) é comemorado o Dia Mundial da Gentileza. No dicionário, gentileza é "qualidade ou caráter de gentil", assim como, "ação nobre, distinta ou amável". Nos versos de Marisa Monte, a gentileza virou poesia. Nas ruas, ela virou artigo de luxo. Em meio ao caos e imediatismo, o olhar e enxergar o outro diariamente parece um exercício que foge a realidade de muitos.

Em uma breve caminhada pelas ruas, encontramos histórias de pessoas que, muitas vezes, convivem com a falta de empatia e invisibilidade. Homens e mulheres que diante da cegueira dos cidadãos de bem, misturam-se às construções e paisagens da cidade.

Gentileza Gera Gentileza

Instituída durante a conferência ‘World Kindness Movement’ realizada em Tóquio, no Japão, em 1996. O dia corresponde a movimentos para promover e inspirar atitudes mais gentis no mundo e ganha força a partir dos anos 2000. No Brasil, a gentileza  é comemorada em 29 de maio, uma referência à morte de José Datrino, o Profeta Gentileza. José dedicou boa parte da vida a propagar mensagens otimistas por espaços públicos do Rio de Janeiro e a distribuir rosas para quem o encontrava.

Cortesia nem sempre reconhecida

Há 12 anos, José Antônio, 67 anos, comercializa sombrinhas de frevo na Praça do Marco Zero -  Júlio Gomes/LeiaJá Imagens

Em um dos pontos mais movimentados da capital pernambucana e comercializando a simbologia máxima do Frevo, tombado como Patrimônio Cultural e Imaterial da Humanidade pela Unesco, está José Antônio, 67 anos. Do contato diário com transeuntes locais e turistas por doze anos, ele coleciona histórias.

Como manda o protocolo, José tenta agradar a clientela com cortesias, simpatia e descontos. No entanto, o comerciante ressalta que nem sempre essas atitudes são reconhecidas. “Eu já vi de um tudo por aqui. Tem gente que fala, olha o produto, agradece, pede para tirar foto, mesmo não levando a sombrinha de frevo, e eu tento deixar todo mundo à vontade”, observa. Ele comenta que não é necessário o cliente comprar o produto, mas que um ‘obrigado’ faz toda diferença.

Com certo pesar, o comerciante relembra uma situação envolvendo um casal de turistas. “Uma vez, um casal queria que eu fizesse três sombrinhas pelo valor de R$ 20 [cada produto custa R$ 10]. Como o movimento estava fraco, resolvi dar esse desconto. O homem me alertou que estava com uma nota de R$100 e perguntou se eu teria troco. Eu só estava com R$ 50 e pedi a uma colega R$ 30 para complementar o troco. Dei os R$ 80 e as sombrinhas, mas eles foram embora sem pagar e só percebi isso depois. Tive prejuízo e ainda fiquei devendo dinheiro”, relembra.

“Água é a R$ 2”

Os amigos Osvaldo Menezes, 26,  Luíz Armando, 21, e JC, 12, dividem as angústias do preconceito, da ausência de empatia e atuação do poder público -  Júlio Gomes/LeiaJá Imagens

Alguns anos de diferença separam os amigos de profissão Osvaldo Menezes, 26,  Luíz Armando, 21, e JC, 12. Com a famosa ‘lábia’, eles vendem água e dividem as angústias do preconceito, da ausência de empatia e atuação do poder público. “A gente fica por aqui das 8h até às 17h vendendo água”, explica o mais novo do trio, conhecido também como Mascote. Questionados sobre a relação com os clientes, os ambulantes falam que nem sempre é positiva. “A gente oferece o produto, leva até o cliente, mas alguns nem olham para a gente ou apenas viram a cara”, conta Luíz.

Mesmo com pouca bagagem de vida, JC relata que durante a abordagem dos turistas, alguns costumam esconder as bolsas e objetos. “Já teve um dia que uma ‘gringa’ chegou a ameaçar chamar a polícia”, comenta o menino. Osvaldo tenta amenizar a fala do amigo e explica que essa reação dos turistas tem relação com a insegurança. “Eles estão em um lugar que não é o deles e também tem a questão dos assaltos por aqui”, justifica.

Além disso, eles ainda precisam driblar a fiscalização, que não permite a venda de produtos por ambulantes sem cadastro junto à prefeitura . “A gente não pode ficar parado, nem usar os carrinhos para carregar o isopor. Se alguém da fiscalização vê a gente vendendo, levam a mercadoria. Eles não querem saber se isso é o nosso sustento, apenas levam”, diz Luíz.

Gentileza jogada no chão

Os varredores Jorge Apolônio e Luciana de Arruda zelam pelos pontos turísticos da cidade - Júlio Gomes/LeiaJá Imagens

Nas primeiras horas da manhã, os varredores Jorge Apolônio e Luciana de Arruda zelam pelos pontos turísticos da cidade. Com, respectivamente, 10 e 5 anos no ofício, os profissionais afirmam que o zelo não é compartilhado por aqueles que usufruem desses espaços. “Mesmo vendo a gente fazendo a limpeza da rua, as pessoas não param de jogar o lixo no chão. Muitos dizem que se não fazem isso, a gente fica sem emprego”, expõe Luciana. O discurso é endossado pelo amigo de profissão. “Às vezes, nem dão bom dia e se a gente pede para não jogar o lixo na rua, a gente escuta que é para manter a gente trabalhando”, reforça Jorge.

O varredor também relata que, como o ponto de apoio é distante, precisa contar com a gentileza de comerciantes e moradores para beber água. “ Aqui pelo centro da cidade, as pessoas estão mais acostumadas com a nossa presença diária e quando pedimos um copo de água, recebemos. Mas, em bairros considerados nobres, esse pedido nem sempre é atendido. Parece que quanto mais dinheiro tem, menos se ajuda”, conclui.

Apenas o essencial

Há cinco anos, Marcone Costa fixa morada pelas ruas -  Júlio Gomes/LeiaJá Imagens

A infância difícil e problemas com os pais fizeram Marcone Costa, 24 anos, ‘fixar’ morada pelas ruas. Com folhas de papelão, com as quais improvisa uma cama, e uma mochila, que já dá sinais do tempo, na qual carrega o essencial, ele comenta que evita contato com outras pessoas em situação de rua ou transeuntes. “Eu costumo ficar sozinho, não gosto de andar em grupo. Pego minhas coisas e fico no meu canto. “Eu tento sempre me manter limpo, tomado banho e com os dentes escovados. Muitas vezes, as pessoas acham que estou pedindo comida para enganar”, afirma.

Marcone relata que roupas e objetos recebidos chegam, muitas vezes, sem ele pedir. “Mais cedo, passaram dois homens, pai e filho, e deixaram essas coisas para mim, mas nem tudo eu vou usar. Quero só o básico, não preciso de muito. Já separei o que realmente vou usar e o restante vou deixar por ali [apontando para um ponto da praça] para outra pessoa”, conta. Atualmente, Marcone tenta recuperar os documentos e, assim, ir em busca de emprego. “Esses homens, que deixaram essa coisas aqui mais cedo, disseram que vão me ajudar com isso”, garante Marcone, demonstrando que, em meio a tanta falta de gentileza, ainda há uma fagulha de esperança.

Conhece alguma história de gentileza? Conta para a gente nos comentários!

 

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Boa organização pode ser profissão

Conhecidos como Personal Home ou Personal Organizer, profissionais escolhem passar a vida, literalmente, organizando a bagunça dos outros
Por: Katarina Bandeira 09/11/2018 - 12:23
É possível transformar suas habilidades de organizar itens em uma profissão. Foto: Freepik
É possível transformar suas habilidades de organizar itens em uma profissão. Foto: Freepik

É provável que, alguma vez na vida, você tenha ouvido de alguém que entrou no seu quarto a seguinte frase: “Meu Deus, parece que passou um furacão aqui!”. Mães, pais ou outros responsáveis pela sua criação podem ter perdido alguns anos de juventude tentando fazer você arrumar a bagunça do quarto ou, quem sabe, ajudar nas tarefas diárias da casa. Porém, como nem todo mundo é um demônio da Tasmânia (mamífero marsupial, originário da Oceania, que inspirou desenho animado), há também aquela parcela de jovens que, para o sonho dos pais, conseguiam deixar tudo no lugar sem muito esforço.

Se você sempre foi organizado com suas coisas, guardava as roupas baseando-se nas cores do arco-íris, colocava os livros na prateleira por ordem alfabética e conseguiu a proeza de manter todos os vasilhames com tampa, parabéns, você pode trabalhar como Personal Home ou Personal Organizer.

Organizador Pessoal

É possível transformar suas habilidades de organizar itens em uma profissão. A profissão, como nome em inglês entrega, surgiu nos Estados Unidos, e trata-se, basicamente de ter alguém para organizar as coisas dentro de casa. Closets, despensas, objetos que parecem estar sempre fora do lugar. O papel de um organizador é dar ordem ao caos do dia a dia, fazendo com que a rotina de quem o contrata fique mais organizada e funcional, sem dificuldades para encontrar desde as chaves do carro até quais alimentos estão perto do vencimento.

Além do armário

Apesar da organização de cômodos ser a maior funcionalidade da profissão, muita gente também aproveita para organizar a vida pessoal do cliente. Para isso é preciso ter uma boa ideia da rotina do interessado, além das atividades para montar um horário adequado. Todos esses serviços são, geralmente, cobrados por hora ou na forma de pacotes, dependendo da necessidade do contratante.

Não é só organizar

Mesmo que originariamente o seu trabalho seja colocar as coisas no lugar, uma das características principais de um bom organizador é o bom trato com sua clientela. O profissional precisa de um bom relacionamento para diagnosticar as necessidades do contratante. Seja na cozinha, no armário, área de serviço ou em qualquer outro cômodo é preciso entender as características do cliente para montar um ambiente que realmente funcione para ele. Para isso, também é permitido sugerir acessórios como caixas, cabides, cestos, entre outros que ajudam na hora de colocar cada coisa no devido lugar.

 

Gostou da matéria? Conta para a gente nos comentários se você é bom de organização!

 

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Conheça os principais tipos de vinhos e aprenda a harmonizar

De tinto a rosé, confira nosso guia prático e faça boas escolhas da bebida feita de uvas
Rebeca Ângelis Por: 01/11/2018 - 12:59
Conheça os principais tipos de vinhos e aprenda a harmonizar/ Reprodução/Freepik
Conheça os principais tipos de vinhos e aprenda a harmonizar/ Reprodução/Freepik

Frutado, amadeirado, bordeaux, cabernet sauvignon, tanino, mentolado… Viajar no mundo enológico implica mergulhar em um vocabulário próprio das garrafas, que carregam histórias de fermentação de vários países. Devido a esse vasto universo, consumir a bebida pode parecer um processo 'embaraçoso' para os poucos afeitos aos rituais que envolvem um simples gole. Isso acontece devido às palavras criadas por especialistas (fabricantes, enólogos e sommeliers), usadas para caracterizar a peculiaridade de cada um.

Parece difícil, mas a gente te mostra que dá para combinar pratos e navegar por variados sabores de vinhos. Com as dicas da sommelière Eliane Mascarenhas, separamos um manual prático que vai te auxiliar na hora de uma boa escolha e harmonização. Confira!

Como classificar?

Eliane explica que a classificação identifica a origem do vinho “Tudo começa no ‘terroir’ (termo francês usado para designar local de produção). A classificação inclui cor, teor, nível de açúcar e várias outras especificidades, possíveis de observar no rótulo da garrafa”, esclarece a sommelière.

Através dessa classificação, também é possível identificar os vinhos quanto ao teor de açúcar:

  • Seco - Possui até 5 gramas de açúcar por litro;

  • Meio Doce (demi-sec) - Possui de 5 gramas a 20 gramas de açúcar por litro;

  • Suave - Possui mais de 20 gramas de açúcar por litro.

 

 

Sabores e cores

Uma variedade de cores e sabores define cada garrafa como peculiar. Saiba como diferenciar os tipos de vinho:

  • Tinto- Como o próprio nome já menciona, é elaborado a partir de uvas tintas, com fermentação da casca para adquirir a tonalidade que varia de vermelho intenso a violeta. Podem ser secos, meio secos ou suaves (doces).

  • Branco- De sabor mais aceito e frutado, é o tipo de vinho com cor que varia de amarelo-palha a amarelo dourado. A maioria é leve e bem refrescante. A refrescância se dá por apresentar acidez (salivação na boca) presente e são mais sutis no paladar do que os tintos. Podem ser secos, meio secos ou suaves.

  • Espumante - Sua característica mais marcante é a presença do gás na bebida e  acidez marcante (salivação na boca). Os espumantes podem ser brancos, tintos ou rosés. De maneira geral, podem ser secos, meio secos ou doces.

  • Rosé - Peça chave para a maioria das ocasiões o rosé é um tipo de vinho mais recente em relação aos demais, caracterizado pela cor rosa. Em geral, apresentam acidez perceptível, corpo de leve a médio e vão muito bem com frutos do mar, como camarão e lagosta. Podem ser secos, meio secos ou suaves.

Confira um guia prático e aprenda a combinar vinhos com as refeições:

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Investimento financeiro: alternativa para poupar dinheiro

O professor e economista Écio Costa pontua ações para fechar o mês sem ‘sustos’ e ainda economizar
Por: 30/10/2018 - 15:41 - Atualizado em: 31/10/2018 - 09:00

*por Elaine Guimarães

Levar o mês na ponta do lápis é a realidade de muitos e, para essas pessoas, economizar dinheiro parece uma tarefa difícil e distante da realidade. Em meio aos boletos a pagar, os desejos de ter um imóvel próprio, comprar um veículo ou fazer a viagem dos sonhos podem surgir como principais incentivos para uma nova consciência financeira.

A vontade de conhecer o Rio de Janeiro e ver o show de um ídolo fizeram Estefâní Gadêlha, 26 anos, abrir uma poupança. Durante pouco mais de um ano, a pedagoga contabilizou todos os gastos - passagem, hospedagem, ingresso e despesas extras - para que a primeira viagem não fosse marcada por contratempos. “Quando soube da possibilidade do show, eu iniciei a economizar dinheiro. Mesmo sem saber o valor do ingresso e gastos com a viagem, comecei a juntar uma quantia em casa mesmo. Por incentivo da minha mãe, resolvi abrir uma poupança para driblar a vontade de gastar”, conta.

O planejamento de Estefâní foi além do esperado. “Consegui levar minha mãe e irmã comigo nesta viagem. Ficamos em um albergue na Barra da Tijuca, que é um dos bairros mais caros do Rio. Com a hospedagem mais barata, pude fazer outras coisas por lá”, explica.

Este planejamento é um dos caminhos apontados pelo professor Ser Educacional e economista Écio Costa para conseguir fechar o mês sem ‘sustos’. “As pessoas que desejam começar a economizar dinheiro precisam avaliar os gastos e ter uma consciência financeira. Eu não recomendo que elas estipulem uma porcentagem a ser retirada do rendimento antes de saber essa realidade financeira e realizar avaliação”, ressalta.

Além disso, o economista pontua alguns investimentos para quem deseja guardar dinheiro e fazê-lo render. “ Os investimentos são os mais variados e alguns demandam mais conhecimento sobre mercado financeiro”, destaca. Confira as opções de investimentos financeiros que podem ser considerados por quem deseja guardar dinheiro:

  • Poupança - Este tipo de investimento é considerado de baixo risco, portanto, mais seguro. Nele, o investidor pode retirar o montante quando quiser e não há limite de valores para aplicações. No entanto, o rendimento é considerado baixo, ficando, muitas vezes, abaixo da inflação.

  • Certificado de Depósito Bancário - O CDB é a opção para quem não deseja uma poupança, no entanto, demanda um maior investimento financeiro. Geralmente, as taxas dessa transação são oferecidas por várias instituições bancárias, apresentando rentabilidade variável.

  • Previdência Privada - Este investimento se tornou mais forte após a possibilidade de aprovação da Reforma da Previdência. Logo, ela surge como alternativa à pública. Para quem deseja rendimentos a longo prazo, esta é uma boa alternativa. Porém, é considerada de baixo rendimento.

  • Letras de Crédito Imobiliária e do Agronegócio (LCI e LCA) - Ambas assemelham-se ao CDB, mas são títulos com renda fixa. Os bancos são responsáveis por aplicar recursos em setores específicos. Entretanto, este investimento exige uma aplicação inicial alto, mas, este valor varia conforme a instituição financeira escolhida.

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Vacinação Animal é sinônimo de cuidado com seu pet

Necessárias desde os primeiros meses de vida dos pets, vacinas ajudam a proteger de doenças
Por: Katarina Bandeira 30/10/2018 - 13:40
Vacinas devem ser tomadas, periodicamente, durante toda a vida dos animais. Foto: Freepik
Vacinas devem ser tomadas, periodicamente, durante toda a vida dos animais. Foto: Freepik

Ao ter um animal de estimação, além do carinho e da atenção, é preciso se comprometer com os cuidados necessários à saúde dele. Para isso, o mais  aconselhável é prestar atenção às vacinas, que devem ser tomadas já nos primeiros meses de vida do animal (e, periodicamente, até o resto da sua vida). A frequência e as vacinas ministradas são informadas pelo veterinário. Além disso, é aconselhável aderir às campanhas de vacinação municipais, que aplicam a vacina antirrábica, realizada obrigatoriamente uma vez ao ano.

A importância da vacinação

Se você quer que seu filhote tenha uma vida saudável e longa, vaciná-lo é o melhor meio para que isso aconteça. A vacina protege cães e gatos contra doenças infecciosas, que podem chegar aos pet por vírus, bactérias, entre outros microrganismos. Além disso, garante também a saúde dentro de casa, uma vez que evita doenças que poderiam ser transmitidas para os tutores, infectem os animais. Lembrando que o esquema vacinal deve ser repetido anualmente.

Vacinas necessárias para cães

Se você não faz ideia de quais vacinas podem ser dadas ao seu cãozinho, confira uma lista das recomendadas pela maioria dos veterinários. Geralmente, a vacinação dos filhotes começa a partir dos 45 dias de vida e deve ser repetida anualmente. Esses dados ficam registrados no cartão de vacinação, fornecido pelo veterinário no momento da primeira dose. Isso ajuda a ter o controle de quais doenças seu cãozinho estará protegido. Confira:

Vacina antirrábica – A vacina antirrábica é a única que é realmente obrigatória e oferecida gratuitamente pelos centros de controle de zoonoses das cidades. Ela protege contra a raiva e deve ser aplicada, em uma única dose, logo após os seis primeiros meses de vida dos cães. Também deve ser repetida todos os anos.

Vacina V8 – Protege os cães contra cinomose, parainfluenza, parvovírus, adenovírus tipo 2, coronavírus, leptospirose e canicola. A aplicação é feita em três sessões, divididas em intervalos de 21 a 30 dias.

Vacina V10 – É como um reforço da vacina V8. Ou seja, além de proteger contra as mesmas doenças também protege o cachorro de outras causadores da leptospirose, a grippotyphosa e a Pomona. É aplicada da mesma forma que a V8, com intervalos de até 30 dias entre elas.

Além dessas, há outras vacinas indicadas para os cachorros, como por exemplo a contra a gripe canina, giardíase e leishmaniose.

Vacinas necessárias para gatos

Não são apenas os cães que precisam ser vacinados. Os gatinhos também devem ser protegidos desde os primeiros meses de vida, com diferentes medicações. No caso dos felinos, a vacina antirrábica segue as mesmas especificações para os cachorros, porém, existem outras que devem ser tomadas.

Vacina V3 – Conhecida também como tríplice felina ela é aplicada em duas doses e ajuda a proteger o bichano contra o calicivírus, inotraqueite e panleucopenia.  Sua primeira dosagem deve ser aplicada logo após os primeiros 60 dias do animal, a segunda, depois de um intervalo de 21 dias.

Vacina V4 – É uma continuação da V3, que além de proteger os bichanos das mesmas doenças, protege também contra a clamidiose.

Vacina V5 – Também funciona como um reforço a V3 e V4, mas com o bônus de proteger também contra a leucemia felina. Deve ser aplicada a partir dos nove meses do animal e com intervalo de 21 a 30 dias.

 

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Você sabe a diferença entre um Videomaker e filmmaker? Conheça!

Rebeca Ângelis Por: 30/10/2018 - 10:48 - Atualizado em: 30/10/2018 - 15:46

“Câmera um...take...gravando!”. Na hora da criação audiovisual, a técnica é a mesma. Começa preparação, com toda uma equipe empenhada e uma baita ajuda das novas tecnologias para efeitos cinematográficos. A produção de vídeo que, desde meados de 1941, em formato analógico, conquistou o mundo, se molda constantemente e segue ganhando adeptos. Hoje, quem quer estar por trás de uma câmera conta com a ajuda da era digital.

Até mesmo o cinema, que desde seus primórdios privilegiou as filmagens em película, tem abraçado, cada vez mais, a captação, a edição e a finalização de imagens em formatos digitais. Dessa forma, surgiram também as funções de videomaker e filmmaker, que dão brilho ao olhar crítico na hora da execução desses projetos. Você sabe qual a diferença entre elas? A gente te explica!

Um cineasta propriamente dito

O filmmaker é o profissional ligado diretamente à realização do cinema em sua forma tradicional, com curtas, médias, longas metragens, documentários e afins. Por essa razão é considerado também um cineasta. Em geral, ele assume o papel de diretor, guiando as  demais funções da equipe, que se divide em criação de roteiro, produção, fotografia, direção de arte, som e atores.

De acordo com Lucíola Correia, professora de Comunicação Social, é comum que muitas pessoas ainda confundam filmmaker com videomaker, pois ambas surgem do audiovisual. “O filmmaker tem uma formação mais clássica naqueles curso de cinema mais longos, que tem um aprofundamento para se trabalhar não somente operando câmera, mas também dirigindo toda uma equipe cinematográfica. É mais comum em produções mais longas”, diferencia a docente.

Atualmente, no mercado brasileiro, é muito raro encontrar profissionais que trabalhem apenas com filmes para o cinema, sejam eles curtas ou longas. Como as possibilidades de atuação no audiovisual são praticamente infinitas, muitos filmmakers acabam trabalhando também com televisão (séries, novelas, jornalismo), publicidade (comerciais, filmes institucionais) ou mesmo internet (vídeos para YouTube, videoartes) aqui, chegamos ao trabalho desse tal videomaker.

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Senhor das multi-produções

Para o professor e Mestre em Comunicação Multimídia, André Ferreira, o videomaker é o típico “faz tudo”. Isso porque ele “roteiriza, capta vídeo e áudio, decupa, edita...”, salienta André. Sua função é atrelada às produções de pequeno porte e tem crescimento com a popularização das filmagens em VHS, ainda na década de 90. Agora, com plataformas digitais, só se consolidou.

Já Luci esclarece que o videomaker tem um conhecimento muito bom em fotografia, em audiovisual, enquadramento e afins. “É uma função que surge mais recentemente em prol das novas mídias, devido aos equipamentos mais maleáveis e fáceis de utilizar. Uma câmera que outrora, por exemplo, só fotografava, hoje também filma em boa qualidade como em Full HD, 4K, com valores relativamente acessíveis. Ela se resume então, para uma produção mais prática”, endossa a professora.

A principal diferença que separa uma profissão da outra está no fato do videomaker ser responsável por produzir e pôr em prática toda a criação de um vídeo. Muitas vezes, o profissional realiza sozinho o trabalho todo, desde sua concepção até a finalização no computador.

Se antes, somente grandes produções e investimentos possibilitavam a finalização de um filme; hoje, a função do videomaker chega como forma de democratização na hora dessa execução cinematográfica. A otimização do trabalho e facilidade do manuseio das camêras, até mesmo do celular são fatores que também respondem a esse “boom” da função. É comum que o videomaker não possua um roteiro e lide o tempo todo com imprevistos. Por isso, a organização é fundamental, já que a estrutura de produção é bem mais enxuta. Embora seja comum que trabalhe de forma mais independente, ele também pode atuar em equipe – a depender do cliente que contrata, dos tipos de seus serviços ou do projeto que vise oferecer.

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Quatro filmes para inspirar estudantes de matemática

Das histórias reais às produções conceituais, a matemática esteve presente em produções cinematográficas do mundo inteiro
Lorena Barros Por: 26/10/2018 - 11:09 - Atualizado em: 26/10/2018 - 12:40

A ideia de trabalhar com números é pouco atrativa para alguns, mas fruto de profundo amor para muitos docentes e graduandos da área de matemática. Na data que marca o Dia do Matemático, separamos alguns filmes para inspiração e reflexão de quem adotou contas (e também a licenciatura) para a vida. Confira!

1-O preço do desafio

Os métodos pouco convencionais de ensino utilizados pelo professor de matemática Jaime Escalante são plano de fundo para a história de “O Preço do Desafio”. Por meio das aulas e de uma relação a princípio conflituosa com alunos, ele os prepara para o Exame Nacional de Cálculos Avançados. A película é um bom exemplo de inspiração para aqueles que acreditam na docência como uma forma de mudar o mundo.

2-Estrelas além do tempo

Por meio de cálculos e das ciências exatas, um grupo de mulheres matemáticas negras desafiou o preconceito arraigado na sociedade norte-americana na década de 1960. O filme “Estrelas além do tempo” conta a história de Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson, que fizeram parte da Agência Espacial Norte Americana (Nasa). A função exercida por cada uma delas no meio de um ambiente marcado pela segregação racial causa reflexão em uma sociedade que ainda sofre resquícios de racismo e machismo.

3-A solidão dos números primos

Utilizando-se da subjetividade para mostrar as relações interpessoais dos personagens Alice e Mattia ao longo da vida, o filme europeu “solidão dos números primos” é uma adaptação do livro do escritor Paolo Giordano. Os dois personagens são como números primos, divisíveis apenas por um e por eles mesmos. Essa condição singular dá o tom “conceitual” ao filme com nome tão peculiar. 

 

 

4-Uma mente brilhante

O filme é baseado na história real de John Nash, matemático que tornou-se aclamado por suas conquistas no meio acadêmico com apenas 21 anos de idade. Pouco tempo depois, porém, sua “mente conturbada” causou problemas que o fizeram ser diagnosticado como esquizofrênico por médicos. A trajetória das suas descobertas, seus períodos sombrios e seu retorno à sociedade, que culminou em uma indicação a um Prêmio Nobel, são traduzidos nessa obra.

 

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Konjac: conheça o macarrão ‘low carb’ que não engorda

Nova massa tem se tornado a queridinha dos que buscam uma dieta atrelada à boa forma, por reunir sabor, saúde e praticidade
Rebeca Ângelis Por: 25/10/2018 - 12:20 - Atualizado em: 25/10/2018 - 15:36

Após a popularização da dieta sem glúten e sem lactose, a onda da vez é o novo termo voltado a quem deseja ver resultados de emagrecimento rápido: low carb. A expressão traduzida para o português como ‘pouco carboidrato’ propõe aos adeptos uma dieta extremamente restrita desse macronutriente, responsável por liberar glicose (açúcar).

Esse carboidrato, por sua vez, pode ser encontrado em várias massas, como a de macarrão, por exemplo. No entanto, como a maioria das massas é considerada vilã para muita gente, uma nova alternativa para agregar vida fit e saúde é o konjac. Conheça!

Um macarrão livre, leve e solto

De origem japonesa, o konjac é feito de uma raiz similar à batata, mas ainda mais rica em fibras e água, sem quantidade significativa de amido. Sua diferença em relação às outras massas se destaca, principalmente, devido ao alto teor de fibras que possui. Isso contribui na redução dos níveis de açúcar no sangue e auxilia na regulação do funcionamento do intestino. Esses fatores fazem da massa uma ótima aliada à dieta pela praticidade do cozimento rápido e sensação de saciedade.

Vantagens de seu consumo

De acordo com um estudo realizado por pesquisadores de Taiwan, em 2003, a fibra glucomanano, existente nesse macarrão, é capaz de reduzir níveis de glicose no sangue de pacientes com diabetes tipo 2. Isso se deve a capacidade de retardar a digestão e a absorção gradual do açúcar ingerido.

Na prática, o Konjac torna-se um forte aliado para o emagrecimento, devido ao equilíbrio de calorias consumidas por dia. Um prato de macarrão comum, por exemplo, pode conter cerca de 200 calorias, enquanto que a mesma quantidade de konjac chega a 20 vezes menos. Além de proporcionar o emagrecimento e controle do açúcar sanguíneo, sua vantagem também pode ser notada no controle dos níveis de colesterol ruim e pressão alta.

Antes da dieta, procure um nutricionista

Em diferentes formatos, a massa do konjac pode ser encontrada como penne, noodle, espaguete e até mesmo no arroz. No entanto, como tudo exige cautela, seu consumo não é diferente e é importante ter atenção na hora da ingestão. Por ser alimento rico apenas em fibras, sua absorção saudável necessita de complementos como proteínas, gordura do bem, além de vitaminas e minerais. Logo, é importante um acompanhamento nutricional, com dieta adequadamente às suas necessidade, antes mesmo de iniciar uma por conta própria.

A pouca ingestão de carboidratos também deve ser acompanhada por um especialista. Visto que, sua ausência pode diminuir a quantidade de serotonina, podendo levar à compulsão alimentar e ao aumento da ansiedade ou até doenças crônicas. Ter vida saudável de forma consciente é a dica primordial.

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O que você sabe sobre clareamento dental?

Especialista conta quais os cuidados que você precisa ter antes de fazer o procedimento
Por: Katarina Bandeira 25/10/2018 - 11:58
Procedimento estético não pode ser feito em todas as pessoas. Foto: Freepik
Procedimento estético não pode ser feito em todas as pessoas. Foto: Freepik

O brasileiro é um dos povos mais vaidosos do mundo, principalmente no que diz respeito à aparência física. Os cuidados com a estética passam pelos cabelos, corpo e até barba, sem que nenhum fio saia do lugar. Para completar o time, o sorriso, cartão de visitas de muita gente, fica entre um dos mais procurados na hora de dar aquele grau no visual. Buscando dentes brancos e saudáveis, muita gente recorre ao clareamento dental, medida estética corretiva que trata as pigmentações dentárias. Se você está pensando em realizar o procedimento, a dentista Carlla Lyra explica direitinho o que é e como é feita a técnica. Confira!


Clareia, meu amor, clareia

De acordo com Carlla o clareamento dental é “um procedimento não-invasivo capaz de devolver a harmonia de cor em dentes sem tratamento endodôntico, vulto “canal”  e desvitalizados (com tratamento endodôntico) ou eliminar eventuais manchas”. O benefício dele é puramente estético e existem três formas distintas para realizá-lo.

Em casa ou no consultório?

É possível fazer o branqueamento dos dentes tanto em casa quanto no consultório do profissional. Na segurança do lar o paciente utiliza agentes clareadores  em moldeiras confeccionadas de forma individualizada. Apesar disso, a dentista aconselha o acompanhamento do profissional. “o paciente deve seguir as recomendações do cirurgião-dentista e fazer visitas regulares para acompanhamento e controle dos resultados”, afirma.

A segunda técnica é realizada em consultório também com a utilização de agentes clareadores. “Por  fim, existe a técnica “combinada”, que associa os dois tipos de técnicas e apresenta resultados em menor intervalo de tempo. Cabe ao profissional indicar a melhor técnica para cada caso”, explica, Carlla.

Possíveis causas

Apesar de não existir nenhum cuidado que antecede o procedimento, a dentista afirma que cabe ao profissional, junto ao paciente, investigar quais fatores podem ter levado ao escurecimento dos dentes. “ Esses fatores podem ser ligados ao tabagismo, medicamentos, acúmulo de placa bacteriana, e principalmente a ingestão de alimentos e bebidas que contenham corantes como refrigerantes à base de cola, café, vinho tinto e chá preto”, conta, Carlla, mas ressalta que há também fatores intrínsecos como doenças sistêmicas, alterações na formação do dente, trauma dental, necrose pulpar e o próprio processo de envelhecimento dental.

Não é para todo mundo

Apesar de ser um procedimento estético nem todo mundo pode realizá-lo e é preciso fazer avaliação clínica antes de começar o tratamento. “Grávidas e lactantes, pessoas com menos de 15 anos (com formação do esmalte ainda não concluída) e pessoas com grande sensibilidade devido a muitas retrações não são as mais indicadas para realizar o clareamento”, explica a dentista. Ela salienta que, para realizar a técnica, o estado de saúde bucal do paciente deve estar sem a presença de cáries, tártaros ou lesões de mucosa. “Grande parte dos riscos relacionados ao procedimento estão relacionados à sensibilidade dental e lesões na gengiva” diz.

Carlla também alerta que o contato dos produtos com a gengiva, por um determinado período, podem provocar queimadura localizada ou úlcera. “Tal problema é causado porque as substâncias clareadoras são cáusticas quando em contato  com a mucosa”. Entre os outros efeitos indesejáveis estão a inflamação da parte interna do dente (pulpar), sensibilidade gástrica, alterações do pH dental, desmineralização e aumento das rachaduras do esmalte.

Cuidados após o procedimento

O cuidado também não acaba após a realização do procedimento. “A comunidade científica tem atentado bastante para os efeitos alimentares após a realização do clareamento. Hoje, os cirurgiões dentistas preferem orientar os pacientes para evitar alguns alimentos, porém, pesquisas estão sendo desenvolvidas para confirmar o real efeito da dieta no resultado do procedimento”, diz a dentista.

Entre as práticas que devem ser evitadas estão a ingestão de alimentos e bebidas ricas em corantes, como café, refrigerante a base de cola, molhos vermelhos, vinho tinto, chocolate, chá, beterraba e açaí. “Durante o período de realização do clareamento também é preciso esperar uma semana entre cada sessão e recomenda-se que sejam realizadas, no máximo, quatro”, aconselha. Caso, ao final das sessões, você acredite que ainda não está com o sorriso de modelo de creme dental e queira realizar a técnica novamente, a profissional sugere uma nova análise. “O dentista vai avaliar suas queixas clínicas e definir em que período devem ser repetidas as sessões”, finaliza.

 

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