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5 documentários brasileiros clássicos que você precisa assistir

Nesta terça-feira (7), data em que se comemora o Dia Nacional do Documentário Brasileiro, separamos uma lista de peso, com autores de roteiros que já são considerados clássicos da realidade artística
Rebeca Ângelis Por: 07/08/2018 - 11:08 - Atualizado em: 07/08/2018 - 11:10
5 documentários brasileiros clássicos que você precisa assistir
5 documentários brasileiros clássicos que você precisa assistir

Que as histórias de filmes emocionam e nos prendem muita gente já sabe e vivencia. Assim também é o poder dos documentários que vão além da ficção e exibem a verdade em sua forma artística. Nele, os autores dão ênfase a uma representação subjetiva ou parcial do mundo real. É nos documentários que os telespectadores se aproximam do que, de fato, existe. Dentro da sétima arte, seu poder ultrapassa limites e permite que nossas memórias e vivências estejam além.

Nesta terça-feira (7), data em que se comemora o Dia Nacional do Documentário Brasileiro, separamos uma lista de peso, com autores de roteiros que já são considerados clássicos. A exemplo de nomes como Marcos Prado, Andrea Tonacci, José Padilha e vários outros. Confira e não deixe de assistir!

1- Serra da Desordem

Lançado em 2006, com direção de Andrea Tonacci, o roteiro conta a história de Carapirú. Um índio nômade, que escapa de um ataque surpresa de fazendeiros. Durante 10 anos ele perambula sozinho pelas serras do Brasil central, até ser capturado em novembro de 1988, a 2000 km de distância de sua fuga inicial.

O filme acompanha sua trajetória de quando é levado para Brasília pelo sertanista Sydney Ferreira Possuelo, em uma semana ele se torna manchete por todo país e centro de uma polêmica entre antropólogos e linguistas em relação à sua origem e identidade. Em busca de suas origens, ele reencontra um filho, retorna ao Maranhão e lida com as diferenças de sua vida nômade.

2- Ônibus 174

Um sequestro em um ônibus, que aconteceu  em 12 de junho de 2000, na Zona Sul do Rio de Janeiro, chocou o mundo. O enredo se baseia nas imagens do momento, entrevistas e documentos oficiais de tudo sobre o caso. Concomitante aos momentos de tensão, a história também busca mostrar como era a vida do sequestrador, como um comum menino de rua carioca que se transforma em bandido. Em dualidade de narrativas, o documentário analisa razões que resultam em um Brasil tão violento. O filme foi lançado dois anos depois do ocorrido, pelos diretores José Padilha e Felipe Lacerda.

3-Ilha das Flores

Um tomate é plantado, colhido, transportado e vendido num supermercado, mas apodrece e acaba no lixo. Acaba? Não. O filme segue-o até seu verdadeiro final, entre animais, lixo, mulheres e crianças. E então fica clara a diferença que existe entre tomates, porcos e seres humanos.

O curta foi escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989 e mostra, de forma ácida e com uma linguagem quase científica, como a economia gera relações desiguais entre os seres humanos. Em 1995, Ilha das Flores foi eleito pela crítica europeia como um dos 100 mais importantes curtas-metragens do século.

4-Estamira

Na verdade nua e crua, o filme exibe a história de Estamira Gomes de Sousa. Uma mulher de 63 anos que possui distúrbios mentais e há 20 anos trabalha em um aterro sanitário, no Rio de Janeiro. O local que recebe mais de oito mil toneladas de lixo da cidade do Rio de Janeiro, diariamente, é também sua moradia.

Seus diálogos misturam-se a frases filosóficas e poéticas, em meio a confusão mental. Ela analisa questões de interesse global com lucidez e permite que cada ser humano repense sobre seu tipo de loucura que o caos da vida ao redor lhe proporciona. O documentário foi lançado em julho de 2006 e tem direção de Marcos Prado.

5- O Prisioneiro da Grade de Ferro

Depois de aprender técnicas de filmagem, em um curso dentro do presídio, detentos encarcerados no maior centro de detenção da América Latina documentam seu cotidiano.

No registro frio e sem maquiagens, a realidade carcerária chega a chocar, devido a condições precárias que são obrigados a sobreviver, dez anos após acontecimentos de um dos episódios mais sangrentos da história do Brasil, o Massacre do Carandiru, que custou a vida de mais de uma centena de detentos.

O enredo realístico chegou a ganhar vários prêmios internacionais. A direção, roteiro e produção é de Paulo Sacramento. Seu lançamento ocorreu em 2003.

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Vai para Faculdade de bicicleta? Descubra quais cuidados tomar

Veículo é forma saudável e sustentável de locomoção, mas exige cuidados
Por: Katarina Bandeira 06/08/2018 - 10:28
Ir à aula de bicicleta é uma alternativa saudável que pode ser incorporada na sua rotina. Foto: Freepik
Ir à aula de bicicleta é uma alternativa saudável que pode ser incorporada na sua rotina. Foto: Freepik

É possível driblar o trânsito caótico da sua cidade, ajudar o meio ambiente e cuidar da saúde, tudo isso a caminho da faculdade. Sabe como? Pedalando. Ir à aula de bicicleta é uma alternativa saudável que, além de ajudar a economizar com passagens e combustível, ainda colabora com o combate contra à poluição.

Tudo bem que, nos dias atuais, comprar uma bike não é lá algo muito barato, porém, depois do investimento inicial os ganhos a longo prazo são recompensadores. Se você quer começar esse hábito cheio de benefícios nós te damos as melhores dicas para iniciar o semestre com qualidade e segurança. Confira!

Um kit para andar na magrelinha

Mesmo que você tenha achado a bicicleta dos seus sonhos, ela sozinha não é suficiente para uma experiência segura. Para começar o semestre pedalando pela sua cidade você precisa preparar seu meio de transporte.

Equipe a bicicleta e você mesmo

Se você vai rodar pela cidade é importante que sua magrela tenha espelho, buzina e iluminação. Estes itens são obrigatórios por lei e devem ser instalados o quanto antes. O uso do capacete não é obrigatório, ao contrário do que muita gente pensa, porém, recomenda-se que seja utilizado para o amortecimento de quedas, já que o item diminui a chance de traumatismo craniano.

Compre um cadeado

Nem sempre é possível encontrar um estacionamento seguro para sua bike. Por isso, uma das primeiras coisas que você deve fazer é conseguir um cadeado de bicicleta. Ele fará com que sua magrela permaneça segura enquanto estiver estacionada.

Prefira modelos com bagageiro ou cestinha

Levar uma mochila ou bolsa pesada enquanto pedala pode dificultar o equilíbrio durante o trajeto. Por isso, ao escolher um modelo de bike prefira aqueles que já vem com bagageiro ou cestinha. Além de facilitar na hora do transporte, também evita que você entre na aula com a roupa amassada.

Umas dicas para você

Encontre uma rota segura

Antes das aulas começarem teste algumas rotas para chegar à faculdade. Nem sempre é indicado ao ciclista andar por vias de muito movimento, a rota ideal geralmente envolve ruas paralelas e de pouco movimento. Elas podem deixar o percurso mais longo, mas com certeza a quantidade mínima de carros deixará mais seguro. Além disso, o uso de ciclovias é fundamental para fazer um caminho sem sustos.

Durante a escolha da rota também verifique o fluxo de carros. É possível que a rota que você escolheu para ir à faculdade tenha mais trânsito na ida do que na volta e aí, uma opção para não perder tanto tempo, é fazer rotas diferentes para chegar e sair da instituição.

Aprenda a fazer reparos simples

Saber consertar sua própria bicicleta é, com o perdão do trocadilho, uma mão na roda. Então, que tal aprender a fazer pequenos reparos, para situações emergenciais? O conhecimento para driblar situações simples pode fazer com que você economizar, ao invés de ir em uma oficina.

Beba água e use roupas leves e coloridas

Como toda atividade física você vai transpirar bastante durante o percurso. Por isso é importante ter sempre uma garrafinha de água para manter-se hidratado. No verão, roupas leves servem para manter a sensação de frescor. Leve em consideração peças coloridas, que além de não absorverem tanto o sol,  vão ajudar você a se destacar no trânsito.

 

Gostou das nossas dicas? Então o que você acha de começar a pedalar rumo à universidade? Faça nosso vestibular!

 

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Capoeira: um jogo de resistência e cultura

No Dia do Capoeirista, lembrado nesta sexta-feira (3), saiba como esses guardiões evoluem, ao mesmo que preservam esse legado até os tempos atuais
Rebeca Ângelis Por: 03/08/2018 - 08:47 - Atualizado em: 06/08/2018 - 14:42
Capoeira: um jogo de resistência e cultura
Capoeira: um jogo de resistência e cultura
"Capoeira é muito mais que uma luta, capoeira é ritmo, é música, é malandragem, é poesia, é um jogo, é religião”, já dizia Mestre Pastinha - um dos primeiros guardiões da tradição praticada no Brasil. E, seguindo seus ensinamentos, muitos adeptos continuam mantendo-na como forma de ideologia, a exemplo do grupo de Capoeira Angola N’golo N’guzo, situado na cidade Alta de Olinda. 
É noite de segunda-feira e, aos poucos, o salão começa a se encher de alunos para a aula do Mestre Marcelo Baia - professor de capoeira há 40 anos. A turma, que outrora era formada apenas por homens, hoje se contrapõe ao antigo cenário e agrega mulheres e crianças, todos juntos, formando uma roda em que todos são iguais. 
 
Antes mesmo da aula propriamente dita iniciar, membros do grupo já começam a praticar outra aprendizagem: a de cidadania. Os primeiros que chegam se dividem na tarefa de varrer, organizar e manter o espaço limpo para mais um dia de “treino”. Eis que começa a aula. Nas lições, todos aprendem sobre ginga, maneira correta de se posicionar e tocar o berimbau. Capoeirista aprende, sobretudo, a dialogar com o próprio corpo, por meio dos reflexos ou da própria mandinga executada nos movimentos do Aú, Rabo de arraia, Biqueira, Tesoura, Rolê e várias outras defesas diante do adversário.
 
Todos aprendem a jogar de forma ímpar, mas em unanimidade, respeitando os princípios de ser cidadão em coletivo. “A capoeira vem da arte, de onde vem a ancestralidade. Vem da fé de acreditar em você e em algo mais, na união de pessoas. Na espiritualidade que se pode transformar as coisas.”, explica Marcelo. Confira o vídeo com entrevista exclusiva sobre o assunto:
Luta e enfrentamentos
Desde seu início, a capoeira que existia originalmente no Brasil com referências africanas, era do tipo de Angola. Passou por várias lutas, principalmente, de 1890 a 1937, quando foi considerada crime previsto pelo Código Penal da República. Na época, para sobreviver ao ambiente hostil da sociedade, os alunos a praticavam em escolas clandestinas nos subúrbios.
 
No intuito de torná-la permitida, o angoleiro (nome dado ao praticante da Capoeira Angola) Mestre Bimba criou, em 1932, uma nova capoeira: a Regional. Fugindo de qualquer pista que lembrasse a origem “marginalizada”, uniu  técnicas de artes marciais como o boxe e jiu-jítsu e denominou como um método de ensino em academias.
 
A nova modalidade eliminava algumas posturas, mudava alguns movimentos e exigia alguns critérios para os integrantes como higiene, uniforme e até boas notas no colégio. Foi então, o período que a classe média branca começou a se interessar. Essa adaptação fez uma divisão entre os angoleiros e regionais, que criticam-se mutuamente embora se respeitem. Na missão de guardiões, os primeiros defendem a preservação da essência capoeirista, enquanto que os mais novos endossam que a capoeira precisa evoluir. 
De lá para cá, essa técnica corporal se expandiu e já ganhou adeptos em várias partes do mundo. Chegando ainda a ser reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro.
 
Um jogo de resistência da cultura negra
 
Símbolo da resistência, desde quando era vista como uma prática marginalizada, a capoeira passa até hoje por obstáculos que desafiam sua essência. Isso porque nem todos os adeptos se consideram atletas e a tem como modalidade esportiva, mas sim como um símbolo e expressão da cultura negra, empregado desde a época da escravidão.
 
“Ê,  Zum zum zum, zum zum zum...Capoeira mata um”, já dizia  a letra do cantor Jackson do Pandeiro, mas a realidade para muitos é que querem matá-la, destruiindo todo seu contexto. Entre as novas práticas, encontra-se a inserção da capoeira Gospel, criada por cristãos que propõem adaptar novas canções que não use nomes em menção a religiões matriz africanas como o candomblé e umbanda.
 
A adaptação é vista por muitos praticantes como sinônimo de apropriação cultural que impõe apagar a raiz do negro, bem como, seus símbolos sagrados, mantidos hoje desde sua origem. “É uma tentativa de assassinar a gênese da capoeira. Como é que uma religião surge para matar a origem da própria cultura?”, questiona a Mestra Mônica Santana, também integrante do grupo N’golo N’ guzu.
“Capoeira é filosofia de vida, é o legado dos nossos ancestrais. Tentar mudar ou adaptar isso a outros modos, é esquecer da história de lutas e enfrentamentos que nossos ancestrais passaram”, ressalta Marcelo.

Capoeira feminista

“Tem mulher que joga melhor do que muito homem capoeirista”. Seja nas ruas ou dentro das rodas, ouvir comentários como esse e achar que se trata de uma reprodução natural ainda é uma problemática comum entre os “capoeiras”. Justamente porque, o feminismo na capoeira defende as desigualdades e as comparações à força e estilo masculino de estar em uma roda de capoeira. Combater o machismo é lutar pela igualdade de gênero, sem medir qualidades específicas das mulheres. 
 
Essa compreensão de luta tem se tornado cada vez mais assídua entre as mulheres para defender seus espaços. Sobretudo na capoeira, que, durante muito tempo, foi predominantemente masculino. “Sofri com o machismo nas rodas, desde muito cedo. Até mesmo pela minha mãe que me proibia e permitia apenas que meu irmão fosse aos treinos. Na época questionei, mas por ser impedida de ir, só comecei a praticar com frequência a capoeira, anos mais tarde”, explica Mônica, angoleira desde 1985, que já tem o título de Mestra e Contra-mestra.  
 
“Nem mesmo o título de contra-mestra que me foi dado eu aceitava, achava que aquilo não era para mim. Quando quiseram me dar um título, eu dizia: ‘Não, eu não tenho capacidade!’ Ou seja, é tão imposto pra gente que, enquanto mulher não somos capazes, que a gente termina acreditando. Mas não, somos capazes, sim, de ir muito além!”, endossa.
 
Embora seja mais fácil encontrar registros na história da capoeira apenas de homens, poucas mas (marcantes) mulheres fizeram história, desde que tudo, inclusive, sua presença era proibida. Poucos são os locais que as citam e mergulham em suas histórias, mas seus nomes marcantes fortalecem e encorajam as mulheres atuais ainda mais no legado feminista nas gerações futuras. Confira em nosso Infográfico:
 

 

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Confira 5 das áreas mais promissoras para seguir na fotografia

Fotojornalismo e fotografia social são algumas das mais comuns
Por: Camilla de Assis 02/08/2018 - 00:00 - Atualizado em: 03/08/2018 - 10:14
Fotógrafo
Fotógrafo
Começar um curso de graduação em Fotografia significa ter uma gama de opções a seguir, quando se opta por ser fotógrafo. Capturar imagens e conseguir transmitir uma ideia, uma notícia, um pensamento e até mesmo tocar o coração das pessoas com a imagem é uma vontade de toda pessoa que decide seguir a profissão. Inclusive, quem deseja seguir no ramo pode, até mesmo, ter outras graduações
 
Para te ajudar a decidir qual ramo na fotografia seguir, trouxemos algumas das áreas mais comuns. Confira abaixo!
 

Fotojornalismo

Nesse ramo, o profissional de fotografia terá uma vida nada rotineira. É como fotojornalista que o fotógrafo vai capturar as imagens que deverão acompanhar as matérias de jornais, revistas, sites e portais de notícias, ou até mesmo serem independentes, tornando-se a notícia em si. E essas imagens são essenciais para retratar a realidade, assim como o jornalista a retrata por meio das palavras. Para ser um fotojornalista, o profissional deve optar pela graduação no ensino superior em jornalismo ou em fotografia.
 

Fotografia social

Casamentos, chás de panela, lingerie, “chá bar”, colações de grau, formaturas, entre outros, são os eventos sobre os quais o fotógrafo irá atuar na sua carreira. Nesse caso, o profissional deve saber aproveitar e sugerir ideias de fotos posadas para os clientes, entender de iluminação, fazer “mágica” com os cenários ambiente e, sobretudo, ter um olhar diferenciado na captura da imagem. Para conseguir se consolidar nessa área, é preciso ter responsabilidade.
 

Fotografia infantil

Outros eventos como aniversários, mesversários, chás de bebê e de revelação, ensaios de gestantes, newborn, parto e até mesmo o mais novo no mercado, o smash the cake, são as principais formas de trabalhar com crianças dentro da fotografia. Assim como a social, o fotógrafo também precisará tem responsabilidade para se destacar, assim como saber aproveitar os bons ângulos e conseguir a captura perfeita, já que quando se trata de criança, as coisas são imprevisíveis.
 

Fotografia publicitária

Este é um ramo muito promissor, pois os profissionais dessa área tendem a estarem em constante crescimento no setor, visto o aumento do tráfego de comércio virtual. Como fotógrafo publicitário, o serviço funciona com base da captura de imagens com fins para venda, por meio de anúncios e campanhas. Dentro deste setor, a fotografia gastronômica é o que mais se destaca.
 

Fotografia de moda

O mundo contemporâneo trata a moda com muita reverberação nos sites, jornais, revistas e colunas sociais. O fotógrafo dessa área será solicitado para cobrir desfiles, produzir fotos para books, editoriais de moda, magazines da área, além de, claro e também, e-commerce.
 
Mesmo com todas essas divisões, o fotógrafo não precisa seguir apenas uma - ou seguir todas. Os profissionais bem qualificados podem tanto fazer um pouco de cada especialidade quanto focar em apenas uma área e se tornar o melhor dos melhores.
 

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Não, seu leite não é fraco

No Dia Mundial da Amamentação, conheça mais sobre esse superalimento
Por: Camilla de Assis 01/08/2018 - 10:41
Dia Mundial da Amamentação é celebrado nesta quarta (1º)
Dia Mundial da Amamentação é celebrado nesta quarta (1º)
“Seu leite é fraco”. “Você não tem leite suficiente para essa criança, dá logo fórmula”. “O coitado do bebê está chorando de fome! Dá uma mamadeira a ele”. “Mas você ainda amamenta essa criança?”. Essas frases, caras mães e futuras mães, são repetidas constantemente para mulheres que ousam dar o seio, esse órgão cuja única finalidade deveria ser o prazer, para oferecer de alimento para uma criança, um bebê.
 
Nesta quarta-feira (1º), é comemorado o Dia Mundial da Amamentação, data que marca a importância da doação de leite materno para bancos de leite, afinal, muitas mães não conseguem amamentar seus filhos, seja pela falta do líquido, uso de medicamentos, problemas de saúde ou qualquer outro tipo de impedimento.
 

Leite materno e sua importância

Não existe “leite fraco”. “O que leva muitas mulheres a pensar que o seu leite é fraco, por vezes, é o excessivo choro do bebê, que parece querer mamar a toda hora (“Está com fome porque não se sente alimentado”)”, explica a médica. Nessa hora, as mães precisam ter consciência e manter a calma, pois são nestes primeiros meses de vida da criança que o choro é sua única forma de comunicação com o mundo. “O bebê quer mamar a toda hora porque ele está aprendendo a fazer isso. Ele se cansa, para, dorme e, como não mamou tudo o que podia, pede novamente e chora! É assim até ele aprender a dinâmica do mamar”, aponta a professora de Medicina e pediatra Alexsandra Costa.
 
É no composto do leite onde são encontrados diversos tipos de anticorpos específicos para cada criança, de acordo com as necessidades de cada bebê. Além disso, ele também contém substância essenciais para a nutrição adequada dos pequenos. O leite materno apresenta enzimas que criam camadas protetoras dentro, e uma das principais é a IgA secretora, cujo objetivo é compor a mucosa dos aparelhos respiratório e gastrointestinal do bebê, criando um ambiente hostil para os microorganismos aproveitadores que podem causar infecções. Ou seja, o risco de contrair alergias, asmas e infecções intestinais, por exemplo, é bem menor. 
 
O leite materno é um alimento completo e fabricado para cada bebê. O líquido é elaborado dentro do corpo humano com quantidade e tipos de anticorpos específicos de acordo com cada mãe, a depender o ambiente em que ela vive. E é neste ambiente onde também se encontra o bebê, que, por sua vez, também recebe a “vacina” contra os meios externos. 
 

Benefícios para a mãe

Não somente o bebê é beneficiado pelo leite materno, como a mãe também tem benefícios na saúde, quando pratica o ato da amamentação. É por meio dele que as mulheres têm as chances de ter câncer de útero e de mama reduzidas, isso porque a mulher, enquanto amamenta, têm a quantidade de ciclos menstruais reduzidos, consequentemente se afastando dos hormônios que estão relacionados à doença.
 
Amamentar também auxilia na contração do útero, fazendo o corpo da mulher voltar ao normal após a gestação, por meio da produção do hormônio ocitocina. A amamentação em si também ajuda na diminuição do desconforto da mama, já que o acúmulo de leite nas glândulas mamárias podem causar dor, seios endurecidos, aumento da temperatura no local e, em casos de mastite (quando o leite entope as glândulas mamárias), até mesmo febre.
 
Além disso, o processo de aleitamento materno também é uma forma de planejamento familiar, já que a produção hormonal realizada no corpo feminino torna a mulher infértil por um certo período de tempo, pelo menos nos primeiros seis meses, período em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha o aleitamento exclusivo.
 

Ressignificação do aleitamento materno

Muito embora há quem defenda que a amamentação é um ato apenas competente à mãe, o processo do aleitamento materno é muito além disso e se torna uma questão social, até mesmo um ato político. “A gente tem que, agora, fazer uma série de estudos para comprovar que o leite materno é melhor que o artificial, só que o leite materno sustentou nossa espécie há quanto tempo?!", aponta a estudante de Medicina Mayara Araújo. 
 
A futura médica, que é defensora do aleitamento materno, explica, também, que o processo de dar o leite para a criança é difícil para a mãe, que muitas vezes não recebe um apoio adequado para sustentar a amamentação. “A sociedade espera muito da mulher, enquanto outras pessoas pouco se envolvem no cuidado. Ou, quando se envolvem, é mais para dar palpites que às vezes dificultam esse processo”, conta Mayara. 
 
Embora a ação política e de empoderamento feminino seja muito presente no ato da amamentação, não podemos esquecer que o processo é uma relação de protagonismo da mãe com o filho. “A amamentação é um momento de amor e carinho; um momento de união entre a mãe e o filho, que vai ser significativo para o resto da vida da criança. Sabe-se que a as mulheres que amamentam têm uma melhor interação com os filhos, posteriormente. E justamente porque é uma conexão incrível desenvolvida nesse momento, por mais difícil que seja”, assinala Mayara Araújo.
 

"Temos que ser munidas de informações”

A analista de finanças e mãe de Pietro, de 8 anos, Danielle Clericuzi aponta que a melhor forma de uma amamentação de qualidade para a criança é por meio da prévia instrução da mãe acerca do que ela vai ter que lidar quando o bebê precisar do seu seio. “Eu não gosto de dizer pra outra mulher: ‘olhe, você, de fato, tentou amamentar? De verdade?’ Acho que essa sensibilização precisa ser feita antes, temos que ser munidas de informações, de informações reais, precisas, da área…”, explica Danielle.
 
A amamentação é difícil física e emocionalmente, mas Danielle já sabia disso. “Ele nasceu e na maternidade mesmo tive orientação das enfermeiras, que me auxiliaram na pegada (que não é fácil porque você acha que a criança não vai conseguir). É um exercício de muita paciência no começo. A criança fica fácil uma hora mamando, descansa duas, no máximo, e já quer de novo”, relata. “Teve dia de começar a amamentar às 21h e parar às 23h. Faz parte”, completa Danielle Clericuzi.
 
 
No Brasil, de janeiro até hoje, foram doados 104.037,8 litros de leite materno, desses sendo distribuídos 77.940,6 litros. Esse número é correspondente a um total de 87.190 doadoras, que beneficiaram 87.530 bebês. Os dados são da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano

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O que faz profissional de Segurança do Trabalho?

Saiba como atua o profissional formado no curso de Segurança do Trabalho
Por: Henrique Nascimento 31/07/2018 - 12:50
O que faz profissional de Segurança do Trabalho?/Freepik
O Brasil está em quarto lugar entre os países com mais acidentes de trabalho no mundo segundo o Anuário Estatístico da Previdência Social. Os dados divulgados em 2017 mostram que o país só perde para Índia, China e Indonésia. São registrados cerca de 700 mil acidentes de trabalho por ano em solo brasileiro. Desse número, 3 mil são vítimas fatais e 15 mil pessoas precisam ser afastadas definitivamente das suas atividades. Vale destacar que anualmente os acidentes de trabalho geram prejuízos de 700 milhões para a economia nacional. A atuação do profissional de Segurança do Trabalho é fundamental para que essas estatísticas possam diminuir.
 

O que faz o profissional de Segurança do Trabalho?

O objetivo da área de Segurança do Trabalho é defender a integridade física e mental do trabalhador. O profissional será responsável por averiguar se todas as 36 normas regulamentadoras (NRs) de saúde e segurança do trabalho estão sendo cumpridas. Dependendo da sua função, ele estará atuando como interno nas empresas orientando e implementando as diretrizes ou atuando com fiscal do Ministério do Trabalho.
 

O que determinam as NRs?

Em junho de 1978, o Ministério do Trabalho estabeleceu as Normas Regulamentadoras (NRs) de Segurança e Medicina do Trabalho. De acordo como o descrito na NR 1.1, todos os espaços laborais, sejam eles públicos ou privados, que tenham empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), devem seguir as NRs. No entanto o direito à saúde é algo básico que deve ser garantido a todo cidadão. Sendo a manutenção da segurança do trabalho essencial para o bem-estar físico e emocional do trabalhador, logo o cumprimento das NRs deve ser tido como algo fundamental.
 
As NRs estão divididas em gerais, temáticas e técnicas. As gerais são aplicadas a diferentes espaços de trabalho, as temáticas compreendem ambientes laborais específicos, já as técnicas se referem a máquinas e equipamentos.
 

O curso de Segurança do Trabalho

O estudo da Segurança do trabalho pode ser feito de duas formas: através do curso técnico e do curso superior tecnólogo. O curso técnico tem duração mais curta, um ano e dez meses, e te prepara diretamente para o mercado de trabalho. Já o superior tecnólogo equivale a uma graduação no Ensino Superior e possui duração mais curta que as graduações tradicionais, três anos.
 
As disciplinas do curso contemplam assuntos como matemática, tecnologia da gestão, ética e cidadania e psicosociologia. O profissional ainda aprende sobre logística portuária, legislação trabalhista e empreendedorismo.
 

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5 filmes que exaltam a amizade

No Dia do Amigo, confira essa lista de filmes para dividir o sofá em boa companhia
Por: Henrique Nascimento 19/07/2018 - 12:28 - Atualizado em: 20/07/2018 - 09:39
5 filmes que exaltam a amizade/Divulgação
A amizade é descrita com um sentimento de fraternidade ou irmandade mútuo compartilhado entre as pessoas. O Dia Internacional da Amizade e Dia do Amigo é celebrado no Brasil todo 20 de julho. A data pode usada para passar o tempo com a ou as pessoas que fazem a diferença no seu dia-a-dia. Se você ainda não sabe o que fazer, preparamos essa lista com 5 filmes para curtir com a sua amizade. Afinal, amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito, trazer para o sofá, preparar pipoca e maratonar alguns filmes. 
 

1 Irmão urso (2003)

O indígena Kenai buscando vingança pela morte de seu irmão é amaldiçoado pelos espíritos da floresta e transformado em urso. Agora, ele procura chegar em uma montanha onde acredita que poderá desfazer a maldição. Para alcançar seu objetivo, Kenai conta com ajuda de Koda, um filhote de urso. Ao perceber o mundo através do olhar dos animais, Kenai estabelece um vínculo de amizade encantador com Koda. A aventura reserva surpresas e algumas risadas na companhia dos alces Rutt e Tuke. A animação ainda conta com a trilha sonora assinada por Phil Collins e interpretadas por ele e outros nomes como Tina Turner.
 
 

2 Quatro amigas e um jeans viajante (2005)

Com uma vibe Sessão da Tarde, Quatro amigas e um jeans viajante traz a história Tibby (Amber Tamblyn), Lena (Alexis Bledel), Bridget (Blake Lively) e Carmen (America Ferrera) que tem 16 anos e pela primeira vez irão passar as férias separadas. Antes das respectivas viagens, elas encontram uma calça que surpreendentemente cabe em todas elas. Por conta disso, elas acreditam que há algo mágico nela e decidem criar uma irmandade em torno da calça. Uma das regras da irmandade é que cada uma passará uma semana com a peça de roupa. Você acompanhará as aventuras de cada uma usando o jeans viajante, compartilhando histórias e uma amizade cativante.
 
Quatro amigas e um jeans viajante
 

3 Intocáveis (2011)

Esse é para quem gosta de se emocionar com uma história cativante. Baseado em fatos reais, Intocáveis trata da construção de amizade entre Philippe (François Cluzet), um milionário tetraplégico, e Driss (Omar Sy), seu cuidador, que é um homem negro da periferia. A evolução do filme provoca momentos emocionantes, risadas e reflexões. Uma curiosidade é que o ator François Cluzet, antes das filmagens, acompanhou Philippe Pozzo di Borgo, tetraplégico que inspirou o enredo, para compreender como eram seus movimentos, respiração e fala.
 
 

4 As vantagens de ser invisível (2012)

Baseado no livro de Stephen Chbosky, dirigido e roteirizado pelo próprio autor, As vantagens de ser invisível traz a trajetória de Charlie (Logan Lerman) em um ano em que ele passa de observador a participante da vida. Charlie é um adolescente tímido que conta com a ajuda de seus novos amigos Sam (Emma Watson) e Patrick (Ezra Miller) para viver novas experiências. O passado do protagonista traz uma revelação impactante.
 
 

5 Universidade Monstros (2013)

Antes de entoarem o hino “manda esse treco de volta senão o bicho pega” e trabalharem na Monstros S.A., Mike Wazowski e Sulley não eram tão amigos assim. O longa de animação Universidade Monstros é um prequel, ou seja, uma história que acontece antes do filme original, que mostra como os monstrinhos mais amados pela Boo se conheceram e se tornaram amigos. 
 
 
 

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Pratique a caridade com esses 5 aplicativos

Nos tempos de sentimentos líquidos, praticar a caridade, até mesmo por meio de um toque do celular, mostra ser humano
Por: Camilla de Assis 18/07/2018 - 15:15 - Atualizado em: 19/07/2018 - 10:30
Juntos, somos mais fortes
Juntos, somos mais fortes
Se você quer mudar o mundo, o primeiro passo é a caridade. Em tempos de amores líquidos, como já refletiu o filósofo Zygmunt Bauman, onde tudo é efêmero e feito para não durar, seja qual tipo de relação for, exercer a benevolência é uma forma de ir de encontro ao sistema consumista da pós modernidade e valorizar as relações humanas, de sua forma essencial.
 
Embora haja essa necessidade do sentir, do falar, do expressar e da conservação dos sentimentos que hoje são engessados dentro da tecnologia, tornando-os rasteiros, por outro, os próprios dispositivos científicos de inteligência podem ser utilizados para a prática da caridade. Por exemplo, existem uma série de aplicativos disponibilizados para sistemas operacionais de aparelhos celulares que funcionam como ferramentas de doação.
 

One Today

Este aplicativo tem versão para os sistemas operacionais iOS e Android e funciona da seguinte forma: o usuário, ao baixá-lo, terá a oportunidade de fazer a doação de um dólar para uma Organização Não-Governamental (ONG) de alguma parte do mundo. Todos os dias, o app sugere uma instituição sem fins lucrativos que possa receber a doação. O possível doador pode ter acesso às informações mais detalhadas da ONG, como causa combatida, detalhes financeiros, área de atuação e até mesmo motivos pelos quais ele deve doar para aquela instituição.
 

Donate a Photo

Nessa mesma linha de doação, a Johnson & Johnson promete dar um dólar para a causa escolhida pelo usuário do aplicativo por cada foto compartilhada na plataforma. A pessoa irá escolher uma das ONGs parceiras da empresa e irá fazer a postagem de sua fotografia no app, em seguida, a Johnson & Johnson irá fazer a doação. O usuário também precisa fazer o compartilhamento em suas redes sociais. As fotos podem ser tiradas todos os dias durante o ano, e o aplicativo está disponível para iOS e Android.
 

Charity Miles

Disponível para iPhone e Android, esse aplicativo faz doações a organizações não-governamentais com base na distância que o usuário percorrer. Ao baixar o app e ativar o sistema de rastreamento, ele irá calcular as milhas andadas ou corridas e, por elas, faz uma doação de 25 centavos de dólar para instituições que tratem de soldados feridos em guerra, apoio a autistas, associação de Alzheimer, combate à fome, entre outros. 
 

Joyz

Nesse aplicativo, disponível para iOS e Android, o beneficiário pode criar uma campanha em prol de alguma causa. Muitas pessoas usam para arrecadar fundos para compras de remédios e aparelhos para pessoas com doenças raras, realização de cirurgia, ou até mesmo em prol dos animais. Cada Joy equivale a R$ 0,10 e pode ser comprado pelos doadores.
 

Share the Meal

A fome é um dos grandes males dos países em desenvolvimento, e as crianças são as mais vulneráveis nessa situação. O aplicativo Share the Meal, disponível para iPhone e celulares que usam o sistema operacional Android, é um app da World Food Programme (Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas), e por meio dele o doador “partilha” sua refeições, fazendo a doação de pelo menos R$ 1,80, valor suficiente para alimentar uma criança durante um dia.
 
E assim, com plataformas utilizadas por meios eletrônicos, é possível fazer caridade e demonstrar humanidade nesse tempo de sentimentos líquidos.

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5 filmes para conhecer a história de Nelson Mandela

Ex-presidente da África do Sul, vencedor de um Nobel da Paz, completaria 100 anos nesta quarta-feira (18)
Por: 18/07/2018 - 14:45
5 filmes para conhecer a história de Nelson Mandela/Reprodução
5 filmes para conhecer a história de Nelson Mandela/Reprodução
O desejo de um mundo melhor foi um dos principais fatores que fizeram Nelson Mandela se tornar imortal. Pai de cinco filhos, Mandela passou 27 anos preso ao enfrentar o racismo. O primeiro presidente negro da África do Sul entrou para a história por ser fundamental para o fim do sistema de segregação racial conhecido como Apartheid.

Para celebrar o Mandela´s Day (Dia Internacional Nelson Mandela) nesta quarta-feira(18), data escolhida pelas Nações Unidas (ONU), o LeiaJa.com separou cinco filmes que contam a história do líder engajado em ações que visavam o direito pela igualdade, servindo de inspiração para pessoas que não desistem de lutar pelos ideais.

1. Invictus

2. The Death of Apartheid - The Whites Last Stand

3. Winnie

 

4. Mandela, A Luta Pela Igualdade

5. Mandela: Long Walk To Freedom

 

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4 filmes que te fazem refletir sobre preservação das florestas

No Dia de Proteção às Florestas, lembrado nesta terça-feira (17), conheça razões para preservar o ecossistema
Rebeca Ângelis Por: 14/07/2018 - 13:57 - Atualizado em: 17/07/2018 - 14:57
4 filmes que te fazem refletir sobre preservação das florestas/Divulgação
4 filmes que te fazem refletir sobre preservação das florestas/Divulgação
Proteger as florestas é obrigação de todos e emergencial, visto que os prejuízos causados pelo desmatamento à vida humana e animal tornam-se cada vez mais alarmantes.
 
O Brasil possui, aproximadamente, 58% de sua área coberta por florestas naturais e plantadas - o que representa a segunda maior área de florestas do mundo, atrás apenas da Rússia. São estimados 485,8 milhões de hectares de florestas nativas (FRA 2015) e 10 milhões de hectares de florestas plantadas (IBGE, 2017). 
 
No entanto, o país chegou a obter um número recorde de 75% de áreas de conservação destruídas por queimadas no último ano, incluindo todos os biomas e o Cerrado - de acordo com dados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). As razões desse aumento se dão, principalmente, às ações do homem, como: clareiras abertas por madeireiros, cortes de árvores maiores e mais nobres (estruturantes das florestas) e o desmatamento exacerbado.
 
Nesta terça-feira (17), é lembrada a importância da proteção às florestas. Para refletir um pouco mais sobre esse impacto causado da globalização, elaboramos uma lista de filmes inspiradores acerca do assunto. Confira!
 

1- Amazônia em Chamas

 
Produzido em 1994, o filme fala sobre a vida do seringueiro acreano Chico Mendes, que foi um dos ativistas que marcou a história do país. O enredo se baseia em sua luta contra o desmatamento da floresta amazônica. Além disso, ressalta a importância do extrativismo florestal, realizado por comunidades ribeirinhas e indígenas, como forma de preservação. O filme ganha interpretação do ator Raul Julia, que recebeu um Globo de ouro pelo papel. Confira o filme completo:
 
 

2 - Os sem Floresta

 
Na versão de desenho animado, mas voltado também para adultos, o filme fala sobre o processo de invasão do homem ao habitat natural dos animais nas florestas. O enredo acontece quando os bichos saem de um período de hibernação e percebem toda a floresta destruída. É quando eles buscam sobrevivência invadindo o “mundo humano”. 
Em geral, o filme faz uma relevante crítica ao processo de urbanização que destrói florestas e populações animais, bem como os surtos de pragas que acometem a população, em consequência a tais fatores.
 
 

3- A lei da água

 
Lançado em maio de 2015, o documentário esclarece as novas mudanças do Código Florestal - aprovado pelo no Congresso em 2012, e quais consequências sua elaboração acarreta. O enredo enfatiza os impactos da lei sobre a floresta, incluindo os danos causados ao ar, água, solo, produção de alimentos, bem como a vida dos brasileiros.
 
O filme dá voz a agricultores e especialistas, que apresentam técnicas agrícolas sustentáveis bem sucedidas e casos onde a degradação ambiental exacerbada impede a continuidade de qualquer tipo de cultivo ou criação de animais. Cientistas e parlamentares que apoiam a Ação Direta de Inconstitucionalidade do novo Código Florestal no Supremo Tribunal Federal também defendem seus pontos de vista, sobre assumir um compromisso com a sociedade brasileira ao mostrar como a lei ambiental afeta a vida dos cidadãos.
 
 

4- Avatar

Rodado em ficção científica, em 2009, Avatar tem seu enredo no futuro de 2154 e se baseia em um conflito em Pandora,um dos três planetas gasosos fictícios que orbitam o sistema Alpha Centauri. Em Pandora, os colonizadores humanos e os Na'vi, nativos humanoides, entram em guerra pelos recursos do planeta e a continuação da existência da espécie nativa.
 
Escrito e dirigido por James Cameron, o filme ressalta a ambição humana do tesouro escondido nas florestas, e da preocupação dos nativos, que se esforçam para manter a integridade de seu território, principalmente dos recantos sagrados e a própria existência. 
A relevância do enredo, a grande produção e efeitos tecnológicos fez Avatar conquistar um coleção de indicações no Oscar 2010.
 
 
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