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Dia do Programador: a participação das mulheres na tecnologia

Um levantamento realizado pela Unesco, em fevereiro deste ano, mostrou que as mulheres ainda são minoria nas graduações relacionadas à ciência e tecnologia e representam apenas 17% do total de programadores
Por: 13/09/2019 - 11:05 - Atualizado em: 13/09/2019 - 11:59
A presença das mulheres em alguns cargos ou áreas ocupados, majoritariamente, por homens vem crescendo timidamente
Foto: Pixabay

* Por Elaine Guimarães

Em um levantamento realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em fevereiro deste ano, mostrou que as mulheres ainda são minoria nas graduações relacionadas à ciência e tecnologia e representam apenas 17% do total de programadores. O fato é controverso quando se faz um levantamento histórico da participação feminina no campo da computação.

Entre as décadas de 1970 e 1980 houve crescimento do sexo feminino tanto entre profissionais da tecnologia, quanto em cursos de ensino superior. Nomes como Ada Lovelace ou Ada Byron, a freira italian Mary Kenneth Keller, Grace Hopper e Hedy Lamarr foram responsáveis pelo desenvolvimento de programas, linguagem e  processamento de dados. No entanto, o cenário foi modificado em meados dos anos 1980, no qual o mercado e a academia começaram a ser dominados por homens. Para entender esta mudança de cenário e traçar um panorama atual, foram ouvidas mulheres que atuam no nicho da tecnologia.

 

“A diversificação é necessária para que as pessoas saiam mais da mesma linha de pensamento”

Formada em Sistema de Informação, a programadora Talita Oliveira presenciou, durante a graduação, a turma diminuindo com passar dos semestres. "As meninas iniciavam o curso por vontade própria e saiam porque não gostavam ou não era aquilo que queriam, provavelmente por não conseguirem acompanhar o ritmo. Teve pouquíssimas mulheres na minha turma e com o passar do tempo foi diminuindo", explica.

A desenvolvedora de sites e sistemas afirma não ter presenciado ou sofrido caso de machismo durante a formação acadêmica. No entanto, Talita pontua que muitas empresas possuem uma postura machista e contratam mulheres para 'bater meta' do gênero em alguns setores da corporação. "Muitos lugares não sabem mantê-las [as mulheres] na empresa. Seja pelo ambiente de trabalho não muito receptivo, com piadinhas, machismo, falta de incentivo para crescimento, falta de reconhecimento (seja em salário ou reconhecimento de algo que ela fez mesmo, capacidade técnica)", ressalta.

Para ela, sanar a baixa participação feminina na tecnologia depende de diferentes vieses. "A diversificação é necessária para que as pessoas saiam mais da mesma linha de pensamento, que haja discussões a respeito de ideias diferentes, para que no desenvolvimento de alguma solução, seja possível abranger diversos cenários. Incentivo para crescimento, que permita a elas [mulheres] e outras pessoas a se manterem atualizadas com as novas tecnologias, treinamentos, novos desafios dentro da empresa, mas que possa condizer com as expectativas dela (no caso, inserir em novos projetos com novas tecnologias, novas abordagens), que permitam o crescimento profissional", exemplifica.

Além disso, Talita Oliveira salienta que a valorização das profissionais deve ir além da questão salarial. "Ambiente seguro e livre de assédio e que esteja disposto a ouvi-la quando ela precisar, e que atitudes sejam tomadas caso necessário e não a ignore", frisa.

Falta de Estímulo e Perspectiva de Mudança

Lecionando há cinco anos no curso de Sistemas da Informação no Ser Educacional, Marcela Oliveira, mestre em Engenharia de Software e doutoranda em Ciências da Computação, faz uma retrospectiva histórica e aponta resquício de uma sociedade patriarcalista. "Desde 1980, o interesse de mulheres por cursos da área da computação vem decaindo a cada ano. Uma das razões apontadas dessa queda é o receio da mulher de não dar conta de conciliar a maternidade e a profissão, além do preconceito, ao ver um ambiente de trabalho formado em sua maioria por homens, que pode se tornar um tanto quanto intimidador. Claro, de maneira implícita. Esse fato pode ser justificado, ainda na infância, quando meninos eram estimulados a desenvolverem seu raciocínio lógico e matemático com Legos e demais jogos educativos, enquanto as garotas eram encorajadas a florescerem suas habilidades maternas, sendo rodeadas por bonecas e jogos de panelinhas desde muito cedo", pontua.

No entanto, a educadora pondera e observa que diante do empoderamento feminino, há sinais de mudança de cenário no tocante ao meio acadêmico. Atualmente a academia tem sido receptiva com as mulheres. Empoderar a mulher em ambientes de TI é essencial para quebrar a resistência de uma ideia ultrapassada e ilógica de que restringi-las às áreas de comunicação, educação ou saúde, como único tipo de ocupação para elas. É importante frisar que o empoderamento feminino é a consciência coletiva, expressada por ações para fortalecer as mulheres e desenvolver a equidade de gênero", ressalta.

Ela também salienta que as empresas possuem um papel importante para a participação feminina em áreas como ciência e tecnologia. "[As empresas] Podem oferecer facilidades que ajudam a mulher a se manter no mundo de TI, como flexibilidade de horário, mais tempo de licença maternidade, mas principalmente, programas de recursos humanos que incentivam e apoiam o desenvolvimento de carreira técnica para mulheres. Afinal a mulher do século XXI é aquela que aprendeu a fazer uso do “jogo de cintura” feminino ao lidar com o cliente, e ao mesmo tempo, possui alta capacitação técnica e facilidade de adaptação, que prova que a mulher é uma colaboradora essencial no processo de desenvolvimento de um novo software ou até mesmo de um novo hardware", conclui.

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Dia do Administrador: criatividade e organização na gestão do tempo

O professor do Ser Educacional Dativo Coêlho, especialista em gestão do tempo, ressalta a importância de administrar o dia-a-dia
Por: Elaine Guimarães 09/09/2019 - 09:21 - Atualizado em: 09/09/2019 - 09:21

Quem nunca desejou que o dia tivesse mais de 24 horas para realizar todas as demandas cotidianas? Na tentativa de cumprir horários, tarefas e compromissos dentro dos prazos estipulados, algumas pessoas recorrem as agendas de papel para organizar a rotina, otimizar o tempo e evitar a procrastinação.

Uma técnica que agrega organização, criatividade e simplicidade vem fazendo sucesso pelo mundo. Nomeado de Bullet Journal ou BuJo, o sistema organizacional se adapta a partir da necessidade e dia-a-dia de quem o utiliza. Criada em 2013 pelo designer Ryder Carroll, a técnica tem o objetivo de dividir a agenda em setores, como tarefas diárias ou calendário mensal. Para cada assunto, um símbolo - setas, pontos ou formas geométricas, ajudam os usuários a identificar eventos, tarefas, viagens e compromissos.

Ao iniciar um BoJu não é necessário ter muitos materiais ou alto investimento financeiro: basta ter em mãos um caderno simples e caneta. Aos mais entusiastas, as páginas podem ser personalizadas com adesivos, post its, gráficos, desenhos e canetas coloridas. No entanto, é necessário manter a disciplina e organização ao acrescentar ou retirar um evento do caderno. Nas redes sociais, várias pessoas disponibilizam tutoriais para a construção dessas agendas personalizadas.

Para além desse recurso, o professor do Ser Educacional Dativo Coêlho, especialista em gestão do tempo, ressalta a importância de administrar o dia-a-dia. “O tempo é um recurso bastante escasso. Se você não o gerenciar bem, não conseguirá organizar a vida e todas as outras áreas”, explica. Ele salienta que não há fórmulas para gerenciar o tempo, no entanto, pontua algumas dicas que facilitam a organização das atividades e compromissos.

1. Padronizar a organização - Para obter êxito e evitar a procrastinação no trabalho e nos assuntos pessoais, é necessário organizar o espaço da execução de tarefas e os horários de forma padronizada. Vale salientar que as resoluções devem ser simples, dentro das limitações de quem as executa.

2. Agenda atualizada - Ao identificar e organizar os compromissos e atividades, as pessoas percebem que possuem 'um tempo extra' no dia. Um planejamento diário, semanal ou mensal prioriza as demandas e execuções dentro do prazo. Além disso, evita-se que assuntos importantes sejam deixados de lado.

3. Identificar as prioridades - Mesmo que tudo pareça prioridade, agir de forma analítica é crucial para não voltar ao caos. Sistematizá-la é o caminho para alcançar as metas estipuladas. “Prioridade é tudo aquilo que nos leva ao alcance dos nossos objetivos e algo que só você pode fazer, sem delegar para terceiros”, ressalta o especialista.

4. Diferenciar as demandas urgentes das importantes - O professor distingue essas duas esferas da seguinte forma: “O importante é tudo aquilo que traz mais avanço para chegar ao nosso objetivo. Para isso, é preciso ter um planejamento e estratégias para realizá-lo. Já demandas urgentes estão atreladas aos prazos de conclusão. Logo, não se pode deixar acumular para evitar o descompasso das ocupações”, explana. 

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Conheça ONGs que ajudam pessoas com educação

No Brasil, algumas organizações sem fins lucrativos de diversas partes se dedicam à educação. Confira e saiba como ajudar!
Rebeca Ângelis Por: 04/09/2019 - 17:47

“Um livro, uma caneta, uma criança e um professor podem mudar o mundo”. A frase dita pela defensora paquistanesa da educação, Malala Yousafzai, ecoa pelo mundo. É também o que inspira várias Organizações Não Governamentais (ONGs), espalhadas pelo Brasil, a praticarem ações que levam conhecimento e oportunidade para várias pessoas.

Sem fins lucrativos, essas organizações transformam o mundo com educação. Confira e saiba como ajudar!

Associação Vagalume

Localizada em São Paulo, a Associação atua em comunidades rurais da Amazônia Legal brasileira, desenvolvendo projetos de educação e cultura. O projeto estimula, principalmente, a leitura, escrita e oralidade. Criada em 2001, a associação já criou 159 bibliotecas e distribuiu quase 100 mil livros para áreas de difícil acesso em todo o país. A organização ajuda cerca de 22 mil crianças, jovens e adultos.

Avante

Criada em 1991, no Estado da Bahia, a ONG Avante – Educação e Mobilização Social desenvolve ações a partir do diálogo direto com a comunidade. Sua dinâmica visa executar tecnologias sociais para disseminar conhecimentos e práticas com grande alcance social. 

Entre as ações, o projeto atua com formações em áreas como mobilização e controle social, agentes culturais, trabalho, além da educação e suas novas tecnologias.

Uerê

Situado no Complexo da Favela da Maré, no Rio de Janeiro, o projeto Uerê trabalha com pedagogia e atende cerca de 430 jovens por ano e mais de 130 mil crianças em outras cidades do país. Trata-se de uma organização-escola que usa metodologia desenhada para crianças e jovens com bloqueios cognitivos e emocionais, devido à exposição constante a traumas e violência.

Instituto Ayrton Senna

Um espaço desenvolve soluções para se obter educação de qualidade nas redes públicas de ensino do Brasil. Assim é idealizado o Instituto Ayrton Senna, criado pelo piloto de fórmula 1 Ayrton Senna. 

A instituição foi criada com o intuito de diminuir as desigualdades sociais por meio da educação de crianças e adolescentes. A partir de parcerias com gestores públicos, educadores e outras organizações, as propostas se traduzem em políticas que já impactam na aprendizagem de até 2 milhões de crianças e jovens por ano, em praticamente todos os estados do Brasil.

Amigos do Bem

Com trabalhos voltados para o Sertão Nordestino, a ONG Amigos do Bem atua acolhendo famílias do Nordeste, em diversos projetos educacionais e autossustentáveis. A ação auxilia mais de 60 mil pessoas nos estados de Alagoas, Ceará e Pernambuco. Cerca de 1,5 mil crianças são atendidas, desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental. O projeto incentiva, sobretudo, jovens que vivem em situação de vulnerabilidade social no sertão nordestino a conseguirem bolsas de estudos no Ensino Superior.

 
 
 

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Lista: Músicas para curtir o Dia dos Solteiros

Elencamos 10 hits para animar essa data
Thayná Aguiar Por: 15/08/2019 - 15:44

Embora muita gente não saiba, no dia 15 de agosto comemora-se o Dia dos Solteiros, uma contrapartida bem divertida ao Dia dos Namorados, celebrado no dia 12 de junho. Há quem defenda a tese de que “é melhor estar sozinho do que mal acompanhado”, e prefira a vida de solteiro.

E se há justificativas para se comemorar o Dia dos Namorados, também existem motivos para festejar o dia de quem está sem ninguém. Pensando nisso, elencamos uma lista com algumas músicas indispensáveis para ouvir no Dia dos Solteiros. Confira:

 

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Dia do Solteiro: qual balada te define?

A melhor maneira de comemorar o dia 15 de agosto é escolhendo a festa que mais se parece com você
Por: Rebeca Ângelis 15/08/2019 - 10:58 - Atualizado em: 15/08/2019 - 10:58

Tom Jobim disse em umas de suas músicas: “É impossível ser feliz sozinho”. Mas, com toda a licença poética, a gente mostra o contrário e confirma que a felicidade também anda junto com os que escolhem estar na própria companhia, livres, leves e soltos na pista.
Se você está solteira ou solteiro, não pode deixar de comemorar a data, nesta quinta-feira (15). Separamos uma lista para te ajudar a escolher a balada que melhor te define. Depois, é cair na festa e celebrar. Confira!

Balada Sertaneja 

Cabelo arrumado, roupa descolada da moda, um copo de bebida na mão e aquela vasta cantoria sobre as vantagens de ser solteiro. Se essas características te definem, então, sua melhor balada é a sertaneja. Chama os amigos e vai curtir até cansar! 

Bloco do Eu Sozinho 

Essa é a balada daqueles solteiros de plantão, que não curtem muito sair para festas. É daqueles mais adeptos a uma maratona de séries e uma boa pipoca, no abraço carinhoso do sofá. Afinal, nada melhor do que curtir a própria companhia. 

Balada Alternativa

No estilo “festa estranha, com gente esquisita”, a balada alternativa foge do tradicional e adere a diferentes estilos, agregando pessoas de várias tribos. É o tipo de balada ideal para quem gosta de ampliar os horizontes e se comunicar com gente nova, além de se surpreender com as descobertas de novos estilos de música, ambientes e afins, é claro. 

Balada do Xote 

Um chameguinho de forró, dois para lá e dois para cá. Essa é a balada para quem curte dançar um forrozinho e logo arruma um jeito de encontrar um par para a dança. Baladas com forró, seja estilizado ou tradicional, é sempre uma boa pedida para quem deseja dançar e conhecer gente nova. 

Balada Eletrônica

Se o seu caso é querer dançar solto e se sentir ainda mais livre, uma boa pedida é curtir a balada com sons eletrônicos. As famosas batidas de “tuntz, tuntz” são energizantes. Geralmente, são compostas por um dj por trás das picapes de som, responsável por animar a festa. Esse é o tipo de balada que não precisar sequer saber dançar, basta entrar no ritmo das batidas e se divertir com os amigos.

E aí, qual será sua escolha para esta noite? Conta nos comentários!

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Você sabe como surgiu o Dia do Estudante?

Data já existe há 192 anos, saiba como foi criada
Por: Rebeca Ângelis 10/08/2019 - 08:47 - Atualizado em: 12/08/2019 - 16:56

Disciplina, foco e muita determinação devem ser a base de todo estudante. Muitas vezes, ser um estudante não é algo simples, mas é desse desempenho contínuo que o conhecimento surge e forma cidadãos e grandes profissionais. Neste domingo (11), o Dia do Estudante é comemorado no Brasil. Você sabe por quê? A gente te explica!

Por trás da história

Foi lá em agosto de 1827, nesse mesmo dia 11, que o estudante ganhou uma data com seu devido reconhecimento. Tudo isso só foi possível devido aos dois primeiros cursos de ciências sociais e ciências jurídicas que surgiram aqui no Brasil, fundados por D. Pedro I.

Esses cursos foram realizados em São Paulo e Olinda (mais tarde em foi transferido para Recife). Em São Paulo o curso era realizado no Convento São Francisco, com as primeiras turmas compostas por 40 alunos. Em Olinda, o curso foi fundado no Mosteiro de São Bento. 

Cem anos depois dessa criação do curso de direito, Celso Gand Ley- um dos participantes das comemorações do centenário de criação dos cursos de ciências jurídicas e sociais no Brasil- deu a ideia de fazer o dia 11 de agosto uma data comemorativa para homenagear todos os estudantes.

Conhecimento muda o mundo

Ao passar dos anos, o número de estudantes vem crescendo no país, jovens, adultos e até idosos. É o que afirma uma pesquisa, do Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019, apontando que o  número de jovens de 15 a 17 anos cursando o ensino médio aumentou de 61% em 2012 para 68,7% em 2018. Esse avanço torna-se de extrema importância para mudar o mundo. “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, já dizia o memorável e eterno Nelson Mandela.

A UNIVERITAS/UNG se orgulha em fazer parte da Educação para seus estudantes!

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Conheça os mitos e verdades sobre a Lei Maria da Penha

Com mais de uma década em vigor, a regulamentação ainda enfrenta relutância e preconceitos
Por: Elaine Guimarães 07/08/2019 - 11:07

Em vigor desde 2006, a Lei Maria da Penha, responsável por punições mais rigorosas a agressões ocorridas no âmbito doméstico ou familiar, comemora, em 2019, 13 anos de consolidação e luta. O nome da Lei é uma homenagem à farmacêutica nordestina Maria da Penha, vítima de violência doméstica que a deixou paraplégica.

O caso de Maria da Penha, atingida por um tiro disparado pelo então marido, Marco Antonio Heredia Viveros, ganhou proporções internacionais. Foram anos de luta até que Marco Antonio fosse condenado. Um processo longo e árduo, mas que não tirou as forças da farmacêutica em levar o caso adiante. A resistência da nordestina foi responsável pela elaboração da lei. 

Com mais de uma década em vigor, a regulamentação ainda enfrenta relutância daqueles que a desconhecem ou devido à propagação de conceitos errôneos e preconceitos. Logo, diversos mitos e incongruências permeiam a funcionalidade da Lei Maria da Penha. Para desmistificar algumas informações, que, muitas vezes, vão refletir no número de denúncias, a coordenadora adjunta do curso de direito da UNINASSAU e especialista em direito penal, Katine Costa, responde alguns questionamentos sobre a lei. Confira:

Tem alguma dúvida sobre a Lei Maria da Penha? Conta para a gente nos comentários!

 

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Lista: Trailers de filmes e séries em alta na Netflix para você curtir o fim das férias

Thayná Aguiar Por: 30/07/2019 - 16:51

As férias estão quase no fim e chegou a hora de reorganizar todo o material e a mente para a volta às aulas. Para te auxiliar a curtir esse tempo antes que o período de recesso acabe de uma vez, elencamos uma lista com trailers de séries e filmes disponíveis na plataforma Netflix. A lista também tem como objetivo dar aquela “ajudinha” aos indecisos na hora de escolher o que assistir, visto que o streaming possui uma imensa quantidade de conteúdos.

Se você optar por assistir uma série, a Netflix também te dá a opção de maratonar, ou seja, assistir vários episódios em um dia ou em apenas uma noite. A plataforma libera todos os episódios das temporadas de uma vez. Confira a nossa lista:

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Dia do Perdão: conheça filmes e músicas que abordam a temática

Thayná Aguiar Por: 25/07/2019 - 15:30
Pixabay

Perdoar alguém nem sempre é tarefa fácil para algumas pessoas. Por muitas vezes, o rancor ou o orgulho dificulta essa tomada de decisão. Há quem diga que conceder perdão é libertador, faz bem para a alma e ainda é uma forma de demonstrar compaixão com o próximo.

No dia 25 de julho é comemorado o Dia do Perdão. Em alusão à essa data, elencamos filmes e músicas que trazem o ato de perdoar ou o de pedir perdão como temática principal. Confira!

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Chega ao Rio nova opção de lazer para cadeirantes

O projeto Bike Sem Barreiras é gratuito e promove a inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida a partir do uso de bicicletas adaptadas
Assessoria de Comunicação Por: Juney Freire 02/07/2019 - 00:00 - Atualizado em: 08/07/2019 - 09:13
Com foco na inclusão social, a UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas estreia, no próximo domingo (07), o projeto Bike Sem Barreiras. Todos os domingos, pelos próximos seis meses, serão disponibilizadas para a população bicicletas adaptadas para o lazer de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
 
O projeto, que faz parte da Responsabilidade Social da UNIVERITAS, é desenvolvido pelo Instituto Ser Educacional, e traz, entre as bicicletas, uma HandBike (um triciclo adaptado para ser pedalado com as mãos) e uma Bike Dupla (para ser pedalada por um monitor e uma pessoa com deficiência visual. Na ocasião, todas as bikes serão guiadas por coordenadores e alunos voluntários da UNIVERITAS, que percorrerão um trajeto ao longo da Praia do Flamengo.
 
Para a diretora da Instituição, Adriana Garcia, receber o projeto no Centro Universitário é uma oportunidade proveitosa não apenas para o público, como também para inserir os alunos em práticas sociais. "A UNIVERITAS tem a missão de agregar educação ao exercício da cidadania. Deste modo, possibilitar interações dos nossos alunos com a população, promove uma prática social única e favorável, principalmente se observarmos que público-alvo do projeto é constituído por pessoas com menores alternativas de lazer. Logo, ao mesmo tempo que o usuário vai desfrutar do Bike Sem Barreiras, o estudante voluntário vai aprender que tem um papel na sociedade ao ser parte da alegria de alguém", explica.
 
Já para o presidente do grupo Ser Educacional, mantenedor da UNIVERITAS e do Instituto Ser Educacional, Jânyo Diniz, o Bike Sem Barreiras é um projeto que visa acima de tudo incluir a população de um modo geral. “Queremos despertar nas pessoas com baixa ou nenhuma mobilidade, o prazer em participar de uma atividade de lazer, que neste caso é andar de bicicleta. Uma atividade simples para muitos, mas que era colocada como impossível para outros. Esperamos que a adesão seja um sucesso, assim como nas outras cidades onde já implantamos o projeto, e que possamos implementar em outras cidades”, comenta.
 
Os interessados em participar podem ir ao Posto 3 da Praia do Flamengo, todos os domingos das 9h às 12h, e procurar a equipe da Instituição disponível na tenda da UNIVERITAS.
 
Sobre o Projeto – Inaugurado em 2016, no Recife, em Pernambuco, o Bike sem Barreiras já atendeu mais de 500 pessoas com deficiência durante os dias de ação. Atualmente, a organização está expandindo a atuação da iniciativa para outras capitais do Brasil, como o Rio de Janeiro.
 

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