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Janeiro Branco: entenda porque é importante cuidar da saúde mental

4,4% da população mundial vive com depressão, sendo o Brasil o país com os maiores índices da doença na América Latina
Por: Henrique Nascimento 11/01/2018 - 09:12 - Atualizado em: 11/01/2018 - 09:13
Janeiro Branco: entenda porque é importante cuidar da saúde mental/Freepik
No mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o percentual de afetados pela depressão é de 4,4%, o equivalente a 322 milhões de pessoas. Cerca de 11,5 milhões de brasileiros sofrem com depressão. Isso faz do Brasil o país com o maior índice da doença na América Latina e o segundo maior nas Américas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Apesar de números tão grandes, a atenção à saúde mental ainda não é uma prioridade em nossa sociedade.

Por que Janeiro Branco?

Como uma folha em branco, o mês de janeiro representa a oportunidade de um novo começo, de uma nova história que poderá ser escrita ao longo dos próximos meses. Foi com essa ideia que a campanha Janeiro Branco, idealizada por psicólogos, tomou forma. O objetivo é fazer do cuidado com a saúde mental uma meta e quebrar o tabu em relação à procura de consultas com psicólogos e psiquiatras.
JANEIRO BRANCO BANNER

Por que é necessário cuidar da saúde mental?

Antes de qualquer coisa, é preciso entender que a saúde mental influencia o bem-estar do indivíduo como um todo. A psicóloga Cléia Sales (CRP 02/17018) explica que “muitas pessoas, além de ter esse adoecimento mental que prejudica o comportamento, também têm os órgãos prejudicados”. Sendo assim, cuidar da saúde mental se torna fundamental para ter uma vida equilibrada em sua diversas necessidades e prevenir a manifestação de demais doenças. 

É preciso estar doente para ir ao psicólogo?

Existe um tabu em relação a procura por consulta com um psicólogo, uma vez que o senso comum mantém a seguinte ideia: quem busca cuidar da saúde mental são pessoas tidas como loucas. No entanto, essa é uma perspectiva ultrapassada de uma sociedade que procurava isolar em manicômios aqueles que os incomodavam.
 
Assim como cuidamos das diversas partes do corpo, é preciso dar atenção à saúde da mente. Inclusive, isso pode ser feito de forma preventiva ou buscando o desenvolvimento pessoal. Ou seja, caso você queira crescer profissionalmente, mas está tendo dificuldades no trabalho como timidez e problemas de adaptação, você pode procurar um psicólogo para lhe ajudar a desenvolver sua potencialidades. Essas questões não são de adoecimento, mas do nível emocional que podem ser trabalhadas nas sessões de terapia.

Quais sinais indicam que você precisa procurar uma psicóloga ou psicólogo?

Não há um padrão, os motivos para buscar um psicólogo podem ser vários: conflitos internos, estresse, depressão e a procura por desenvolvimento pessoal, são alguns deles. Em resumo, tudo que estiver te impedindo emocionalmente de viver de forma plena é um motivo para buscar ajuda psicológica.

Como saber se você precisa ir ao psiquiatra?

“É importante que não a pessoa, mas um bom psicólogo identifique se é necessário o só o atendimento psicológico com sessões terapêuticas, semanais ou quinzenais, ou se é necessário a medicação”, afirma Cléia Sales. A partir do momento em que o paciente precisar ser medicado, o psicólogo irá encaminhá-lo para o psiquiatra.

Como participar da campanha do Janeiro Branco?

No site da campanha são disponibilizados materiais como modelos de banners, bottons, cartazes e faixas para serem impressos e ajudar na divulgação. Caso você seja psicóloga ou psicólogo, no site há sugestões de ações que podem ser feitas, como palestras sobre saúde emocional. Além disso, são publicados no site tutoriais sobre a campanha e as formas de desenvolver ações. Também é possível demonstrar apoio à campanha através das redes sociais, aderindo ao tema do Janeiro Branco para o perfil do Facebook ou compartilhando informações a respeito da saúde mental.
 
Outra coisa fundamental é estar atento às pessoas próximas e estender os objetivos dessa campanha durante todo o ano. Cléia Sales endossa que, se você identificar que um amigo ou familiar está apresentando sinais que precisa ir ao psicólogo ou ao psiquiatra, é importante orientar e dar apoio a essa pessoa, ter esse cuidado. Cuidar da mente é cuidar da vida, pensando dessa forma você estará no caminho para alcançar o equilíbrio emocional.
 
O que você achou da iniciativa do Janeiro Branco? Vai participar de alguma forma? Compartilhe conosco nos comentários.

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Contra espíritos e orixás

Intolerância religiosa cresce no país e ataca principalmente espíritas, umbandistas e candomblecistas
Por: Katarina Bandeira 10/01/2018 - 12:09 - Atualizado em: 15/01/2018 - 09:04
Intolerância Religiosa é uma violação dos Direitos Humanos considerada crime inafiançável e imprescritível. Foto: Shutterstock
Intolerância Religiosa é uma violação dos Direitos Humanos considerada crime inafiançável e imprescritível. Foto: Shutterstock

Olorum, Allah, Jeová, Deus. Mesmo com a grafia distinta, utilizadas por pessoas de diferentes religiões, todas as quatro palavras são designadas para nomear a mesma representação: um ser supremo, responsável pela criação do universo em que vivemos. Apesar da maioria das religiões monoteístas da atualidade cultuarem a mesma divindade, muitos religiosos não conseguem aceitar, ou conviver pacificamente, com pessoas que não seguem suas crenças e seus dogmas. O reflexo disso é o aumento expressivo de denúncias relacionadas à intolerância religiosa registradas pelo Disque 100, serviço de proteção aos Direitos Humanos da Presidência da República. O atendimento, que começou com um total de 15 queixas em 2011, registrou 759 ligações em 2016, denunciando manifestações de preconceito religioso, sendo a maioria das vítimas pertencentes a religiões de matriz africana e espírita.

Não se sabe exatamente o que leva ao crescimento dessa onda de agressividade, uma vez que o Brasil já foi considerado um dos países, entre os mais populosos, com menor taxa de hostilidade social por motivações religiosas. Ele desceu da 2ª posição, em 2007, para a 9ª, em 2014, de acordo com o relatório feito pela Pew Foundation. Mas os casos não param. A ferramenta de busca Google lista quase 13 mil notícias sobre o tema, publicadas só no último ano, entre artigos relacionados ao aumento da violência e relatos - em todo o país - de agressões contra a fé.

Mas como são as religiões no Brasil?

A religiosidade em terras tupiniquins é representada tal qual seu povo, diversa, rica e cheia de nuances. O último Censo Demográfico, de 2010, mostrou o crescimento da diversidade dos grupos religiosos no Brasil. Mesmo que o país continue sendo o mais católico do mundo (apesar da quantidade de fiéis cair de 73,6% em 2000, para 64,6%), houve um número expressivo no crescimento da população evangélica, que passou de 15,4% em 2000 para 22,2% em 2010, em diferentes ramificações da crença. A pesquisa também aponta um aumento do total de espíritas (2%) e dos que se declararam sem religião (8%). Já a porcentagem de praticantes da Umbanda e do Candomblé, religiões de matriz africana, permaneceu em 0,3%.

O que esses números não mostram é a quantidade de casos de discriminação aos praticantes dessas religiões. Em 2016, foram registrados, em todo o país, 74 casos de preconceito contra umbandistas, 69 contra candomblecistas e 32 contra espíritas. Para ajudar no combate aos ataques, o Disque 100 também tenta traçar um perfil dos agressores, que são em sua maioria mulheres (totalizando 212 denunciadas, contra 209 homens), de 46 a 50 anos, sendo a maior parte vizinha das vítimas.

E o que é intolerância religiosa?

Destruir imagens, templos, terreiros, invadir celebrações, jogar pedras ou outros objetos, xingar e menosprezar a crença do diferente. Praticar intolerância religiosa é discriminar e tentar cercear as liberdades individuais e coletivas, de uma pessoa ou grupo, seja excluindo, ofendendo e praticando violência simbólica ou física contra seguidores de uma crença ou religião. É preconceito, resultado da falta de informação de pessoas presas à ideias pré-concebidas que, em alguns casos, acabam manifestando atitudes de raiva e hostilidade.  

“Acho que foi Albert Einstein que disse que é mais fácil quebrar um átomo do que o preconceito. A gente sabe que vencer a discriminação é um trabalho persistente. É preciso fazer as pessoas ampliarem os horizontes e fazê-las entender que as religiões são boas. Elas são o departamento de cultura espiritual e não deveriam competir entre si”,  diz Frederico Menezes, que já lançou 14 livros relacionados ao espiritismo e há 14 anos viaja o país para ministrar palestras sobre temáticas da religião. A religião Espírita está entre as três que mais receberam denúncias de intolerância em 2016, atrás da Umbanda e do Candomblé.

A outra face da intolerância: o racismo religioso

Para a Iyalorixá Denise Botelho o problema vai mais além da falta de informação. "O que vem ocorrendo no Brasil não é apenas intolerância religiosa. É um racismo religioso, porque a nossa religião é, em sua maioria, oriunda dos povos negros africanos. E ainda que hoje, a religião agregue segmentos étnicos diferenciados, ela ainda sofre as consequências do racismo”, afirma a mãe de santo.

Ela reforça que isso se dá tanto pelo visual, quanto pela menção das divindades que cultua. “Se eu saio com um turbante na rua, eu vou ser discriminada, se eu saio com minhas guias ou fios de conta eu vou ser discriminada, porque elas são a identidade cultural da minha religião. Sempre que encontro um religioso cristão que diz que Jesus me ama eu acho ótimo porque eu também amo Jesus, mas quando eu digo que Oxalá o ama aí a reação e o acolhimento já não é mais o mesmo”, lamenta.

Isso pode ser observado inclusive nas demonstrações de intolerância contra a religião espírita. “As pessoas que não conhecem o espiritismo associam, muitas vezes, a doutrina aos cultos afro brasileiros. E aqui não vai nenhum demérito à Umbanda ou ao Candomblé, que são segmentos que atendem a uma expressiva comunidade. Mas na verdade essas duas religiões não tem nada a ver com o espiritismo. Os pontos de convergência que elas têm é que adotam a mediunidade e creem na reencarnação”, explica Frederico Menezes. Ele também reforça que muitos ainda associam a doutrina espírita à loucura “Um conhecido meu conversava com uma amiga em comum e disse certa vez sobre mim: ‘Fred, por exemplo, adoro aquele menino, pena que é louco’, só porque eu sou espírita”, lembra.

Disque 100: um canal para a denúncia

É importante lembrar que qualquer pessoa está vulnerável a sofrer ataques preconceituosos contra sua religião e que eles podem e devem ser denunciados. No Brasil, a intolerância religiosa é considerada crime de ódio, classificada como inafiançável e imprescritível, além de ser uma violação dos Direitos Humanos. Em caso de discriminação pode-se dar queixa através do Disque 100, ou levar o caso para a delegacia mais próxima. A pena para quem for condenado por preconceito religioso varia entre 1 a 3 anos de prisão, mais o pagamento de multa, sendo também aplicada em casos de desrespeito contra ateus e agnósticos, de acordo com a lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.  Ela também pode acontecer acompanhada de outros tipos de discriminação identitárias, que devem ser observadas no momento da denúncia. Levar a queixa adiante é preciso principalmente para garantir o respeito e o direito às liberdades individuais.

 

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Você sabe a importância da diversidade nas organizações?

Além de trabalhar o respeito às diferenças, as empresas ganham com maior produtividade, engajamento e resultados positivos
Por: 10/01/2018 - 10:27 - Atualizado em: 10/01/2018 - 10:47
As empresas ganham com maior produtividade, engajamento e resultados positivos/Freepik
As empresas ganham com maior produtividade, engajamento e resultados positivos/Freepik

Por Rafaella Sabino

Você sabe o que é diversidade nas organizações? Embora o termo seja cada vez mais frequente nas empresas, ainda gera muitas dúvidas. Há ainda muita confusão sobre o que é ter uma gestão da diversidade como política e, até mesmo, sobre o conceito de diversidade. Pensando nisso, elaboramos alguns tópicos importantes acerca do tema. Confira!

Mas afinal o que é diversidade nas organizações?

O conceito de diversidade nas organizações não está representado apenas na inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência física. É algo mais rico e amplo, que chegou ao Brasil na década de 1990, junto com o avanço da globalização econômica. Com a diminuição das barreiras no mundo, a preocupação das grandes empresas que começaram a necessitar de profissionais com conhecimentos distintos aumentou. A luta da inclusão foi fortalecida pelos movimentos sociais, como o de igualdade de gênero e o movimento negro.

“Durante muito tempo, as organizações buscavam ter profissionais ‘robôs’, que executavam as tarefas da mesma forma para ter um desempenho igual. Hoje é exatamente o contrário, pensar em gestão da diversidade é reconhecer que na diferença eu tenho potencial”, afirma a psicóloga e mestre em psicologia social Letícia Souto.

Engajamento, produtividade e resultados positivos

Diversidade de histórias, raças, crenças, orientações sexuais, idades, gêneros, regiões e culturas. Cada um traz em sua bagagem conhecimentos únicos que podem ser aplicados no trabalho. Muito mais do que preencher uma tabela de cotas, trata-se da capacidade de interação com o diferente em prol de resultados produtivos. Profissionais de origens diversas têm opiniões distintas sobre cada temática. E isso amplia a visão de mundo da empresa, tornando-a mais competitiva no mercado.

A diversidade promove benefícios, como inovação, criatividade e engajamento. O reconhecimento aos profissionais faz com que se sintam mais motivados a darem o melhor de si. Letícia Souto destaca que atualmente é imprescindível para uma empresa trabalhar essa questão. “Hoje temos mecanismos legais, como as cotas, para incluir as minorias nas organizações, mas uma empresa que quer estar à frente no mercado precisa reconhecer a necessidade da diferença, independe de leis. Ela vai pensar na questão positiva dos resultados que serão gerados”, diz.

Diversidade nas empresas do país

O respeito às diferenças já deveria ser algo implícito ao ser humano, principalmente quando falamos de Brasil, afinal, o país é formado por uma diversidade de raças e culturas. Mas infelizmente não é que a realidade mostra. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ethos, com 500 empresas brasileiras, apenas 2% dos funcionários das organizações nacionais são pessoas com deficiência; as mulheres representam 13,6% das vagas executivas e recebem 30% a menos que os homens. Além desses números, a pesquisa, publicada em maio de 2016 mostra que apenas 4,6% dos negros ocupam cargos executivos; e não existe nenhum executivo indígena nas empresas estudadas.

Cultura de respeito às diferenças

É preciso, antes de tudo, que as empresas criem práticas de desenvolvimento que despertem os talentos e habilidades de todos, conscientizando-se de que a reunião de diferentes tipos de competências e perspectivas pode ser uma maneira valiosa de melhorar o desempenho das equipes.

Curso Livre

Se você tem interesse no tema, a UNINASSAU oferece o curso livre Diversidade nas Organizações. Com três horas de duração, a aula acontece a distância pela internet. O curso apresenta os conceitos de diversidade e ressalta como os preconceitos atrapalham a vida pessoal e profissional dos indivíduos. Tem o objetivo de formar equipes que ultrapassem as barreiras do preconceito para enfrentar os desafios da pluralidade, sendo um multiplicador de conceitos de tolerância. As inscrições podem ser realizadas neste site.

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Confira os cuidados que você tem que ter com seus cabelos no verão

Com o excesso de sol, água do mar e cloro, fios podem sair bastante danificados
Por: Katarina Bandeira 09/01/2018 - 11:52
Muitas lavagens e ao calor podem causar diversos danos ao fio capilar. Foto: Freepik
Muitas lavagens e ao calor podem causar diversos danos ao fio capilar. Foto: Freepik

Ah, o verão! Tempo de ir à praia, piscina ou apenas aproveitar os dias ensolarados. Durante essa época, é preciso redobrar a atenção à alimentação, ao consumo de líquidos e, principalmente, à pele. Porém, além dos cuidados com o corpo, os cabelos também pedem um tratamento especial, pois podem acabar danificados se não estiverem protegidos. A exposição excessiva ao sol, ao sal presente na água do mar, ao cloro da piscina, às muitas lavagens e ao calor podem causar diversos danos ao fio capilar. Entre eles estão alterações na coloração, frizz, ressecamento, pontas duplas e cabelos quebradiços, opacos e sem brilho. Para evitar que isso aconteça, confira nossas dicas para manter os fios saudáveis e bonitos.

Colocando a cara no sol

O primeiro passo é proteger o cabelo do sol. Com a alta das temperaturas, fica quase impossível não ter os fios danificados de alguma forma, seja pela exposição aos raios UV, seja ao calor, que os deixam opacos, quebradiços e sem vida. Vale a pena investir em produtos com proteção UV, como leave in (creme sem enxágue, usado após a rotina de lavagem dos cabelos, ele pode ser usado junto com o creme para pentear, mas apenas nas pontas e no comprimento do cabelo, nunca na raiz), chapéus e outros artifícios que bloqueiem os raios de sol. Se você pretende tomar um banho de mar ou de piscina, outra dica é pesquisar por cremes que tenham silicones. Eles formam uma forte proteção contra o cloro, os raios do sol e o sal do mar,  mantendo tanto a cor, quanto o brilho e devem ser usados antes de sair de casa, em pequenas quantidades.

Cores e outras químicas

Se seu cabelo passou por alguma química, seja colocação, descoloração, progressiva ou outro processo, o cuidado deve ser ainda maior. Isso porque ao contrário dos cabelos tidos como virgens (que não passaram por processos químicos), os quimicamente tratados tiveram sua estrutura modificada e por isso ficam mais sensíveis aos elementos típicos do verão. Para evitar danificá-los de forma ainda mais intensa, use produtos à prova d'água, de longa duração, com filtro solar protegendo os fios da salinidade dos raios UV e do cloro.

No caso de quem possui cabelos loiros, outra preocupação é ficar com um tom esverdeado após um dia inteiro na piscina. Isso ocorre por conta do ressecamento causado pela descoloração. As cutículas do fio ficam abertas, fazendo com o que o sulfato de cobre (presente no cloro da piscina) penetre com mais facilidade. Proteja seus fios mantendo-os sempre hidratados, tomando uma ducha antes e depois de sair da água (para retirar todos os resíduos de cloro) e, ao chegar em casa, lave seus cabelos com shampoo antirresíduos.

Nunca prenda os cabelos molhados

Se você acabou de sair da água, evite prender seus cabelos, caso eles estejam molhados. Deixá-los soltos evitará que se partam com facilidade. Outra dica para evitar o frizz e o embaraço é penteá-lo com um pente e madeira, de dentes largos, entre um mergulho e outro.

Para quem não dispensa o secador, mesmo durante o verão, um alerta: altas temperaturas aumentam o ressecamento dos fios, deixando-os sem brilho, secos e sem movimento. Ao secar os cabelos, o ideal é usar o secador no modo frio, com distância razoável de pelo menos 30 centímetros do couro cabeludo. Alguns modelos do aparelho já vêm com a emissão de íons, o que permite que o cabelo não fique arrepiado.

 

Gostou das nossas dicas? Conta para a gente quais são os cuidados que você tem com seu cabelo!

 

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Você sabe o que é trabalhabilidade? Entenda e conheça exemplos!

Aproveite as férias e comece seu planejamento para praticar a trabalhabilidade
Por: 08/01/2018 - 10:58
Aproveite as férias e comece seu planejamento para praticar a trabalhabilidade/Freepik
Aproveite as férias e comece seu planejamento para praticar a trabalhabilidade/Freepik

Por Rafaella Sabino

Férias é tempo de descansar e jogar as pernas para o ar. Certo? Nem sempre. Muitos aproveitam esse período para fazer cursos, realizar intercâmbios ou ganhar uma renda extra. Os altos índices de pessoas em busca de serviço gerou um novo conceito no mercado de trabalho: o de trabalhabilidade. Trata-se da capacidade de gerar renda a partir de talentos pessoais, independente do vínculo com carteira assinada que este profissional possua. Dessa forma, ele é valorizado por aquilo que faz de melhor, tanto empreendedoramente, quando para empresas.

Até o final do século passado, estava em alta o conceito de empregabilidade, que exigia dos profissionais uma adaptação às regras do mercado, a fim de deixarem o currículo sempre atrativo e, assim, manter-se empregados. No entanto, os tempos atuais abrem portas para o talento.

Faça o que gosta e não terás que trabalhar

Formada em psicologia há dois anos, Ana Paula da Silva é um exemplo de pessoa que exerce a trabalhabilidade. A profissional é analista de carreiras na UNINASSAU, professora de nível técnico da disciplina de Inteligência Emocional e tem um consultório particular. Além disso, realiza palestras sobre motivação em congressos, escolas e eventos. Ela conta que a trabalhabilidade apareceu em sua vida mesmo antes da formação superior. “Mesmo quando tinha outros empregos, fazia freelancer nos finais de semana com atendimento e recepção de eventos”, diz.

Depois que se formou, Ana Paula decidiu trazer o conceito para dentro da sua profissão. “Agregar o que a gente gosta de fazer ao trabalho é muito prazeroso”, ressalta. A psicóloga montou um consultório e, para conquistar pacientes, começou a dar palestras nas antigas empresas que havia trabalhado. Um desses lugares foi um call center. “Sabemos que há pouca atenção para pessoas dessa área, então criei uma palestra sobre os cuidados que se deve ter com a saúde mental dos atendentes de call center. Ao final de cada apresentação, deixava o meu contato com as pessoas”, conta. O retorno foi imediato e ela passou a ser chamada para mais e mais atividades.

Trabalho autônomo

Eliabe Serafim é formado em História, Recursos Humanos e Direito, tem mestrado em Direito do Trabalho e Relações Internacionais, e especialização nas áreas de Gestão de pessoas e Comportamento humano nas organizações. Atualmente, é professor em uma faculdade, faz doutorado em Direito do Trabalho e tem uma consultoria, pela qual realiza palestras e treinamentos empresariais.

Ele passou a investir em trabalhabilidade a partir do momento em que descobriu que a sua expertise estava além da carreira ocupacional. “As atividades que eu desempenhava na empresa enquanto empregado poderiam ser realizadas de forma autônoma e eu seria melhor remunerado”, afirma. Foi quando Eliabe decidiu negociar sua saída da empresa na qual trabalhava. “O mercado de trabalho é muito dinâmico. Se temos habilidades e não nos apresentamos, perdemos grandes chances. É preciso, muitas vezes, seguir a nossa intuição e não dar ouvidos a quem nos diz que não vale a pena tentar”, afirma.

Amor e liberdade

Márcia Carolina Ribeiro, mais conhecida por Marcinha Ribeiro, é formada em administração, com especialização em vendas, mas desde 2012 decidiu mudar a sua vida profissional. “Eu estava bem colocada no mercado e abri mão de um salário fixo para fazer o que sempre quis para minha vida: empreender e ser coaching. Foi quando comecei a investir em trabalhabilidade e me tornei protagonista da minha própria história”, afirma. Ela fundou a marca de cosméticos Kairós Profissional. Além disso, em 2014 se formou em life coaching e já começou a atuar na área. Hoje, Marcinha trabalha como coaching inteligência emocional para líderes.

A profissional conta que a trabalhabilidade influenciou na sua qualidade de vida, pois além de fazer o que gosta, não é obrigada a cumprir horários fixos. “Meu universo cresceu bastante e hoje o meu ganho é muito maior. Antes eu vivia o sonho de outra pessoa. Quando passei a viver o meu sonho, até a minha renda ficou melhor. Isso me trouxe vida na vida, não só sobrevida”, finaliza, satisfeita.

Você pratica a trabalhabilidade? conte-nos nos comentários!

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7 fotógrafos da atualidade que você precisa conhecer

Profissionais em diferentes áreas da fotografia apresentam trabalhos impactantes da moda à guerra
Por: Katarina Bandeira 08/01/2018 - 10:14

Desde que foi criada e aperfeiçoada, a fotografia tem o poder de eternizar momentos, congelar o tempo e mostrar a grandiosidade de cenários e detalhes que, por vezes, passam despercebidos aos nossos olhares. Seja de moda, paisagem, infantil ou documental, a verdade é que o retrato, puro e simples, é um pedaço do olhar do fotógrafo, suas impressões e uma forma de passar uma mensagem sem precisar, necessariamente, utilizar palavras para isso. Grandes influenciadores, como Sebastião Salgado ou Walter Firmo, estão sempre nas listas de aspirantes da fotografia. Mas existe muita gente boa espalhada pelo globo. Se você está pensando em cursar fotografia ou simplesmente se interessa em conhecer os nomes por trás das belas imagens que rodam as publicações especializadas, confira nossa lista com sete fotógrafos da atualidade para você não perder de vista.

Alex Prager

Uma mistura de cinema e fotografia. Essa é uma das formas de entender o trabalho da fotógrafa estadunidense Alex Prager. Ela retrata imagens trabalhadas para contar pequenas histórias, produzidas e pensadas para parecerem cenas de filmes (em sua maioria ambientadas entre os anos 1960/70).Para isso usa atores e figurantes em cenários coloridos e cheios de detalhes.

Annie Leibovitz

Estadunidense, conhecida principalmente por fazer retratos de celebridades, já teve trabalhos divulgados nas revistas Rollings Stones e Vanity Fair. Entre os famosos que já passaram pelas suas lentes estão John Lennon com Yoko Ono (foto feita na manhã em que o astro foi assassinado), Demi Moore, Whoopi Goldberg, as irmãs Kardashian (foto) e Jennifer Hudson, a primeira cantora negra a aparecer na capa da Vogue.

David Lachapelle

Cores, composições, críticas e surrealismo. As fotos de David Lachapelle são um espetáculo para os olhos. Um dos fotógrafos mais queridos das celebridades, o estadunidense já compôs imagens com dezenas de famosos (seu último trabalho foi com a cantora Miley Cyrus), entre publicações para revistas de moda, publicidade e fotografia de videoclipes.

Felipe Dana

Um dos novos nomes do fotojornalismo o carioca, nascido em 1985, começou a fotografar com 15 anos e não parou mais. Com fotos impactantes, já registrou a violência urbana na América Latina, a epidemia do Zika vírus, as consequências de desastres naturais e, o mais recente,  guerra em Mosul, no Iraque. Seu trabalho recebeu vários prêmios, incluindo World Press Photo, POY - Fotos do Ano Internacional e Latam, NPPA, CHIPP - China International Photo Competition, o fotojornalismo de Atlanta, entre outros.

Gabriel Chaim

Também fotojornalista e cinegrafista independente, Gabriel é especializado em áreas de conflito e situações extremas. Desde 2011 ele se dedica a cobrir a guerra na Síria, além de outras zonas de conflito. Suas imagens são retratos crus das consequências do domínio do Estado Islâmico na Ásia e já ilustraram o documentário "Margens de uma guerra - heróis e vítimas em Mossul".

Shirin Neshat (foto de Shirin: Mark Abrahams)

Fotógrafa iraniana, Shirin apresenta seus trabalhos baseados nos contrastes entre o Islã e o Ocidente, o feminino e o masculino, situações da vida pública e a vida privada, entre outras temáticas entrelaçadas com esses assuntos. Suas fotos conseguem marcar o cotidiano e mostram, através de retratos de personagens anônimos, um pouco da alma da cultura oriental.

Victor Dragonetti

O mais jovem fotógrafo dessa lista é um paulistano de 28 anos, mais conhecido como Drago. Ele ficou conhecido internacionalmente por apresentar fotografias que registravam as manifestações ocorridas em São Paulo, em junho de 2013. O trabalho dele ganhou o prêmio Fotografia do Ano, com imagem do policial ferido apontando a arma para os manifestantes na série “Em Processo, 2013”.

 

 

Gostou do trabalho desses fotógrafos? Que tal aproveitar e começar o nosso curso de fotografia?

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No Dia de Reis, saiba como a data é celebrada pelo mundo

Época que se encerra o ciclo natalino, com o desmonte do presépio e árvore, conheça como várias culturas celebram e lembram a visita dos três Reis Magos
Por: 06/01/2018 - 13:20 - Atualizado em: 08/01/2018 - 09:39
No Dia de Reis, saiba como a data é celebrada pelo mundo/ Reprodução/Pixabay
No Dia de Reis, saiba como a data é celebrada pelo mundo/ Reprodução/Pixabay
Escrito por Rebeca Ângelis
 
Neste sábado (6), é comemorado em várias partes do mundo o Dia de Reis ou Epifania. A data faz parte da tradição cristã e celebra o dia em que os Três Reis Magos visitaram o menino Jesus.   A época que também encerra os festejos natalinos, com o desmonte do presépio e árvores de natal, abre comemoração para a festa de Reis ou Reisado em várias partes do mundo.  Conheça a história! 
 
Como Surgiu?
A Epifania tem origem do grego "epiphanéia" e significa aparição, manifestação. Assim o termo designa a primeira aparição em público do menino Jesus. A data cai tradicionalmente doze dias depois do nascimento de Jesus, mais precisamente no dia 6 de janeiro e, nada mais é, do que uma festa folclórica com influência europeia que vai do dia 24 de dezembro até dia 6 de janeiro, retratando os 3 reis magos (Melchior, Baltazar e Gaspar), e protegendo Jesus dos soldados que queriam matá-lo. 
 
Brasil 
A tradição teve início no Brasil através dos colonizadores português. Inicialmente, a festa acontecia em pequenas aldeias, também em menção ao menino Jesus. Tempos depois cresceu e, atualmente, segue numa espécie de história folclórica, em vários estados do país. Embora cada uma tenha sua particularidade, a essência continua a mesma, em uma mistura de de temas sacros e profanos. 
A festa de Reis é composta por músicos, cantores e dançarinos que percorrem as ruas das cidades e áreas rurais, de porta em porta, anunciando a chegada do Messias, pedindo prendas e fazendo louvações aos donos das casas por onde passam.  O folguedo natalino é comemorado em várias partes do país, principalmente no Norte e Nordeste, onde ganhou cores, formas e sons regionais. Nessas regiões, os principais personagens que compõem a festa são o Mestre, Rei, Rainha, Contramestre, os Mateus, a Catirina, figuras e crianças. 
A denominação de Reisado, como também é chamado, persiste ainda em Alagoas, Sergipe, Bahia, além de diversas outras regiões, em que o folguedo é chamado de Bumba-meu-boi, Boi de Reis, Boi-Bumbá ou simplesmente, Boi. Em São Paulo é conhecido como Folia de Reis, onde a  festa é composta de apresentações de grupos de músicos e cantores, todos com roupas coloridas, entoando versos sobre o nascimento de Jesus Cristo, 
liderados por um mestre. 
 
Espanha
No país Ibérico, a data é celebrada com uma grande festa de cortejo dos Reis Magos, a ‘Cabalgata del Reyes’  ou em português, Cavalgada dos Reis Magos. As crianças deixam sapatos nas janelas, preenchidos com capim e ervas, no intuito de alimentar os camelos dos Reis Magos. De acordo com a lenda do país, em troca, essas mesmas crianças recebem em troca doa magos doces e guloseimas. A festa acontece com um tradicional desfile de Reis e cavaleiros em carros muito bem decorados.  Ao final, misturam-se com as crianças para brincar nas ruas. A Cavalgada dos Reis Magos acontece há mais de 150 anos, sempre na véspera do Dia de Reis (5). 
 

Itália

Na Itália a comemoração ganha o nome de Befana, uma bruxa que fornece presentes às crianças. Diferente dos demais países que possuem a tradição do Papai Noel presentear no Dia 25 de dezembro, a Befana se encarrega desta função, todo dia 6 de janeiro do ano. 
A bruxa nada mais é do que uma figura folclórica da Itália, definida tradicionalmente por uma velhinha simpática, de roupas remendadas, chale, lenço na cabeça e chapéu pontiagudo, botas e de vassoura na mão. Sua fama é de levar doces e presentes para as crianças que se comportarem bem, e carvão para as que foram rebeldes.
 

Alemanha

Embora pareça que ‘C+M+B’ sejam as iniciais dos Reis Magos, as abreviações simbolizam a frase ‘Cristo Mansionem Benedicat’, que em português significa Cristo abençoe esta casa. Durante a data, todas as casas se purificam,  com incenso de para afastar as energias negativas e  colocam a metade de uma cebola  polvilhada com sal no peitoril da janela. As crianças disfarçam-se de Reis Magos e escrevem as iniciais do nome nas portas das casas.  
 

Vaticano

A data é celebrada no Vaticano com uma grande missa celebrada pelo Papa. 
 

Hungria

Na Hungria, as crianças costumam se vestir de Reis Magos, transportando os presépios de porta em porta pedindo moedas aos moradores.
 

Filipinas

Nas Filipinas, o Dia de Reis é celebrado com homens adultos, que se vestem de Reis Magos e saem a distribuir doces para as crianças pelas ruas.
 
E você como costuma celebrar a data? Conta para a gente!
 
 

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14 dicas para começar o ano de 2018 economizando

Ter uma vida financeira organizada nos permite viver melhor e mais prosperamente
Por: Taísa Silveira 05/01/2018 - 11:18 - Atualizado em: 05/01/2018 - 13:15
Ter uma vida financeira organizada nos permite viver melhor e mais prosperamente/Pixabay
Ter uma vida financeira organizada nos permite viver melhor e mais prosperamente/Pixabay

Por Rafaella Sabino

Final de ano é aquele momento em que as pessoas tiram um tempo para reformar a casa, comprar roupas novas, participar de festas e amigos-secretos. Tudo isso demanda algo muito importante, porém escasso, para todos: dinheiro. Geralmente, essas e outras despesas acabam recaindo sobre o 13º salário. E quase sempre as contas passam do ponto. Pensando nisso, para começar o ano de 2018 equilibrando os gastos e acertando as dívidas, elaboramos algumas dicas que podem te ajudar a economizar e fazer seu dinheiro ser ainda mais rentável. Confira!

Planejamento e disciplina

“Quando se trata de economizar, organização, planejamento e disciplina são essenciais”, destaca a coordenadora dos cursos de Administração, Contábeis e Tecnológicos na UNG Bonsucesso, Nilza Siqueira. Para ela, o primeiro passo a ser seguido é fazer um bom orçamento familiar, anotando todos os gastos e comparando a renda. “Sempre gaste menos do que ganha”, diz. No pagamento de dívidas já contraídas, ela sugere que sejam quitadas as mais caras, com juros maiores, como cheque especial e cartão de crédito.

“Na hora de comprar alguma coisa, é necessário se perguntar: eu preciso? Em seguida, é necessário pesquisar preços e verificar descontos, sem esquecer que a melhor forma de pagamento é à vista. Esqueça o cartão de crédito”, afirma a coordenadora, que destaca a importância de ter uma vida financeira organizada. “Isso nos permite viver melhor e mais prosperamente”, complementa.

Como você pode economizar em 2018?

1 - Crie prazos para seus objetivos. Até quando você quer pagar aquela dívida? Daqui a quanto tempo você quer comprar tal produto?
2 - Como os planos de saúde estão cada vez mais caros, reavaliar as opções mais simples
3 - Tenha um cofrinho e junte todas as moedas que passarem por suas mãos.
4 - Siga a regra dos 50, 15, 35. Ou seja, separe 50% da sua renda para gastos essenciais, como moradia, alimentação, transporte, educação; 15% para prioridades financeiras, como pagamento de dívidas mais urgentes ou para a poupança; e 35% para hobbies e 35% para gasto relacionados a lazer, cuidados com beleza, academia, dentre outros.
5 - Organize-se para pagar todas as contas assim que entrar o seu salário. Assim fica mais fácil de visualizar quanto dinheiro sobra, além de evitar que você esqueça de quitar algum débito.
6 - Avalie se é melhor consertar ao invés de comprar um produto novo.
7- Diminua as saída para restaurantes, barzinhos e shows.
8 - Se sua renda for variável, o cuidado deve ser maior. Faça uma média dos últimos 12 meses e identifique os períodos em que você ganha mais e menos. Organize-se para pagar seus custos fixos e, quando ganhar acima da média, guarde o restante em uma poupança.
9 - Guarde seu cartão de crédito em casa e pague tudo à vista. Caso você tenha abusado dele, aproveite os programas de pontuação.
10 - Prefira atacados à supermercados e sempre faça pesquisas de preço.
11 - Leve seu almoço e lanche para o trabalho.
12 - Caso precise cortar a academia, pratique esportes ao ar livre.
13 - Economize água e energia. Além de ser uma atitude cidadã, você estará economizando dinheiro.
14 - Tenha uma poupança mensal e a considere como uma dívida externa.

E você? Como costuma planejar seus gastos financeiros? Conta para a gente! Conheça também os cursos de Administração, Gestão Financeira e Ciências Contábeis da UNG!

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Em 2018, aprenda a economizar e passe o ano todo com dinheiro no bolso

É indispensável possuir uma reserva suficiente para atravessar o período crítico da economia e situações não previstas
Por: Taísa Silveira 05/01/2018 - 10:18 - Atualizado em: 05/01/2018 - 11:02
É indispensável possuir uma reserva suficiente para atravessar o período crítico da economia e situações não previstas/Pixabay
É indispensável possuir uma reserva suficiente para atravessar o período crítico da economia e situações não previstas/Pixabay

Por Rafaella Sabino


Final de ano é aquele momento em que as pessoas tiram um tempo para reformar a casa, comprar roupas novas, participar de festas e amigos-secretos. Tudo isso demanda algo muito importante, porém escasso, para todos: dinheiro. Geralmente, essas e outras despesas acabam recaindo sobre o 13º salário. E, quase sempre, as contas passam do ponto. Pensando nisso, para começar o ano de 2018 equilibrando os gastos e acertando as dívidas, elaboramos algumas dicas que podem te ajudar a economizar e fazer seu dinheiro ser ainda mais rentável. Confira!

Reserva para período crítico

Para o professor de Contabilidade e Administração Financeira da UNIVERITAS Hermenegildo de Souza Neto, o grande passo para começar o ano economizando é pagar ou reduzir os débitos, em especial do cheque especial e cartão de crédito. “Quem conseguiu guardar um pouco do 13º, deve usá-lo agora para pagar as despesas básicas de IPTU, IPVA, matrícula de escola e lista de material escolar”, diz. “Aqueles que não estiverem enquadrados em nenhuma dessas situações devem utilizar pelo menos uma parte do dinheiro para iniciar um investimento ou guardar”, complementa.

O professor destaca que é indispensável possuir uma reserva suficiente para atravessar o período crítico da economia e situações não previstas, como doenças, acidentes, vazamento em casa, dentre outros. “A turbulência política que vivemos poderá trazer muitas incertezas em seu horizonte. Nesse caso, sem reserva, a travessia pode ser mais difícil”, afirma. Ele lembra que orçamento e gestão financeira familiar não é assunto para apenas uma pessoa, deve ser conversado em família.

Dicas para começar 2018 economizando

1 - Guarde seu cartão de crédito em casa e pague tudo à vista. Caso você tenha abusado dele, aproveite os programas de pontuação.
2 - Se sua renda for variável, o cuidado deve ser maior. Faça uma média dos últimos 12 meses e identifique os períodos em que você ganha mais e menos. Organize-se para pagar seus custos fixos e, quando ganhar acima da média, guarde o restante em uma poupança.
3 - Organize-se para pagar todas as contas assim que entrar o seu salário. Assim fica mais fácil de visualizar quanto dinheiro sobra, além de evitar que você esqueça de quitar algum débito.
4 - Siga a regra dos 50, 15, 35. Ou seja, separe 50% da sua renda para gastos essenciais, como moradia, alimentação, transporte, educação; 15% para prioridades financeiras, como pagamento de dívidas mais urgentes ou para a poupança; e 35% para hobbies e 35% para gasto relacionados a lazer, cuidados com beleza, academia, dentre outros.
5 - Crie prazos para seus objetivos. Até quando você quer pagar aquela dívida? Daqui a quanto tempo você quer comprar tal produto?
6 - Como os planos de saúde estão cada vez mais caros, reavaliar as opções mais simples.
7 - Prefira atacados à supermercados e sempre faça pesquisas de preço.
8 - Tenha uma poupança mensal e a considere como uma dívida externa.
9 - Avalie se é melhor consertar ao invés de comprar um produto novo.
10 - Economize água e energia. Além de ser uma atitude cidadã, você estará economizando dinheiro.
11 - Diminua as saída para restaurantes, barzinhos e shows.
12 - Leve seu almoço e lanche para o trabalho.
13 - Caso precise cortar a academia, pratique esportes ao ar livre.
14 - Tenha um cofrinho e junte todas as moedas que passarem por suas mãos.

E você? Como costuma planejar seus gastos financeiros? Conta para a gente! Conheça também o curso presencial de Ciências Contábeis da UNIVERITAS!

 

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Auto CAD: descubra como a ferramenta pode auxiliar na Arquitetura

Software é responsável em desenvolver projetos elaborados minuciosamente, com um nível de qualidade e exatidão cada vez maior
Por: Taísa Silveira 04/01/2018 - 11:03 - Atualizado em: 04/01/2018 - 11:22
Auto CAD: descubra como a ferramenta pode auxiliar na Arquitetura/ Reprodução/Shutterstock
Auto CAD: descubra como a ferramenta pode auxiliar na Arquitetura/ Reprodução/Shutterstock

Escrito por Rebeca Ângelis

Organizar e planejar espaços internos e externos é tarefa principal da Arquitetura. Já dizia o inventor Thomas Edson: “Talento é 1% de inspiração e 99% de transpiração”. E para que um bom arquiteto desenvolva seus projetos, é preciso se atualizar quanto às novas tecnologias que possuem ferramentas úteis de sua área.

Os principais requisitos deste profissional consistem em compreender desenho técnico arquitetônico. E para desenvolver essas habilidades, uma das mais frequentes ferramentas utilizadas é o AutoCAD. Com este software vários projetos são desenvolvidos do  início ao fim, criando um documento padronizado e de boa qualidade. Pensando nisso, destacamos alguns aspectos importantes acerca desse equipamento que podem facilitar nos projetos de arquitetura, de forma de forma simples e intuitiva. Confira!

Mas afinal, o que é AutoCAD? 

O AutoCAD (Computer Aided Design- uso do computador para fazer desenho ou projeto) consiste em uma ferramenta simples que é capaz de transmitir com precisão áreas gráficas e desenhos técnicos de vários projetos. Criado em 1982, o sistema era voltado inicialmente para elaboração de peças mecânicas. Com o decorrer do tempo, tornou-se um programa multidisciplinar e, atualmente, oferece mecanismos para elaboração de desenho de diversos produtos em inúmeras áreas, como a indústria automobilística, engenharia, construção civil, arquitetura, entre outras.

Como conhecer a ferramenta?

Na arquitetura, é indispensável primeiramente conhecer toda técnica de desenho, bem como, suas devidas áreas de aplicação. Desta forma, torna-se mais fácil a compreensão do objetivo do desenho e como será sua aplicação na execução da ferramenta, como por exemplo, um programa de modelagem e desenho nos formatos em 2 e 3 Dimensões (2D e 3D, respectivamente).

Comandos básicos

Os primeiros comandos do AutoCAD são também princípios importantes para se aprender, pois através desses é que se torna possível criar toda base e estrutura que resultará no projeto. Entre os principais desenhos básicos, destacam-se os de formas geométricas básicas como linha (Comando Line ou L), retângulo (Rectangle ou Rec), círculo (Circle ou C), arco (Arc ou A), e funções como hachurar (Hatch ou H) e estender (Extent ou Ex). Com a prática fica fácil utilizar esses e mais comandos com atalhos de teclado, como se pode ver na Figura ao lado. 

Grandes projetos num passe de... AutoCAD

Pequenos projetos arquitetônicos fazem desse sistema uma verdadeira “varinha de condão”. Com ele, é possível criar não só desenhos, mas também, documentação técnica, apresentações de projetos em níveis foto realísticos, além de criações de desenhos simples e até extremamente detalhados e complexos. O domínio dos comandos permite resultados que chegam a impressionar. Dentro do software também existe uma extensão chamada AutoCAD Architecture, criado especialmente criação de projetos de forma rápida como: piscina, escada, jardim, porta, blocos, forros,janelas,elevações, ou até mesmo uma casa inteira. Veja no vídeo!

Tem interesse em saber mais sobre este software? Conheça também nosso curso presencial de Arquitetura e Urbanismo!

 

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