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Cursinho ou estudar em casa? Como se preparar para o vestibular

Escolher entre um curso pré-vestibular ou estudo em casa é uma das dúvidas mais frequentes dos vestibulandos. Mas, calma, a gente te ajuda a resolver.
Por: Henrique Nascimento 01/06/2017 - 08:36 - Atualizado em: 06/06/2017 - 09:28
Fazer pré-vestibular ou estudar em casa? / Freepik
Saiba qual a melhor modalidade de estudo para você

Uma das dúvidas frequentes assim que se decide entrar na universidade é saber se é melhor fazer um curso pré-vestibular ou estudar sozinho em casa. Neste caso não existe resposta padrão, você precisa conhecer e considerar alguns aspectos sobre os dois tipos de estudo para encontrar o que melhor se encaixa. Acompanhe o texto para fazer a escolha correta.

Quem deve estudar em casa?

Estudar em casa demanda disciplina, principalmente se você optar por não fazer nenhum curso pré-vestibular. O autoconhecimento nesse momento é fundamental, algumas pessoas conseguem estipular metas e rotinas para si e cumprí-las sozinhas com facilidade, outras precisam de um acompanhamento e estímulo constante. No primeiro caso estudar somente em casa pode funcionar extremamente bem, já no segundo é interessante ter um assitência pedagógica mais presente, como é dada em cursos preparatórios.
Alguns dos benefícios de estudar em casa são:

1. Você faz seu horário
Administrar seu tempo é de extrema importância, principalmente se antes do período de vestibular você estiver trabalhando ou concluindo a escola. Estudar em casa nesses casos pode ser uma vantagem porque permitirá que você adeque seus horários e seus métodos de estudo para o período do dia que funcione melhor. Confira dicas infalíveis para gerenciar seu tempo de estudos. | Link: http://www.univeritas.com/noticias/confira-dicas-infaliveis-para-voce-gerenciar-seu-tempo-de-estudos

2. O conforto de um ambiente conhecido
Como a Dorothy do filme “O Mágico de Oz”, Judy Garland, dizia, “não há lugar como o nosso lar”. É em casa que costumamos nos sentir mais confortáveis, o aconchego de um espaço conhecido pode te dar a motivação necessária na hora de estudar. Só não deixe esse aconchego aumentar tanto ao ponto de ir estudar na cama e acabar dormindo. O ideal é que seja criado um ambiente específico para o estudo em casa.

3. Economia financeira
Fazer um pré-vestibular presencial envolve o pagamento de taxa de matrícula e mensalidades, além dos custos com deslocamentos. Se a condição financeira está apertada nada impede você de estudar. Tente adquirir material de pré-vestibular com seus amigos que já passaram pelo processo e utilize materiais que estão na internet gratuitamente, como vamos falar no próximo tópico.

4. A possibilidade de fazer pré-vestibular EAD ou estudar com material da internet
A Internet é um espaço com muitos conteúdos relacionados à educação. Por exemplo, você pode encontrar vídeo-aulas disponíveis no YouTube e provas anteriores de vestibular para baixar e praticar. Também estão disponíveis cursos e isoladas pré-vestibulares EAD. Alguns desses cursos possuem aulas ao vivo, vídeos gravados para assistir quando quiser, monitorias online e correção das redações enviadas.

Por que fazer pré-vestibular

Fazer um curso pré-vestibular ou pré-enem, como tem sido comumente chamado, é uma alternativa interessante, principalmente se já faz um tempo que você terminou a escola. Algumas das vantagens que se tem ao fazer um curso pré-vestibular são:

1. Acompanhamento pedagógico
Em um momento de preparação toda ajuda é bem-vinda, ainda mais se for de um especialista da área. Professores de pré-vestibular são gabaritados para o ensino da determinada matéria, além do fato de recorrentemente analisarem provas de vestibular, ou seja, sabem do que estão falando e direcionam seu cronograma para atender as expectativas do vestibulando.
Alguns cursos também apresentam a figura do monitor. O monitor geralmente é um graduando ou graduado na matéria estudada que dá um help, aos alunos tirando dúvidas quando  necessário especialmente na ausência dos professores não estão disponíveis.

2. Ênfase no que realmente importa
Como dito no tópico anterior, os professores de cursinho analisam as provas de vestibular e é através dessa análise que eles constroem o seu plano de aulas ou cronograma. Um pré-vestibular tem por característica entregar conteúdos específicos e direcionados para os assuntos recorrentes nas provas e tipos de questões que também são comuns.
É importante lembrar que a depender da instituição para que deseje ingressar os processos de vestibular são diferentes. Por conta disso, existem cursos preparatórios direcionados para instituições de ensino específicas ou tipos de prova específica.

3. Simulados
Estar bem preparado exige treino, você precisa conhecer o inimigo antes de atacá-lo. Os simulados são oferecidos com o objetivo de conhecer melhor o processo a que será submetido. Como o próprio nome já diz, as provas simuladas são feitas com questões anteriores de vestibular ou questões semelhantes elaboradas pelos professores do curso.
Os simulados buscam te proporcionar a mesma atmosfera que será encontrada no dia em que você colocará seus conhecimentos em prática. É uma ótima oportunidade de aprender sobre como organizar o tempo de prova e que assuntos ou matérias ainda precisam ser estudados.

4. Novas pessoas, mesmos objetivos
O processo de estudar para vestibular é extenso. Por conta disso, é natural que haja o cansaço e a insegurança.  Nos curso pré-vestibular os alunos, independente do curso que pretendem ingressar, têm um único objetivo, a aprovação. Estar com pessoas que desejam o mesmo que você pode ser um potencial motivador nos momentos em que as coisas parecem não dar certo.
No entanto, ir ao pré-vestibular não exclui ter um tempo de estudo em casa, para um maior rendimento é preciso que as duas coisas estejam associadas.

Então, estudar em casa ou fazer pré-vestibular?

Para uma escolha correta de que tipo de preparação escolher é importante analisar sua rotina, suas necessidades, sua personalidade. A partir disso, você verá que forma de estudo têm mais aspectos que combinam com você e poderá se preparar melhor.

Vai fazer cursinho ou pré-vestibular? Ainda tem alguma dúvida? Deixe um comentário.

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Devo fazer pré-vestibular ou estudar em casa?

Optar entre essas duas modalidades de estudo pode parecer difícil, mas é mais simples do que parece. Confira!
Por: Henrique Nascimento 01/06/2017 - 08:15 - Atualizado em: 05/06/2017 - 13:48
Devo fazer pré-vestibular ou estudar em casa?  / Freepik
Entenda qual modalidade de preparação pode ser a melhor para você

Quando se inicia a preparação para entrar na universidade  é comum não saber se é melhor fazer um curso pré-vestibular ou estudar sozinho em casa. Neste caso não existe resposta padrão, você precisa conhecer e considerar alguns aspectos sobre os dois tipos de estudo para encontrar o que melhor se encaixa. Acompanhe o texto para fazer a escolha correta.

Leia também: Confira cinco aplicativos para ajudar a estudar para o Enem

Como estudar para concursos públicos

Estudar em casa demanda disciplina, principalmente se você optar por não fazer nenhum curso pré-vestibular. O autoconhecimento nesse momento é fundamental, algumas pessoas conseguem estipular metas e rotinas para si e cumprí-las sozinhas com facilidade, outras precisam de um acompanhamento e estímulo constante. No primeiro caso estudar somente em casa pode funcionar extremamente bem, já no segundo é interessante ter um assitência pedagógica mais presente, como é dada em cursos preparatórios.
Alguns dos benefícios de estudar em casa são:

1. Você faz seu horário
Administrar seu tempo é de extrema importância, principalmente se antes do período de vestibular você estiver trabalhando ou concluindo a escola. Estudar em casa nesses casos pode ser uma vantagem porque permitirá que você adeque seus horários e seus métodos de estudo para o período do dia que funcione melhor.

2. O conforto de um ambiente conhecido
Como a Dorothy do filme “O Mágico de Oz”, Judy Garland, dizia, “não há lugar como o nosso lar”. É em casa que costumamos nos sentir mais confortáveis, o aconchego de um espaço conhecido pode te dar a motivação necessária na hora de estudar. Só não deixe esse aconchego aumentar tanto ao ponto de ir estudar na cama e acabar dormindo. O ideal é que seja criado um ambiente específico para o estudo em casa.

3. Economia financeira
Fazer um pré-vestibular presencial envolve o pagamento de taxa de matrícula e mensalidades, além dos custos com deslocamentos. Se a condição financeira está apertada nada impede você de estudar. Tente adquirir material de pré-vestibular com seus amigos que já passaram pelo processo e utilize materiais que estão na internet gratuitamente, como vamos falar no próximo tópico.

4. A possibilidade de fazer pré-vestibular EAD ou estudar com material da internet
A Internet é um espaço com muitos conteúdos relacionados à educação. Por exemplo, você pode encontrar vídeo-aulas disponíveis no YouTube e provas anteriores de vestibular para baixar e praticar. Também estão disponíveis cursos e isoladas pré-vestibulares EAD. Alguns desses cursos possuem aulas ao vivo, vídeos gravados para assistir quando quiser, monitorias online e correção das redações enviadas.

Fazer um curso pré-vestibular ou pré-enem, como tem sido comumente chamado, é uma alternativa interessante, principalmente se já faz um tempo que você terminou a escola. Algumas das vantagens que se tem ao fazer um curso pré-vestibular são:

1. Acompanhamento pedagógico
Em um momento de preparação toda ajuda é bem-vinda, ainda mais se for de um especialista da área. Professores de pré-vestibular são gabaritados para o ensino da determinada matéria, além do fato de recorrentemente analisarem provas de vestibular, ou seja, sabem do que estão falando e direcionam seu cronograma para atender as expectativas do vestibulando.
Alguns cursos também apresentam a figura do monitor. O monitor geralmente é um graduando ou graduado na matéria estudada que dá um help, aos alunos tirando dúvidas quando  necessário especialmente na ausência dos professores não estão disponíveis.

2. Ênfase no que realmente importa
Como dito no tópico anterior, os professores de cursinho analisam as provas de vestibular e é através dessa análise que eles constroem o seu plano de aulas ou cronograma. Um pré-vestibular tem por característica entregar conteúdos específicos e direcionados para os assuntos recorrentes nas provas e tipos de questões que também são comuns.
É importante lembrar que a depender da instituição para que deseje ingressar os processos de vestibular são diferentes. Por conta disso, existem cursos preparatórios direcionados para instituições de ensino específicas ou tipos de prova específica.

3. Simulados
Estar bem preparado exige treino, você precisa conhecer o inimigo antes de atacá-lo. Os simulados são oferecidos com o objetivo de conhecer melhor o processo a que será submetido. Como o próprio nome já diz, as provas simuladas são feitas com questões anteriores de vestibular ou questões semelhantes elaboradas pelos professores do curso.
Os simulados buscam te proporcionar a mesma atmosfera que será encontrada no dia em que você colocará seus conhecimentos em prática. É uma ótima oportunidade de aprender sobre como organizar o tempo de prova e que assuntos ou matérias ainda precisam ser estudados.

4. Novas pessoas, mesmos objetivos
O processo de estudar para vestibular é extenso. Por conta disso, é natural que haja o cansaço e a insegurança.  Nos curso pré-vestibular os alunos, independente do curso que pretendem ingressar, têm um único objetivo, a aprovação. Estar com pessoas que desejam o mesmo que você pode ser um potencial motivador nos momentos em que as coisas parecem não dar certo.
No entanto, ir ao pré-vestibular não exclui ter um tempo de estudo em casa, para um maior rendimento é preciso que as duas coisas estejam associadas.

Então, estudar em casa ou fazer pré-vestibular?

Para uma escolha correta de que tipo de preparação escolher é importante analisar sua rotina, suas necessidades, sua personalidade. A partir disso, você verá que forma de estudo têm mais aspectos que combinam com você e poderá se preparar melhor.

Vai fazer cursinho ou pré-vestibular? Ainda tem alguma dúvida? Deixe um comentário.

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Qual a hora certa de iniciar uma pós-graduação?

Não sabe o momento certo de investir em uma pós-graduação? A gente te ajuda!
Por: Henrique Nascimento 29/05/2017 - 12:00 - Atualizado em: 05/06/2017 - 13:51
Menina com dúvida/Fonte: Freepik
Saiba qual o melhor momento para iniciar a pós-graduação

Tudo se encaminhou para este momento, o fim da graduação. Com o diploma em mãos você tem uma decisão a tomar: apostar no mercado de trabalho ou começar uma pós-graduação logo em seguida? Não se preocupe, temos algumas dicas e considerações que vão te ajudar a tomar a decisão correta.

Leia também: O ensino superior ao redor do mundo 

Quando começar uma pós-graduação?

A primeira coisa que você precisa entender é que não existe um momento padrão para iniciar uma pós-graduação. Fazer um curso de especialização sempre trará benefícios para a sua carreira. Se for feito antes da entrada no mercado de trabalho será um impulso para conseguir uma vaga. Caso seja feito durante o período em que está empregado, o curso de pós-graduação te posicionará melhor no mercado.

Planejamento profissional

Você precisa ter em mente o seu plano profissional ao fim da graduação. A partir daquilo que deseja profissionalmente é que você poderá definir que tipo de curso de pós-graduação e quando começar uma especialização. Avalie as questões financeiras, como o valor do curso, e a disponibilidade de horários. Alguns cursos exigem dedicação exclusiva, outros possuem horários flexíveis que permitem que o aluno trabalhe e estude, por exemplo, como os cursos EAD. Já falamos aqui sobre as vantagens de se fazer uma pós-graduação EAD.

Conhecendo os tipos de pós-graduação

Algumas pessoas se programam para começar um curso pós-graduação, mas não sabem que tipo de curso escolher. Existem  basicamente dois tipos de cursos de pós-graduação o stricto sensu e o lato sensu.

Para quem é indicado a pós-graduação stricto sensu?

A pós-graduação stricto sensu, de acordo com o MEC, corresponde aos cursos de mestrado e doutorado. Esses cursos são indicado para pessoas que desejam seguir carreira acadêmica e priorizam projetos finais que estejam mais ligados a aspectos científicos da área em detrimento dos  práticos.

Quem deve fazer pós-graduação lato sensu?

Já os cursos de pós-graduação lato sensu correspondem às especializações e aos cursos MBA (Master Business Administration), nome utilizado para especializações na área de administração. Com duração mínima de 360 horas, podendo também ser EAD, esses tipos de curso são indicados para quem deseja formações mais rápidas com horários mais flexíveis. Por exemplo, um profissional graduado no curso de Enfermagem pode cursar Enfermagem Obstétrica para se especializar no atendimento de mulheres e mais especificamente no período da gravidez e amamentação. Entenda mais sobre esse e outros tipos de especialização clicando aqui.

Adquirir conhecimentos relacionados à sua área profissional nunca é demais. Se dedicar a uma pós-graduação pode ser o diferencial que faltava na sua carreira. Faça um planejamento e encontre o melhor momento para se dedicar a uma especialização.

Tem alguma dúvida sobre o assunto? Comente aqui embaixo.

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Você conhece esses nerds da televisão?

Inteligentes, apaixonados por quadrinhos, sagas com temáticas fantásticas, jogos, videogames, HQs e demais assuntos relacionados ao mundo da cultura pop são os conhecidos como nerd. Relembre agora cinco dos mais famosos da televisão!
Por: Camilla de Assis 24/05/2017 - 16:33 - Atualizado em: 25/05/2017 - 13:36
Foto: Montagem
Os nerds mais conhecidos da televisão
Sim, é nesta sexta-feira (25) o tão aguardado Dia do Orgulho Nerd. Provavelmente você já sabe a origem desta comemoração, mas só para relembrar: neste mesmo dia, em 1977, foi lançado nada mais nada menos do que o primeiro filme de uma das maiores franquias nerds do mundo. “Star Wars Ep IV: Uma Nova Esperança” estrelava nas salas de cinema dos Estados Unidos. Agora, caso você não soubesse a razão da escolha da data, já não deve restar dúvidas.
 
 
E não tem como falar do Dia do Orgulho Nerd sem falar do Dia da Toalha. É importante explicar que os nerds não comemoram o Dia do Orgulho, mas sim a o dia em homenagem ao ator Douglas Adams, criador do Guia do Mochileiro das Galáxias, comemorado na mesma data. O Dia da Toalha faz referência à obra, que ensina os mochileiros a estarem preparados para qualquer situação apenas com uma toalha pendurada na mochila.
 
Mas, afinal, o que vem a ser nerd? O conceito ainda não está definido e flutua entre a opinião dos especialistas, mas o denominador comum é que nerd é aquela pessoa que, além de ter índices de inteligência sobressalentes, também é interessada pela cultura pop, como quadrinhos, HQs, histórias com temáticas de fantasia, ficção científica, entre outros. Confira agora uma lista com os maiores nerds da televisão.
 
1 - Sheldon Cooper
Esse é inegável. Sheldon Cooper é um dos personagens mais nerds da história dos seriados. O físico teórico da série The Big Bang Theory, além de muito inteligente - o famoso “CDF” - também tem gostos voltados para as séries de super-heróis, quadrinhos, videogames e jogos.
 
2 - Eric Forman
Não tão “CDF” quanto Sheldon Cooper, Eric Forman também é um nerd da televisão - e ainda chegou a ser um crush dos anos 1990/2000. Da série That ‘70s Show, Eric era o nerd do grupo: colecionava Action Figures de G.I. Joes, amava quadrinhos e ainda tinha uma paixão muito mais que perceptível por Star Wars. Inclusive, o episódio 20 da primeira temporada da série, intitulado “A New Hope” foi inspirado no clássico de George Lucas.
 
3 - Hugo “Hurley” Reyes
Perdido em Lost, Hugo Reyes é considerado o típico nerd. Sua piadas são referências à saga mais importante para os amantes da cultura pop - Star Wars -, como também quadrinhos e outras franquias do mundo geek. Além disso, ele também demonstra sua inteligência explicitada nas ironias.
 
4 - Jimmy Neutron
Famoso dos desenhos, Jimmy Neutron é um dos nerds das animações. O menino é apenas uma criança, mas já apresenta uma inteligência peculiar ao fazer seu papel como cientista e planejar, construir e testar as mais inusitadas máquinas futuristas. Além disso, ele não deixa de ser um garoto que gosta de jogos, videogames e quadrinhos.
 
5 - Seth Cohen
Seth Cohen era realmente um nerd? Sim! O personagem de The O.C. fazia o estilo “nerd galã”, muito diferente dos estereótipos conhecidos pelo senso comum. Seth era, além de popular, um cara inteligente e apaixonado por quadrinhos, HQs, super-heróis, jogos  videogames.

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A saúde dos seus dentes começa no seu prato

A alimentação influencia diretamente na sua saúde bucal. Entenda como isso acontece
Por: Paula Brasileiro 19/05/2017 - 12:00 - Atualizado em: 19/05/2017 - 12:17
O que você come influencia na sua saúde bucal. Entenda como isso acontece
O que você come influencia na sua saúde bucal. Entenda como isso acontece

Uma boa escovação e o uso do fio dental não são suficientes para garantir a saúde bucal. O que você coloca no seu prato, nas refeições, também pode influenciar na boa aparência e resistência dos seus dentes. É importante manter uma alimentação balanceada e escolher os alimentos de forma consciente para que o seu corpo, inclusive a boca, sejam beneficiados.

A UNG oferece o curso de Odontologia. Clique aqui e saiba mais.

O açúcar é um dos principais vilões da saúde bucal. Classificado pela odontologia como 'alimento adesivo', ele é o responsável maior por causar cáries e mau hálito por seu alto poder de aderência aos dentes. Já os alimentos ácidos - como as frutas cítricas, seus sucos e, também, refrigerantes favorecem a erosão dentária, um desgaste no esmalte, camada que reveste o dente.

Para manter a saúde bucal em dia, é preciso manter uma alimentação balanceada, rica em minérios. Alimentos com predominância de cálcio (leite e seus derivados), garantem dentes fortes; para mantê-los sempre limpos o indicado são as fibras - que demandam mais esforço durante a mastigação o que acaba arrastando as impurezas acumuladas na boca; e, para uma gengiva bem cuidada, é indispensável o consumo de vitamina C e alimentos ricos em ferro.  

                         

Palavra de profissional

A Dra. Poliana Mendes Duarte, professora da Pós-Graduação em Odontologia da UNG, fala sobre a relação entre alimentos e a saúde dos dentes: “É importante ressaltar que tanto o benefício quanto o prejuízo que um alimento pode causar na cavidade bucal estão associados à frequência e quantidade de ingestão do mesmo bem como a outros fatores como, por exemplo, hábitos de higiene bucal.”

Ela também orienta sobre um problema bem frequente e que costuma causar bastante incômodo nas pessoas, a halitose: “A halitose ou mau hálito pode ser causada por inúmeros fatores, podendo ser fisiológica, patológica, transitória ou crônica. Alguns alimentos e temperos, como alho e cebola, podem causar uma halitose temporária que desaparece após algumas horas. Doenças sistêmicas não tratadas como o diabetes e o hábito de fumar também pode induzir um mau hálito característico. Entretanto, é importante ressaltar que as principais causas de halitose são as doenças bucais, especialmente as doenças periodontais. Isso ocorre pois as bactérias que causam as doenças periodontais (gengivite e periodontite) liberam alguns compostos malcheirosos. Essas bactérias podem estar na placa bacteriana associada ao dente ou na língua. Logo, uma grande parcela dos casos de halitose pode ser evitada por meio de visitas periódicas ao dentista para fazer diagnóstico e tratamento das doenças periodontais e por meio da escovação adequada  de dentes e língua adequadamente.”

Por fim, a Dra. Poliana dá as orientações para manter os dentes e a boca saudáveis: “As principais dicas para manter saúde bucal são: escovar os dentes e passar fio dental diariamente, fazer visitas periódicas ao dentista, manter uma alimentação saudável e não fumar. Além disso, manter a saúde geral também é importante pois algumas doenças como o diabetes e a obesidade podem prejudicar a saúde bucal.”


Gostou das dicas? Conta pra gente como você cuida da sua saúde bucal.

 

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Passei no vestibular, e agora?

Entenda como lidar com a burocracia do processo de matrícula
Por: Henrique Nascimento 15/05/2017 - 09:19 - Atualizado em: 16/05/2017 - 07:51
Imagem de um homem com dúvida/Fonte: Freepik
Nós te ajudamos com o processo de matrícula

Passar no vestibular é o primeiro passo para vida acadêmica que acaba de começar. A matrícula é a única coisa que fica entre o passar no vestibular e ser oficialmente um universitário. Por questões burocráticas, são vários os documentos que precisam ser levados no dia da matrícula, fora os papéis que precisa assinar. Não precisa se assustar. apesar de parecer complicado, as coisas são bem simples. Aqui vão algumas orientações para passar pelo momento da matrícula sem estresse.

Leia também: Nota do ENEM pode substituir vestibular

Leia também: Como sobreviver aos trabalhos em equipe

1. Cara crachá

Essa é uma dica para a vida. Sempre atualize seus documentos. Nada de levar documento de identidade com foto que foi feita quando você tinha cinco anos e não sabia assinar. Não espere ser aprovado no vestibular para correr atrás dos documentos que precisa. Caso isso tenha acontecido com você, não entre em pânico e assim que terminar de ler esse texto vá correr atrás de tudo que necessita para fazer a matrícula.

2. Leia o edital

Leia o edital. É sério. As universidades possuem editais de matrícula e páginas na internet que informam toda a documentação necessária e os dias disponíveis para a matrícula. Leia com atenção e veja quais são os documentos necessários. Veja também se não há nenhum formulário que precisa ser impresso e respondido para ser entregue no dia da matrícula.

Algumas instituições de ensino oferecem bolsas ou possuem processo de ingresso vinculados ao Governo através do ProUni e o Fies, por exemplo. Nesses casos é preciso ter ainda mais atenção. Na UNG para se matricular pelo Fies você precisa levar para comprovar renda, no mínimo, os seus 3 últimos contracheques. Para vestibular tradicional é necessário levar o comprovante de conclusão e o certificado do Ensino Médio originais acompanhados de duas fotocópias autenticadas.

Dependendo da categoria do ingresso, além dos documentos do aluno são necessários os documentos de todos os que moram com ele. Indo do mais básico, como documentos de identificação com foto, até, como no caso do ProUni, comprovantes de residência em nome de cada membro do grupo familiar atualizados dos últimos 6 meses, original e cópia.

3. Uma pessoa prevenida, vale por duas

As fotocópias, conhecidas como “xerox”, costumam ser bem baratas e para praticamente todos os tipos de cadastros que precisamos fazer elas são úteis. Procure tirar xerox - e autenticar sempre que possível - seus documentos, mantenha-os guardados. Caso não tenha guardadas, olhe no edital de matrícula toda a documentação que é necessária, veja o que é preciso tirar xerox e faça.

4. Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje

Não deixe para separar a documentação na véspera do dia da matrícula. Alguns lugares possuem vários dias de matrícula, outros só um dia ou um turno para efetivar cadastro no curso superior. Em nenhum dos casos deixe para ir no último dia ou no fim do horário. Procure chegar cedo, mesmo que espere um pouco para ser atendido, você terá a garantia de que irá se matricular.

A universidade é um ótimo espaço de construção do conhecimento e de descobertas. Viva a o ensino superior aproveitando todas as coisas que vem com ele, como os congressos, trabalhos desenvolvidos durante o curso e oportunidades de estágio. Conheça algumas dicas para quem vai começar a gradução e boa sorte em sua caminhada.

Precisa de alguma ajuda? Ainda tem alguma dúvida? Comente aqui.

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Precisamos falar sobre equidade de gênero

A universidade é uma espaço que deve contribuir para a igualdade de gênero
Por: Henrique Nascimento 12/05/2017 - 15:39 - Atualizado em: 15/06/2017 - 10:41
Imagem de balanças com um homem e uma mulher em posição de igualdade/FONTE: Freepik
Conheça medidas e projetos que podem contribuir para igualdade de gênero
Na Universidade e na sociedade brasileira temos muitos problemas causados pela desigualdade de gênero. Além das questões relacionadas às mulheres, como a violência e os casos de abuso sexual, também existem os casos sofridos pelas pessoas da comunidade LGBTT, vítimas de preconceitos e violência. Por conta de tudo isso, é preciso falar sobre ações de equidade de gênero e da importância que há em lutar pela igualdade dentro do ambiente universitário.
 
 
 
Mas primeiro, o que é equidade?
 
Antes de falarmos de possíveis medidas práticas que levem à igualdade de gêneros é importante entender o que é equidade. De acordo com a pedagoga Silvia Moraes, com mais de dez anos de formação e professora da UNG, “equidade já diz respeito a uma forma de política compensatória para o segmento que possua maiores vulnerabilidades. A equidade é a forma de se alcançar a igualdade por meio de políticas de justiça social” explica a pedagoga.
 
A desigualdade não é natural
 
As universidades ainda apresentam uma configuração em que  mulheres e homens estão em espaços distintos. Moraes destaca que os chamados cursos de exatas continuam sendo ocupados por homens e cursos que estão relacionados ao cuidado são associados ao público feminino. No entanto, ela afirma que nada disso é natural, na verdade é fruto de um processo social fortalecido durante a educação básica.
 
Os cursos com maioria ocupada por mulheres também são os cursos que apresentam os menores salários.  “É importante dizer isso porque essa é uma representação do mercado de trabalho em que fica nítido a relação estudo-trabalho organizado quase que por “guetos” com base no gênero”, afirma Moraes.
 
Um dos fatores que afastam a mulher do ensino superior são as cobranças sociais. Silvia aponta que a partir de argumentos biológicos as mulheres são cobradas, durante a idade que iniciariam o Ensino Superior, para desenvolver uma vida familiar, casar e ter filhos. Isso traz dificuldades, fazendo com que elas não tenham tempo para planejar a carreira profissional e universitária. 
 
Para lidar com as duas coisas, família e estudos, muitas mulheres abandonam a universidade e as que decidem continuar precisam de um investimento maior e de auxílio externo. Uma das políticas indicadas nesse caso, conforme defende Moraes, seriam os programas de creche na universidade. Esses espaços devem ser desenvolvidos pela instituição de ensino em parceria com órgãos estatais e privados.
 
A importância da Educação em Direitos Humanos 
 
Levando em consideração que toda atuação profissional após a universidade será feita em um ambiente de desigualdades sociais, é importante, de acordo com a pedagoga, que todos os cursos desenvolvam em seu currículo, disciplinas que abordem a Educação em Direitos Humanos. Essas disciplinas, além de outros temas, devem tratar das relações de gênero de forma ampla, “[...] tanto sobre a relação de homens e mulheres e seus acessos aos mais variados direitos,  quanto da população considerada LGBTT,  hoje o segmento mais vulnerabilizado da sociedade”, evidencia Moraes.
 
A luta por uma universidade plural e inclusiva
 
“Reconhecer que a universidade tem sido um campo de privilégios é essencial para compreender como pode atuar para a construção de uma sociedade mais justa para a população LGBTT”, é com essa fala que Silvia Moraes nos alerta para os baixos índices da participação da comunidade LGBTT, principalmente Transexuais e Travestis, no Ensino Superior brasileiro.
 
Mais um vez, esse quadro não é natural, mas fruto de construção histórica e cultural. A comunidade LGBTT costuma abandonar a escola ainda na educação básica, na fase da adolescência, “momento em que o corpo, os desejos e afetos ficam mais evidentes,  e portanto, momento em que as violências também começam a ficar mais constantes”, explica a pedagoga. Por conta disso são muitos os que não terminam o ensino médio e quando retornam procuram aulas na Educação Para Jovens e Adultos (EJA), o que pode resultar em um déficit educacional.
 
Silvia aborda que a integração da pessoa LGBTT na universidade deve ser feita com o mesmo respeito dado a qualquer outro aluno. A universidade deve primeiramente instituir a possibilidade de uso do nome social, acesso a todos os ambientes da instituição, ter políticas educacionais que possam compensar os possíveis problemas de escolarização e uma política rígida contra qualquer tipo de manifestação preconceituosa.
 
Alunos multiplicadores: para  além dos muros da universidade
 
Uma prática interessante apontada por Moraes para trabalhar a equidade de gênero nas escolas, é a visita de profissionais e alunos da universidade de diversos setores e de diferentes gêneros. Esse tipo de prática, leva aos alunos da educação básica a entender que eles podem cursar o que quiserem, pois são capazes de aprimorar habilidades para todos os cursos.
 
O Núcleo de Extensão da UNG estará desenvolvendo no dia 18 de maio deste ano, dia nacional de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, um projeto, sob a responsabilidade de Isabelle Pontes, que levará alunos da Universidade para promover palestras e distribuição de material de divulgação em escolas de Guarulhos sobre o abuso, violência e a exploração sexual. De acordo com a professora Lis Lakeis, coordenadora do Núcleo, o projeto será voltado para um público amplo, homens,  mulheres e crianças e contará com a participação de alunos dos cursos de direito, psicologia e serviço social.
 
O abuso sexual é uma forma de submeter pessoas à condições de inferioridade. Esse tipo de crime, que atinge muito mais mulheres do que homens, está ligado a situação social em que vivemos, onde homens aprendem, de forma equivocada, desde cedo que estão acima das mulheres e acreditam possuir o domínio sobre elas e sobre seus corpos.
 
Há o objetivo de que os alunos participantes também se tornem multiplicadores na Universidade do conteúdo que estarão apresentando. “Quanto mais informação o aluno recebe, mas ele se torna um multiplicador”, afirma Lakeis. 
 
A seleção dos alunos participantes é feita a partir dos coordenadores dos cursos de Psicologia, Direito e Serviço Social. Cada coordenador escolherá os alunos que participarão de acordo com a disponibilidade e atividades desenvolvidas durante o curso. Caso algum aluno da UNG tenha interesse em participar do projeto, deverá entrar com o Núcleo de Extensão. 
 
A escolha das escolas que receberão o projeto é feita a partir do contato prévio da universidade com as instituições que já apresentam aberturas de parceria para o desenvolvimento de projetos. Caso alguma escola da região de Guarulhos deseje a visita do projeto, deve também entrar em contato com o Núcleo de Extensão da UNG através do email extensão@ung.br ou pelo número de telefone 2464-1151.
 
Tem alguma experiência que deseja compartilhar conosco? Conhece algum projeto para promover igualdade de gênero? Comente!

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A importância da escrita no aprendizado de novos idiomas

Confira porque é importante dar atenção a este aspecto no aprendizado de uma nova língua
Por: Taísa Silveira 12/05/2017 - 13:58
Dominar outras línguas é importante na vida profissional, confira estas dicas
Dominar outras línguas é importante na vida profissional, confira estas dicas

Muitos universitários que querem aprender novas línguas ignoram um princípio básico do processo, que é a prática não oral.  Isso significa que a maioria das vezes os alunos de línguas estrangeiras ficam mais preocupados em falar o novo idioma que se familiarizar com a gramática e a semântica, que se aprende através da prática da escrita.

Isso acontece porque quando escrevemos temos a capacidade de fixar de maneira mais eficaz o conhecimento adquirido, e essa é uma das partes mais difíceis de aprender outro idioma. Porém para escrever bem em qualquer idioma é necessário ler muito. Isso mesmo!

A imersão em língua estrangeira através da leitura fará com que você se acostume às formações gramaticais de sintaxe e concordância, sendo meio caminho andado para seu domínio de escrita.

Por isso, antes mesmo de escrever, habitue-se a ler muito na língua que você está aprendendo.

Conheça os cursos de idiomas da UNG

A prática leva à perfeição

Porém apenas leitura na língua não será o suficiente para que você consiga desenvolver a escrita. Para aprender a escrever em outro idioma é necessário praticar escrevendo. No início você pode começar com textos curtos e simples, de preferência sobre algo que você leu, ou ouviu durante o seu dia. Quando tiver mais segurança e experiência comece a praticar a escrita de textos mais complexos, argumentativos que te exijam um nível de vocabulário mais rebuscado e amplo. A cada exercício desses, é interessante que se desenvolva mais parágrafos e páginas do que o feito no exercício anterior. Portanto, iniciar com uma proporção de ler uma página e escrever um parágrafo é um bom início.

Mantenha a constância

Um bom exercício de escrita como já falado no tópico anterior é escrever sobre coisas que você vivenciou, ou entende bem, através de textos opinativos. Falar de coisas que são próximas de nossa realidade ajudam a aumentar o repertório léxico como também organizar de forma estruturada o pensamento. Uma boa dica é manter um diário. Isso mesmo. Um diário pode ser uma boa maneira de você relatar seu dia e fatos que te chamaram atenção, sem que você precise inicialmente ter uma preocupação com a formalidade exigida em textos acadêmicos por exemplo.

Mantenha contato com falantes nativos

Nada melhor para sua prática do que estar constantemente em contato com pessoas que falem a língua desde que nasceram. Isso significa sobretudo, manter troca de e-mails 0 ou cartas se você for mais vintage - com pessoas nativas da língua que você deseja aprender. De maneira natural e informal, você terá sua escrita corrigida por quem vive a língua desde a mais tenra idade. Existem sites na internet em que você consegue conversar via chat com pessoas do mundo todo e praticar exercícios de escrita e pronúncia que serão corrigidos tanto por professores da língua quanto por nativos.

E você, quantas línguas você já domina? A UNG oferece diversos cursos de idiomas. Conheça as opções!

 

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Mindfulness: mais que meditação, uma maneira de manter a saúde em dia

O uso desta técnica meditativa vem ganhando cada vez mais adeptos e se consolidando entre a comunidade médica. O tema será discutido no I Congresso Multiprofissional de Saúde da UNG, neste mês de maio
Por: Paula Brasileiro 11/05/2017 - 13:47 - Atualizado em: 11/05/2017 - 13:44
O mindfulness vem sendo uso no tratamento de várias doenças
O mindfulness vem sendo uso no tratamento de várias doenças

Oriunda das tradições asiáticas e budistas, a meditação é uma espécie de treinamento da mente para o autoconhecimento e evolução espiritual. Existem diversas técnicas meditativas mas, uma delas em especial, vem chamando atenção de pessoas não praticantes da religião e, sobretudo, da classe médica, por seu poder de ação na saúde humana e na prevenção de doenças - é o mindfulness.

 

Foi o biólogo americano Jon Kabat-Zinn que, na década de 1970, introduziu as técnicas orientais em seu trabalho como uma alternativa ao uso de química no tratamento de pacientes. Ele montou um programa de exercícios para o cérebro - batizado de mindfulness - testado em um grupo de pessoas insensíveis a analgésicos. Diante do êxito do tratamento alternativo, outros profissionais passaram a usá-lo para outras doenças relacionadas ao estresse  e, a partir dos anos 2000, começaram a se multiplicar as comprovações científicas do uso  do método como melhoras na imunidade e sucesso no tratamento de depressão e ansiedade.

Como funciona o mindfulness?

Mindfulness se trata de focar a atenção no que se faz, enquanto se faz - e fazê-lo como se fosse a primeira vez. A intenção é estar presente no momento concentrando-se em uma atividade específica, e nas sensações que esta provoca no corpo, sem desviar a mente para outros motivos nem reagir no 'piloto automático'. Para atingir o estado de mindfulness, existem algumas técnicas, uma delas é a da respiração - na qual o praticante foca no ato de respirar, sentindo o ar entrar e sair pelas narinas, sem interferir no processo, e percebendo como ele atua em seu organismo. Mas o processo pode ser feito até mesmo durante atividades corriqueiras do dia a dia, como tomar banho, comer ou ouvir uma música, por exemplo.

Resultados

Mais de quatro mil artigos publicados no PubMed (serviço da U.S. National Library of Medicine) demonstram os bons resultados da aplicação do mindfulness para fins terapêuticos. Eles trazem casos de pacientes em tratamento de câncer, hipertensão e outras doenças crônicas, além de males de fundo emocional, e relatam resultados como melhoria da imunidade física, resistência à dores crônicas e diminuição da ansiedade.  

Os benefícios têm sido tão bem recebidos pela comunidade médica que em alguns lugares do mundo, como o Reino Unido, o método já foi adotado como terapia no sistema público de saúde, No Brasil, a cidade de São Paulo conta com o programa Mente Aberta, desenvolvido pela Unifesp, que leva a técnica para pacientes do SUS.

'Mindfulness para estresse e saúde'

O tema será discutido durante o I Congresso Multiprofissional de Saúde, que será realizado na UNG entre os dias 18 e 20 de maio. O minicurso 'Mindfulness para estresse e saúde' será ministrado durante o evento, pela professora Luiza Tanaka, trazendo à tona especificidades e a relevância do seu uso no tratamento de pacientes com as mais diversas patologias. No curso, também haverá a realização de práticas de escaneamento corporal, consciência da respiração, abertura e auto-gentileza e gentileza.  

Luiza Tanaka, Pós-doutora em enfermagem, pratica e estuda a técnica há cerca de 10 anos. Ela é instrutora de Práticas de Atenção pela Associação Palas Athenas no Brasil e certificada a ministrar o curso de mindfulness pela Fundação Breathworks, da Inglaterra. A professora fala sobre a importância de também praticar o mindfulness: "É muito importante que antes de ensinar é necessário praticar, praticar e praticar consigo. A prática consiste no profundo autoconhecimento dos seus pensamentos, falas e ações no cotidiano da vida, tendo como essência a ética e o desapego."

A doutora também comentou sobre a relevância de trabalhar o assunto entre estudantes e profissionais de saúde: "É muito importante que antes de ensinar é necessário praticar, praticar e praticar consigo. A prática consiste no profundo autoconhecimento dos seus pensamentos, falas e ações no cotidiano da vida, tendo como essência a ética e o desapego."

Quer saber mais sobre o I Congresso Multiprofissional de Saúde? As inscrições já estão abertas. Clique aqui e confira a programação.

 

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Etiqueta na prova do vestibular: o que fazer e o que NÃO fazer

Muito além de apenas responder às questões da prova, o vestibular também pede que você siga algumas “regras de etiqueta”. Confira-as aqui!
Por: Camilla de Assis 05/05/2017 - 08:33
Foto: Shutterstock
Filar ou colar na prova do vestibular é um dos erros mais graves
O dia do vestibular é o mais importante na vida de quem almeja entrar no ensino superior. O ano (ou anos) de preparação é todo revertido em resultados no momento de responder às questões da prova. Por isso, estar em uma sala com outros candidatos, todos em prol do mesmo objetivo, é de suma importância.
 
 
E é justamente nesse espaço compartilhado que se deve ter atenção e cuidado com o comportamento. Ao lembrar que a sala de aula em que é realizada a prova do vestibular é um local onde pessoas com diversas personalidades estão presentes, você deve seguir “regrinhas de etiqueta”. 
 
Para ajudar seu desempenho, trouxemos algumas dicas comportamentais para se ter durante o vestibular. Entre essas dicas, estão detalhes sobre a alimentação, conversas paralelas, entre outros. Confira a lista completa com as sugestões abaixo:
 
1 - Não abra os pacotes de lanche no meio da prova
Se você se apetece por aqueles salgadinhos de milho transgênico ou então biscoitos e amendoins, evite abrir os pacotes no momento da prova. Por serem feitas de alumínio, as embalagens fazem um barulho danado na hora de serem rasgadas e o “tchhhhhh” da abertura pode ser incômodo para os outros candidatos que estão realizando a avaliação - além de poder atrapalhar a sua própria concentração.
 
2 - Não chame o fiscal de sala a todo momento
Não é trabalho do fiscal tirar suas dúvidas quanto ao conteúdo da prova, mas apenas sobre assuntos técnicos, como preenchimento do cartão dos dados pessoais, possíveis erros no caderno de questões, entre outros. Portanto, não fique chamando o fiscal de sala, pois a movimentação dele pode atrapalhá-lo, atrapalhar você e outros candidatos.
 
3 - Mantenha seus pertences principais sempre fáceis de pegar
Caneta esferográfica azul ou preta e RG devem estar sempre fáceis à mão. O motivo é simples: você vai economizar tempo que deverá usá-los para melhorar seu desempenho na prova. Mantenha esses dois pertences por perto para que, quando solicitado(a), você não perca tempo procurando-os.
 
4 - Não tente colar ou “filar”
Não. Nunca. Em hipótese alguma, tente obter as respostas por meios diferentes da sua própria cabeça. Além de ser indelicado, categoriza-se como um crime, presente no Código Penal desde 2011.
 
5 - Use garrafas ao invés de latas
Não use latas para se refrescar. Geralmente esses objetos fazem muito barulho ao abrir - o que pode ser muito incômodo para os outros candidatos que estão fazendo o exame. Procure beber líquidos ou sucos armazenados em garrafas.
 
6 - Não mantenha conversas paralelas durante a prova
Mesmo que algum amigo seu também esteja realizando o exame, e vocês dois tenham acabado a prova e estão na sala esperando, não conversem. Isso vale para qualquer pessoa. Evite conversas paralelas, que atrapalham a concentração de todos que estão a sua volta.
 

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