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HISTÓRIA
 
 
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A Universidade Guarulhos é fruto de uma aposta audaciosa de seis educadores, que em 1969 arrendaram o Colégio Claretiano de Guarulhos, entidade de educação confessional que entrara em crise no final da década de 60.

Após estabilizar o colégio, o grupo deu entrada no Conselho Federal de Educação a um pedido de autorização para o funcionamento da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Farias Brito. Em 12 de agosto de 1970, o Ministério da Educação assina o Decreto autorizando a abertura da Instituição com a oferta de cinco cursos: Pedagogia, Letras, Matemática, Estudos Sociais e Ciências Físicas e Biológicas. Em 30 de agosto do mesmo ano, a Faculdade promove o primeiro vestibular da sua história.

Com turmas nos períodos da manhã e da noite, as atividades acadêmicas dos primeiros semestres das graduações iniciaram no dia 21 de setembro de 1970. As aulas eram ministradas no mesmo prédio onde funcionava o Colégio Claretiano – já chamado, também, de Farias Brito. As estruturas eram simples: salas de aula e biblioteca. O ensino, contudo, contemporâneo. Com clareza de interesses e objetivos, os educadores que compunham a administração da Faculdade selecionaram professores com ótima formação e referência para compor o corpo docente da Instituição.

Foram os momentos iniciais de um processo irreversível, reveladores da vocação da Faculdade, sobretudo a maior delas: a de formar profissionais capacitados, preparados ética e tecnicamente para um mercado de trabalho exigente e disputado.

A Farias Brito caminhou a passos largos. Em pouco tempo construiu um complexo educacional em Guarulhos, aumentou a oferta de cursos e incluiu a pesquisa como base de sua educação. Em 1982, a Faculdade é transformada em Centros Integrados de Ensino Superior Farias Brito e, em 1986, é reconhecida como Universidade Guarulhos.

Após 40 anos de muito trabalho e esforço, surgiram novas circunstâncias e horizontes. Foi preciso adaptar-se à modernidade dos processos e métodos. No contexto da globalização, adotou uma visão mais crítica e experimentada, mas nunca deixou de lado a orientação de seus fundadores, especialmente no que se refere à qualidade de sua educação.

Para atender e formar seus 20 mil alunos, a UnG conta hoje com mais de mil docentes e funcionários, cinco campi, 108 laboratórios, seis clínicas de atendimento à comunidade (Enfermagem, Odontologia, Psicologia, Fonoaudiologia, Nutrição e Fisioterapia), Hospital Veterinário, Laboratório de Análises Clínicas, Escritório de Assistência Jurídica, Escritório Modelo de Arquitetura, mais de 50 cursos entre graduação convencional e tecnológica, dezenas de opções de cursos de especialização e MBA, três programas de mestrado e um doutorado recomendados pela CAPES/MEC.

Comprometida, desde o momento de sua fundação, com a população da região que a acolhe, a Universidade Guarulhos, valendo-se de seus recursos humanos e materiais e das competências que adquiriu ao longo de sua história, desenvolve uma ampla política de responsabilidade socioambiental. Com suas clínicas e suas unidades de serviço especializadas, atende às camadas mais desvalidas da população local e regional, oferecendo serviços de apoio à saúde, de lazer e de assistência na área jurídica. Com seus laboratórios e seus especialistas, serve à comunidade ao desenvolver por si e em parcerias com os poderes públicos e empresas, uma ampla gama de projetos voltados à recuperação e à preservação do meio ambiente.


Educação e Pesquisa de Alto Nível de Qualidade

A missão da Universidade Guarulhos é proporcionar um ensino superior de qualidade. Seu compromisso é a formação de cidadãos inovadores e responsáveis, dotados das competências necessárias à inserção no mercado de trabalho e em condições de nele atuar com alto nível de desempenho criativo. Voltada integralmente para o aluno, o seu objetivo maior é a qualificação para o empreendedorismo e para a empregabilidade, entendida em seu mais amplo sentido: aquisição de um novo emprego, melhoria do emprego já existente e capacidade de adaptação às transformações do mercado de trabalho.

Para cumprir sua missão e ser fiel ao seu compromisso, a Universidade investe continuamente em sua infraestrutura, em seus recursos humanos e em suas atividades fim. Para o desenvolvimento de seus cursos e o oferecimento de uma formação educacional de alto nível de qualidade, a Universidade conta com um corpo docente constituído predominantemente por mestres e doutores, integrados e compromissados com a Instituição. Sua Biblioteca, informatizada e gerida por profissionais qualificados, conta com um acervo de mais de 140 mil volumes e com recursos que permitem o acesso a bibliotecas virtuais e bases de dados nacionais e internacionais.

Os laboratórios e as clínicas são estruturados com equipamentos atualizados que possibilitam aos estudantes adquirir experiências e atuação prática em condições próximas àquelas que encontrarão nos ambientes de trabalho ao qual se destinam.

Com o intuito de, continuamente, atualizar e enriquecer os seus cursos de graduação e viabilizar o oferecimento de educação continuada mediante cursos de pós-graduação lato e stricto sensu, a Universidade Guarulhos caracteriza-se também pelo grande investimento na área de pesquisa. Com professores de alto nível de qualificação acadêmica e profissional, contratados em tempo integral, a Instituição é hoje reconhecida como polo de referência de pesquisas em diversos campos.

É referência, ainda, na área da iniciação científica, iniciativa voltada para a identificação de jovens talentos para a pesquisa. Além de contar, em razão da qualidade dos trabalhos realizados pelos alunos sob orientação docente, com bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) da UnG recebe o aporte de recursos próprios da Instituição, o que tem possibilitado a muitos estudantes uma formação diferenciada e uma adequada preparação para o prosseguimento de seus estudos.

A produção científica institucional, decorrente de todo esse investimento em pesquisa, e que tem sido difundida mediante um significativo volume de publicações em revistas científicas, nacionais e internacionais, tornou viável também a iniciativa de lançar publicações próprias, que hoje compreende a produção de quatro revistas eletrônicas: Educação, Geociências, Saúde e Terceiro Setor.

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