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Contábeis x Economia: conheça a diferença entre as duas ciências

Contador ou economista? Dúvida é freqüente para quem deseja seguir carreira no segmento financeiro. Entenda as principais diferenças entre as profissões
Por: Taísa Silveira 22/11/2017 - 11:41
Contábeis x Economia: conheça a diferença entre as duas ciências/Reprodução/Pixabay
Contábeis x Economia: conheça a diferença entre as duas ciências/Reprodução/Pixabay

Escrito por Rebeca Ângelis

Quem gosta da área de exatas e deseja trabalhar com negócios, incluindo finanças, provavelmente já deve ter tido alguma dúvida em relação à escolha da carreira entre as ciências contábeis e econômicas.

A indecisão entre as duas profissões é freqüente, pois muitas das disciplinas estudadas por ambas se assemelham. No entanto, a divisão de atividades de cada uma torna-se bem específica, fator que as diferem.  Para esclarecer sobre o assunto, elaboramos os principais tópicos acerca dessas funções que vão te ajudar a entender a diferença dessas duas no mercado de trabalho, confira.

Contador

Na ciência contábil, o contador tem como principal objeto de estudo o patrimônio das entidades. Cabe a este profissional realizar medidas quantitativas e qualitativas para interpretar a realidade econômica, financeira, física e patrimonial das entidades.

Por meio de aplicações de ferramentas e técnicas matemáticas, são realizados relatórios, demonstrativos contábeis e financeiros.

Economista

Já na ciência econômica, o economista trabalha na análise de produção, distribuição e consumo de bens e serviços de uma sociedade. Por meio da atividade econômica, este profissional estuda a gestão financeira que é aplicada na prática. Em geral, a área da economia se divide em dois grupos:

*Microeconomia- que é voltado para pesquisa de comportamentos individuais

*Macroeconomia- que analisa o resultado agregado dos vários comportamentos individuais.

Em áreas de atuação, a ciência econômica é aplicada na gestão de variados tipos de organizações humanas (entidades públicas, empresas privadas, cooperativas etc.) e domínios (internacional, finanças, desenvolvimento dos países, ambientes,cultura, etc.)

Principais diferenças

Apesar de serem similares, em questão da área de exatas, as diferenças entre os dois cursos estão basicamente nos currículos.

No curso de Ciências Contábeis, as matérias tendem a ser mais específicas e apresentam técnicas e metodologias da Contabilidade, como Contabilidade Geral, Internacional e Tributária. O estudante desenvolve uma visão sistêmica e conhece os recursos tecnológicos para sua área, sempre atualizados sobre as mudanças na legislação e normas.

Já no curso de Ciências Econômicas, as matérias se iniciam com mais embasamento em História, Sociologia e Antropologia, no intuito de entender como a sociedade se organiza, produz, até com são distribuídas as riquezas. Dessa forma, os estudantes dessa área passam a entender as relações de agentes como empresas, empresários, trabalhadores e governos, para aplicar seus conhecimentos como profissional mediador da economia.

Mercado de trabalho

Ciências contábeis

Por lidar com questões financeiras, tributárias, patrimoniais e econômicas, toda empresa precisa de um contador. Na área de ciência contábil existem mais de 40 funções que podem ser exercidas como: Contador pleno, auditor, controle, perito contábil e muitas outras. Além de poder trabalhar para setor público e privado, o contador também pode optar em ser um profissional autônomo e prestar serviços ou consultorias.

De acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o salário de um profissional dessa área é em torno de R$3.989, diante de contratações realizadas entre abril e setembro deste ano.

Ciências Econômicas

A função do economista não é obrigatória em uma empresa, mas quem opta em ter este profissional, ganha um posicionamento mais competitivo no mercado. Quem se forma em ciências econômicas pode atuar em diversos segmentos como:

-Empresas privadas: cria estratégias para posicionamento no mercado.

-Bancos: organiza e analisa os dados financeiros para tomada de decisões.

-Setor Público: atua em cargos ligados a planejamento, gestão orçamentária e auditoria fiscal de órgãos públicos.

-Mercado financeiro: analisa os elementos que ajudam a decidir investimentos e venda de ações nas bolsas de valores.

De acordo com a Fipe, mediante a contratações realizadas entre abril e setembro deste ano, economista tem uma faixa salarial em torno de R$ 5.365, podendo aumentar a depender do nível e conhecimento que a função exige.

E você? Qual das duas profissões mais se identifica? Conta para a gente! Conheça também nosso curso de Ciências Econômicas da UNIVERITAS

 

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Você sabe o que é Direito Ambiental?

Entenda como surgiu e o que é o Direito Ambiental
Por: Henrique Nascimento 21/11/2017 - 12:28 - Atualizado em: 21/11/2017 - 12:29
Você sabe o que é Direito Ambiental?/Freepik
O Direito ambiental é fundamental para a manutenção da vida humana
O que vem a sua cabeça assim que alguém fala em Direito Ambiental? É normal associar essa área unicamente ao ambientalismo, o cuidados com florestas, com a água, animais e recursos naturais. No entanto, para o Direito Ambiental, o conceito de meio ambiente é bem mais amplo e compreende outras instâncias. Por isso, respondemos algumas das principais dúvidas em relação ao assunto. Confira!

Como surgiu o Direito Ambiental?

As consideradas historicamente primeiras civilizações, como a Mesopotâmia e o antigo Egito já possuíam, respectivamente, no Código de Hamurábi e no Livro dos Mortos, a preocupação com os recursos naturais. Mais à frente, no período de colonização européia na América, os países como Portugal e Espanha possuíam normas de proteção à natureza. No entanto, em Portugal, por exemplo, os infratores eram punidos sendo enviados para o Brasil, que desde sua invasão tinha como mote a exploração ambiental.
 
O panorama em relação à proteção do meio ambiente no Brasil veio apresentar mudanças significativas a partir da década de 1960. Nesse período, e nas duas décadas seguintes, foram instituídos o Código Florestal, o de Pesca, o de Caça,  a Lei de Zoneamento Industrial nas Áreas Críticas de Poluição e a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente. O ápice desse avanço nacional foi com a Constituição de 1988, ela marcava a redemocratização do país e trazia em seu texto a definição de Direito Ambiental e, pela primeira vez, o termo meio ambiente.

O que é Direito Ambiental?

De acordo com o artigo 225 da Constituição Brasileira (1988), o Direito Ambiental visa proteger o meio ambiente para garantir qualidade de vida sadia para as presentes e futuras gerações. A partir desta definição, o Direito Ambiental tem caráter antropológico, ou seja, está centrado no ser humano, uma vez que a preservação do meio ambiente busca manter a qualidade de vida desse grupo. Existe também a visão biocêntrica, que entende que a “vida sadia das presentes e futuras gerações” corresponde à vida de todos os seres considerados vivos.

O que é meio ambiente para o Direito Ambiental?

O meio ambiente, do ponto de vista constitucional, é um bem (um objeto de uma relação jurídica) de uso comum do povo, o que reforça a ideia antropocêntrica. No entanto, não há o poder de propriedade sobre ele, mas o de uso e uso limitado pela função socioambiental. O que significa dizer que, um proprietário de uma determinada terra possui o direito ao uso dela para construção de sua casa, mas a função socioambiental do meio ambiente proíbe que, por exemplo, ele destrua completamente determinada vegetação que exista no local, porque essa vegetação constitui um bem comum a todos os seres humanos.

Quem pode se especializar em Direito Ambiental?

Considerando os avanços legislativos relativos ao Direito Ambiental, esse se tornou de extrema importância em diferentes áreas de produção e do mercado de trabalho. Hoje, essa modalidade do Direito não só atua na questão ambientalista, mas também contempla o meio ambiente laboral, cultural e urbano.
 
Não é necessário ser um bacharel em Direito ou um advogado para cursar a especialização em Direito Ambiental. Administradores, servidores públicos e engenheiros são exemplos de profissionais de outras áreas que podem ter interesses de carreira ligados ao Direito Ambiental. A especialização em Direito Ambiental da UNG tem duração de 12 meses de aulas com 03 meses para elaboração do trabalho de conclusão do curso.
 

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Consciência Negra ou Consciência Humana?

Por que é preciso falar de consciência negra se somos todos humanos?
Por: Taísa Silveira 20/11/2017 - 15:09
Consciência Negra ou Consciência Humana?/Freepik/Pixabay
O Dia da Consciência Negra, além de uma homenagem a Zumbi dos Palmares, também é um símbolo de luta
Hoje, dia 20 de novembro, é marcado como o Dia da Consciência Negra homenagem póstuma a Zumbi dos Palmares em ocasião de sua morte, quando era líder do Quilombo dos Palmares. A data além de rememorar os feitos de Zumbi na luta pela emancipação do povo negro escravizado, representa atualmente para o movimento negro, um símbolo de luta  e resistência contra as opressões racistas.
 
No entanto quando fala-se de consciência negra, muitas pessoas questionam: “se somos todos humanos, todos iguais, para quê um dia de consciência negra?” e é exatamente aí que precisamos falar sobre ser negro no Brasil e o porquê da necessidade de despertar uma consciência sobre isso. 
 
Como todo mundo sabe - ou ao menos deveria saber - o Brasil foi invadido lá pelos anos de 1500 por europeus oriundos de Portugal que escravizaram povos indígenas e anos depois trouxeram compulsoriamente africanas e africanos para trabalhar nas lavouras de cana-de-açúcar também na condição de escravos. É assim que se inicia a história dos negros no Brasil, através de um processo de trabalho escravo que se estendeu por mais de 300 anos. Depois de muita luta, resistência, rebeliões dos negros e negras escravizados e pressões governamentais estrangeiras, a escravidão no Brasil findou-se em 1888 com a Lei Áurea. Infelizmente o fim da escravidão no Brasil não trouxe o fim do preconceito racial.

Mas afinal, o que é preconceito racial?

Conversamos com professores, ativistas e psicólogos para tentar entender o que é o preconceito racial ou racismo, e como ele funciona no Brasil. Segundo a ativista da Rede de Mulheres Negras de Pernambuco, Piedade Marques, “o racismo é produto e produção eurocêntrica que garante privilégios aos europeus, centraliza riqueza, estabelece sociedades desiguais e  desumaniza pessoas”. Isso significa dizer que o racismo, não é uma construção das pessoas negras, ele foi criado para justificar um sistema econômico e de produção (lembram das plantações de cana-de-açúcar?) que privilegia europeus (os portugueses), cria sociedades desiguais (no Brasil de 1800 negros e brancos exerciam papéis sociais bem distintos) e desumaniza pessoas (negros e indígenas não eram vistos como pessoas e por esta razão justificava-se escravizá-los).
 

Mas se a escravidão já acabou há mais de 100 anos, por que ainda falamos nela quando discute-se consciência negra e não consciência humana?

Porque historicamente como falamos acima, negros e brancos experienciaram vivências bem diferentes: enquanto os primeiros eram tratados como mercadoria, os últimos se beneficiavam do fruto do trabalho compulsório dos primeiros. A população negra ainda lidera os piores índices de IDH no Brasil, ganham menos, são mais suscetíveis a sofrer violência do Estado, morrem mais de causas violentas, tem menos acesso à saúde. Segundo o Mapa da Violência divulgado em 2015, jovens homens negros tem até 4 vezes mais chances de sofrer homício que jovens brancos na mesma faixa etária. Isso quer dizer que, apesar de todos sermos humanos, existe um recorte racial no que tange às questões sociais que resulta em desigualdades abissais entre negros e brancos no Brasil.

O fim do racismo é possível?

De acordo com Jesus Moura, psicóloga e mestra em Psicologia, o racismo enquanto uma ideologia dificilmente terá fim. “o racismo é um processo ideológico que vem das relações de poder. Ele acontece tal qual as pessoas comecem a se relacionar e um dos elementos que fortaleceu o racismo foi a eugenia que trouxe a ideia de que um grupo é mais capaz e humano que outros”, afirma. E essa noção perdura até os dias atuais quando se discutem políticas públicas de reparação histórica como cotas em universidades e concursos públicos por exemplo.
 
Por isso falar em Consciência Negra, é demarcar um espaço político, social e afetivo na luta contra o racismo e na busca da equidade racial, afinal, ainda que existam pessoas de diversas tonalidades de pele no Brasil, 54% de sua população é autodeclarada negra e sua experiência no mundo é demarcada pela carga histórica que isso traz, não podendo portanto resumir-se apenas numa tomada de consciência humana. 
 
Não somos todos iguais e não há problema nenhum nisso, mas é preciso reconhecer que enquanto a sociedade perpetuar ideais racistas e privilegiar a branquitude em detrimento de pessoas não-brancas, o racismo continuará a ser um problema social que se arrastará por séculos e séculos.
 

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De chef a plongeur: Descubra quem é quem dentro da cozinha profissional

Profissionais ocupam o mesmo espaço de trabalho, porém com funções distintas
Por: Katarina Bandeira 17/11/2017 - 15:44 - Atualizado em: 17/11/2017 - 16:24

Para atuar na função de chef de cozinha é preciso conhecer mais do que as técnicas utilizadas no preparo de alimentos. Foto: Freepik

 

Virar um chef de cozinha é mais do que apenas saber preparar uma boa refeição.  Na definição do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa a palavra deriva do francês chef de cusine e se refere ao “grande cozinheiro encarregado da direção da cozinha de um restaurante, hotel ou residência, notáveis pela qualidade da alimentação”. Ou seja, além de cozinhar é preciso também saber administrar o local em que se trabalha. Muita gente acaba confundindo o título de gastrólogo com a função de cozinheiro. Apesar de ambos estarem ligados diretamente ao preparo de alimentos os dois profissionais trabalham de formas distintas para manter o funcionamento de um estabelecimento.

 

Planejar x executar

Se você gosta de cozinhar e tem interesse em aprender um pouco mais sobre os diferentes sabores, texturas e odores que inundam as cozinhas profissionais, a gastronomia pode ser um caminho a ser seguido. Ela é a ciência que estuda a interação entre o ser humano e a culinária e seus ritos, de maneira sociocultural, englobando uma das mais antigas atividades da sociedade: o ato de compartilhar o alimento.  Historicamente o hábito de oferecer banquetes teria sido iniciado com a descoberta da capacidade da espécie de caçar grandes presas para alimentar um número cada vez maior de convivas e que assim, teria iniciado a ideia de hospitalidade à mesa.

É como chef de cozinha que o refino da atividade é posto em prática. Para atuar na função é preciso conhecer tanto as técnicas utilizadas no preparo de alimentos, quanto sua história. Também é preciso saber trabalhar em equipe, ter noções de administração, habilidades gerenciais e criatividade para realizar combinações e planejamento de cardápios.

Já o cozinheiro possui formação prática e atua direto dentro da cozinha, sob o comando de um chef, na execução dos pratos sempre atento para as especificações da comanda ou cardápio. Também é função do profissional manipular e temperar os alimentos, sempre observando a conservação dos alimentos, buscando assim manter um padrão de qualidade.

A hierarquia da cozinha

A cozinha profissional é formada também por outros profissionais, além do chef e do cozinheiro, essenciais para seu funcionamento. A equipe de um restaurante é chamada de “brigada de cozinha”, uma referência às nomenclaturas francesas e a quantidade de pessoas trabalhando para andamento dela depende do tamanho do estabelecimento. Confira alguns:

 

Subchef de cozinha - Substitui o chef de cozinha quando necessário. É função dele receber e controlar as mercadorias que chegam ao estabelecimento, cuidar da higiene do ambiente, ocupar-se do início e o encerramento das atividades cozinha, entre outras coisas.

Entremetier - Responsável por preparar sopas, guarnições, legumes, ovos e produtos com farinha.

GardeManger – É quem faz as saladas. Também é sua função cortar, limpar e desossar as carnes, organizar e preparar pratos frios, molhos frios, entre outras coisas.

Pâtissier - O mestre das sobremesas. É ele quem prepara massas doces e salgadas, modela, recheia, monta e assa massas da confeitaria.

Rôtisseur - Responsável por assados e grelhados.

Commis ou cozinheiro estagiário - Responsável pelos utensílios de cozinha do seu posto e pré-preparo.

Plongeur – Lavador de louça. É quem mantém todas os pratos, talheres e panelas usados nos muitos preparos prontos para receber novos alimentos. Em diversos países quem busca trabalhar em restaurantes geralmente começa por essa função, para então conseguir subir na hierarquia da cozinha.

 
 

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Conheça 4 softwares utilizados na Engenharia Mecânica

Com a ajuda da tecnologia, programas ajudam os engenheiros em diversos setores na execução de projetos, confira
Por: Taísa Silveira 17/11/2017 - 15:11 - Atualizado em: 17/11/2017 - 15:29

Se nascer no mundo da tecnologia, onde existem grandes invenções como carros, indústrias, informática, eletrodomésticos e outros setores, já é um privilégio. Imagina para quem tem a capacidade de criar todos esses recursos para nossa vida ser cada vez mais prática?

O devido mérito de todas essas conquistas cabe à função do engenheiro mecânico. Esse profissional é responsável por desenvolver máquinas e equipamentos para diversos tipos de indústrias mecânicas e termodinâmicas no geral. Com olho vivo em cada detalhe, o engenheiro mecânico projeta, instala, otimiza e  trabalha na supervisão de produções.

Mas para chegar ao final de todos esses processos, o profissional dessa área trabalha com a ajuda de softwares que facilitam na execução de suas tarefas. E pensando nisso, elaboramos 4 principais desses conjunto de programas, confira.

AutoCAD  

Voltado para projetos em 2 dimensões (2D), o AutoCAD é um software que trabalha com detalhamento de peças mecânicas, traço de projetos e até organização quantitativa de materiais para serem enviados para fábricas.Sua utilidade é voltada para elaboração de peças de desenhos técnicos, modelos tridimensionais (3D), além de possuir recurso para visualização de vários outros formatos. Além da engenharia, o programa também é um dos queridinhos da arquitetura, design de interiores, e vários outros ramos da indústria.

Solidworks 

Semelhante ao Auto CAD, o SolidWorks é um dos programas favoritos de estudantes e profissionais da engenharia mecânica, no setor de automobilística. Além da possibilidade de execucção de projetos em 3 dimensões (3D), esse software também faz simulações de funcionamento de peças, como esforços mecânicos, fluidez e até opções de montagens.

CNC

O Controle Numérico Computadorizado (CNC) é um sistema que controla máquinas, principalmente, em indústrias e tornos mecânicos. Por meio de uma lista de movimentos, ele regula simultaneamente vários eixos,através de uma série de movimentos codificados em uma escrita específica chamada ‘código G’. Sua função se destaca na criação do contorno de peças industriais, complexas e de grande precisão.

A chegada do CNC na indústria muda vários processos industriais. Antes do CNC, a maioria dos procedimentos era realizada com complexidade. Com a chegada desse desenvolvimento tecnológico da informática, o número de erros humanos é menor, bem como a agilidade de montagens tendem a ser mais flexível, fator principal para o aumento da linha de execução de determinadas tarefas que o software substitui.

MAT LAB

Criado em 1970, consiste em um software interativo direcionado para cálculos numéricos.  Sua principal função se destaca em análises de números, cálculo com matrizes, processamento de sinais e construção de gráficos, no intuito de resolver problemas mais rapidamente. Esse sistema permite a resolução de muitos problemas numéricos em apenas uma fração do tempo que se gastaria para escrever um programa semelhante em linguagem C/C++.

Além da engenharia, o software é um dos queridos da área da educação, em especial no ensino da álgebra linear e análise numérica.

E você? Usa alguma desses softwares ou tem alguma preferência? Conta para a gente! Conheça também o curso presencial de Engenharia Mecânica da UNIVERITAS.

 

 

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Big Data: a tecnologia para saber de tudo

Termo criado no início dos anos 2000 agrega pesquisas feita com base em análise de dados
Por: Katarina Bandeira 16/11/2017 - 15:32 - Atualizado em: 16/11/2017 - 15:33
Tecnologia serve para recolher e armazenar grandes quantidades de informações públicas. Foto: Pixabay
Tecnologia serve para recolher e armazenar grandes quantidades de informações públicas. Foto: Pixabay

No mundo corporativo, desde o início dos anos 2000, é comum esbarramos no termo Big Data. Se for traduzido ao pé da letra os “grandes dados” ou “dados importantes” já dão uma pequena mostra do que se trata essa expressão, associada a um imenso volume de dados, estruturados e não estruturados, que impactam no dia a dia das empresas. Tecnologias de Big Data servem para recolher e armazenar grandes quantidades de informações públicas, algo essencial nos dias de hoje, principalmente com a influência da internet. Esses dados são analisados de acordo com três pilares, volume, velocidade e variedade e seus resultados podem ajudar na tomada de decisões e no direcionamento estratégico de um negócio.

Os três pilares

Para entender sobre a estrutura Big Data é preciso conhecer seus três pilares principais, também conhecidos como os três Vs (volume, velocidade e variedade), que ajudam a ter uma noção de como é feita a captação de dados de pesquisa.

Volume

Relacionado a quantidade de dados dentro e fora da empresa. As organizações reúnem dados de uma imensa variedade de fontes, todas públicas, que podem ir desde transações comerciais até redes sociais com informações de dados transmitidos de máquina a máquina.

Velocidade

A internet está em constante mudança, com a adição e a subtração constante de informações. No espaço online os dados são gerados e atualizados muito rapidamente e, para que a empresa não perca o momento ideal de resposta, eles devem ser tratados em tempo hábil. Ou seja, a análise leva em consideração coisas que acontecem em tempo real ou quase real.

Variedade

Se tratando de internet a variedade de informações sempre será grande. Por isso a captação de dados é feita em diversos tipos de formatos, como preços de produtos em supermercados, e-mail, vídeo, transações financeiras, entre outros.Se estiver público tudo pode ser analisado.

Dados estruturados e dados não estruturados

Os dados captados pela tecnologia Big Data são divididos em duas categorias. Os dados estruturados, que são os de fácil contagem, como o valor produtos em uma padaria ou os modelos mais procurados de um veículo de marca X. Eles são tudo o que você pode colocar em uma planilha de Excel, por exemplo, e geralmente tem a ver com quantidade. Já os não estruturados não têm necessariamente uma relação entre si ou uma estrutura definida. Eles agregam imagens, vídeos e áudios como os publicados em tweets, postagem em redes sociais em geral ou até dados ligados a geolocalização ou comportamento nas online.

A importância de filtrar a informação

Mesmo que as tecnologias de Big Data captem uma grande quantidade de informações é o que a empresa fará com elas que definirá as estratégias e os resultados alcançados. Ao decidir o que será analisado um empreendedor pode encontrar soluções para conseguir gerar reduções de custo e tempo, perceber o que o seu público alvo precisa e assim desenvolver produtos e ofertas de forma mais inteligente para seus clientes. Esta é a chave para um bom direcionamento.



Quer saber mais sobre banco de dados? Na UNG você aprende isso e muito mais no curso de Sistemas para Internet!

 

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A biotecnologia está ao seu redor

Profissão de biotecnólogo está ligada à diversas áreas de atuação
Por: Katarina Bandeira 13/11/2017 - 12:32
Apesar de parecer uma profissão recente a biotecnologia existe no dia a dia há séculos. Foto: Pixabay
Apesar de parecer uma profissão recente a biotecnologia existe no dia a dia há séculos. Foto: Pixabay

Se você mora em centros urbanos é provável que metade da sua alimentação seja feita com alimentos industrializados ou geneticamente modificados. O responsável por essa e outras mudanças feitas com a manipulação de insumos é o biotecnólogo, que desenvolve e aplica conhecimentos químicos e biológicos para a criação de novas tecnologias, tanto visando a alimentação como também nas áreas de saúde, química, agricultura, ambiental, dentre outros.

Biotecnologia: séculos de modificação

Apesar de parecer uma profissão recente, até pela ligação feita com transgênicos e clonagem de alimentos, a verdade é que a biotecnologia existe no dia a dia há mais tempo do que se pode imaginar. No século XII, por exemplo, já era feita a destilação do álcool para a comercialização de bebidas, ação atribuída ao biotecnólogo. Além disso, a criação de vacinas, o processo de clonagem de animais em extinção e a alteração genética de microorganismos também fazem parte das áreas que contemplam a profissão.

Ou seja, quase tudo o que está ao nosso redor tem alguma ligação com a área de biotecnologia. Isso porque o biotecnólogo trabalha para solucionar tanto problemas urgentes das grandes nações, como por exemplo a procura por meios para o tratamento de águas contaminadas e alternativas para a escassez de alimentos até coisas mais simples, como desenvolver novos sabores para o seu iogurte favorito.

Áreas de atuação

Caso você queira se tornar um profissional atuante em biotecnologia, aqui estão algumas áreas que você pode procurar aplicar os seus conhecimentos:

Agricultura e pecuária

Aqui o profissional irá desenvolver medicamentos para o controle de pragas e doenças em lavouras, criar sementes mais resistentes a condições climáticas, alimentos transgênicos mais nutritivos, etc. Também trabalha diretamente na formação de de embriões, no aprimoramento de vacinas e medicamentos para uso veterinário e no desenvolvimento de animais transgênicos.

Indústria alimentícia

Produzir, controlar e  melhorar alimentos e bebidas que levem microrganismos em sua composição, como cervejas e queijos. Ao lidar com insumos o biotecnólogo também precisa estudar novas matérias-primas para a produção de biocombustíveis, além de trabalhar criando formas de fermentação, entre outras funções.

Meio ambiente

Procurar formas de diminuir o impacto da ação humana no meio ambiente, estudando processos biotecnológicos para a recuperação de solos, modificando microrganismos para ajudar no tratamento de águas contaminadas por esgoto e outros poluentes. A atuação envolve também pesquisar a poluição e a contaminação do ar, buscando formas de melhorar a nossa relação com o planeta.

Indústria farmacêutica

Pesquisar por microrganismos que ajudem no desenvolvimento e produção de novos medicamentos, antibióticos e vacinas, além buscar identificar os causadores de doenças, através de análises clínicas e institutos de pesquisa, atuando na prevenção, no controle e no combate a infecções.

 

Você conhecia todas as áreas que o biotecnólogo pode atuar? Conta para a gente se faltou mais alguma!

 

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Descubra o que faz um pedagogo empresarial

Função é voltada para várias áreas de trabalho em empresas, conheça
Por: Taísa Silveira 10/11/2017 - 11:07

Escrito por Rebeca Ângelis

Quando o assunto é pedagogia, é comum todo mundo rapidamente associar a um educador, que atua diretamente em instituições escolares e na implantação educacional de jovens. O que a maioria não sabe, é que a função do pedagogo não se resume apenas nesse ramo e pode auxiliar em diversas fases do desenvolvimento humano, dentre elas, no ambiente de trabalho, com a pedagogia empresarial.

Mas afinal, o que é pedagogia em empresarial?

Essa subdivisão consiste em estimular a formação contínua e o melhor desenvolvimento de profissionais de uma empresa pública ou privada. O termo é designado para auxiliar na estruturação das mudanças, ampliação e aquisição de conhecimento no espaço organizacional.  Seu principal papel surge para promoção e reconstrução de conceitos básicos, bem como criatividade, espírito de equipe e outros mais.

Quais as funções exercidas por um pedagogo empresarial?

Entre as variadas funções, cabe a este profissional desenvolver habilidades que permitam a relação empresa-funcionário compreendam o negócio, as causas e os efeitos de certas decisões estratégicas. Destacam-se tarefas como:

*Execução e expansão de conhecimentos entre a equipe de colaboradores;

*Metodologias quanto ao uso de tecnologias em prol da empresa;

*Gestão de pessoas;

*Planejamento;

*Intervenções de medidas e políticas de educação em órgãos públicos ou privados, etc.

Qual a importância deste profissional em uma empresa?

São com as devidas metodologias do pedagogo que mudanças positivas favorecem ambos os lados, tanto dos funcionários - que passam a executar suas funções com motivação, quanto das empresas, que conseguem manter pessoas qualificadas para atingir seus objetivos. A pedagogia empresarial busca, sobretudo, envolver pessoas em atividades interdisciplinares, de modo que todos os fatores da empresa, tais como amizades, humor, relacionamentos, capacidades apresentadas, dificuldades sejam solucionados de maneira eficaz e produtiva.

Ficou interessado no assunto? Conta para a gente! Conheça também nossa pos-graduação em Pedagogia Empresarial.

 

 

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Técnico em Logística: saiba o que faz esse profissional

A Logística é fundamental para as empresas, ser um técnico na área traz grandes oportunidades de empregabilidade
Por: Henrique Nascimento 06/11/2017 - 09:56
Técnico em Logística: saiba o que faz esse profissional/Pixabay
Uma profissional de Logística pode trabalhar acompanhando e fazendo o controle da produção da empresa

A Logística é uma atividade que está presente nos mais diversos setores de produção. Inicialmente utilizada como tática de guerra, ela ganhou destaque após o fim da Segunda Guerra Mundial (1945). Isso, porque as técnicas de organização dos exércitos que visavam o melhor deslocamento e organização das tropas e de seus suprimentos passaram a ser utilizados por empresas em sua produção.

Hoje, a Logística se encarrega de cuidar do transporte, armazenamento, controle de estoque e de outras atividades que abrangem desde a matéria-prima até o produto final que chegará ao consumidor. Tendo como objetivo entregar ao cliente os produtos que precisa em melhor qualidade, em tempo adequado e com os menores custos para a empresa. Entre os cargos na área de Logística, encontra-se o de técnico em Logística. Saiba o que ele faz e como se tornar um.

O que faz um técnico em Logística?

Trabalhar com as questões operacionais em Logística é o papel de um técnico na área. Suas responsabilidades estão ligadas ao suporte à gestão de estoques, atendimento aos clientes, a execução de procedimentos de armazenagem e transporte. O acompanhamento e controle da produção também são atribuições de um técnico em Logística.

Como funciona o curso técnico em Logística?

Um curso técnico é ideal para quem deseja ingressar de forma mais rápida no mercado de trabalho. Por conta de sua curta duração, o profissional estará preparado para buscar uma oportunidade de emprego sem que precise esperar cerca de quatro anos, como acontece na maioria dos cursos de graduação. O curso técnico em Logística da UNG tem duração de apenas 15 meses. Ainda é possível conciliar o curso com outras atividades, uma vez que as aulas, todas presenciais, ocorrem apenas em três dias da semana.

O que estuda um técnico em Logística?

A grade curricular do curso técnico em Logística possui disciplinas que tratam de questões administrativas e da gestão de suprimentos e recursos financeiros. O profissional também é capacitado para lidar com a escrita fiscal e a legislação tributária. Além das disciplinas de Logística que são divididas em Logística de transporte, armazenagem e Logística Internacional.

Qual diferença entre o curso técnico e o curso superior em Logística?

O nível de formação constitui a principal diferença entre a formação técnica em Logística e o Curso Superior Tecnólogo (CST) em Logística. O técnico possui formação que equivale ao nível médio, já quem cursa o CST possui diploma que equivale ao nível superior, podendo cursar pós-graduações ao fim do curso. Além disso, diferente do técnico, o profissional formado no curso superior pode exercer cargos de gestão e supervisão, considerados de nível mais elevado nas empresas.

Quer trabalhar com Logística? Conheça o curso técnico da UNG!

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Comunicação é ferramenta para dar voz à sustentabilidade

Profissionais podem ajudar marcas a promover discursos e ações voltadas ao meio ambiente
Por: Katarina Bandeira 03/11/2017 - 18:22
Congresso discute papel da comunicação para promover sustentabilidade. Foto: Freepik
Congresso discute papel da comunicação para promover sustentabilidade. Foto: Freepik

É difícil começar a falar de atitudes sustentáveis sem pensar na exploração desenfreada dos recursos naturais em nome da ideia moderna de progresso. Apesar de não parecer, em uma primeira vista, a sustentabilidade está diretamente ligada ao desenvolvimento econômico e material de uma sociedade. Porém, ela trata de converter esse avanço desenfreado em uma transformação que não agride o meio ambiente, visando manter boa parte de nossos recursos para as gerações futuras. Mas como chamar atenção para causas e promover atitudes conscientes se preservar não é um hábito da nossa sociedade?

A sustentabilidade na comunicação

No início, a ideia das grandes marcas era apenas apresentar seus valores e missões de uma forma mais teórica, com muito discurso e pouca prática. Isso acontecia principalmente porque a maioria da população não tinha consciência dos perigos representados pelo uso sem limites dos recursos naturais do planeta e pouco sabia de suas consequências. Porém, uma pesquisa realizada em 2015, pela Unilever em parceria com a Europanel, revelou que 33% dos consumidores em todo o mundo preferem marcas que impactam positivamente na sociedade ou no meio ambiente.

Essa mudança de atitude é um reflexo de uma consciência ambiental crescente, causada pela observação de desgaste de recursos em todo o planeta. Saber disso fez com que as companhias enxergassem a necessidade de se reposicionar dentro do mercado. "O desenvolvimento sustentável é um diferencial para as empresas e uma possibilidade de potencializar a imagem com o público, cada vez mais atento a essa realidade", destaca Flávia Daniela Delgado, coordenadora dos cursos de publicidade e propaganda, jornalismo e fotografia, da UNG.

O papel do comunicador

Foi após esse gatilho que campanhas publicitárias e o trabalho de assessorias de imprensa entraram em ação para mostrar aos consumidores que organizações, públicas ou privadas, sabiam como abraçar o meio ambiente. Comunicadores sociais, sejam jornalistas, fotógrafos ou publicitários ganharam a missão de dar maior visibilidade para as ações empresariais através de campanhas que mostrassem os resultados alcançados por seus clientes e até mesmo em peças lançadas com o intuito de engajar e chamar atenção para as causas.

“A prática de iniciativas sustentáveis de pouco adianta sem a comunicação. Ela é fundamental para divulgar as ações, comunicar as mudanças de hábitos, informar os resultados e os objetivos dos projetos implantados", afirma a coordenadora. Também é importante saber que não basta apenas encantar o público, também é necessário agir de forma ética para que o discurso apresente sinceridade, se distanciando de uma visão oportunista.

Congresso

Discutir como a área da comunicação social pode impulsionar e dar visibilidade a projetos e ideais de sustentabilidade é uma das missões do I Congresso Nacional de Gestão e Sustentabilidade. O evento, que acontecerá entre 16 e 18 de novembro, no Teatro Adamastor, em Macedo, traz palestras e minicursos com temas como Sustentabilidade, Comunicação e WEB, biodiversidade e compensação de emissões de carbono: o caso da Iniciativa Verde, Mídia Trainning, Fotografia e Meio Ambiente, entre outros conteúdos.

 

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