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Notícias


É hora de combater a intolerância religiosa

Marcele Lima Por: 27/01/2020 - 14:53
Pixabay
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No mês de janeiro é celebrando o dia de combate à intolerância religiosa. Celebrado em 21 de janeiro, a data foi instituída em 2007 e homenageia a Mãe Gilda, Iyalorixá morta pela intolerância religiosa. Isso porque a líder teve imagens expostas por representantes de uma igreja evangélica em um jornal da instituição e a partir daí passou a sofrer ataques verbais, morais e físicos, até mesmo dentro do Terreiro, que foi depredado. A religiosa acabou tendo um infarto e falecendo posteriormente. A igreja envolvida foi condenada e o caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que condenou a igreja a apagar uma indenização de R$145 mil à família de Mãe Gilda, além de publicar uma retratação no seu jornal. Este também é o Dia Mundial das Religiões, que visa buscar o respeito e o diálogo entre as mais variadas religiões do planeta.  

Em alusão ao dia confira um vídeo que apresenta a necessidade de combater a intolerância religiosa todos os dias, durante o ano inteiro. 

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É hora de combater a intolerância religiosa

Marcele Lima Por: 27/01/2020 - 14:53
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No mês de janeiro é celebrando o dia de combate à intolerância religiosa. Celebrado em 21 de janeiro, a data foi instituída em 2007 e homenageia a Mãe Gilda, Iyalorixá morta pela intolerância religiosa. Isso porque a líder teve imagens expostas por representantes de uma igreja evangélica em um jornal da instituição e a partir daí passou a sofrer ataques verbais, morais e físicos, até mesmo dentro do Terreiro, que foi depredado. A religiosa acabou tendo um infarto e falecendo posteriormente. A igreja envolvida foi condenada e o caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que condenou a igreja a apagar uma indenização de R$145 mil à família de Mãe Gilda, além de publicar uma retratação no seu jornal. Este também é o Dia Mundial das Religiões, que visa buscar o respeito e o diálogo entre as mais variadas religiões do planeta.  

Em alusão ao dia confira um vídeo que apresenta a necessidade de combater a intolerância religiosa todos os dias, durante o ano inteiro. 

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Reconhecimento de Diplomas

APRESENTAÇÃO  |  SÍNTESE DAS NORMAS  |  INSTRUÇÕES  |  LEGISLAÇÃO  |  CONTATO |  INSCRIÇÃO

 

APRESENTAÇÃO

Estudantes brasileiros que concluíram cursos pós-graduação stricto sensu no exterior podem reconhecer seus diplomas com maior agilidade na UNIVERSIDADE UNIVERSUS VERITAS GUARULHOS – UNG. Em atenção a nova política do Ministério da Educação, instituída pela Lei de Diretrizes de Base da Educação Nacional nº 9.394, Resolução CNE/CES nº 3, de 22 de junho de 2016 e Portaria Normativa MEC nº 22, de 13 de dezembro de 2016, a UNG passa a reconhecer diplomas de mestrado e doutorado emitidos por Instituições de Ensino Superior do exterior.

Para formalizar os esforços de reconhecimento em 2017, a UNG aderiu formalmente à Plataforma Carolina Bori. Esta Plataforma, vinculada ao Ministério da Educação, pretende gerenciar e reunir informações para orientar e coordenar o processo de reconhecimento de diplomas estrangeiros. A Plataforma possui como público-alvo portadores de diplomas de pós-graduação (stricto sensu), obtidos em instituição de ensino superior estrangeira e que desejem, para fins profissionais ou acadêmicos, reconhecer seu diploma, de forma que este possa ser declarado equivalente aos concedidos no Brasil e tenha validade nacional.

De acordo com as normas instituídas pelo Conselho Superior da UNG, os reconhecimentos de diplomas emitidos por instituições parceiras terão trâmite diferenciado, atendida a legislação vigente. Mas é possível o reconhecimento de diplomas de quaisquer instituições devidamente credenciadas em seus países de origem, independentemente de parcerias firmadas.

As normas específicas, prazos, taxas e condições podem ser consultadas entrando em contato conosco pelo e-mail reconhecimento.exterior@sereducacional.com .

O reconhecimento instituído pelas normas legais, permitirá maior celeridade aos processos e condições para que os diplomas emitidos no exterior sejam aceitos para fins acadêmicos em todo território nacional.

Síntese das Normas

A UNG reconhecerá diplomas de Pós-Graduação Stricto Sensu, obtidos de instituições estrangeiras parceiras ou não, mediante ao atendimento legislação e de alguns requisitos, dentre os quais destaca-se:

I. Terem sido expedidos por instituições estrangeiras, credenciadas em seu país de origem, a fim de serem registrados e terem validade no Brasil;

II. Os Diplomas deverão pertencer as áreas de seus cursos de pós-graduação avaliados no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), na mesma área de conhecimento, em nível equivalente ou superior;

III. O requerente deverá inscrever online, apresentar os documentos solicitados pela plataforma da UNG;

a. Preencher cadastro eletrônico e anexar os seguintes documentos:

i. Documento de identificação;

ii. Diploma de graduação;

iii. Currículo.

b. Submeter documentação comprobatória do curso no exterior:

i.  Cópia do diploma de pós-graduação, devidamente registrado pela instituição responsável pela diplomação, de acordo com a legislação vigente no país de origem, devidamente autenticados por autoridade consular competente, quando necessário;

ii. Exemplar da tese ou dissertação com registro de aprovação da banca examinadora (quando houver), em formato compatível, acompanhada dos seguintes documentos:

1. Ata ou documento oficial da instituição de origem, no qual devem constar a data da defesa, se for o caso, o título do trabalho, a sua aprovação e os conceitos outorgados;

2. Currículo dos membros da Banca examinadora, se for o caso, e do orientador;

3. Caso o programa de origem não preveja a apresentação de tese/dissertação, deve o aluno anexar documento emitido e autenticado pela instituição de origem, descrevendo os procedimentos de avaliação de qualidade do trabalho final no formato exigido, adotados pela instituição.

iii. Cópia do histórico escolar, descrevendo as disciplinas ou atividades cursadas, com os respectivos períodos e carga horária total, indicando o resultado das avaliações em cada disciplina;

iv. Preencher na plataforma a Descrição das Atividades de Pesquisa;

v. Resultados da avaliação externa do curso ou programa de pós-graduação da instituição, quando houver;

vi. Assinalar na plataforma o Termo de exclusividade informando que não está submetendo o mesmo diploma a processo de reconhecimento em outra instituição concomitantemente e aceitação de condições;

vii. No caso de cursos ou programas ofertados em consórcios, ou outros arranjos colaborativos entre diferentes instituições, o requerente deverá apresentar cópia da documentação que fundamenta a cooperação ou o consórcio.

IV. A emissão do resultado da avaliação será efetivada no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias, contados do protocolo do processo;

V. Para processos que se enquadrem nos casos previstos pela legislação federal para tramitação simplificada, o prazo para a emissão do resultado da avaliação será de 90 (noventa) dias, contados do protocolo do processo.

VI. Atendimento das normas instituídas pelo Conselho Superior da Universidade.

As normas apresentadas não substituem o conhecimento e ciência do integral teor do regulamento e legislação pertinente.

INSTRUÇÕES 

A solicitação de reconhecimento será realizada através do site da instituição via plataforma própria, seguindo as instruções disponíveis.

Recomenda-se, antes de disponibilizar os documentos para análise preliminar, que o interessado entre em contato com a UNG, por meio do e-mail: reconhecimento.exterior@sereducacional.com, para informações e dúvidas sobre documentação e cadastro.

Após abertura do protocolo de pedido de reconhecimento de diploma com o preenchimento de cadastro eletrônico e submissão da documentação necessária, o sistema enviará para o e-mail cadastrado (atenção no preenchimento do e-mail para contato na plataforma) um boleto para pagamento da taxa de análise documental. Após processamento do pagamento, o processo será iniciado e seguirá as seguintes etapas:

I- Análise documental

a) A Coordenação Geral de Pesquisa e Extensão receberá e analisará a documentação emitindo parecer.

b) A taxa de análise documental, equivalerá a 40% (quarenta por cento) do valor do processo de reconhecimento de diploma.

II- Análise Acadêmica

a) Após o parecer favorável da Coordenação Geral de Pesquisa e Extensão, o sistema emitirá boleto referente a Análise Acadêmica e emissão do diploma reconhecido.

b) A taxa de análise acadêmica e emissão do diploma reconhecido, equivalerá aos 60% (sessenta por cento) restantes do valor do processo de reconhecimento de diploma

c) O Comitê Acadêmico da UNG será responsável por realizar está análise e emitirá parecer técnico do processo.

III- Emissão de Diploma Reconhecido

a) Com o parecer favorável emitido pelo Comitê Acadêmico, o setor de diplomação iniciará o processo de registro e emissão de diploma reconhecido.

b) O diploma será enviado para a unidade do Grupo Ser Educacional indicada pelo requerente na etapa de preenchimento cadastral, para com seus custos, retire o documento.

Nos casos de solicitação de urgência no reconhecimento do diploma, serão acrescidos aos valores um acréscimo percentual de 80% (oitenta por cento) nas taxas citadas acima, à título de taxa de urgência.

Os Pagamentos efetuados não conferem o direito ao reconhecimento do diploma e, em nenhuma hipótese, serão devolvidas taxas por desistência ou parecer desfavorável em quaisquer das etapas.

 

LEGISLAÇÃO 

As normas que regem o reconhecimento de diplomas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior são:

Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional

Dispõe sobre normas referentes à revalidação de diplomas de cursos de graduação e ao reconhecimento de diplomas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior.

Dispõe sobre os procedimentos referentes à revalidação de diplomas de cursos de graduação e ao reconhecimento de diplomas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior.

Estabelece as normas e procedimentos exigidos para cumprir as etapas do processo de reconhecimento de diploma de mestrado e doutorado expedidos por instituições do exterior.

CONTATO 

Para maiores informações entre em contato com nosso e-mail:

reconhecimento.exterior@sereducacional.com 

 

 

 

Notícias


O que você perguntaria a um astronauta?

Profissionais da NASA resolveram responder às dúvidas de pessoas do mundo inteiro, que incluem desde como se tornar um astronauta até como eles usam o banheiro no espaço
Marcele Lima Por: 09/01/2020 - 18:37
Foto: Pixabay
Muitas pessoas quando são crianças sonham em ser astronautas. A profissão encanta quem vê nas estrelas uma oportunidade de desenvolver uma carreira. Contudo, ainda existem muitas dúvidas em relação à vida no espaço, às adversidades e como o trabalho, de fato, é desenvolvido em ambientes de gravidade zero. Pensando nisso, integrantes da  Agência Espacial Norte Americana (NASA) resolveram responder às dúvidas de jovens do mundo inteiro, que surgiam no campo de perguntas mais frequentes da agência (Frequently Asked Questions - FAQ), sobretudo em relação aos desafios da profissão.
 
Na data de 9 de janeiro foi escolhido o dia para homenagear a categoria e, por isso, selecionamos cinco dessas perguntas respondidas pelos astronautas da NASA. 
 
Confira
 
O que os astronautas fazem na Estação Espacial Internacional (ISS)?
 
Há muitos experimentos científicos a serem realizados a bordo. A tripulação também precisa manter a estação limpa, verificar equipamentos, manter, reparar e substituir equipamentos quebrados. Os astronautas também realizam atividade física duas horas por dia para se manterem em forma e para manter seus músculos e ossos fortes. Por vezes, os astronautas precisam realizar as chamadas “caminhadas espaciais”, que nada mais são do que atividades realizadas do lado de fora da nave espacial, usando um traje especial que protege das intempéries do ambiente espacial, como a radiação excessiva. Trata-se de um trabalho duro, perigoso, mas a paisagem é incrível. As atividades extra-veiculares, como são também chamadas, ajudam a manter o funcionamento da estação espacial.
 
Que efeitos o voo espacial exerce sobre o corpo humano?
Um corpo ‘normal’ se adapta ao ambiente ‘anormal’ do espaço de diversas formas. Imediatamente ao entrar em “gravidade zero”, os fluidos em suas pernas e na parte inferior de seu corpo se move em direção a sua cabeça. De fato, você sente sua face mais inchada. Com exceção de ocasional dor de cabeça e congestão, os astronautas não se sentem incomodados com essa mudança dos fluidos. Alguns astronautas se sentem tontos e têm o estômago enjoado durante os primeiros dias de um voo espacial, na medida em que eles se acostumam com a gravidade zero. Depois de alguns dias, quase todos se acostumam à gravidade zero e gostam da experiência. Se o astronauta não se exercitar, seus ossos e músculos enfraquecerão. Durante seu retorno à Terra, o astronauta precisa se acostumar de novo à gravidade. Às vezes isso deixa a pessoa tonta. Depois de retornar de uma semana de voo, a readaptação pode levar um ou dois dias. Se o astronauta estiver retornando de uma missão de seis meses, pode levar diversas semanas para se sentir normal de novo.
 
Como se vai ao banheiro no espaço?
O vaso sanitário espacial tem algumas peculiaridades. Primeiramente, para evitar de flutuar, você precisa se amarrar para sentar no assento. Isso o prende no assento, como um cinto de segurança que você usa no carro. Depois, o vaso sanitário espacial uca um sistema de sucção para ao invés de descarga. Assim, tudo o que for feito ali será sugado.
 Os astronautas têm medo de viajar ao espaço?
 
Um astronauta muito experiente que já voou em todos os veículos, incluindo o Gemini e o ônibus espacial, disse que se você não sente nem um pouco de medo, é porque não sabe o que está acontecendo. Os astronautas conhecem todos os riscos envolvidos em uma viagem espacial. Eles estão dispostos a correr todos esses riscos porque eles acreditam na missão de explorar o espaço e porque acreditam que o benefício compensa o risco que se corre. Apesar de esses riscos gerarem um certo nervosismo por vezes, quando eles estão no espaço, eles não deixam o nervosismo interferir em suas atividades.
 
O que devemos estudar se quisermos nos tornar astronautas?
 
Os astronautas possuem diferentes formações, todos científicos ou técnicos. Você pode se tornar um piloto de avião a jato e um piloto de testes, o que pode lhe qualificar a se tornar um astronauta. Em geral, os astronautas são engenheiros ou cientistas com ótima formação e vasta experiência. Além disso, a NASA conta com os chamados educadores astronautas, que são professores de ensino médio que têm formação em exatas ou técnicas. Encontre uma área de que você gosta, estude bastante e faça o seu melhor na escola. Você sempre terá mais opções na vida se você sempre fizer o seu melhor.
 
 
O documento completo com as perguntas e respostas, originalmente em inglês, pode ser acessado por este link.

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Teste: descubra se você é um leitor ativo

Confira se você sabe qual autor escreveu cada obra da literatura brasileira
Thayná Aguiar Por: 08/01/2020 - 17:41

Nesta semana foi comemorado o Dia do Leitor. A data é dedicada a todas as pessoas que são apaixonadas pela literatura. A comemoração foi criada em homenagem à fundação do jornal cearense "O Povo" criado em 7 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha.

Vale ressaltar que o hábito da leitura é importante para exercitar a comunicação e interpretação. Além disso, é através da leitura que ampliamos o nosso leque de conhecimento. Pensando nisso, criamos um teste para saber se você é um leitor ativo e sabe qual autor escreveu cada obra da literatura brasileira.

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Dinheiro no bolso, saúde para dar e vender: veja alguns rituais para a hora da virada

Para os que acreditam, alguns rituais têm o poder de afastar o mau olhado, trazer a prosperidade financeira e até mesmo um novo amor
Marcele Lima Por: 30/12/2019 - 17:36
Pixabay

Muita gente acredita que a virada do ano traz consigo o poder de realizar os desejos para o ciclo que vai iniciar a partir de 1° de janeiro. Geralmente, os maiores objetivos incluem a busca pelo novo amor, pelo emprego, pela prosperidade. Para isso existem uma série de rituais que são seguidos à risca pelos mais supersticiosos.

As cores da roupa, pular sete ondas, comer uva, não comer aves, tomar banho de ervas, enfim, existem centenas  de coisas que podem ser feitas por quem acredita que este é o primeiro passo para conquistar o sucesso no ano novo. confira uma lista com algumas dessas simpatias.

Amor

Os ritos para conquistar a alma gêmea costumam ser repletos de etapas, mas um dos mais famosos é bem simples e diz que se o homem ou a mulher passar a virada com uma roupa rosa encontrará um novo amor; já se a vestimenta for vermelha, a paixão vai ser o combustível da relação almejada. Determinadas simpatias dizem também que comer três colheres de sopa de lentilhas, 12 uvas e pular três vezes, sem ninguém ver, mentalizando um amor, o desejo pode ser realizado. Ainda é preciso guardar as sementes da fruta durante 12 meses.

Dinheiro

Uma tradição oriental diz que para ter dinheiro o ano inteiro as pessoas precisam passar o réveillon com uma nota de qualquer valor no bolso e outra dentro do sapato; ter romã na mesa de casa no último dia do ano é um chamado para ter dinheiro no bolso o ano inteiro. Na virada, o ideal é comer sete sementes e embrulhá-las em um papel alumínio. O embrulho deve estar durante os próximos 365 dias na carteira e só deve ser descartado na chegada do ano seguinte, por exemplo de 2020 para 2021. Quer melhorar ainda mais a vida financeira? Separe sete moedas de R$ 0,50 e, faltando cinco minutos para a virada, distribua o dinheiro entre três pessoas que estejam próximas. A moeda que sobrar deve guardada na carteira e mentalize pedidos de graça para as finanças. Posteriormente, de preferência no dia 1° de janeiro, o dinheiro deve ser doado.

Saúde

Os banhos de ervas podem ter o poder de curar e proteger o corpo das enfermidades. Há muitas receitas para o ritual, entre ela o banho de alecrim, manjericão e hortelã. As folhas devem ser colocadas em um balde de água morna e a infusão precisa ser jogada do pescoço para baixo, sempre mentalizando o bem e pedindo para que doenças do corpo e da alma fiquei longe de você. Ao final, utiliza-se uma toalha azul e os restos do banho podem ser descartados. Se não der tempo de comprar as plantinhas, dois punhados de sal grosso e um copo com água podem ajudar. Faça a mistura e ascenda ao lado uma vela azul e ofereça para o seu anjo da guarda. Assim que ela acabar de queimar, tome um banho e despeje o conteúdo do copo do pescoço para baixo.

Renovar as energias

Pular setes ondas na virada do ano é uma tradição ancestral trazida pelos povos africanos e serve para invocar Iemanjá a dar forças para superar as dificuldades que possam surgir no caminho no ciclo que se inicia. Além disso, o mar tem por si só o poder de purificação e renovação energética. Para fazer uma limpeza também no lar, o ideal é passar um pano na casa com água e sal grosso e jogar fora todos os objetos que remetem a fatos passados e que lhe causam algum tipo de lembrança ruim ou é apenas “peso morto”. Os mais supersticiosos dizem para evitar ter na ceia do ano novo aves que ciscam para trás, porque, segundo eles, isso atrasaria o progresso.

Bônus

Afaste a inveja do seu ano novo

Compre um vasinho e plante ali sete ervas: arruda, alecrim, guiné, comigo-ninguém-pode, espada de São Jorge, manjericão e pimenta e utilize-as para enfeitar sua casa, regando e mantendo-as vivas durante todo ano.

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Nunca estudou para um concurso público? Saiba como começar

Professores de cursos preparatórios dão dicas para quem quer virar um 'concurseiro'
Thayná Aguiar Por: 06/12/2019 - 13:36

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 29 de novembro deste ano, a taxa de desemprego no Brasil é de 11,6%, atingindo 12,4 milhões de pessoas. Devido a esse alto índice, a procura por cargos públicos crescem consideravelmente. Contudo, entrar para vida de ‘concurseiro’ não é tarefa fácil e exige bastante dedicação dos candidatos. O professor de português Tiago Xavier e advogada e professora de direito constitucional e direito processual civil Cristiana Costa deram algumas dicas para quem quer começar a estudar, mas não sabe como ou por onde.

Buscar um curso preparatório

De acordo com Cristiana, o primeiro passo para o candidato que quer começar a estudar para um concurso público é buscar um curso preparatório. “Muitos concursos cobram disciplinas que não são da área de conhecimento do candidato, como matérias de direito, e nessas áreas o estudo autodidata é muito difícil ante ao seu grau de complexidade e termos técnicos”, explica. Além disso, a professora ainda destaca: “ele terá a orientação de profissionais habilitados para a escolha do cargo, metodologia de estudo, acesso à bibliografia adequada e questões, além de outras ferramentas como simulados etc”.

Para o professor Tiago Xavier, além do curso preparatório, o aluno também deve começar a estudar em casa. “Muitos que ainda não têm essa prática com o concurso público acham que, realmente, seria só entrar na sala de aula, assistir a um determinado conteúdo e tudo acabou por aí. Mas na verdade, o estudo para concurso é muito intenso. O aluno tem que ter disciplina, organização, tem que fazer um plano de estudos”.

Ter o hábito de estudar em casa

Além disso, Tiago também destaca a importância de exercitar em casa todo o conteúdo visto em sala de aula. “Além de estudar a teoria, ele tem que fazer muitos exercícios. Quanto mais exercícios ele fizer, mais ele aprende o conteúdo. É a velha história que eu digo: se alguém quer aprender a tocar um instrumento musical, a teoria não basta. Ele tem que praticar muito o instrumento. Da mesma maneira é com um determinado conteúdo voltado para o concurso público. Ele vai ter que estudar bastante e praticar bastante. Se ele não fizer isso, não vai valer a pena”.

Criar um cronograma de estudos

Uma unanimidade entre os dois professores é a importância da criação de um cronograma de estudo. Para ambos, este é um passo essencial para o candidato que quer começar a estudar para um concurso público. “Um estudo ordenado sobre um cronograma fará com que o candidato não perca o foco, direcione o seu estudo dando o valor a cada disciplina conforme o peso que ela terá na prova e lhe dê estímulo, pois ele tende a criar metas que precisam ser alcançadas a cada semana”, diz Cristiana.

“Se o aluno não tem um cronograma, ele fica perdido. Por exemplo, é o aluno que assiste aula de língua portuguesa na segunda-feira e na mesma segunda-feira ele vai estudar direito administrativo. Isso não existe. Se ele assistiu a aula de língua portuguesa na segunda, ele vai ter que estudar língua portuguesa. Isto é, ele vai ter que cansar ao extremo estudando língua portuguesa”, destaca Tiago Xavier.

Ter limite de horário nos estudos

A dúvida que assola grande parte dos estudantes é quanto tempo deve ser dedicado aos estudos nessa rotina de ‘concurseiro’. Para o professor de português, seis horas é o período ideal. “No mínimo ele tem que ter três horas dentro de sala de aula estudando, mais três horas, no mínimo, estudando em casa, fazendo exercício e revisando”.

Já para Cristiana, o tempo de estudo irá depender da disponibilidade de cada candidato. “Pessoas que trabalham ou estudam durante o dia tendem a ter um tempo menor para se dedicar ao concurso público. Pessoas que têm a oportunidade de se dedicar exclusivamente a esse estudo terão mais tempo disponível”.

“O recomendável é estudar de quatro a seis por dia, com intervalos de dez a 15 minutos a cada hora. Mas se a disponibilidade do candidato for pequena, é importante reservar ao menos duas horas por dia, tentando buscar maior foco e objetividade no estudo. Porém, independentemente da disponibilidade de tempo, todos podem alcançar o objetivo da nomeação, apenas alguns irão demorar mais outros menos”, completa a professora e advogada.

Manter o foco

Depois de começar a estudar, um passo básico na rotina de estudos para concursos públicos é manter o foco. Segundo Cristiana, essa é a etapa mais difícil de todo o processo. “Eu leciono há mais de 15 anos na área de concurso público e percebo ao longo desses anos que muitos iniciam o estudo e desistem. Alguns voltam a estudar anos depois quando já têm mais maturidade. Mas uma coisa que a experiência me mostrou é que os candidatos tendem a persistir mais quando estão em ambientes acadêmicos de concurso”.

“As aulas estabelecem metas de estudo. Então, se um professor concluiu determinado assunto em sala de aula, o aluno sabe que precisa colocar esse assunto em dia e costuma se esforçar para não deixar a matéria se acumular. De outro lado, o contato com os professores e com os demais colegas de sala traz um estímulo adicional. Não é raro vermos os alunos passando por altos e baixos a cada prova e pensando em desistir. Mas os próprios colegas e professores se encarregam de dar aquela injeção de ânimo para que ele erga a cabeça e recomece. Não é uma jornada fácil e é necessário muito apoio da família, dos amigos e dos professores para que o candidato se mantenha firme em seu objetivo”, completa a professora.

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‘Confra da firma’: veja como não ‘queimar’ sua imagem

O professor universitário do Grupo Ser Educacional e Consultor em Gestão de Pessoas e Carreiras Jessé Barbosa de Araujo dá dicas de como não cometer "gafes" na confraternização da empresa
Thayná Aguiar Por: 22/11/2019 - 18:06
O fim de ano vai se aproximando e, com ele, as festas de confraternizações começam a ocupar lugar nas agendas. Entre familiares, amigos e até em eventos empresariais, as comemorações têm variados estilos. Contudo, uma das reuniões que mais requer a atenção dos participantes são as celebrações dos ambientes profissionais. 
 
Embora seja um momento para confraternizar, deve-se atentar que nem todo tipo de atitude é conveniente nestas ocasiões, principalmente ao se tratar de um evento da empresa onde você trabalha. Um “passo em falso” dado durante essas festividades pode ser crucial para gerar uma repercussão negativa da sua imagem no meio corporativo. Para evitar dúvidas de como agir em eventos no meio corporativo, conversamos com o professor universitário do Grupo Ser Educacional e consultor em Gestão de Pessoas e Carreiras Jessé Barbosa de Araujo.
 
Para Jessé, as festas de fim de ano são uma oportunidade para confraternizar e celebrar as conquistas alcançadas pela empresa. Dessa forma, negar-se a comparecer implica em uma mensagem não positiva do colaborador, pois, denota uma falta de comprometimento com a firma. “Se o funcionário não entende o valor disso jamais acenderá para outras posições, pois, nestas festas, é o momento em que o mesmo passa a ter acesso a pessoas que normalmente, devido a sua rotina diária, não tem”, explica. 
 
Caso o funcionário não consiga participar da confraternização, o professor Jessé orienta avisar, com antecedência. “Caso haja um compromisso de força maior, o melhor é informar ao gestor imediato a ausência para que caso haja algum planejamento por parte da equipe, não seja frustrado”.
 
De acordo com o consultor, outro ponto que requer atenção neste tipo de evento são as vestimentas. “O ideal é que a roupa escolhida seja algo que não chame muita atenção. Para homens um roupa esportiva ou esporte fino conhecido como uma roupa casual. Para mulheres o ideal é que não seja uma roupa muito decotada ou curta, pois é uma festa da empresa ao qual todos tendem a observar tudo e todos”, destaca o especialista. 
 
Ao falar de festa, as palavras “dança” e “bebida” vêm à tona. E, segundo Jessé, esses são tópicos que demandam cuidado quando são somados ao ambiente de trabalho. “Se o colaborador sabe que tem dificuldades com autocontrole com bebidas, o mesmo deve abster-se para que não ocasione um problema futuro de comportamento por falta de sobriedade. Pode beber? Sim, não há problema, desde que o funcionário saiba o seu limite”.
 
Quanto à dança, o professor alerta que não há problemas em dançar, desde que seja feita com moderação, visto que algumas músicas do momento não são recomendadas para festas corporativas, devido à forte alusão à sexualidade.
 
Para o especialista, a melhor maneira de se comportar nestas ocasiões é evitando excessos com álcool ou com comida, e buscar relacionar com pessoas de outros setores. “Permita- se conhecer, como diz a máxima militar: quem não é visto não é lembrado. Seja cordial com todos, fique à vontade para curtir, mas com moderação”, lembra. 
 
Situações embaraçosas em eventos corporativos são comuns. Por isso é necessário manter-se atento para não cometer deslizes. A estudante de psicologia Thais Andrade conta que nunca protagonizou nenhum caso como esses, mas já presenciou colegas de trabalho em circunstâncias constrangedoras. “Vi uma amiga ficar totalmente embriagada durante a confraternização do ano passado. Ninguém nunca conseguiu esquecer a cena”, relata Thais.
 
De acordo com a estudante, dias depois da festa, seus respectivos superiores chegaram a comentar o fato ocorrido, e a jovem protagonista da situação foi advertida. “O burburinho era gigante entre os corredores, mas a gente não imaginaria nunca que nossos chefes iriam comentar entre eles. Achávamos que eles não estavam nem dando importância ao que estava acontecendo na hora”, relembra. 
 
“Ao contrário do que a gente acreditava, logo depois da festa, recebemos a notícia que a menina tinha sido chamada a atenção. Ela ficou bem envergonhada, disse que pediu desculpas. No final, não foi um prejuízo grande para ela, mas foi uma situação que poderia ter sido evitada. Foi uma advertência, mas poderia ter sido algo muito pior”, complementa Thais.
 
As situações relatadas pela estudante de psicologia instigam alerta, segundo o consultor de Gestão de Pessoas Jessé Barbosa. Durante esses eventos corporativos, os gestores e diretores avaliam os comportamentos dos seus funcionários. “Em uma festa social, todos são observados, como se relacionam entre os pares, superiores e com subordinados. A dica que nunca falhar, é ser cordial com todos sem deixar de ser autêntico”. Jessé ainda ressalta: “Em uma festa corporativa o bom senso deve prevalecer”. 
 
Em caso de um funcionário presenciar ou protagonizar uma situação constrangedora, o professor Jessé indica qual é a postura a ser adotada. “Caso algum colaborador cometa alguma gafe na festa, é preciso pedir desculpas pelo mal entendido e corrigir a gafe. Caso algum colega esteja alto – gíria que remete a embriagado - devido ao volume de álcool ingerido, procure orientá-lo a seguir para casa, pois, muito provavelmente, sua credibilidade, tanto pessoal como profissional, é desconstruída à medida que continua cometendo gafes”, encerra.

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Consciência Negra e Apropriação Cultural: o que uma coisa tem a ver com a outra?

Lei tornou o dia da morte de Zumbi dos Palmares como o dia da Consciência Negra
Marcele Lima Por: 20/11/2019 - 13:52
Consciência Negra e Apropriação Cultural: o que uma coisa tem a ver com a outra/ Creative Commons
Consciência Negra e Apropriação Cultural: o que uma coisa tem a ver com a outra/ Creative Commons

Símbolo do povo negro, Zumbi foi um dos maiores representantes da resistência à escravidão no Brasil. Foi líder do Quilombo dos Palmares, em Alagoas, comunidade que chegou a reunir quase trinta mil pessoas que fugiam das fazendas em busca de liberdade. Lá eles podiam praticar sua cultura e produzir tudo que precisavam para sobreviver, longe dos maus tratos e abusos dos “senhores”. 

Por sua atuação e representatividade, Zumbi foi perseguido pelos escravocratas. Mesmo lutando para proteger seu povo, foi traído por um dos seus companheiros depois de uma invasão ao Quilombo. Preso, foi morto e teve sua cabeça cortada em 20 de novembro de 1695.  Muitos anos depois, em janeiro de 2003, a Lei 10.639 tornou o dia da morte de Zumbi como o dia da Consciência Negra, e em 2011 a presidente Dilma Rousseff legitimou a data, sendo feriado em muitas cidades do país.   

A luta de Zumbi foi para que os negros vivessem livres da exploração, inclusive para praticar sua religião, sua cultura. Isso reverbera até os dias de hoje. “Sua luta é a nossa luta. O tempo passou e o povo negro continua escravizado. A favela é a nova senzala e poder político opressor é o novo chicote. Dentro disso, existe uma frase que pode ser mencionada: “não somos filhos de escravos, somos descendentes de um povo que foi escravizado”, expressada por Demir da Hora, militante do Movimento Negro Unificado.

Reflexo da escravidão é o racismo. São olhares tortos, apelidos pejorativos, violência. Contudo, muitas pessoas decidiram que não iriam passar por tudo isso calados e questionam todos os comportamentos que levam o negro a se sentir, em muitas situações, inferior, preterido, marginalizado. Na lista das discussões está a chamada Apropriação Cultural. Isso ocorre quando uma pessoa de uma raça, cor, e/ou credo diferente se utiliza de elementos de uma outra cultura, tomando como dela. 

Para Demir da Hora, que produz um evento semanal no Recife chamado Terça Negra, a miscigenação do brasileiro colabora para que haja uma ligação entre diferentes povos e diz que não se importa em ver uma mulher branca de turbante, por exemplo. “A cultura em si se apropria de outras. Para mim, eles se rendem à nossa beleza cultural, tentam ser o que nunca serão. Ajuda a divulgar nossa cultura. Fico mais orgulhoso do que raivoso. Fico admirado quando vejo que nossa cultura e religiosidade sobreviveu ao tempo e ao preconceito”, contou. 

Já para a afroempreendedora e componente do Centro Cultural Cambinda Estrela, tradicional grupo de Maracatu de Pernambuco, Mariane Batista, este é um tema que precisa ser debatido e analisado por todos. Para a jovem, não há problemas em aderir a elementos e acessórios de outras culturas, desde que usem com respeito e saibam a importância e o significado daquilo. 

“O que me incomoda em relação a pessoas brancas usando dreads, tranças ou turbantes é que grande parte usa por questão de estética. O povo negro sempre usou, mas agora tá moda, né? Branco de dreads é estiloso, mas um preto de dreads é considerado um cara sujo. Por que? E o turbante? Ele não é um simples acessório. Ele protege nosso orí (cabeça), que é o nosso templo. Será que essas pessoas sabem que turbante é uma coisa e torço é outra? Porque dentro do terreiro, a forma como se coloca um torço distingue os níveis de hierarquia”, explicou Mariane. 

Muita gente vê a questão de maneiras diferentes, no entanto é fundamental que todos façam uma autoanálise dos comportamentos e práticas sociais. “Bem que as pessoas brancas poderiam usar seus privilégios e espaços de fala não só para usufruir mas também disseminar a nossa cultura. Porque nós sempre somos silenciados. Os espaços que nos dão - e quando dão - são limitados, só podemos falar até certo ponto. Somos histéricos, mimizentos, exagerados... Querem que sejamos pacíficos. Isso é racismo”, analisa a Mariane.

Diariamente, os negros seguem os passos de Zumbi, cada um, cada grupo à sua maneira. Demir da Hora leva para o Pátio de São Pedro, no Centro do Recife, semanalmente a música e arte. “Nesses 20 anos de Terça Negra, as entidades culturais cresceram substancialmente. Nosso povo tem motivo pra ir à rua e cantar, dançar, mostrar toda sua criatividade. É muito lindo de se ver até hoje escutar e cantar em jeje, banto e nagô como nossos ancestrais. Ajudamos com nossa cultura a mostrar o nosso estado”, conclui o produtor. 

Já Mariane, que atua em uma comunidade recifense, faz questão de aproveitar o dia da Consciência Negra para militar. “Fico bem reflexiva nessa época porque nela todo mundo lembra da gente (Povo Preto). Fazem questão de nos ouvir nas rodas de diálogo, de conhecer nossa religião, nossa cultura. Aproveitamos que os holofotes estão voltados pra nós e fazemos ainda mais barulho, mesmo sabendo que já já esse mês passa e o bicho continua pegando ‘pro’ nosso lado. Mas a gente segue. Zumbi nos guia”!

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Umbanda: conheça os marcos da religião afro-brasileira

No Dia da Umbanda, confira marcos importantes que a religião já passou para ser respeitada e cultuada no Brasil
Rebeca Ângelis Por: 15/11/2019 - 08:00 - Atualizado em: 14/11/2019 - 15:58
Umbanda: conheça os marcos da religião afro-brasileira/ Reprodução/ Pixabay
Umbanda: conheça os marcos da religião afro-brasileira/ Reprodução/ Pixabay

Cristã, com rituais de costumes indígenas tupiniquins, kardecistas, católicos e, principalmente, do candomblé. Assim se consolidou a religião de matriz africana, a  umbanda. 

Sua base culturalmente brasileira foi amplamente difundida a partir da metade do século XIX. Vinda da cultura africana, cada um de seus 14 orixás possui um sincretismo com os santos da religião católica. É uma religião que não possui dogmas. Nome de orixás como Oxum, por exemplo, tem relação com Nossa Senhora Aparecida, do catolicismo.

Nesta sexta-feira (15), é comemorado o Dia Nacional da Umbanda. A data é comemorada pelos umbandistas -seguidores da religião- como forma de lembrar a primeira vez em que o espírito de um caboclo anunciou a fundação da nova crença.

Separamos uma linha do tempo com os principais marcos e conquistas da umbanda. Conheça! 

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