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Click UNG - Ação de boas-vindas aos alunos

A semana de recepção aos alunos teve muita brincadeira e diversão
Assessoria de Imprensa Por: Pâmela Vespoli 15/03/2017 - 15:25
Brincadeira com cotonetes gigantes
Brincadeira com cotonetes gigantes
Para dar início ao semestre letivo, a Universidade UNG realizou a ação de boas-vindas aos estudantes com atividades recreativas. A cada dia da semana o evento teve em uma das unidades da universidade ações, garantindo assim a diversão de todos os seus educandos.
 
Cada Campus contou com um mural para os alunos pudessem tirar fotos e compartilhar o momento com seus amigos nas redes sociais. Para complementar as ações, a universidade disponibilizou acessórios recreativos para compor o visual na hora de caprichar na pose, como chapéus, óculos, ganchos de pirata e muitas outras opções. Os componentes que ganharam maior destaque foram as plaquinhas personalizadas para as redes sociais. As frases “calouros passando na sua timeline”, “status universitário”, “partiu TCC” e “sim, sexta vou estudar” eram as mais requisitadas. 
 
Jéssica Santos mencionou ter participado de recepções anteriores. “essa está bem mais divertida, porque você joga com outra pessoa. A anterior era individual”, mencionou a discente sobre a guerra de cotonetes que foi o maior atrativo da festa. Uma espécie de cama inflável com dois pilares, onde ficaram posicionados os adversários que se enfrentaram com cotonetes de espuma. Outro ponto levantado pela aluna foram as vantagens que o brinquedo trazia para a integração. “Aqui você pode jogar até com uma pessoa que não conhece, que é de outro curso”, explicou. 
 
“Eles gostaram muito. Acharam divertido e falaram que deveria ter mais vezes ao longo do semestre. Alguns pessoas ficaram com vergonha, mas a maioria participou. Com certeza alcançamos o objetivo que era descontrair o início das aulas”, disse Joyce Gomes, auxiliar de eventos da área de Comunicação e Marketing da Universidade UNG.

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Dia Internacional da Mulher ganhou destaque na programação da UNG

Para dar a importância que a data merece, a UNG ofereceu atividades para as mulheres durante toda a semana
Assessoria de Imprensa Por: Pâmela Vespoli 15/03/2017 - 10:38 - Atualizado em: 22/03/2017 - 14:57
Atendimento de makeup
Atendimento de makeup
Na semana do Dia Internacional da Mulher, a Universidade UNG prestou sua homenagem por meio de atividades gratuitas voltadas a promoção do ser feminino. A cada dia a programação foi realizada em um local diferente com a preocupação de atender o maior número de mulheres possível. O objetivo do evento era valorizá-las com momentos de lazer e cuidados próprios.
 
Aquelas que compareceram a ação receberam massagem corporal, instruções para alongamento, dicas de automaquiagem e avaliaram suas condições físicas para eternizarem este dia de relaxamento e beleza por meio das sessões fotográficas, ofertadas pela universidade. Proporcionando assim o bem-estar e enaltecendo a autoestima delas.  “Nossa intenção era oferecer atividades e serviços que valorizassem o papel da mulher na nossa sociedade e que aumentasse sua autoestima e qualidade de vida, proporcionando assim um dia diferenciado voltado ao bem-estar, beleza e conhecimento”, menciona Regiane Cunha, membro da organização do Departamento de Extensão da Universidade UNG.
 
Os serviços oferecidos pelos cursos de Educação Física, Fisioterapia, Fotografia e Maquiagem e Etiqueta da Universidade Aberta e da Terceira Idade atenderam mais de 650 pessoas, nos Shoppings Maia e Internacional de Guarulhos e nas unidades de Itaquaquecetuba e Centro da UNG. “Tivemos um retorno muito positivo em todas as ações”, diz Cunha animada.  
 
Para o coordenador do curso de Fisioterapia, José Renato Romero, foi muito gratificante poder participar de uma ação como esta. Mesmo assim, ele afirma “nossa participação foi bem discreta visto o tanto que o profissional fisioterapeuta pode contribuir para com o universo feminino”. Porém, o coordenador acredita que o objetivo da participação do grupo no projeto foi alcançado à medida que eles despertaram em seus atendimentos a percepção corporal e as necessidades da matéria. Além de proporcionarem relaxantes momentos para a corriqueira rotina das batalhadoras contemporâneas. 
 
 

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Estudante consegue estágio através do Núcleo de Empregabilidade e Carreira

O setor é responsável por fazer a ponte entre os alunos e as oportunidades no mercado de trabalho
Assessoria de Comunicação Por: Isabella Silveira 15/03/2017 - 10:00
estudante cumprimenta analista de carreiras
O objetivo do núcleo é mediar o vínculo do aluno com uma empresa parceira da UNG

Conseguir um estágio é um grande passo na carreira. Essa primeira oportunidade veio para o estudante do 3° semestre do curso de Logística da Universidade UNG, Jefferson Silva Pereira, através do Núcleo de Empregabilidade e Carreiras da Universidade. Ele foi contratado numa rede de farmácias.

A satisfação dele foi enorme em poder iniciar o projeto. “Soube da vaga através do portal de carreiras. Após passar pelo processo seletivo, fui contratado e estou muito feliz”, relatou. Para o estudante, o NEC se tornou essencial na conquista da vaga. “É um núcleo responsável e eficiente, porque oferece aos alunos mais chances em conseguirem se colocar no mercado”, afirmou.

O objetivo do núcleo é mediar o vínculo do aluno com uma empresa parceira da UNG, além de oferecer serviços de consultoria, orientação de carreiras, cooperação para o desenvolvimento comportamental, eventos, palestras e oficinas.

Para Everton Machado dos Santos, analista de carreiras do NEC, o portal de vagas é uma ferramenta que visa facilitar o contato entre a empresa e o aluno, aproximando-os das vagas disponíveis no mercado. “Vale ressaltar que é de extrema importância manter o currículo sempre atualizado, com informações objetivas e claras, possibilitando assim um maior atrativo para as empresas”, conclui.

Para enviar um currículo, o interessado deve se cadastrar no site: carreiras.sereducacional.com. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (11)2464-1786.

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PORTARIA NORMATIVA - 8 DE MARÇO DE 2017 - VAGAS REMANESCENTES FIES

Por: Melissa Fernandes 14/03/2017 - 15:44 - Atualizado em: 06/06/2017 - 14:40

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Vagas remanescentes fies 2017.1 – Edital

Por: Melissa Fernandes 14/03/2017 - 15:43 - Atualizado em: 06/06/2017 - 14:43

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Festival de Verão da Universidade UNG será no próximo sábado (18)

Evento reúne programação musical além de diversas atividades e tem entrada gratuita
Assessoria de Imprensa Por: Isabella Silveira 13/03/2017 - 15:48 - Atualizado em: 16/03/2017 - 16:48
convite do evento
Quem quiser ajudar, pode trazer um produto de higiene pessoal
No dia 18 de março, das 12h às 20h, a Universidade UNG promoverá o I Festival de Verão, no campus Centro da Instituição, localizado na Rua: Soldado Claudovino M. dos Santos, s/n, Guarulhos, São Paulo.
 
Atrações como Slackline, Oficina de circo, dança, Feira de Artesanato, Contação de histórias, Foods Truck e Parede de escalada farão parte das atividades realizadas no evento. Os grupos, Banda Circular, Banda Darko, Banda Displace, Banda MABL, Banda Selvagens e Periféricos e Slappy Banda, selecionados por meio de concurso e avaliados por uma banca julgadora, se apresentarão no Festival.
 
Dentre todas as atividades que serão realizadas no Festival de Verão, a principal será a presença da ONG Cabelegria que ficará na ação das 14h às 18h, cortando cabelos que servirão para a confecção de perucas e doados para pessoas com câncer.
 
O objetivo da ação é promover interação entre a Universidade e a comunidade, “A Instituição faz parte do dia a dia das pessoas e está sempre de portas abertas para receber e proporcionar momentos de descontração e lazer para as famílias, além de oferecer aos nossos alunos a oportunidade de vivenciar de forma plena as atividades acadêmicas, sociais, culturais e esportivas oferecidas pela UNG”, afirma Lis Lakeis, coordenadora do projeto. Já é tradição da Instituição promover ações que envolvam a comunidade interna e externa, conclui.
 
Quem quiser ajudar, pode trazer um produto de higiene pessoal, que serão doados para instituições carentes.
 
 
Serviço:
I Festival de Verão UNG
Local: Universidade UNG rua: Soldado Claudovino M. dos Santos, s/n, Guarulhos, São Paulo.
Data: 18 de março
Horário: das 12h às 20h
Entrada gratuita

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Inscrições abertas para curso de gastronomia e idioma na Itália

Podem participar estudantes de qualquer graduação e período
Assessoria de Comunicação Por: Fabiana Francelino 10/03/2017 - 15:20
imagem mostra estudante embarcando
Podem participar estudantes de qualquer graduação e período
Para quem gostar de unir viagens, novas culturas e gastronomia não pode perder essa oportunidade. Estão abertas as inscrições para o Curso Gastronomia Italiana - Curso de Língua Italiana e Cultura, promovido pelo departamento de Relações Internacionais do Grupo Ser Educacional, mantenedor da Universidade UNG.
 
O curso ocorre de 2 a 27 de outubro, tem duração de 3 semanas, e  inclui aulas do idioma italiano; Gastronomia;cultura italiana; hospedagem; passeios culturais pelas cidades de Firenze,Bologna,Assisi,Roma,San Marino,Urbino, Siena,Pisa,Napoli e Capri,e por fim, transporte local e certificado.
 
O workshop possui um custo de € 1200 euros. Sendo que o participante deve realizar uma entrada no valor de € 200 euros (valor não reembolsável), e o saldo final será parcelado até setembro. O curso não inclui despesas com documentação, alimentação, passagem aérea, e transfer nos trajetos aeroporto Fiumicino/Roma-Scuola,e aeroporto Fiumicino/Roma.
 
A coordenadora de Relações Internacionais do Grupo Ser Educacional, Adriana Ruspoli, fala sobre a importância do estudante participar de um curso internacional. “É sempre gratificante ver a mudança positiva no aluno ou indivíduo que participa de um intercâmbio porque ao se expor a uma experiência no exterior, e sair da sua zona de conforto, a pessoa passa a vivenciar o mundo e as diferenças culturais de peito aberto. Aprender novos idiomas, assimilar uma cultura diferente e desenvolver o paladar para uma gastronomia que muitas vezes é diferente da sua, faz a pessoa incorporar novas técnicas e ideias as coisas do dia a dia”, explica.
 
Podem participar estudantes de qualquer graduação e período. Mais informações e inscrições podem ser adquiridas através do seguinte e-mail:adriana.ruspoli@sereducacional.com.
 
 

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Os impactos dos exercícios físicos durante a gravidez

O educador físico da Universidade UNG, Edison Tresca, esclarece as dúvidas
Assessoria de Imprensa Por: Isabella Silveira 08/03/2017 - 10:31
barriga de grávida
Com uma grávida os cuidados devem ser redobrados
O número de atletas e esportistas que praticam exercícios físicos durante a gravidez tem crescido bastante. De acordo com o RCOG (Royal College of Obstetricians and Gynecologists) atualmente é recomendado que a gestante, após um parto sem complicações, inicie imediatamente um programa de exercícios de intensidade moderada, como caminhadas, além de fortalecimento do assoalho pélvico e alongamentos. Entretanto, em caso de cesariana, ou partos com complicações, o obstetra deve liberar a retomada da prática de exercícios físicos, o que normalmente pode ser feito na primeira consulta pós-parto. De qualquer forma, em ambos os casos, deve-se retomar a rotina normal de atividades físicas de forma gradual.
 
Segundo o educador físico da Universidade UNG, Edison Tresca, a liberação para a prática de atividades físicas pela gestante deve ser feita por um médico ginecologista, e o acompanhamento da realização destas atividades, por um profissional de educação física. “Qualquer pessoa pode se prejudicar com a prática de atividades físicas exaustivas se esta exigência ultrapassar seus limites”, explica o professor.
 
Com uma grávida os cuidados devem ser redobrados, pois seu metabolismo funciona por dois (ou mais), e não se pode exigir do organismo o mesmo que se exigia antes da gravidez. Mulheres que já mantinham uma rotina de treinamento possuem mais facilidade em exercitar-se durante a gravidez, sendo mesmo assim aconselhável reduzir a exigência dos exercícios em cerca de 30% no início, como forma preventiva de complicações e, conforme o período gestacional avança, a exigência do exercício diminui. Os maiores riscos estão em situações de mulheres sedentárias, ou seja, sem o hábito de praticar atividades físicas regulares, e que resolvem iniciar um programa de treinamento após engravidarem. Mesmo elas, liberadas pelo ginecologista, com o devido acompanhamento, podem se beneficiar de um programa de atividades físicas bem direcionadas para suas necessidades, de acordo com o ACOG (American College of Obstetricians and Gynecologists).
 
Atividades físicas diárias, durante 30 minutos, em que a frequência cardíaca não ultrapasse 140 batimentos por minuto, são apontadas por vários estudos como benéficas à gestante e ao feto. Um mito muito forte que havia era o de que os exercícios físicos podiam provocar pratos prematuros, sendo que atualmente já se tem como consenso, após vários estudos, de isto realmente não acontece.
 
Quais os exercícios recomendados e não recomendados?
Considerando que a gestante não seja uma atleta de alto nível, nem hipertensa, não possua gestação múltipla ou doenças preexistentes, recomendam-se exercícios aeróbios em que a frequência cardíaca não ultrapasse 140 batimentos por minuto. Entretanto, o mais importante é saber reconhecer os sinais que o corpo da gestante manifesta quando a exigência é maior que a ideal: dores articulares, falta de ar, cansaço extremo, por exemplo. Assim, atividades como caminhadas, ciclismo, aulas de ginástica aeróbica (sem impacto de saltos), step (baixa altura), esteira, elíptico, natação, hidroginástica, dança, respeitando os limites de cada gestante, podem ser altamente benéficos.
 
Pode-se praticar também a musculação, mas evitando realizar exercício com cargas muito elevadas. Procurar sempre realizar após estas atividades, exercícios que promovam o relaxamento, como alongamento e pilates, tomando sempre os devidos cuidados de não exagerar nas amplitudes, pois devido ação de hormônios, as articulações das gestantes ficam mais instáveis.
 
 

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Dicas para quem vai começar a graduação

Calouros devem estar preparados para os impactos que as mudanças no método de ensino irão trazer para a vida e carreira
Assessoria de Comunicação Por: Isabella Silveira 08/03/2017 - 10:17 - Atualizado em: 08/03/2017 - 10:20
estudante
É preciso se adaptar à nova rotina de estudo, aos métodos dos professores e aos conteúdos programáticos

Depois de tanto tempo estudando em horários rígidos e com atividades impostas no modelo do Ensino Médio, quando o estudante chega a Universidade ganha autonomia num universo muito mais amplo. Ser calouro não é uma missão fácil, nessa etapa aumenta a importância de tomar a iniciativa para aprender e conhecer pessoas e lugares. É preciso se adaptar à nova rotina de trabalho e estudo, aos métodos dos professores e aos conteúdos programáticos.

 

De acordo com o vice-reitor da Universidade UNG, Ricardo Marafon, o jovem deve estar atentos aos impactos dessa mudança para sua carreira. “Na Universidade, o estudante assume mais autonomia e responsabilidade. É preciso planejamento, organização das atividades diárias e, acima de tudo, maximizar sua habilidade de aprender. O aluno deve ser proativo e não ficar apenas reagindo aos direcionamentos do professor, pois em poucos anos enfrentará o mercado de trabalho com sua nova profissão. Dedicar-se às leituras complementares, vídeos sobre a rotina da profissão escolhida, de como ser melhor sempre: esse é o caminho”, afirma.

 

Pensando nisso, listamos dicas importantíssimas para você se preparar para o primeiro semestre:

 

Equilíbrio entre estudos e diversão

O primeiro ano normalmente é aquele que você quer aproveitar tudo, mas vá com calma. Você deve aproveitar, mas não pense que o mundo vai acabar se você deixar de ir a alguma festa. Tenha sempre em mente que o seu foco é estudos e que no final das contas você precisa aproveitar ao máximo esse período. Saiba equilibrar as festas com as demandas dos professores e reserve um tempo para outro tipo de lazer e descanso também.

 

Conheça a sua universidade

As universidades possuem milhares de cursos, ambientes de suporte e atividades que muitas vezes desconhecemos. Procure se envolver com os departamentos acadêmicos, times de esporte, atividades da biblioteca, empresas e cursos extras. Com certeza, além de fazer amigos você irá aprender muito. Além disso, manter-se conectado com alguma atividade da faculdade faz com que você crie um vínculo produtivo e positivo com os estudos.

 

Descubra seus interesses

O primeiro ano sempre será pautado em matérias básicas e nem sempre conseguimos pensar qual área e carreira seguir. Mas é importante começar desde já a organizar seu currículo. Pensar sobre seus interesses, buscar cursos complementares, trocar ideias com os professores fará com que você construa uma apresentação desde o seu primeiro ano, isso fará com que você obtenha grande vantagem quando começar a procurar uma oportunidade de emprego.

 

 Aprenda a estudar

Estudar para provas e fazer pesquisas na faculdade é diferente de como você fazia na escola. Nesse estágio será exigido de você muito mais reflexão sobre o conteúdo. Cópias, plágios e pesquisas superficiais não serão aceitas. É importante que você deixe a preguiça de lado e dedique-se a leitura. Descubra o seu estilo de aprendizagem, isso ajudará a você não perder o foco nos objetivos.

 

 Descubra qual o seu grupo

A faculdade normalmente demanda uma série de trabalhos em grupos. Criar um bom grupo de trabalho onde haja identidade é muito importante. O grupo pode ser o mesmo que você costuma se divertir, mas não necessariamente. Nessas horas mais vale a responsabilidade de buscar bons resultados.

 

Organize-se

Você vai se assustar com o volume de livros, textos e materiais que são compartilhados e solicitados. Sejam eles arquivos digitais ou impressos, xerox ou livros, é importante que você mantenha tudo organizado. Na universidade, o texto do primeiro semestre pode ser útil no último.

 

Não deixe o TCC para última hora

Não pense no TCC no último segundo. Muita gente começa a refletir sobre isso na última hora e acaba escolhendo um tema por impulso. A melhor saída é ir pensando no seu trabalho final ao longo do curso. Procure conversar com professores, ler trabalhos disponíveis na biblioteca, assistir a bancas avaliadoras, isso ajudará você a amadurecer sua ideia e fazer um TCC realmente estimulante.

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Os desafios das mulheres

Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Chanceler da UNG – Universidade de Guarulhos - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional– janguie@sereducacional.com
Assessoria de Comunicação Por: 08/03/2017 - 09:47 - Atualizado em: 06/06/2017 - 14:52
Imagem mostra Janguiê Diniz em ambiente de trabalho
Para mudar esse cenário de desigualdade, é preciso promover uma mudança cultural na sociedade
No dia 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. A data foi escolhida como marco das reivindicações das mulheres por melhores condições de trabalho e dos direitos sociais e políticos. De fato, muita coisa mudou desde então, mas, as mulheres ainda estão longe de dizer que há igualdade entre os sexos.
 
Há inúmeros desafios para atingirmos a igualdade entre homens e mulheres. Na política, por exemplo, a maioria dos cargos é ocupado apenas  por homens. Nas eleições municipais de 2016, o percentual geral de mulheres que disputaram  cargos eletivos chegou a ultrapassar 30%. Isso significa dizer que a cada 10 candidatos que disputaram as eleições em 2016, apenas 3 eram  mulheres.
 
As 641 mulheres eleitas ao cargo de prefeita nas eleições municipais 2016 representam 11,57% do total de prefeitos no Brasil. O número apresentou queda em relação ao pleito de 2012, quando elas somavam 659 prefeitas eleitas, o que correspondia a 11,84% do total. Apenas 9,9% dos cargos da Câmara dos Deputados e 5% do Senado são ocupados por mulheres. Estes números são desproporcionais ao total da população brasileira, que possui 51% de mulheres.
 
Segundo o documento “Mulheres no Parlamento: Revisão Anual”, publicado em 2016 e elaborado pela União Interparlamentar (IPU), em uma lista de 193 países, o Brasil ocupa a 155ª posição em representatividade feminina no Legislativo.  Vale ressaltar, também, que em 27 unidades federativas, há apenas uma mulher como governadora. Na comparação com a situação mundial, o Brasil tem uma das piores taxas de presença de mulheres do Congresso Nacional.
 
Ser mulher no mercado de trabalho brasileiro também não é fácil. Em média, no mundo, o salário das mulheres é 24% menor que o dos homens. No Brasil, o salário das mulheres equivale a 72,3% do salário dos homens, isso de acordo com a última pesquisa da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). O nosso país está  em 124º lugar, entre 142 países, no ranking de igualdade de salários. É o penúltimo das Américas, ficando à frente apenas do Chile.
 
Nas 500 maiores empresas do Brasil, menos de 14% dos cargos de diretoria são ocupados por mulheres. Infelizmente, esses números não são restritos ao Brasil. Em 40% das empresas do G7, os países mais ricos do planeta, não há mulheres em cargos de liderança e nessas economias, apenas 22% dos cargos seniores das empresas são ocupados por mulheres.
 
Reconhecer que existe uma discrepância é o primeiro passo para entender onde está a disparidade. O relatório do Fórum Econômico Mundial afirma que a igualdade de gêneros só será possível em 2095 e que a disparidade, quando se trata de participação econômica e oportunidades para as mulheres, gira em torno de 60%.
 
Para mudar esse cenário é preciso, em primeiro lugar, promover uma mudança cultural na sociedade como um todo e, mais uma vez, a educação é a chave principal para que isso aconteça. É preciso ressaltar o protagonismo da mulher. Não há outra maneira de conseguirmos alcançar a igualdade de gêneros se não mudando a noção que existe entre as competências das mulheres e o seu papel na sociedade. Afinal, em mais de 40% dos lares brasileiros, as mulheres são as chefes da família.
 
Temos que deixar de sermos machistas e reconhecer a necessidade de um maior empoderamento das mulheres em todas as áreas da sociedade brasileira, principalmente, no mercado de trabalho, afinal,  a busca  pela igualdade de gênero, defendida pela mulheres brasileiras,  é um direito constitucional. Basta ver que entre as 1.000 maiores empresas dos EUA, as que são dirigidas por mulheres deram um retorno médio de 339% entre 2002 e 2014, de acordo com a pesquisa da plataforma de negociação Quantopian, com sede em Boston.
 

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